História Ruínas de Gorlan - Capítulo 5


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Categorias Harry Potter, Ranger: Ordem dos Arqueiros
Personagens Arthur Weasley, Blásio Zabini, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Halt, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian L. Potter, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Remo Lupin, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Theodore Nott, Tiago Potter
Visualizações 8
Palavras 2.704
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Luta, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - 5


— Quem é o próximo? — Filtch perguntou enquanto Draco, com um grande sorriso, voltava para a fila. Alyss se adiantou com graça, aborrecendo Filtch, que queria indicá-la como a próxima candidata.

— Fleur Delacour, meu senhor — ela disse com a voz baixa e uniforme. Então, antes que lhe perguntassem qualquer coisa, continuou:

— Por favor, solicito uma indicação para o Serviço Diplomático, meu senhor.

Lucius sorriu para a garota de aspecto solene. Ela tinha um ar de autoconfiança e dignidade que a ajudaria muito no Serviço. Ele olhou para lady Minerva.

 — Senhora? Ela concordou com um gesto de cabeça.

 — Já falei com Fleur, meu senhor. Acredito que ela seja uma excelente candidata. Aprovada e aceita. Fleur curvou levemente a cabeça na direção da mulher que seria a sua mentora. Harry pensou em como eram parecidas — as duas eram altas e tinham movimentos elegantes e maneiras reservadas. Ele sentiu uma leve onda de prazer por sua colega mais antiga, pois sabia o quanto ela queria ser escolhida.

Fleur voltou para a fila, e Filtch, para não ser passado para trás novamente, já apontava para Neville.

 — Muito bem! Você é o próximo! Você é o próximo! Dirija-se ao barão. Neville deu um passo à frente. Sua boca abriu e fechou varias vezes, mas nenhum som saiu. Os demais protegidos o observavam surpresos. Neville, considerado há muito tempo advogado oficial deles para quase tudo, estava dominado pelo nervosismo. Finalmente, conseguiu dizer algo, mas em voz tão baixa que ninguém na sala o ouviu. O barão Lucius se inclinou para a frente, com a mão em concha atrás da orelha:

 — Desculpe, mas não entendi o que falou.

Neville olhou para o barão e, com enorme esforço, falou com voz ainda baixa. — Ne-Neville Longbotton, senhor. Escola de Escribas, senhor.

 Filtch, sempre um defensor da correção, respirou fundo para repreendê-lo por sua fala truncada, mas, antes que pudesse fazê-lo e para alívio evidente de todos, o barão interferiu.

— Tudo bem, Filtch. Deixe para lá.

Filtch pareceu um pouco ofendido, mas se calou. O barão olhou para Flitwick, o chefe dos escribas e responsável por assuntos legais, que estava com uma sobrancelha erguida, com ar de interrogação.

— Aceitável, meu senhor — Flitwick declarou. — Já vi alguns trabalhos de Neville, e ele realmente tem o dom da caligrafia.

— Ele não impressiona muito como orador, não é mesmo, mestre? — o barão comentou em tom de dúvida. — Isso poderá ser um problema se tiver que oferecer aconselhamento legal no futuro.

— Eu lhe garanto, meu senhor, que com treinamento adequado esse tipo de falha não vai representar problema. Entusiasmado com o tema, o mestre escriba juntou as mãos debaixo das mangas largas do hábito, parecido com o de um monge. — Lembro-me de um garoto parecido com ele que esteve conosco há muitos anos. Ele tinha o mesmo hábito de murmurar, mas nós logo lhe mostramos como superar essa dificuldade. Alguns de nossos oradores mais hesitantes acabaram por ficar muito eloquentes, meu senhor, muito eloquentes.

O barão respirou fundo para responder, mas Flitwick continuou seu discurso. — Talvez o senhor fique surpreso em saber que, quando menino, eu sofria de uma terrível gagueira nervosa. Absolutamente terrível, meu senhor. Eu mal conseguia dizer duas palavras uma após a outra.

 — Vejo que isso não é mais problema agora — o barão conseguiu comentar secamente, e Flitwick sorriu e curvou-se para o barão. — Exatamente, meu senhor. Nós vamos ajudar Neville a superar a sua timidez. Nada como a agitação da Escola de Escribas. Sem dúvida. O barão não conseguiu evitar um sorriso.

 A Escola de Escribas era um lugar dedicado aos estudos onde raramente as vozes se erguiam e onde o debate lógico e racional reinava supremo. Pessoalmente, em suas visitas, tinha considerado o local extremamente monótono e não conseguia imaginar nada menos agitado.

