História Royals - Second Season - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Cara Delevingne, Justin Bieber
Tags Criminal, Justin Bieber, Máfia
Exibições 679
Palavras 1.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me perdoem o capítulo bem curto, eu só não queria deixar vocês na mão por estar tanto tempo sem postar, mil perdões!

Capítulo 7 - Placer


Justin relaxava em meu colo e conversávamos coisas aleatórias, quando Chaz chegou afobado. 

— Mano, eu acabei de descobrir. Vão abrir uma boate nova na frente da Empire. — Arregalei os olhos, pensando em como eu fugiria desse assunto. 

— Chaz, ele está em repouso, falem disso depois. — Argumentei. 

— Não, caralho, quem é o filho da puta que está querendo boicotar meus negócios? — Bieber se levantou, alterado. Tentei o puxar para voltar a sentar no sofá, mas o mesmo se mantinha irredutível. 

— Ainda tô descobrindo isso. O sistema de segurança deles é bom. — Eu agradeceria Hesther depois, mas isso não vem ao caso agora. 

— Buceta! Vamos lá agora metralhar a porra toda. Chame Kevin, preciso que ele prepare os seguranças. — Colocou a arma no cós da calça. 

— Justin, pelo amor de Deus, seus pontos vão abrir. Senta essa bunda aqui, por favor. — Implorei, pensando em como sair dessa situação. 

— Você ouviu o que ele disse? Eu tenho que acabar com essa porra antes que atrapalhe os meus negócios. Caguei pra merda dos meus pontos. — Foi em direção à porta, fazendo um desespero tomar conta do meu corpo. 

— A BOATE É MINHA! — Berrei, vendo que essa era a única saída. Eu iria contar para ele, não era para terem descoberto desta forma. Bieber parou no mesmo lugar, virando seu corpo lentamente. Seu olhar era raivoso, mas suavizou. 

— Porra! Por que não disse antes? Tá de boa, então. — Eu e Chaz nos assustamos com suas palavras, franzindo o cenho. 

— Como assim “tá de boa”? — Repeti, com uma voz desconfiada. 

— Você vai cancelar a construção, ué. Nada que eu tenha que me preocupar. — Deu de ombros, relaxando no sofá. 

— Cancelar? Quem te disse isso? — Foi sua vez de olhar-me confuso. Soltou uma risada nasalando. 

— Então você quer abrir uma boate em frente à Empire, a qual é uma das melhores boates do país? Não que eu esteja preocupado, mas cuidado para não ir a falência, Melissa. — Zombou. O olhei com raiva. 

— Meu amor, pode apostar que eu já pensei em absolutamente tudo. — Mentira. — E vou dar tudo para ela ficar perfeita. Aproveite o sucesso da sua enquanto é tempo, porque já já ela ficará para as moscas. — Fui irônica. 

— Sabe que eu não vou deixar esta estreita acontecer, não é? Amigos, amigos, negócios a parte. — Foi minha vez de rir. 

— Veremos, Bieber. — Peguei minha bolsa, levantando. 

— Veremos, Melzinha. — Devolveu no mesmo tom que o meu. Sai dali, entrando em meu carro e cantando pneu até em casa. 

P.O.V Justin Bieber. 

As coisas estavam boas demais para serem verdade. Quando eu achei que iríamos ter um pouco de paz entre nós, tudo desanda. Melissa está com essa ideia e eu sei que não irá dar o braço a torcer. E, bem, eu também não darei. Talvez até dê dinheiro a ela quando a sua boate for um fracasso, afinal, a Empire é imbatível. Todos as que tentaram competir com ela foram fechadas menos de dois meses depois ou eu mesmo fiz que questão de aniquila-la. As coisas funcionavam assim comigo e eu não irei abrir exceção para Melissa. Veremos qual boate iria permanecer, e eu tinha certeza do resultado. 

— Pretende fazer algo em relação e ela? — Perguntou Katherine. 

— Talvez, ainda estou pensando. Mesmo se eu não fizer nada para atrapalhar a estreia, sabemos que não irá lucrar. — Digo em um tom convencido. 

— Se eu fosse você não pensava desse jeito. Ela tem o tráfico de mulheres, Bieber, suas garotas são as melhores. Acha que os clientes não vão se interessar por isso? — Perguntou Ryan. — Além de que ela pode dar um jeito de cortar o fluxo da exportação de garotas para sua. 

— Isso não irá acontecer! Olha pra mim, porra, nada consegue derrubar meus negócios. Ela tem o tráfico de mulheres? Ótimo! Eu tenho o de drogas, quem vai a festas e não fuma pelo menos um cigarro? — Argumentei. 

— Parece que vocês estão empatados. Isso não vai dar coisa boa. — Disse Khalil. 

— Bem, agora eu tenho que ir. Meu almoço marcado com Hesther é daqui a vinte minutos. — Disse Chris, nos fazendo rir. — Que foi, porra? 

— Já esta dando pra ver a marca da coleira no seu pescoço, Chris. — Zombou Caitlin e rimos novamente. 

— Você também vai no passeio, Caitlin? — Perguntou Chris, nos fazendo ficar confusos. 

— Que passeio? 

— Passei o pau na tua cara. — Explodimos em gargalhadas, enquanto o mesmo saia da sala correndo e Chaz indo atrás dele, furioso.

P.O.V Melissa. 

— Reforce a segurança, He. Megan, já fez as planilhas que eu te pedi para entregarmos aos arquitetos e decoradores? — Perguntei. 

— Sim, já enviei ao e-mail deles. — Assenti.

— Clary levou Jess e James para passear no parque, podemos encontrá-los lá. — Digo. 

— Adoraria. Seus filhos estavam parecendo duas velas de tão brancos, necessitavam de um solzinho. — Disse Megan, me fazendo jogar uma caneta nela. Empurrei minha cadeira para trás, levantando. 

— Eu não poderei. Chris está me esperando para almoçar. — Disse Hesther. Eu e Megan a olhamos maliciosas, logo um coro de “hmmmmm” foi escutado. — Imbecis, é só sexo! 

— Sabemos, querida. Seu “só sexo” troca mensagens de cinco em cinco minutos com você, ficam a noite falando por ligação, saem para almoçar e colocam um sorriso idiota na cara quando desligam o telefone. — Disse Megan, a provocando. 

— Eu não sabia das ligações! — Exclamei. — Nossa amiga está colocando alguém na coleira. 

— Vão se foder! — Disse irritada, nos fazendo rir. — Vocês são idiotas demais. 

No meio de risadas, escutamos um estrondo. Nos entreolhamos, deixando nossas armas em mãos. Descemos com cautela, olhando para todos os lados e não encontrando nenhuma ameaça. Rumamos para sala, visualizando um corpo sentado no sofá. Cheguei por trás, colocando a arma em seus cabelos pretos, escutando várias outras sendo destravadas e apontadas para mim e as meninas. Trinquei os dentes. 

— Este sofá é bem aconchegante. Gostei dele. — Disse o homem, passando as mãos pelo mesmo. — Olá, chica. Creio que queira uma apresentação formal. — Levantou, ficando de frente para mim. — Meu nome é Ricardo, mas sou conhecido como Perro. É um prazer. — Estendeu a mão, mas eu não a apertei, o fazendo rir e abaixa-la. — Sei que a casa é sua, mas sente-se, temos muito o que conversar, além de ter uma bomba em algum canto desta casa, na qual só meus homens sabem desarmar. Ela irá explodir em uma hora. Acho que irá querer uma boa conversa. — Meu corpo vacilou. Seu olhar estava tranquilo. 

— Placer, como dizem no México. 


Notas Finais




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