História Rubi mortal - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Anjos, Bts, Deuses, Fadas, Hoseok, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Luta, Magia, Namjin, Namjoon, Romance, Sangue, Seokjin, Sereias, Sexo, Suga, Taehyung, Vhope, Violencia, Yaoi
Visualizações 121
Palavras 2.819
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi amores! Me desculpem pela demora, eu estou tentando ser rapidinha, ok?
Bem, ai estou eu com mais um cap, espero que gostem!

Capítulo 6 - Vamos para o país das pedras


-Pra onde estamos indo?
Perguntei enquanto Park Jimin puxava meu pulso em direção as escadas.
-Para a sala de aula. – Ele respondeu como se fosse a coisa mais óbvia da face da Terra. – Vamos pegar o livro antes que alguém leia.
Ele realmente estava com medo de alguém ler aquilo?
-Jimin, relaxa. – Falei calmo. – Não é como se alguém fosse acreditar naquele livro.
-Não podemos arriscar. – Ele me respondeu sério.
Revirei os olhos.
Nem mesmo Sophia acreditaria naquela coisa e Sophia acredita até em signos, que é uma coisa que já comprovaram que é mentira!
Nós subimos as escadas em direção ao corredor onde estaria a minha sala de aula.
Aquelas escadas sempre me cansavam, mas com Jimin me arrastando a velocidade que tive que usar para subir os degraus fora mil vezes maior e eu fiquei bem mais cansado.
-Você não cansa não? – Perguntei ofegante quando terminamos de subir e precisei apoiar minhas mãos nos joelhos para descansar.
-Para de frescura, vamos logo pra sala. – Disse ainda ofegante, mas sem parar de me arrastar.Talvez se eu não tivesse matado noventa por cento das aulas de educação física eu não fosse tão sedentário assim… Ou talvez Jimin fosse um ser meio paranormal mesmo já que eu fazia academia algumas vezes com meu irmão e Jimin nasceu num lugar chamado “país das aberrações”.
Adentramos a sala de aula e alguns poucos alunos já haviam chegado ali. Claro que estranharam o baixinho de cabelo rosa com uma corcunda nas costas arrastando um grandalhão como eu, mas não ligamos muito para aqueles olhares.
-Essa é a sua carteira? - Jimin me perguntou ao se aproximar da minha carteira.
-Sim. – Respondi, mas ele já havia pegado o livro marrom e o guardado dentro da calça, c9m a camiseta da escola tampando a parte que ficava para fora.
-Ótimo. – Disse ele parecendo realmente aliviado em ter o livro para si. – Agora vamos embora.
-Bom dia turma! – A voz alegre do professor fez-se presente e eu e Park Jimin trocamos olhares no mesmo segundo.
Não havia como fugirmos da sala se o professor estivesse lá.
-Vamos ter que ficar, não é? – Ele me perguntou num sussurro.
Apenas confirmei com a cabeça e o vi suspirar baixinho e baixar o olhar para o chão.
-Onde está o resto da turma? – O professor de inglês perguntou enquanto arrumava seu material em cima da mesa de madeira, no canto da sala, próxima às janelas.
É sério, qual era a necessidade de aulas de inglês num colégio cheio de estrangeiros como aquele?
Digo... Nisso colégio tinha um nome com certo destaque fora do país e, por isso, recebíamos muitos estrangeiros ali, ou seja: Mais da metade da escola fala inglês!
-Nós estávamos na aula de educação física, o pessoal ainda está subindo. – Disse Leonardo, aquele capeta dos infernos que ninguém suporta.
-Ah tá. – O professor respondeu distraído com sua arrumação.
Eu ainda não engolia que Leonardo havia perguntado para Jimin sobre a corcunda nas costas... Aquele cara devia ter sérios problemas, realmente não consigo entender o que Sophia tinha na cabeça para gostar daquele babaca sem cérebro.
Jimin suspirou novamente e soltou minha mão, indo em direção a sua carteira, um pouco atrás da minha.
Vê-lo se afastar me deixou levemente triste. Digo... Quem não gosta de ficar admirando a beleza do crush? Mas parece que isso não vai rolar, sem falar que meu crush não parece gostar muito de mim.
Ai Deus, porque eu não tenho sorte nada nessa vida?
Me acomodei na minha cadeira e apenas esperei que a aula começasse. Não demorou muito para que todos os alunos chegassem da última aula e o professor começasse a passar o conteúdo.
