História Royal Blood - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Aparentementeshortfic, Bruxos, Lobos, Menção!vhope, Sobrenatural, Suji, Taekook, Universoalternativo, Vampiros, Yoonmin
Visualizações 42
Palavras 1.650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Cupcakes <3

Nem sei como começar essas notas, socorr. Esse plot está juntando poeira no meu computador faz um tempinho (lê-se desde o ano passado, rs) e eu precisava desenvolvê-lo. Fiz uma enquete no meu twitter e a maioria das pessoas votaram em outro plot (sci-fi yoonmin) e eu vou postar assim que concluir Alvorecer. Quanto a Royal Blood, acredito que essa fanfic não passe de 15 capítulos. Espero que eu esteja correta, amém.

Será a primeira vez que irei atualizar duas fanfics ao mesmo tempo, mas acho que consigo fazer isso tranquilamente.

Aqui no enredo, o Jimin (provavelmente) será bottom, okay? Só avisando mesmo. Pode ser que eu coloque um flex, but idk. Não me importo tanto com essa parte de uma fanfic, então não costumo fixar isso nas minhas histórias. Por isso não coloquei qualquer tag a respeito, depende muito do momento em que eu estiver escrevendo e o que eu achar necessário para o desenvolvimento do personagem, certo? Espero que entendam e leiam a fanfic ^^

Enfim, chega de avisos por aqui ksjs

Boa leitura!

Capítulo 1 - Começo a partir do fim


Fanfic / Fanfiction Royal Blood - Capítulo 1 - Começo a partir do fim

 

 

Senti uma dor incômoda no pescoço quando minha consciência começou a voltar. Com certeza tinha dormido em uma posição desconfortável. Respirei fundo, sentindo um cheiro forte de café que surgiu repentinamente. Ainda de olhos fechados, espreguicei meu corpo da forma como pude; desde os pés até o pescoço dolorido, que movi lentamente de um lado para outro. A maciez daquela cama me chamava novamente para o mundo dos sonhos, mas não me deixei levar. Bocejei preguiçosamente antes de abrir os olhos e dar de cara com as paredes branquinhas do quarto enorme. 

Franzi o cenho. Bom, meu quarto era bem menor do que aquele. E aquela cama, definitivamente, não era a que acolhia meu corpo todas as noites. 

Tudo bem, respire fundo e se acalme, foi o que mentalizei naquele momento. Sentei na cama, senti um arrepio na pele porque, merda, eu estava sem camisa. Imediatamente afastei um pouco dos cobertores, olhei para o resto do meu corpo e felizmente eu estava de boxer. Pelo menos isso. 

Na minha cabeça, milhares de pensamentos tentavam ocupar um espaço pequeno demais para todos eles, e isso estava me enlouquecendo em poucos segundos. Olhei ao redor, notando a enorme janela que permitia a entrada da claridade naquele início de manhã. De frente para a cama – após um enorme espaço, vale ressaltar – havia uma porta dupla e, puta merda, a qualquer momento alguém poderia abri-la e só Deus sabia quem adentraria aquele quarto. Provavelmente o dono dele. Não, aquilo só podia ser um sonho, dei uma risada soprada. Sim, era um sonho. Só poderia ser. Se eu deitasse novamente e fechasse os olhos, acordaria no meu quarto pequeno no subúrbio de Busan. 

Foi o que fiz, mas não obtive resultado. 

O cheiro de café parecia se intensificar enquanto eu sentava novamente. Senti o estômago embrulhar e uma náusea forte tomou toda a minha atenção. Era só o que faltava, vomitar no quarto de uma pessoa desconhecida, argh. Ao mesmo tempo, mesmo com todo o caos de pensamentos ilógicos demais para um ser humano normal, minha cabeça conseguia se superar e me trazer uma dor de cabeça latejante. E aquele cheiro de café cada vez mais perto e intenso...

Meu corpo ficou petrificado quando ouvi o som da porta sendo aberta. O barulho era meio oco e uma das maçanetas da porta dupla mexia de forma descompassada. Porra, aqueles segundos que passavam eram suficientes para me trazer um resumo mental de tudo o que me lembrava, mas nada, nada mesmo explicava o que eu estava fazendo ali. Meu coração batia rápido demais, eu poderia vomitar a qualquer momento e a dor incômoda em meu pescoço apareceu com mais frequência naquele instante. Tudo o que eu conseguia pensar era que aquilo não passava de um maldito pesadelo. Um pesadelo horrível. Eu queria poder sair dele. 

