História Royalty - Romanogers - Capítulo 10


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Categorias Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Jane Foster, Laura Barton, Maria Hill, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers, Thor, Visão
Tags Black Widow, Bruce Banner, Capitão América, Captain America, Casamento, Clint Barton, Fuga, Homem De Ferro, Luta, Morte, Natasha Romanoff, Nick Fury, Os Vingadores, Romanogers, Rússia, Stasha, Steve Rogers, The Avengers, Thor, Tony Stark, Viuva Negra
Exibições 96
Palavras 2.564
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OLA MEUS AMORES <3 DEMOREI NÉ? Pois é, sinto muito messsmo! Vou continuar todas as minhas fanfics, mas como essa eu já tinha metade do capítulo escrito, essa acabou sendo atualizada primeiro....

Me senti péssima por não ter respondido os comentários, irei responder todos os desse cap, pois o do último buga totalmente meu telefone e meu computar.
Ok, agora DEU DE ENROLAR! E vamos pro capítulo!

Capítulo 10 - Capítulo 10 - Planos pt.1


Fanfic / Fanfiction Royalty - Romanogers - Capítulo 10 - Capítulo 10 - Planos pt.1

-NATASHA! – Maria gritou quando Natasha retorno ao palácio perto do horário de almoço.

A ruiva tinha recém chegado de sua visita á cidade e tinha total consciência do puxão de orelha que receberia da irmã por ter saído totalmente sem avisar. Se alguma delas descobrisse que além de ter saído da casa real sozinha, ela tinha saído para visitar um “camponês”, estava definitivamente ferrada. Pois o interrogatório seria o maior já imaginável.

Natasha desceu do cavalo e entregou-o para o homem que a esperava próximo á cocheira. Ajeitou o vestido e olhou ao seu redor, todos ali tinham os olhos para ela, olhos curiosos. Maria e Wanda aproximaram-se da amiga e Wanda literalmente deu um tapa no rosto de Natasha, fazendo-a olhá-la com um pouco de raiva.

-ENDOIDOU? – Maria questionou enquanto encarava a irmã – Imagina se o rei descobre que você saiu desacompanhada!

-Ainda mais para ver um plebeu – Natasha arregalou os olhos com a frase de Wanda. Tinha ficado tão evidente assim? Não poderia ser. Natasha lembrava-se perfeitamente de ter dito á Wanda que iria á aldeia, mas não se lembrava de ter proferido uma única palavra sobre estar “junto” com alguém além de Jon, se é que ela e Jon estavam juntos de verdade.

-O que? – Maria exclamou puxando a irmã e Wanda pelo braço até um canto mais reservado da arte de fora da grande construção que era a casa polonesa – Esta se encontrando com alguém além de Jon? – A irmã começou a sussurrar.

Natasha não respondeu.

-Natasha, responda! Vai ser melhor se você responder – Wanda aconselhou encarando Maria com um pouco de medo. Ela conseguia ser amedrontadora quando queria.

-Esta bem – A ruiva cedeu á pressão. Inspecionou a área em que estavam antes de continuar a falar: o lugar estava vazio, somente as três estavam ali naquele canto – Tenho me encontrado com Steve – Maria encarou-a com uma expressão confusa – O cavaleiro negro que me acompanhou até o quarto no primeiro dia que passamos aqui, Maria.

-Ah... – Compreendeu – MAS COMO ASSIM? VOCÊ ENDOIDOU?

-Calma aí, Maria – Wanda tentou uma interação – A Natasha não tem culpa de estar prometida á um completo idiota como o meu irmão.

-Wanda! – Maria virou-se para Wanda, ignorando por alguns segundos a presença de Natasha no local – O casamento é daqui duas semanas, Natasha simplesmente não pode se apaixonar por um camponês, seria a maior maluquice depois de fugir no dia do casamento.

Wanda e Natasha se entreolharam, fazendo com que Maria arregalasse os olhos e ficasse tão surpresa que sua boca formou um perfeito “O”.

-Não está pensando em fugir, né? – Apontou para Natasha e, pela segunda vez naquele dia, Natasha não respondeu.

-Eu vou com ela – Wanda prontificou-se. Hill ficou perplexa – O que foi russinha dois? Acha mesmo que eu vou perder a chance de sumir desse reino? Sem chance, quantos antes eu sair daqui, melhor.

-Ok, vocês duas estão, definitivamente, loucas – Hill bradou dando um tapa leve no rosto de Natasha – Tomem juízo.