Claro que eu não prestei atenção em nada, quero dizer... Não exatamente nada. Talvez eu tenha olhado, uma ou duas vezes, para o menino dos cabelos cor de rosa. Ele parecia estar meio entediado, com a cabeça apoiada em uma das mãos e fitando o quadro, os olhos castanhos perdidos em algum ponto qualquer e a expressão serena.
Não pude evitar notar que algumas meninas olhavam pra ele discretamente e cochichavam bem baixinho para não serem pegas pelo professor que dava sua aula sem prestar muita atenção nas expressões de tédio dos alunos.
O que aquelas meninas tinham em mente?
Essa pergunta não saia da minha cabeça.
Elas podem tanto estar olhando para o rosto bonito dele como poderiam estar falando da corcunda – ou asas – que havia em baixo de sua camiseta escolar.
Aquilo me deixava levemente indignado. Mesmo com aquilo nas costas ele era lindo. Digo... As asas eram muito bonitas também – mesmo que eu não tivesse as visto por muito tempo – mas, para os outros, aquilo não passava de uma deformação. Me deixava um tanto irritado pensar que as pessoas pensavam apenas na corcunda e não no rosto angelical do Park.
Talvez aquelas meninas estivessem falando sobre a beleza dele e não sobre sua deformação, ou talvez não, não dava para saber.
Claro que – Como sou Jeon Jungkook e tudo, absolutamente tudo, na vida de Jeon Jungkook termina em merda – Park Jimin olhou em minha direção e corou fortemente.
Eu estava o encarando nos olhos e ele havia me pego no flagra. Jimin ficou parecendo uma pimenta e cruzou os braços em cima da carteira logo afundando seu rosto entre eles, como se tentasse se esconder.
Ser flagrado pelo crush enquanto o seca não. é algo muito agradável... Não mesmo.
Tornei a fitar o quadro e o professor, agora, escrevia alguma coisa com o giz branco, em total silêncio.
Me esforcei para não olhar para Park Jimin novamente, não queria constrangê-lo mais ainda afinal, devia ser um tanto desconfortável descobrir que alguém que você nem conhece direito não para de te comer com os olhos.
Talvez eu tenha falhado algumas – muitas – vezes e virado meu rosto para trás para ver a face angelical do Park... Mas vamos relevar isso afinal, a culpa não é minha se o garoto é perfeito.
Assim que o sinal irritante tocou e aquela aula terminou nós fomos todos liberados para o intervalo. Eu até comeria algo, mas sabia que Jimin não sairia do meu pé para me deixar comer em paz e, como eu não estava com muita fome mesmo, deixei pra lá.
Não demorou muito para que o rosado se posiciona-se na frente da minha carteira e me puxasse pelo braço.
-Vamos Kookie. – Ele disse.
Franzo as sobrancelhas.
-Kookie? – Que tipo de apelido era aquele? – Sei que sou gostoso, mas não precisa exagerar. – Ok... Eu não devia tentar ser ousado... Não mesmo...
Jimin corou até a orelha e largou meu braço desviando o olhar do meu.
-Não é isso... – Disse ele. – É só que nomes humanos são difíceis de pronunciar, então eu escolhi alguma coisa que parecia mais fácil de falar e uma comida me parecia uma boa ideia.
-Nomes humanos? – Perguntei confuso. – Mas seu nome também é humano.
- Não. – Ele revirou os  olhos e suspirou. – Esse nome é falso. – Explicou com paciência. – No país das aberrações nós... Bem... Não temos nomes... Como posso te explicar isso? – Ele perguntou para si mesmo enquanto fazia uma expressão pensativa.
-Como vocês podem não ter nomes? – Perguntei levemente chocado. – Digo... Como identificam uns aos outros?
-Am... – Jimin ainda parecia pensativo, como se aquilo fosse a coisa mais complicada do mundo. – Bem, no meu país todos temos uma função. Somos criaturas criadas para servir as outras. Eu sou uma fada aérea. Digo... Todas as fadas podem voar, mas eu posso manipular isso, tipo fazer objetos voarem e até mesmo seres vivos voarem. Normalmente sou invocado para fazer faxina ou algo assim... Por poder fazer coisas voarem o trabalho na limpeza acaba se tornando muito mais simples. – Explicou ele. – Então meu nome é apenas “Fada aérea”.


