História R.P.G - UnTrue - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~RaraWolf

Exibições 26
Palavras 2.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Uma partezinha teve autorização da Ray-Chan, mas as só isso pq o resto foi escolha minha hahahahaha bem serei breve, pq to com sono e vou assistir filminho (mentira vou assistir Yuri on Ice 😁😁😁😁😁😁hehehe levicio) teve dedicatória no cap hahahahahhaha

Capítulo 8 - UCHIHAS. - ATiadasFic


Fanfic / Fanfiction R.P.G - UnTrue - Capítulo 8 - UCHIHAS. - ATiadasFic

- Uchihas, sempre fácil de acompanhar . -Kaguya sorriu a finalizar a home pág do programa em seu notebook. Tamborilou as unhas perfeitamente bem feitas e não tardou até que Óbito abrisse a porta de seu escritório.

- Me diga que conseguiu!? – a voz agitada do homem as fez sorrir levemente.

-As vezes você parece uma criança, Uchiha! Controle-se!! – Ralhou a albina de maneira risonha. Encarando o homem. – Tem certeza que você não é Russo, Obito?

- Sim senhora. – sorriu de lado, e se aproximou. – Porque a pergunta!?

- Nada em particular. – sorriu novamente e fechou o notebook. -Consegui mais do que esperava em sua ligação.

Óbito sorriu de lado encarando a chefe. Sabia o quanto às coisas em seu casamento iriam se deteriorar com suas escolhas. Mas não ficaria do lado de Naruto. NENHUM UCHIHA ficaria. Não depois de Fugako. Por causa daquele moleque e suas atitudes impensadas perdera o homem que o criou como um filho. E queria creditar que Sasuke tinha motivos melhores para estar com aquele menino do que uma paixão que arriscaria sua família, e se conhecia o primo bem era exatamente isso que ocorria. De todos Sasuke sempre fora o mais esperto.

- Fico feliz em ser útil. -afirmou o Uchiha e Kaguya sorriu de maneira sóbria.

- Quando disse que estava disposto a ajudar, escolhi acreditar em você. -havia mais do que companheirismo na voz de Kaguya, ia além havia certeza em cada sentença, era diferente do que qualquer outra conversa com um superior, havia na mulher uma astúcia que ele não via com frequência.

- Eu sou cabeça dura, chefa, se digo algo é porque irei até o fim. – O homem sorriu com pesar, amava Rin mas sem sombra de dúvidas sabia que seu relacionamento era baseado acima de tudo em mentiras, contadas de ambos os lados, e isso era apenas mais um dos motivos que faziam o Uchiha gostar cada vez menos do filho de seu antigo sensei na academia.

- Uzumaki Naruto é mesmo um caso interessante. -sorriu de lado encarando o funcionário. Obito não era apenas extremamente leal, como era inteligente também , bastou uma anotação no rodapé dos documentos que entregara a homem, sobre sua esposa para que entendesse as tramoias deliberadas que sopravam em sua cabeça albina. Não é que Kakashi havia lhe dado um funcionário impressionante????


*🍥🍥🍥🍥*

Quando enfim teve que sair da delegacia Sasuke acreditou que sua cabeça fosse explodir de tanta dor. Os últimos dias iam além do estresse, ele começava a ficar exausto, a morte da estudante, depois a da Hyuuga e agora a morte de Konan. Suspirou pesadamente enquanto podia ouvir o turbilhão de vozes a sua volta.

Havia mais do que simplesmente cansaço em sua dor de cabeça, o fato de sua amiga de faculdade, que virara tantas noites de estudo com ele e Hidan ser agora mais um numero em sua ficha, fazia toda a estrutura emocional de Sasuke ir para o espaço. Quando recebeu a noticia de mais um corpo encontrado em circunstancias familiares o Uchiha já sabia que aquele pesadelo havia recomeçado. Mas ver o nome de Konan na identificação e ver o novato de Sakura sair correndo do necrotério aos prantos, pois a mulher havia sido não só sua mentora na faculdade mais uma grande amiga de Deidara e isso explicava a Sasuke porque havia achado o loiro tão familiar. O que mais chocou a Sasuke sem duvida nenhuma foi o telefonema que recebera do irmão naquela tarde, quando tudo que Itachi disse do outro lado fora "Não é verdade, é?" A frase carregada e cheia de dor conseguia destruir a sanidade restante de Sasuke que passara o resto do dia, indo de um lado para o outro, fazendo exatamente o que lhe era mandado, sem ser capaz de raciocinar com sobriedade.

Agora, na saída da delegacia odiou ainda mais a mídia, local e internacional, os repórteres amontoados a sua volta, esperando qualquer noticia sobre o caso, enquanto as duas vitimas eram adolescentes comuns por assim pensar, a mídia aparecia as vezes, mas agora Konan... Sentia-se a ponto de chorar, de raiva, de frustração, de medo.