Só notei que estava apertando demais os lençóis brancos entre meus dedos quando minhas juntas começaram a latejar. Num ínfimo segundo, olhei para a minhas mãos antes de afrouxar aquele aperto todo e, nossa, eu realmente estava muito mal. Insano mesmo. Aquele pesadelo acabaria quando? 

Porque, puta merda, eu jurava ter visto uma aliança dourada no meu anelar esquerdo.

Mas com certeza era só impressão. Claro. Só não entendia porquê eu não tinha mais coragem de verificar se aquilo era verdade ou não. Em contrapartida, meu coração já nem batia apressado mais. Ele estava quase parando pelo susto. Pff, eu com uma aliança dourada. Era tudo parte daquele pesadelo horrível. 

Quando a porta foi aberta, a primeira coisa que se passou pela minha cabeça foi como podemos pensar em tantas coisas em fração de segundos. O ser humano realmente é intrigante. 

Peguei os cobertores e escondi meu corpo, deixando apenas a cabeça visível. Aquilo era um sequestro, isso mesmo, um pesadelo sobre sequestro. Meus olhos pousaram no homem que, calmamente, carregava uma bandeja com qualquer coisa. Não me foquei naquilo. O que me chamou a atenção foi nas roupas que ele usava. Em primeiro lugar, o roupão era preto e estava com o nó meio frouxo, expondo parte do tórax dele e contrastando com aquela pele branca, quase pálida. Me lembrou doença. 

Ele andou com calma, um sorriso compunha os lábios finos e estranhamente avermelhados. Era um tom vivo, parecia batom. Os cabelos eram pretos e a franja caía por cima dos olhos enquanto ele olhava para as coisas sobre a bandeja – talvez preocupado com o equilíbrio delas ali -, e a cada passo mais perto, eu contraía mais meu corpo. 

— Bom dia, amor. — a voz era rouca e firme. 

Amor...?

Olhei ao redor, procurando as câmeras daquela pegadinha ridícula. Aquilo era coisa dos meus amigos da faculdade. Ou era um pesadelo sobre pegadinhas. Com certeza meu rosto assustado apareceria em breve em rede nacional. Ah, uma raiva crescente começava a sobrepor o desespero. Não, ela se misturou ao desespero. Era uma mescla de tudo o que nunca tinha sentido na minha vida antes. 

A bandeja foi posta ao meu lado na cama – e o colchão era bem grande – antes do homem se aproximar com um olhar cuidadoso. Estranho. Encolhi mais meu corpo, mas ele insistia em olhar alguma coisa no meu pescoço. Se olhasse com mais calma, com certeza se assustaria com minha feição quase chorosa. Mistura de raiva, desespero e choro. Caramba, eu realmente conseguia distinguir bem meus sentimentos em momentos de tensão; isso era inédito. 

— Está cicatrizando. — voltou a dizer pouco depois. 

Eu tentei dizer algo, mas minha voz parecia ter entalado em algum lugar da minha garganta. Apenas meus pensamentos trabalhavam a todo vapor. E aquele cheiro de café era misturado com o cheiro forte do perfume daquele homem estava me lembrando de toda a náusea. 

— Jimin, está tudo bem? — franziu o cenho e tentou passar a mão no meu rosto. Não permitiria tal intimidade. Honestamente, eu não sabia o que tinha acontecido para eu acabar semi nu na cama de um desconhecido. Aquilo tudo era um pesadelo e eu insistiria nisso até acordar. Mesmo assim, era muita ousadia tentar se aproximar daquela forma. E ainda saber meu nome! Argh, meus colegas de faculdade realmente capricharam na brincadeira. 

Ficamos trocando um olhar estranho por algum tempo, ele curioso e eu irritado. Depois de alguns segundos, decidi dar um basta naquela situação ridícula. 

— Olha, não sei quem teve a ideia dessa pegadinha, mas já chega. Descobri tudo. — agradeci mentalmente pela minha voz ter saído. Soou bem rouca e mais grossa do que eu lembrava, mas tudo bem. A mensagem era clara e o homem estranho ficou sem palavras, apenas abriu a boca levemente sem dizer nada. 