Tive que sorrir com aquilo. Eu não tinha ideia de como reagir, então sorrir me pareceu a melhor opção já que demonstrava o que eu realmente sentia.
Jimin podia fazer coisas e pessoas voarem e os outros apenas o contratavam para faxina? Sério? Parecia tão ridículo…

Ele tinha um dom incrível e as pessoas apenas o invocavam para algo idiota. Se eu pudesse invocá-lo sempre o faria apenas para me divertir voando ao seu lado.
-Então você é uma fada sininho faxineira?
Ok... Pergunta idiota.
Park Jimin fechou a cara na mesma hora em que me ouviu falar e me encarou sério.
-Você me chamou de sininho? – Perguntou com a voz assustadoramente calma.
Ok... Acho que a merda que falei foi grande.
-Am... Você é uma sininho muito bonita.
Puta que pariu, Jeon Jungkook cale a sua boca, por favor?
- Essa foi a pior comparação que eu já ouvi. – Disse ele ainda irritado. – Acho melhor você ficar quieto.
-Hum... Também acho melhor eu ficar quieto...
Graças a Deus uma garota de cabelos loiros apareceu na porta, me chamando.
Rafaela.
-Vamos Jungkook, eu tenho que comprar alguma coisa para comer.
Concordei com a cabeça e fui em direção a minha amiga.
Jimin parecia meio confuso, mas me seguiu mesmo assim.
-Quem é esse? – A loira perguntou enquanto fitava o menino de cabelos rosados.
-Park Jimin. – Respondi. – Aluno novo. - Finalizei com esta explicação breve.

Ela sorriu sedutora para o garoto ao meu lado e eu tive que revirar os olhos, já sabendo o que estava por vir.

-Você é gato. - Disse ela. - Bora dar uns beijos?

Ok… Eu tenho a amiga mais piranha da face da Terra.

Jimin parecia levemente confuso, suas sobrancelhas estavam franzidas e seu rosto se contraiu numa careta.

-É o que? - Ele perguntou.

-Rafaela. - Chamei em tom de repreensão. - Parar de seguir a filosofia Pablo Vittar e vamos encontrar a Sophia.

A loira bufou irritada e confirmou com a cabeça, logo se virando e começando a andar, traçando seu caminho para a lanchonete da escola.

Eu e Jimin a seguimos com uma certa distância para que a loira não desse em cima do meu mais novo crush novamente.

Não que eu estivesse inseguro ou algo assim, mas está sendo realista.

Rafaela tinha muito mais chances com o Jimin do que eu.

Primeiro por ela ser uma garota e a grande maioria dos garotos preferir mulheres.

Trágico, mas fato.

Segundo porque ela era mil vezes mais bonita do que eu. Não era a toa que meu irmão vivia falando da loira.

E terceiro porque ela também tinha muito mais atitude e experiência do que eu. Ela provavelmente iria para cima do Park enquanto eu ficaria apenas babando nele… Acho que isso até já aconteceu…

Bem, seria melhor deixá-los bem distantes um do outro.

-Kookie… - Jimin me chamou baixinho.

- O que é? - Perguntei.