— Acredito em você — ele retrucou. — Bem, Neville, pedido aceito. Apresente-se à Escola de Escribas amanhã. Neville arrastou os pés desajeitado, resmungou algumas palavras, e o barão se inclinou outra vez, franzindo a testa ao tentar entender o que o rapaz tinha dito.

 — O que você disse? Neville finalmente olhou para cima.

. — Obrigado, meu senhor. E então voltou rapidamente para a fila.

— Ah! Não foi nada — o barão disse um tanto surpreso. — Agora, o próximo é...

Luna já se adiantava. Loira e bonita, ela também era, para falar a verdade, um pouco gordinha. Mas os quilos a mais lhe caíam bem e, em qualquer reunião social, a moça era muito solicitada para dançar com os garotos, tanto os colegas dos protegidos, quanto os filhos dos funcionários do castelo.

— Mestre Hagrid, senhor! — ela disse, aproximando-se da beira da escrivaninha. O barão olhou para o rosto redondo da menina, viu a ansiedade brilhando naqueles olhos azuis e não conseguiu evitar sorrir para ela.

 — O que tem ele? — o barão perguntou delicadamente e a moça hesitou, percebendo que, em seu entusiasmo, tinha atropelado o protocolo da Escolha.

— Oh! Perdão, senhor... meu... barão... — ela improvisou rapidamente, gaguejando enquanto tentava corrigir o modo de falar.

 — Meu senhor! — Filtch interrompeu. O barão Lucius olhou para ele surpreso.

— Sim, Filtch, o que foi? Filtch ficou constrangido, pois percebeu que seu mestre estava entendendo mal o propósito de sua interrupção.

— Eu... simplesmente queria informar que o nome da candidata é Luna Lovegood, senhor — ele respondeu em tom de desculpas.

O barão assentiu, e Filtch, um servo dedicado, viu o olhar de aprovação no rosto de seu patrão.

— Obrigado, Filtch. Agora, Luna Lovegood...

 — Somente Luna, senhor — informou a garota.

 — Luna, então — o barão respondeu, dando de ombros resignado. — Suponho que você esteja se candidatando para ser aprendiz de mestre Hagrid.

 — Ah, sim, por favor, senhor! — Luna respondeu sem fôlego, virando os olhos cheios de adoração para o cozinheiro corpulento e ruivo. Hagrid a olhou pensativo e de cara feia.

 — Hum... pode ser, pode ser — ele balbuciou, andando de um lado a outro na frente dela. A garota sorriu para ele simpática, mas Hagrid era imune a esses artifícios femininos.

 — Vou trabalhar duro, senhor — ela garantiu com seriedade.

— Sei disso! — ele retrucou um tanto divertido.

— Eu vou garantir que sim, menina. Ninguém fica à toa conversando na minha cozinha, pode ter certeza. Temendo que sua oportunidade pudesse estar escorregando por entre os dedos, Luna usou o seu maior trunfo.

— Eu tenho o corpo ideal para isso — ela afirmou. Hagrid tinha que concordar que ela era bem nutrida. Lucius, não pela primeira vez naquela manhã, escondeu um sorriso.

— Ela tem razão nesse ponto, Lucius — ele comentou, e o cozinheiro virou-se para o barão, mostrando estar de acordo. — O corpo é importante, senhor. Todos os grandes cozinheiros costumam ser... um pouco cheios. Ele se virou para a moça ainda pensativo. Se os outros queriam aceitar seus alunos num piscar de olhos era problema deles, mas cozinhar era uma coisa especial.

— Diga-me — ele pediu à menina ansiosa — o que você faria com uma torta de peru?

— Eu iria comê-la — Luna respondeu imediatamente, sorrindo de modo encantador. Hagrid deu uma pancadinha na cabeça dela com a colher de pau. — Eu estava me referindo ao modo de prepará-la. Luna hesitou, pensou e então iniciou uma longa descrição técnica de como assaria a sua obra-prima. Os outros quatro protegidos, o barão, os mestres de ofício e Filtch ouviram tudo com certa admiração, porém sem entender nada do que ela dizia. Hagrid, entretanto, assentiu várias vezes enquanto ela falava e a interrompeu quando ela deu detalhes sobre como abrir a massa.

 — Você disse nove vezes? — ele perguntou curioso, e Luna concordou, certa do que dizia:

 — Minha mãe sempre dizia: “Oito vezes para deixá-la folhada e mais uma vez com um toque de amor.” Hagrid assentiu pensativo.

 — Interessante. Interessante — ele comentou, olhando então para o barão. — Vou ficar com ela, meu senhor.

— Que surpresa — o barão retrucou com suavidade.