-Com a morte da artista plástica... - ouviu de longe um repórter que começava a gravar sua matéria e teve vontade de ir lá socar o homem, mas afinal ele estava apenas fazendo o seu trabalho, para o qual estudou a finco e isso só aumentava a frustração de Sasuke.

O Uchiha tentava passar pela multidão de repórteres mas se tornava cada vez mais impossível se desviar daquela confusão de gente fazendo perguntas altas e que beiravam a maldade.

Definitivamente deveria ter escutado Shikamaru e permanecido dentro do prédio. Mas a ideia de ficar no mesmo ambiente que os Sarutobi e nisso incluía aos dois, não lhe parecia nenhum pouco mais agradável.

As perguntas se tornavam cada vez mais insistentes e impertinentes, queria gritar para que todos se calassem, mas haviam protocolos a ser seguidos em situações assim, então ao contrario de gritar, o homem dava um sorriso educado e se desculpava por não ter nenhuma informação a passar. Alguns dos repórteres se dava por satisfeito ao ter um vídeo com um dos responsáveis pelo caso, outros continuavam em cima dele como um bando de abutres, já estava próximo a perder a compostura quando foi puxado para trás com certa severidade. Os olhos atentos do policial varreram todo o perímetro se deparando com uma mulher de mais ou menos 25 anos de idade, cabelos negros presos por uma bandana negra em um rabo de cavalo bagunçado, também estava vestida totalmente de preto, a maquiagem bem feita lembrava ao Uchiha o estilo gótico mas não sabia se era o termo preciso, para sua surpresa a mulher gesticulou até o que pareceu a Sasuke uma rota segura.

- Não te ensinaram a não seguir uma estranha? - perguntou a mulher em um tom leve quando já estavam na rua de cima á delegacia, o que arrancou um riso abafado.

- É que ligam pra policia quando fazem isso... - a jornalista sorriu fechando a câmera que estava em seu pescoço. - Creio que quer uma entrevista particular por ter me tirado daquele inferno...

- Olha ia ser bem bacana da sua parte Uchiha! - riu coçando a cabeça e olhou em volta sentindo sua barriga roncar. Sendo honesta queria mesmo era ir para casa jantar. Passara a tarde toda de pé esperando que alguém daquela delegacia saísse de lá, a despeito de todos os outros, provavelmente era a única naquele meio que não queria realmente estar ali. Só de saber que deveria cobrir a morte de outras pessoas, não estudou tanto para aquilo e até mesmo se era para escrever sobre aquele caso horrendo que escrevesse algo que não pudesse ser definido como carniçaria. Suspirou pesadamente e encarou o policial que parecia tão exausto quanto ela. - Mas meu turno já acabou e o seu também.

Sasuke olhou para a mulher realmente surpreso. Ficou a encarando, certo de que havia escutado errado e que ela começaria a fazer um bilhão de perguntas, mas contrariando suas expectativas a mulher remexeu na bolsa arrumando espaço para guardar a câmera, e antes que ela retirasse suas credencias de identificação o Uchiha foi capaz de ler o nome escrito em letras negras computadorizadas.

- Eu pago um café em agradecimento, Senhorita Rondão. - a jornalista sorriu mas negou com o rosto.

- Agradeço o convite mas já salvei a donzela e agora sigo meu rumo. - Não queria admitir mas estava exausta, precisava ir para casa, precisava se deitar e repor suas forças, e era bem claro que o homem também se sentia assim. - E você deveria fazer o mesmo.

O Uchiha resmungou quando foi chamado de donzela mas seu cansaço o fez concordar com a mulher. O sotaque forte denunciava que ele não era de seu país apesar da fluência em sua linguagem, o homem se despediu meneando a cabeça enquanto via a mulher indo na direção oposta a sua.

Chegar em casa foi a pior parte. Encontrou as luzes de seu apartamento acesas e já sabia que Itachi estava a sua espera, mas o que mais lhe doeu o coração foi abrir a porta e encontrar uma pequena reunião em sua cozinha, e por mais cansado que estivesse não havia como gritar e mandar todos eles embora.

Cumprimentou a todos os três homens que estavam sentados na cozinha e recebeu um muxoxo baixo em resposta. Trocou um olhar com o irmão que parecia se desculpar e negou com o rosto, torcendo para que ele estivesse são o suficiente para entender que não se importava. Hidan cumprimentou Sasuke com um sorriso brando, um sorriso que aquela situação permitia, já Deidara corou até o ultimo fio de cabelo e o Uchiha mais novo podia imaginar que devia ao fato de estar bebendo no apartamento do ex-marido de sua chefe. Pensar em Sakura trazia a ele uma nova remessa de preocupações o que fez suspirar e optou por tomar um banho e se deitar, não demorou nem mesmo dois minutos até que apagasse.