— O quê...? — afastou-se abruptamente e eu respirei aliviado. — Jimin, do quê está falando?

— Dessa brincadeira ridícula! — não era a minha intenção, mas meu tom de voz aumentou consideravelmente. Tomei coragem e me levantei da cama, me posicionando do outro lado dela por segurança. Ele me olhava boquiaberto. — Olha, eu não sei como vim parar aqui, mas eu vou indo embora. — parei para olhar ao redor, notando que não tinha qualquer peça de roupa jogada no chão. Daí lembrei que estava quase pelado na frente de um desconhecido que, estranhamente, continuava me olhando assombrado. — Cadê minhas roupas?! — indaguei gritando. Foi proposital.

— Amor, olha... eu sei que é tudo muito novo para você agora. — deu alguns passos ao redor da cama e eu me afastei até sentir a parede atrás de mim. Na minha cabeça, um monte de flashes sobre defesa pessoal começava a surgir. — Nos casamos recentemente e ainda teve a transformação...

Parei de ouvir na hora. Olhei imediatamente para minha mão esquerda, notando que aquele maldito anel continuava lá. Era um absurdo! Pensaram até nisso quando montaram aquele circo todo? De repente, o objeto redondo e grosso começava a pesar e eu não conseguia olhar para ele de uma forma normal. Era como se eu tivesse uma bomba na minha mão. Uma bomba. Prestes a explodir.

— Puta merda...

— Nós estamos casados agora, amor. — tão repentino quanto a vertigem que apossou meu corpo, a voz dele estava perto... demais. Os olhos pequenos analisavam minha reação com cautela, e eu conseguia sentir o calor do corpo dele perto. Muito perto. — Por que não me conta o que está acontecendo, hm? — questionou com calma, como se estivesse falando com uma criança. 

Foi automático, não consegui controlar. Minha mão direita se fechou em punho e eu desferi um soco no maxilar dele. Meu corpo estava preparado para suportar uma corrida em fuga digna de um corredor profissional, mas se manteve chocado no lugar quando o homem desconhecido simplesmente voou por cima da cama e parou do outro lado dela. Em pé. Voou. Com meu soco. E conseguiu parar em pé. Como um gato. 

— Jimin, o que te deu? — avançou rápido. Bem rápido. Como um flash de luz. Num piscar de olhos. 

Eu não conseguia racionar uma frase completa em minha cabeça naquele momento, por isso repetia cada atitude estranha que estava acontecendo como se, após repeti-las inúmeras vezes, conseguisse entender alguma coisa do que estava vivenciando.

Mas não funcionava, obviamente. Porque eu só olhava para tudo atônito demais. Abri a mão direita e a levei até meu rosto, analisando-a com curiosidade e medo. Nem me preocupei com a proximidade evidente dele. 

Talvez eu devesse abrir o jogo, porque aquilo tudo estava estranho demais.

— Como eu vim parar aqui? — indaguei baixo. Minha cabeça girava. 

— Amor... Jimin — interrompeu-se. — Do que você se lembra, exatamente?

— Eu tenho um trabalho importante para entregar na faculdade essa semana. — voltei meu olhar para ele, dando-me por vencido. Ou aquele pesadelo acabaria em breve, ou meu rosto seria motivo de chacota por ter aparecido em rede nacional. De qualquer forma, aceitei o que estava acontecendo.

— Temos um problema. 

— Temos? 

— Sim. Mas antes que fique mais nervoso do que já está, deixe-me dizer que meu nome é Min Yoongi, nos casamos há dois dias e hoje sua transformação terminou. Você é um vampiro agora.

 

 


Notas Finais


E então, o que acharam desse primeiro capítulo? Jimin não lembra de nada aaaaaaaaaaaaaa juro que um dia escrevo um plot tranquilo e sem mistério, prometo mesmo kskksjskj

Estou com um friozinho na barriga por começar um projeto novo, até postei durante a madrugada porque demorei para criar coragem ksjksjs mas espero que continuem acompanhando Royal Blood e enalteçam muito esse casal lindo e neném por aí.

Nos vemos no próximo capítulo!

Até~~


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