 — Muito bem, apresente-se na cozinha pela manhã, Luna Lovegood — ele acrescentou.

— Só Luna, senhor — a menina corrigiu novamente com um sorriso que iluminou a sala.

O barão Lucius sorriu e observou o pequeno grupo diante dele. — Ainda temos mais um candidato. Ele consultou a lista e então olhou para Harry, que estava inquieto. O barão lhe fez um gesto de encorajamento. Harry deu um passo à frente, sentindo o nervosismo secar sua garganta de repente e fazer que sua voz se transformasse num mero sussurro.

. — Harry, senhor. O meu nome é Harry.

— Harry? Harry de quê? — Filtch perguntou exasperado, examinando as folhas de papel que continham os detalhes sobre os candidatos.

 Ele era secretário do barão há apenas cinco anos e por isso não conhecia a história de Harry. Percebeu então que não havia um sobrenome nos documentos do garoto e ficou aborrecido por achar que tinha deixado passar esse erro.

 — Qual é o seu sobrenome, menino? — ele perguntou com severidade.

Harry olhou para ele hesitante, odiando aquele momento

. — Eu... não tenho... — ele começou, mas felizmente o barão intercedeu.

— Harry é um caso especial, Filtch — ele informou com calma e com um olhar que ordenava que o secretário esquecesse o assunto. Em seguida, virou-se para Harry com um sorriso encorajador.

 — A que escola quer se candidatar, Harry? — ele perguntou.

 — Para a Escola de Guerra, por favor, meu senhor. — Harry respondeu, tentando parecer confiante em sua escolha. O barão franziu a testa, e Harry sentiu as esperanças desaparecerem.

 — Escola de Guerra, Harry? Você não acha que é... um pouco pequeno para isso? — o barão perguntou com delicadeza. Harry  mordeu o lábio. Ele tinha se convencido de que, se desejasse muito, se acreditasse bastante em si mesmo, seria aceito, mesmo com suas falhas evidentes.

 — Eu ainda não passei pela “arrancada no crescimento”, senhor. — ele disse desesperado.

— Todos dizem isso. O barão esfregou a barba com o polegar e o indicador ao analisar o garoto parado diante dele e olhou para o mestre de guerra.

— Severo? — ele chamou. O alto cavaleiro se adiantou, examinou Harry por alguns instantes e lentamente balançou a cabeça.

 — Sinto dizer que ele é muito pequeno, meu senhor. — ele disse. Harry sentiu um aperto no coração.

— Sou mais forte do que pareço, senhor. — ele garantiu. Mas o mestre de guerra não se deixou convencer pela afirmação. Ele olhou para o barão, deixando claro que a situação o desagradava, e balançou a cabeça.

— Alguma outra opção, Harry? — o barão perguntou com gentileza e preocupação. Harry  hesitou por um longo momento. Ele nunca tinha considerado outra escolha. — Escola de Cavalaria, senhor? — ele perguntou finalmente. A Escola de Cavalaria treinava e cuidava dos poderosos cavalos de batalha usados pelos cavaleiros do castelo. Harry pensou que, pelo menos, seria uma ligação com a Escola de Guerra. Mas Nick, o mestre da cavalaria, já estava balançando a cabeça antes mesmo de o barão pedir sua opinião

. — Preciso de aprendizes, meu senhor, mas este é pequeno demais. Ele nunca vai conseguir controlar um de meus cavalos. Vão pisoteá-lo assim que olharem para ele. Naquele momento, Harry só conseguia enxergar o barão através de uma névoa esfumaçada. Ele lutava desesperadamente para evitar que as lágrimas escorressem pelo rosto. Ser rejeitado pela Escola de Guerra, perder o controle e chorar como um bebê na frente do barão, dos mestres de ofício e de seus colegas seria muito humilhante.

— Quais são as suas qualidades, Harry? — o barão perguntou. Ele pôs a cabeça para funcionar. Não era bom nas aulas e em línguas como Fleur, não conseguia formar letras bonitas e perfeitas como Neville nem se interessava por culinária como Luna. E, certamente, não tinha os músculos e a força de Draco.

— Sei escalar muito bem, senhor — disse finalmente, percebendo que o barão esperava sua resposta. Mas logo se deu conta de que tinha cometido um erro, pois Hagrid, o cozinheiro, olhou para ele zangado.

— Ele sabe escalar, sim, senhor. Eu lembro quando subiu numa calha na minha cozinha e roubou uma bandeja de bolinhos que estavam esfriando no peitoril da janela.

 Harry ficou desanimado. Aquilo tinha acontecido há séculos! Ele quis contar que era uma criança na época e que tinha sido apenas uma brincadeira infantil. Mas agora o mestre escriba também estava falando.