“Com licença” Alguém pigarreou de trás de uma árvore. Era um dos guardas russos que tinha acompanhado a família de Natasha na viagem, porém agora ele usava roupas polonesas “Princesa Anastásia” Ele chamou-a “O Príncipe Jon esta solicitando sua presença na sala de reuniões reais, Vossa Graça disse-me que é de extrema importância que compareça”.

-Que horas é para eu estar lá? – A ruiva questionou.

“Ele pediu-me que a senhorita estivesse por lá próximo ao horário da festa.”

Era mesmo. Hoje tinham mais uma festa. Natasha simplesmente tinha esquecido.

-Diga ao príncipe Jon que estou indo – Natasha respondeu e passou pela irmã e por Wanda, um pouco receosa de ir até o noivo – Só diga, também, que irei me trocar antes, pois acabei de voltar.

“Como quiser, Vossa Graça” O guarda saiu. Natasha despediu-se das duas garotas e foi até seu quarto.

...

Começava a esfriar, o que era estranho, pois de manhã tudo estava muito quente e com uma leve brisa. Naquela noite teriam uma das festas importantes da cidade, onde aconteciam as promessas dos próximos soberanos do país – No caso, para a total infelicidade de Natasha, eram ela e Jon – e era também onde as pessoas dançavam e festejavam por toda a noite.

Ainda era de tarde e, por além da janela do grande quarto que Natasha ocupava na Polônia, era possível se ver o sol indo embora no horizonte. Um sorriso brotou em seu rosto com a extrema beleza da natureza naquele dia.

Algumas criadas tinham vindo arrumá-la para as festividades, na verdade, eram muitas criadas e não algumas. Em nenhum outro momento de sua vida ela tinha recebido tantas criadas para arrumá-la, talvez fosse o frio, que fazia o número de roupas aumentarem, ou talvez fosse somente uma coisa curiosa a se acontecer. Uma coisa curiosa e demasiadamente estranha.

Primeiro a deram banho, escovando seu corpo e limpando a sujeira de suas costas, resíduos que o suor tinha deixado ali. Lavaram seus cabelos com um perfume florido doce e forte ao mesmo tempo, porém encantadoramente maravilhoso. Secaram seu corpo e esfolaram para tirar a pele morta, o que, para Natasha, era a pior parte – pois doía e ela sentia-se uma boneca de brinquedo, perfumaram seu corpo com óleos e pentearam os cabelos ruivos em um coque perfeito, adornado por uma bela trança.

O vestido era quente, com mais de duas camadas e um corpete por baixo de tudo, por vezes Natasha considerou que morreria no meio da festa por conta do ar que lhe faltava. Por cima de tudo, uma capa de pelo branco foi colocada de uma forma que não caísse.

“Está linda, Vossa Graça” – Algumas das criadas falaram juntas.

-Obrigada, meninas – Ela agradeceu olhando-se no espelho. Por mais que parecesse bonita por fora, sentia-se gritantemente horrível por dentro. Queria gritar e sair por aí pulando apenas com um vestido soltinho sobre seu corpo, queria sentir-se menos princesa e mais livre, mais livre e menos tediosa. Era isso: tudo naquele mundo onde a realeza vivia era tedioso. Tudo, sem exceções – Estão dispensadas.

-Mas nós ainda não colocamos a coroa em Vossa Graça – Uma das criadas comentou apontando para o objeto.

-Eu mesma colocarei, obrigada pela sua ajuda – Respondeu sendo deixada sozinha pelas mulheres.

Natasha foi até a penteadeira e encarou a coroa. Tão cara, tão graciosa, tão bonita, tão... Tão cheia de rótulos e títulos. Quem a usava era a futura rainha, a próxima governante, quem teria que cuidar de todo um povo ao lado do amado marido. Era isso que o mundo sabia, na verdade a coroa pesava, era estranho ter uma peça daquela na cabeça e a sensação de ser obrigada a se casar era simplesmente horrível. Era doentio, para ser bem sincera.

Tudo o que a ruiva mais desejava era poder queimar aquela coroa, jogá-la do alto de uma casa alta ou qualquer outra coisa. O pior de tudo era que ela sabia que deveria chorar, sabia disso, porém não o fazia. Estava inquieta, não queria, simplesmente não queria ficar parada, gostava de respirar pelas frestas das janelas menores, aquelas que ninguém prestava atenção. Mas, acima de tudo, queria sentir que seu coração batesse como se estivesse realizando seus desejos, porque era para isso que a vida era feita. Desejar, sonhar, depois tentar. Nada era possível sem sonhar.

