História Royal Love - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Justhryn, Justin Bieber, Nina Dobrev
Exibições 8
Palavras 966
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Passados muitos meses aqui estou eu. Não me odeiem, eu amo-vos
Sem mais nada... Aqui está o capítulo.

Capítulo 12 - Party (1/2)


Fanfic / Fanfiction Royal Love - Capítulo 12 - Party (1/2)

No dia seguinte acordei com Rosely a atirar-se para cima da minha cama.

 — Bom dia dorminhoca. — Sorriu com a sua face perto da minha. 

 — Bom dia. — Bocejei. — O teu vestido está pronto! 

— Martha mandou-se para cima da cama.

 — Já sabem para que é? — perguntei.

 — Tu não sabes? — riram baixinho.

 — Vocês sabem! Não me disseram nada! — Saltei da cama e mandei-me para cima da Roselly. — Vacas! 

 — KATHRYN! — Roselly gritou em sofrimento — SAI DE CIMA DE MIM GORDA! 

 — Rosy, fala baixo. — Martha implorou — Meu deus, o rei vai-me matar... — Levou as mãos à cabeça. 

 De repente Francesca entra pela porta a dentro super exaltada. 

 — O que se passa princesa? — Diz afligida. Ao olhar-nos relaxa e sorri. — Divirtam-se. — Pisca o olho e volta a sair do meu quarto. Sentei-me na cama num pulo. 

 — Vá, contem-me! — Pulei de novo. 

 — Vai ser o baile de anunciamento do casamento de Candice. Vamos conhecer o noivo dele, a sua família e as suas novas aias. — Martha anunciou. 

 — Diz-se também que vai ser a primeira vez que a Candice vai ver o futuro marido. Coitada, só espero que não seja verdade... — Roselly fitou as suas mãos entre os meus lençóis. 

 — Roselly, isso é uma coisa super normal. Tu sabes que a tua obrigação é casar com alguém que traga um sistema econômico estável à tua família. Tens de fazer esforços, pensa no bem das pessoas que amas... Eu espero ter a mesma sorte que Candice. O seu futuro marido para além de ser rico é um homem de classe, todos falam bem dele. — Martha falou. 

 — Era incapaz de me casar perante uma situação destas... — Disse não querendo aprofundar o assunto.

 — Tu és uma mulher de muita sorte Kathryn, vossa alteza, o rei, é muito rigoroso na escolha de pretendentes para seus filhos. Ele quer que vocês tenham uma boa conexão no vosso noivado, talvez para impedir a sucessão de filhos ilegítimos ao trono... — matutou Martha.

 — Dizem que o rei Henry tem dois filhos ilegítimos... É verdade Kathryn? Inclusive dizem que um deles é mais velho que o príncipe Pietro... — Roselly e a sua curiosidade falaram.

— ROSELLY! — Martha exclamou incrédula — Tem mais respeito para com o rei. Roselly baixou o olhar. 

 — Peço desculpa vossa alteza. — Fez-me uma reverência.

 — Roselly, não precisas de fazer isso... Está tudo bem... Não faz mal nenhum. — Abracei-a.

 Roselly e Martha ajudaram-me a vestir e fomos até à boutique de Pattie o vestido estava uma coisa fabulosa, o vestido mais bonito que já tive. Com o vestido experimentado, uma pequena imagem de uma menina de cabelos claros e uma face dócil entrou no estabelecimento. 

 — Mãe, o Justin deixou aqui isto para ti. — ela deixou um saco em cima da mesa. Os seus olhos procuraram a mãe com o olhar e bateram em mim. — Oh meu deus! Princesa Kathryn! — exclamou e fez uma reverência a seguir. — Peço desculpas... Eu... Bem... Vou andando... Com licença... — e muito atrapalhada voltou a sair. 

 — Que doces os seus filhos. — sorri. Pattie sorriu.

 — Na verdade nem todos são meus filhos, mas eu tenho um coração grande, todos cabem. 

 — Isso é muito nobre da sua parte. — Sorri. 

 — Mãe, trouxe o almoço. — Justin chegou, ainda bem queria tanto vê-lo. — Princesa... — fez uma reverência.

 — Boa tarde. — fiz uma reverência de volta. 

 — Que bela que fica nesse vestido. — ele disse atrevido.

 — A sua mãe tem um talento incrível. — sorri. — Fez-me este vestido para uma festa especial...

 Vejo Pattie fazer um gesto para afastar Justin. Este sorriu para disfarçar e disse: 

 — Espero que o seu vestido faça furor nessa tal festa, deixar-vos-ei à vontade. Com licença. — Fez uma última reverência e saiu do estabelecimento deixando a saudade no meu coração.

 […] 

Ao vê-lo ao longe corri para os seus braços e os seus braços fortes e cansados rodearam-me forte contra o seu peito. 

 — Sabe sempre tão bem estar nos teus braços. — sorri contra o seu peito. Justin beijou os caracóis do topo da minha cabeça. 

— Tenho uma surpresa para ti. — Disse ele.  


— Mas isso seria maravilhoso! Eu ia adorar! — abracei-o

 — Onde é que tens a minha roupa? — Aqui — ele entregou-me um saco de pano. 

Peguei o saco da sua mão e fui para entre as ramagens mudar de roupa. Justin virou-se de costas e disse:

 — Avisa-me quando acabares. Ao tentar desatar o vestido de noite reparei que os cordéis ficavam nas costas. 

 — Justin... — chamei e olhei por cima do ombro. Ele virou-se. 

 — O que foi?

 — Podes-me desatar o vestido por favor? 

 — Eu... Ah... Claro. — ele arregalou os olhos. Veio na minha direção e desatou os cordéis nas minhas costas.

 O vestido deslizou pelos meus ombros mostrando as minhas costas nuas. 

 Justin virou-se depressa para não me encarar quase nua e eu sorri. Olhei por ele por cima do ombro e via-o a encarar o meu corpo pelo canto do olho. Apenas vesti as roupas que ele me deu e de novo o atilho ficava nas costas. 

 — Justin — Ri pelo nariz — O atilho é nas costas. 

 Ouvi-o respirar fundo. Ele veio na minha direção e apertou o atilho nas minhas costas com firmeza, soltei o ar preso nos meus pulmões e finalmente Justin ganhou coragem para me virar e me beijar.

 As suas mãos gretadas passaram no meus cabelo e começaram a descer para o meu corpo, mas parou, suspirou e disse: 

 — Precisamos de ir.   


Notas Finais


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