História Rubi - Capítulo 1


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Palavras 627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Yoooo

Capítulo 1 - Miranda


Oi!
Eu sou o Rubi do meu pai.
Eu sou a Mira para a família.
Eu sou a Miranda para os amigos do meu pai e empregados.
Eu sou a Srª.Valliere para pessoas que têm que lidar comigo profissionalmente.
Eu não tenho amigos, porque, não me apetece estar rodeada de pessoas falsas.
Eu sou baixa, tenho olhos castanhos, cabelos vermelhos e dizem que sou uma pessoa fria.
No início, o meu nome não tinha Rubi, mas à medida que o tempo foi passando os meus cabelos ruivos foram ficando cada vez mais vermelhos , a minha mãe, começou a chamar-me Rubi. Quando fiz 18anos, o meu pai decidiu acrescentar Rubi no meu nome, para fazer uma pequena homenagem à minha mãe.
Passei toda a minha infância rodeada de empregadas, com a minha tia a dizer ao meu pai Deixa-me leva-la comigo! Ela precisa de uma voz feminina!, graças a Deus o meu pai nunca permitiu que me levassem.
Isto aconteceu porque a minha mãe morreu num acidente de carro, muita gente diz, que, ela traiu o meu pai e que ele programou a sua morte, eu não acredito, até porque isso nunca foi provado.
O meu pai, nunca quis que devido à sua riqueza, eu frequentasse as melhores escolas, simplesmente, ele queria que eu fosse uma criança como todas as outras sem ter que ser pressionada pelas minhas atitudes, então, ao contrário do que possam pensar, frequentei uma escola pública onde era conhecida como Luísa Fonseca isto para as pessoas (ex.: jornalistas) não me incomodassem. Eu sempre me sobressaio entre as pessoas da minha escola: pelas notas ou por andar sempre perseguida por rapazes. Aff, os rapazes são chatos sem eu fazer nada, imagina se soubessem quem eu sou. Sempre me habituei à ideia das pessoas nunca saberem quem realmente sou, ao mundo que pertenço verdadeiramente.
Passei a minha adolescência a ouvir relatos daquelas paixonetas da adolescência. Nessa altura, elas vivem dependentes de um sorriso, de um olhar mais sincero, ficam felizes só com aquele sorriso que aparece misteriosamente nos seus sonhos. Sonham que é com aquela pessoa que casam, sonhos repletos de momentos românticos, sonhos com discussões que terminam com os dois sentados na areia apreciando o luar que é refletido na água
Chega a uma altura, que acham que estão mais perto do seu objetivo por causa de um carinho ou qualquer outra coisa. Quando discutem, elas acham que não são a pessoa certa para a sua cara-metade, que ele nunca olharia para ela da mesma maneira, acham que são feias demais e que vão, no futuro, vão ficar sentadas com centenas de gatos pretos envolta das suas pernas.
Eu sou rapariga, mas nunca me senti atraída por um rapaz, fala a sério? Eu não consigo simplesmente pensar nisso. Eu só me revelei ao mundo com 18 anos, após terminar o ensino secundário, as pessoas descobriram porque o meu pai fez um discurso para os jovens e quando entregaram o meu diploma chamaram o nome verdadeiro.
Por falar nisso, o meu nome é Miranda Rubi Françoise de la Valliere. O meu pai é dono da maior empresa de marketing do mundo, eu, como sua filha única, estou na faculdade, no 2ºano.Com 19anos sou o orgulho da minha família. Vejam só! Sou o orgulho da família e não preciso de rapazes, como podem ver, as mulheres podem ser totalmente independentes, quando me perguntam se tenho medo por, futuramente, assumir o alto cargo da empresa do meu pai, simplesmente, eu sou sincera, não tenho medo nenhum!
Muita gente diz que eu sou adulta demais, que eu devia viver a vida como as raparigas da minha idade, que eu ser assim é culpa do meu pai. Na verdade, eu quero ser assim, eu gosto de ser assim...
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Notas Finais


Essa mina vem para seduzir


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