Queria viver além do que estava vivendo, era uma aspiração de vida. A vida merecia, mais do que ninguém, ser vivida intensamente.

Natasha suspirou uma última vez, mas a milésima naquele dia, antes de colocar a coroa sobre sua cabeça.

-Apesar de não demonstrar, de rir e fingir que tudo está bem – Começou sussurrando para si mesma – Eu me importo sim. Tem tantos dias que eu gostaria de ser diferente...

Batidas na porta. O coração da ruiva acelerou.

-Esta aberta – Falou alto o suficiente para que a figura de Jon entrasse rapidamente dentro do quarto – Jon, por favor, não – Ela começou a se afastar dele.

 -Acalme-se Anastásia, não farei nada com você... Pelo menos não esta noite – O corpo de Natasha estremeceu. A respiração acelerada, a garganta seca, tudo poderia denunciar seu medo e terror ao estar perto de Jon – Vim apenas busca-la para a festa. Primeiro você ficará com Wanda e sua irmã, a Romanov dois.

-Ela tem nome, não deveria numerá-la – Natasha advertiu.

-E você não deveria abrir a boca – Ele apontou seu dedo para ela. A ruiva apenas abaixou a cabeça e ficou quieta – Não me desafie novamente, você sabe o que acontece, não sabe? – Ela fez que sim – Agora me deixe continuar: quando estiver com a minha irmã e a Romanov dois vai jantar, não quero você comendo o que vão oferecer hoje de noite.

-O que vai ter para comer? – Tomou coragem de perguntar.

-O cardápio não te interessa, só lhe digo que será apenas para homens – Puxou Natasha pelo braço e os dois foram para fora do quarto.

...

Quando chegou á cozinha Natasha foi recebida por Wanda e Maria num aposento especial utilizado apenas para finalidades reais, como um jantar menor para as princesas. Pepper, Laura e Jane tinham ido encontrar os rapazes com quem, dentro de alguns meses, também se casariam.

Wanda usava um vestido vermelho até os pés e Maria um verde com detalhes em dourado. As duas estavam lindas, assim como Natasha.

O jantar logo foi servido, as três comeram arroz e carne, uma coisa bastante simples, mas que saciou sua fome o suficiente para enfrentar uma noite inteira de conversas chatas e danças as quais eram obrigadas a participar. Natasha, mesmo estando com as pessoas que gostava, estava avoada, em outra dimensão.

-Natasha! – Wanda exclamou passando a mão na frente dos olhos de Natasha – Ei! Você está aqui ou em outro mundo?

-Não sei Wanda – Respondeu.

-Nat, vamos, anime-se! Eu sei que é difícil, mas nós temos que pelo menos tentar! – Maria tentou animá-la.

-Em duas semanas eu me caso Maria – Natasha respondeu – Em duas semanas eu vou estar presa ao seu irmão, Wanda. Eu mereço um momento em outro mundo. E não, eu não estou disposta a nem ao menos tentar.

-Temos que melhorar o seu plano – Maria disse Natasha levantou os olhos, que agora estavam mais do que brilhantes – Sim, eu vou ajudar vocês! Mas se der alguma merda eu nunca fui condizente com isso, entendido?

-Mais entendido impossível – Wanda bateu continência. As três riram juntas – Então... Qual vai ser a primeira parte desse seu plano, Nat?

-Bom... Primeiro nós temos que achar um jeito de distrair os guardas dos portões, a segurança vai estar redobrada no dia do casamento. E vamos ter que esperar até o final, até o último momento. Quando me chamarem para ir até o altar, nós saímos – Natasha sussurrou para que ninguém além delas escutasse. Uma informação daquelas não poderia cair em mãos erradas.

-Vou conversar com as meninas – A polonesa disse olhando fixamente para a mesa – Acho que podemos criar uma distração boa, talvez alguma de nós ficar aqui seja uma boa ideia.

-NÃO! – Maria exclamou um pouco alto demais, recebendo um “Shhhh” longo e repreendedor de Natasha – Vão fazer quem ficar aqui falar, eles vão deixar ela trancada no quarto, quem ficar já não vai ter mais uma vida.

-Ok, vamos todas então.

Ambas pareceram concordar.

...

A festa estava cansativa e chata, nada além do esperado. As pessoas dançavam e conversavam entre si. A cada dois garçons que passavam por Natasha, um lhe oferecia vinho, mas ela sempre recusava. Poderia estar com algum veneno ou até mesmo algo que a dopasse.