*🍥🍥🍥🍥*

-Otoooooooooooooooooooo-San!!! - uma voz fina e cada vez mais próxima fez Sasuke despertar sobressaltado se deparando com uma carinha sorridente sentada ao seu lado na cama.

- Hey! - esfregou os olhos se sentando e encarando a menina. - Meu amor, eu não sabia que viria hoje..

-Eu não viria, mas mamãe teve que dobrar no serviço. - respondeu com tamanha destreza que Sasuke não poderia acreditar na idade da própria filha. - Ela queria me deixar com a vovó, mas eu sabia que hoje era sua folga... - Sasuke entendeu todo aquele falatório atípico de Sarada naquele momento e ela continuou. - Ai pedi pra ficar com você. Mamãe não queria, falou que você precisava descansar, eu fico quietinha Oto-san, prometi para mamãe.

Aquilo fazia Sasuke querer rir. Sarada era uma perfeita copia sua no que tangia se expressar, mas em questão de insistência puxará Sakura sem a menor sombra de duvidas, já estava com pena da ex-esposa pelo tanto que a filha deve ter falado no ouvido da rosada para conseguir estar ali naquela manhã.

- Tio Itachi abriu a porta para você? - perguntou e quando Sarada negou com o rosto Sasuke precisou segurar a risada. Claro que deveria estar entendendo as coisas bem erradas mas não deixaria de implicar com o irmão mais tarde.

- Foi um moço loiro muuuuuuuito lindo!! - explicou simplória. - Tio Itachi estava também... - completou ainda pensando. - Mamãe o conhecia, falou que ele trabalhava com ela. - encarava o pai com desconfiança. - E ela estava sorrindo desse mesmo jeito.

Sasuke teve que disfarçar a risada com tosses quando a filha falou aquilo. Queria ser uma pequena mosca para ter visto aquela cena, Deidara abrindo a porta de seu apartamento, com Itachi um pouco atrás e dando de cara com Sakura e sua filha, não havia nada no mundo que faria Sasuke perder aquela oportunidade de ouro para implicar com o irmão.

- O moço loiro, é o Deidara, ele trabalha com a ka-san. - Explicou Sasuke começando a se levantar. - Falando nela, sua mãe já foi? - Sarada afirmou com o rosto e se deitou na cama do pai, que ainda estava quentinha e aquilo foi o suficiente para que Sasuke se esquecesse por completo de que havia dito que encontraria Naruto. Aquela pequena coisinha espalhada em sua cama, se escondendo entre seus lençóis sempre seria sua prioridade, e isso nunca mudaria por conta de qualquer outra pessoa.

-Oto-san??? - perguntou a menina quando o silencio reinou no quarto e colocou a cabeça para fora dos lençóis e foi surpreendida pelo peso do corpo do homem em cima do seu o que lhe arrancou uma gargalhada. - AAAAAAAAAAAAHHHH OTOOOO-SAAAAN PESADOOOOOOOOOOO!!!!!

- Não consigo sentir as minhas pernas... - reclamou Sasuke fazendo drama enquanto ouvia a risada sapeca da menina.

- OTO-SAAAN SAIIIIIIIIIIIIIII!!!! - implorava Sarada risonha enquanto Sasuke continuava a se jogar em cima da menina, tomando cuidado para não machucá-la. - OTO-SAN SEU PESADOOOOOO! - A cada vez que Sarada tentava empurra-lo mais o Uchiha ria das tentativas frustradas da menina, por fim quando ambs já estavam arfando, Sasuke pegou Sarada nos braços e se deitou, colocando a pequena sobre si.

- Oto-san pode até ser pesado, mas ama você mais do que ama qualquer outra coisa ou pessoa neste mundo. - Falou com mais palavras do que habitualmente falaria e Sarada sorriu reconhecendo a igualdade do pai e o abraçou, enquanto fechava seus olhos e apertava o abraço em Sasuke.

- Eu também amo você Oto-san, tanto quanto amo a Ka-san. - Sarada sabia que seu pai agora estava com Naru-chi e até gostava dele, mas apesar de não admitir para ninguém, sempre sempre em seu intimo, torceria para que ele e sua mãe se acertassem e que no final Naru-chi encontrasse alguém muito especial, afinal ele era uma pessoa especial, e por isso e apenas por isso não ficava tão brava por ele ter roubado seu pai de si e de sua mãe, mas não poderia mentir dizendo que o perdoara por completo.

Mas quando estava com seu pai, em seus braços sendo amada e mimada, ficava difícil se lembrar de qualquer outra coisa se não a felicidade que sempre sentira ao seu lado


Notas Finais


Desafio da semana postadissimo, mesmo com soninho envolvido😪😪😪😪😪😪😪


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