— Na última primavera, ele subiu até o nosso gabinete no segundo andar e soltou dois coelhos durante um de nossos debates sobre questões legais. Extremamente lamentável.

— Coelhos, mestre escriba? — o barão perguntou, e Flitwick assentiu vigorosamente.

— Um casal, meu senhor, se o senhor me entende — ele respondeu. — Extremamente lamentável!

Sem que Harry visse, a muito séria lady Minerva colocou a mão na frente da boca num gesto elegante. Talvez ela estivesse disfarçando um bocejo, mas, quando retirou a mão, ainda foi possível entrever o final de um sorriso.

 — Bem, sim — comentou o barão. — Nós todos sabemos como são os coelhos.

 — E, como eu disse, era primavera — Flitwick continuou, caso o barão não tivesse entendido. Lady Minerva deixou escapar uma tosse nada feminina. O barão olhou para ela surpreso.

— Acho que compreendemos, mestre escriba — ele disse, voltando a olhar para a figura desesperada à sua frente. Harry manteve o queixo erguido e olhava direto para a frente. O barão sentiu pena do jovem naquele momento. Ele podia ver as lágrimas se formando nos olhos vivos e castanhos, presas somente por uma determinação de ferro. “Força de vontade”, pensou. Não lhe agradava fazer o garoto passar por tudo aquilo, mas era assim que tinha que ser. Ele suspirou silenciosamente.

— Há alguém que possa usar esse garoto? — ele perguntou. Contra sua vontade, Harry virou a cabeça e olhou suplicante para a fila de mestres de ofício, rezando para que um deles cedesse e o aceitasse. Um por um, em silêncio, eles sacudiram a cabeça negativamente. Surpreendentemente, foi o arqueiro quem quebrou o desagradável silêncio da sala.

— Há uma coisa que o senhor deve saber sobre este garoto, meu senhor — ele disse com uma voz grave e suave. Aquela era a primeira vez que Harry o ouvia falar. Ele se adiantou e entregou uma folha de papel dobrada ao barão. Lucius a abriu, leu as palavras nela escritas e franziu a testa.

 — Você tem certeza disso, Sirius?

 — Absoluta, meu senhor. O barão dobrou o papel com cuidado e o colocou na mesa. Ele tamborilou os dedos no tampo da mesa e disse:

— Vou ter que pensar nisso durante a noite. Sirius concordou e deu um passo para trás, parecendo desaparecer no fundo. Harry o olhou com ansiedade, perguntando-se que informação a figura misteriosa tinha passado ao barão. Como a maioria das pessoas, Harry tinha crescido acreditando que era melhor evitar os arqueiros.

 Eles faziam parte de um grupo secreto e místico, envolto em mistério e incerteza, o que, por sua vez, levava ao medo. Harry não gostou da idéia de que Sirius sabia algo a seu respeito

— algo que era importante o bastante para chamar a atenção do barão naquele dia. A folha de papel continuava ali, torturantemente perto, no entanto impossível de ser alcançada. O garoto percebeu um movimento ao seu redor. O barão estava falando com outras pessoas na sala.

— Felicitações aos que foram escolhidos hoje. Este é um grande dia para todos, portanto vocês têm o resto dele livre. Aproveitem. As cozinhas prepararão um banquete no seu alojamento e durante o resto da tarde vocês estão livres para visitar o castelo e a vila. Amanhã cedo, apresentem-se aos seus novos mestres de ofício. E, se quiserem aceitar um conselho, sejam pontuais — ele sorriu para os quatro e então se dirigiu para Harry com uma ponta de simpatia na voz.

— Harry, amanhã vou dizer o que decidi a seu respeito — ele se virou para Filtch e fez um gesto para que conduzisse os aprendizes para fora.

 — Obrigado a todos — ele disse, saindo do aposento pela porta atrás da mesa.

 Os mestres de ofício deixaram a sala e Filtch conduziu os protegidos até a saída. Eles conversavam entusiasmados, aliviados e satisfeitos por terem sido aceitos pelos mestres de sua escolha. Harry ficou para trás, hesitando diante da folha de papel ainda na mesa. Ele olhou para ela por um instante como se pudesse, de alguma forma, enxergar as palavras escritas do outro lado. Teve a mesma impressão de que alguém o observava, como antes. E então se defrontou com os olhos escuros do arqueiro, que tinha ficado atrás da cadeira de encosto alto do barão, quase invisível embaixo de seu estranho manto. Harry estremeceu num repentino momento de medo e saiu apressado da sala.



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