O salão estava devidamente decorado. Cheio de flores brancas e grandes tecidos dourados, a mesa de jantar estava farta para que os homens comessem sempre que sentissem vontade e os lustres tinham tomado uma cor diferente, ao invés de prateados agora eram dourados e com um brilho sem igual em sua iluminação.

Os pais da família russa não estavam ali, o que era muito estranho para todas as crianças. Estar em uma festa sem ser espiada ou endireitada pela mãe a cada dois segundos era muito estranho, Natasha sentia que se soltasse um único suspiro estaria já fazendo uma grande burrada sem saber. Sua mãe que a mantinha na linha e ela sabia muito bem disso.

-Senhorita Romanov – Escutou uma voz masculina chamar. Virou-se para trás e viu o Rei Alex com uma linda mulher ao seu lado. Tinha os cabelos pretos, a pele claríssima e os olhos azuis profundos – Quero lhe apresentar a duquesa Jones.

-Acho que já a vi em algum lugar – Natasha murmurou sorridente – Penso ter sido no último baile real.

-Provavelmente, eu vim acompanhada de meu marido Luke. Depois muito tempo nós acabamos ficando juntos – Ela apontou para o marido no canto do salão. Era um homem negro, alto e forte – Quero dizer, vencemos muitas coisas para estarmos aqui hoje.

-Acredito que sim – A ruiva concordou, tinha total conhecimento de que era hipoteticamente impossível casamentos inter-raciais na realeza, muitas das pessoas eram racistas e preconceituosas demais para aceitar o amor. Assim como o da Duquesa e o de Luke era proibido, o de Natasha e Steve encontrava-se na mesma situação.  Talvez ver a duquesa junto de seu verdadeiro amor acenda uma chama de esperança dentro do coração de Natasha – Estão há muito tempo juntos.

-Há tempo o suficiente para termos 3 lindos filhos – Sorriu e entregou uma taça de champanhe para a russa, que relutou um pouco na hora de aceitar – Sei que estás com medo de passar dos limites, mas apenas uma taça não lhe fará mal algum.

Natasha pegou a taça e bebeu um gole. Era muito bom, realmente.

-Permita-me chama-la de Anastásia. Primeiramente eu queria te desejar felicidades pelo futuro casamento – Jones sorriu e Romanov apenas fechou a cara. –, Mas eu acho que você não se encontra muito feliz com seu casamento.

-Não é que eu não esteja feliz... – A ruiva tentou começar, mas foi cortada...

-Apenas não queria um casamento arranjado – Natasha olhou para o chão – Oh, meu Deus! Você está apaixonada por outro! – Sussurrou.

-Claro que NÃO! – Natasha gaguejou. Como ela tinha descoberto assim tão facilmente? Estava estampado em sua testa? Não. Pelo menos Natasha achava que não – Não é verdade! Você deve estar delirando! Quer que eu chame algum médico ou...

-Nem tente me enganar.

-Duquesa por...

-Me chame de Jéssica – Novamente um corte.

-Ok, Jéssica – Ela começou novamente – Ninguém, absolutamente ninguém, pode saber disso, entende? Eu estou numa situação delicada, não posso deixar que ninguém daqui descubra o que está acontecendo entre mim e... E um dos cavaleiros negros do palácio – Falou a última parte mais baixo que o menor dos sussurros – Por favor.

-Seu segredo agora é o meu, Vossa Graça – Natasha riu levemente com a brincadeira – Mas, se serve de conselho, tudo vai dar certo no final. Sempre dá.

-Assim espero que aconteça – Murmurou a ruiva em resposta, tentando parecer o mais sorridente possível quando Jon passou pela frente delas.

-Jon realmente é protetor – Comentou Jones.

-Você nem imagina – Natasha falou entre dentes. Os pelos de seu corpo se arrepiaram com o medo e pavor. Ele era o maior dos monstros, mas ninguém além dela e de suas amigas sabia disso.

-Esta ficando tarde – Jéssica Jones disse olhando pela janela. Natasha olhou também – Precisamos partis cedo, iremos para nossa chácara na Rússia.

-Tem alguma propriedade na Rússia, Senhorita Jones? – Questionou Natasha sorridente. Estava realmente interessada.

-Algumas. Se estiver interessada fale comigo, posso te ceder uma chave.

-Agradeço sua gentileza.


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3


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