- O que é “filosofia Pablo Vittar”?

-”Eu não espero o carnaval chegar pra ser vadia, sou todo dia”.

Jimin franziu as sobrancelhas confuso.

-O que é uma vadia? - Perguntou enquanto me fitava com os olhos castanhos curiosos.

-Am…

-OI!

Graças à Deus minhas amigas sempre chegam na hora certa!

Pelo menos para escolher amigas eu presto. Quer dizer, mais ou menos, eu ainda sou amigo do meu irmão, mas enfim…

-Oi Sophia. - Rafaela cumprimentou a mais baixa alegremente.

Rafaela alegre era meio bizarro já que ela, quase sempre, tinha a mesma cara de bunda de quem precisa dar a bunda …

Essa comparação foi uma bosta já que nunca dei a bunda, sem falar que acho que o que essa loira safada menos está necessitada é de dar a raba.

-Oi Rafa. Oi Kook e… Quem é esse? - Ela perguntou apontando para Jimin ao meu lado.

-Esse é o Jimin. - Apresentei.

-Meu futuro peguete. - Disse Rafaela o que fez Sophia dar uma risada baixinha.

Eu teria que dar uma garrafa de “vergonha na cara” para minha amiga loira depois… Como ela podia sair por ai dando em cima das pessoas daquele jeito?

-Vamos comprar alguma coisa para comer logo. - Disse a baixinha logo pegando na mão de Rafaela e a puxando. - Vai comer o que Kook?

-Am… - E antes que eu pudesse responder Jimin se intrometeu na conversa.

-Na verdade, eu e o Jungkook temos algo para conversar. - Disse o rosado.

-Mesmo? - Sophia perguntou. - Então tá. Vou com a Rafa pra cantina e depois nos encontramos, ok?

-Claro. - Respondi.

-Quero saber sobre o livro de ontem, tá Kook?

-C-Claro Sophia. - Ok, eu precisava pensar em uma boa mentira. - Na verdade eu ainda nao consegui abrir ele…

E ela fez uma carinha triste.

-Mesmo? - perguntou.

-Enfim. - Disse Rafaela olhando para mim e para Jimin repetidas vezes. - Sobre o que vocês dois precisam conversar?

Ah não… Ela estava desconfiada…

Rafaela piranha! Tá achando que sou rodado que nem ela?

-É pessoal. - Jimin respondeu rapidamente e a desconfiança da loira apenas aumentou.

-Pessoal como?

-Am… Coisa de menino… - Jimin estava tentando sair daquela conversa, mas estava apenas piorando tudo e eu não fazia ideia do que dizer.

-Eu entendo muito de meninos. - A loira falou com um sorrisinho malicioso No rosto.

-Bem… Kookie me falou que a cueca dele está meio apertada e me pediu pra ajudar ele com isso, então nós vamos no banheiro pra ele retirar ou afrouxar a costura.

PORRA PARK JIMIN!

Corei até a orelha, se não mais.

Park Jimin realmente nao tinha noçao de nada!

Rafaela deixou a cabeça cair para trás e riu alto, mesmo Sophia teve que conter a risada com uma das mãos em frente a boca.

Elas realmente acham que estávamos indo nos pegar? Porra, parece até que não sabem o quão virgem eu sou!

Essas duas… Precisaríamos ter uma conversa bem séria sobre “piranhagem em excesso” depois.

-Kookie? - Sophia perguntou. - Posso usar esse apelido também?

-Ok… - Disse Rafaela, finalmente controlando as risadas constantes. - Podem ir resolver o problema da cueca. - Disse cheia de malícia. - Eu até iria assistir voces, mas nao posso entrar no banheiro masculino, então vou comprar comida com a Sophia. Até mais.

A loira acenou e partiu com a outra garota ao seu lado e eu continuava paralisado de vergonha.

-Kookie… - Jimin me chamou quando as duas meninas sumiram na escadaria. - Porque a Rafa queria ver você tirando a cueca? Isso me parece meio errado...

-Am… - Ok… Ele realmente não havia entendido toda a malícia que tinha na cabeça daquelas duas amigas cobras… - Olha Jimin, deixa pra lá, ok? Eu já cansei de tentar entender essa ai.

Explicar para Jimin toda aquela besteira que se passava na cabeça das minhas amigas seria apenas mais um motivo para se sentir envergonhado e eu não estava precisando disso. Não mesmo.

-Da próxima vez inventa uma mentira melhor, ok? - Perguntei.

Jimin franziu as sobrancelhas na minha direção.

-Mas ela pareceu acreditar na minha mentira.

-Ok, deixa pra lá. - Resolvi mudar de assunto antes que aquilo ficasse mais constrangedor ainda. - O que você queria falar coMigo?

-Nasa na verdade. Se vamos salvar a garota Rubi quero fazer isso o quanto antes para poder me livrar de você, então vou te levar para o país das pedras.

-Pedras? - Perguntei confuso. - Mas no livro fala que o sarcofago da Rubi esta no país das joias.

-Sim, mas o país das pedras é o único que permite teletransporte. Os outros países não tem um centro de transporte, então não dá para teletransportar. - Explicou ele.

-Quer dizer que só podemos ir para o país das pedras? E o quão longe isso fica do país das joias?

-Muito. - Ele respondeu. - Chegaremos lá em alguns dias.

Arregalei os olhos.

-Dias? - Perguntei incrédulo. - Mas e meus pais?

Jimin me encarou sem expressão alguma na face.

-Essa escolha foi sua, nao venha me encher o saco agora. - E apertou minha mão com força. - Precisamos de alguma coisa que possamos usar para surfar.

-O que?

-”Surfar” sabe? Aquela coisa que os surfistas fazem na água. Pois é, precisamos de uma prancha de Surf.

-Mas por que? - Perguntei. - Onde vamos conseguir isso?

-Não é tão difícil… - Ele respondeu pensativo, com uma das mãos pequenas ao queixo. Jimin tinha mãos de criança e isso era um tanto fofo. Quando percebi já estava admirando as mãos dele à alguns segundos e forcei-me a desviar o olhar. Nao queria ser pego no flagra novamente.- Que tal uma mesa?

-Mesa? - Franzi as sobrancelhas. - Mesas sao bem diferentes de pranchas de surf. - Afirmei o óbvio.

Jimin revirou os olhos.

-Eu sei disso. - E me puxou em direção a uma sala de aula vazia. - Mas as ondas do teletransporte sao movidas a magia e qualquer superfície plana pode ser usada para surfar nelas.

-Surfar com uma mesa? Ondas do teletransporte? O que? - Me deixei ser arrastado pelo rosado, que segurava meu pulso com força, enquanto fazia minhas perguntas.

-Pare de pensar com o caos e pense com a magia. - Disse ele.

- “Caos”? Você quer dizer “lógica”?

O rosado se virou para me olhar brevemente.

-Isso mesmo. - E tornou a se virar e me arrastar para a sala de aula.

Adentramos o lugar e fomos direto para a mesa do professor.

-Entrar debaixo da mesa. - O rosado ordenou.

-É o que?

-Só entra na mesa!

-Tá bom. - Disse levantando ambas as ma9s em rendição.

Caminhei a passos apressados até a mesa e me abaixei, me enfiando debaixo da estrutura.

Ali era desconfortável. O chão da sala era de madeira e muito duro, a mesa acima de mim deixava o espaço minúsculo e quase batia em minha cabeça.

Jimin se abaixo e entrou ali, pondo-se ao meu lado.

-Pronto para teletransportar? - Me perguntou.

-Nao sei, mas me parece melhor do que esperar a próxima aula, então vamos logo antes que bata o sinal.

E ele assentiu com a cabeça.


Notas Finais


Esaa Rafaela é muuto safada, alguem leve ela para a igreja, por favor? Hahahahahaha... #RindoParaNãoChorar


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