História Ruined - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias My Chemical Romance
Personagens Bob Bryar, Frank Iero, Gerard Way, Mikey Way, Personagens Originais, Ray Toro
Tags Frank Iero, Frerard, Gerard Way, My Chemical Romance
Visualizações 66
Palavras 3.145
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Gerard - Dezesseis


Gerard - Dezesseis

 

- Se acalma,okay? Amanha você vai ver que não tinha nada para se preocupar. – Disse para um Frank histérico ao meu lado enquanto caminhávamos pelo campus despreocupados. Frank estava pirando,simples. Ele não conseguia ficar quieto nem por um segundo sem falar que ia reprovar e ser o ‘’fracassado’’ de sempre. Não evitei algumas risadas enquanto ele falava sobre tudo o que ele ter feito ter valido por nada e o quão burro ele era. Frank era um tanto temperamental e dramático demais e sabia que tinha que tomar bastante cuidado ao falar com ele sobre isso. – E eu vou estar lá para jogar na sua cara o quão bobo você foi esse tempo todo.

 

 

 

Ele estava sendo pessimista na verdade e eu entedia um pouco daquilo. Depois de tanto que ele passou era comum acreditar que nada melhoraria,me senti assim em um período da minha vida e sou seguro em dizer que não e nada bom. Ele devia estar se comparando aos outros e isso era a pior coisa que um ser humano poderia fazer,não compare alguém a ninguém nem se compare a alguém. Você e você e não o filho da vizinha e nem o neto do vovó pedófilo. Você e a pessoa que esta pensando agora e não aquela outra do outro lado da cidade que ganhou um premio por abusar outras crianças a vida toda mas claro,ter acertado todas as questões de uma prova.  Você e alguém de caráter que não merece ser comparado. Frank era alguém de caráter que vivia em desacordo com si mesmo  o tempo todo. As pessoas que usaram Frank,aqueles caras sim merecem ser comparados á pessoas como eles porque aquele tipo de gente teve chances e não as aproveitou,as jogou pelo ralo e destruíram a vida de outra pessoa,levando-a ao fundo do poço junto com suas loucuras.

 

 

- Não estou sendo bobo Gerard,apenas realista. – Ele disse desviando de uma garota que parecia querer bater de ombros com ele de propósito apenas para desconcertá-lo . – Mikey claramente e o seu irmão,eu não entendo como ele pode estar por aí com Alicia se divertindo como se reprovar ou não simplesmente não importasse. Enquanto eu estou aqui literalmente querendo cavar um buraco no chão e me enterrar de tanta agonia.

 

 

 

- Mikey tem razão de estar despreocupado,eu também não vejo nada demais nisso tudo. – Dei de ombros agarrando Frank e o puxando para mim ao que dois garotos que bicicleta passaram a um centímetro de distancia dele. – Mas que porra...?

 

 

- Uh...- Ele sorriu corado enquanto eu o segurava contra mim,seus braços juntos cruzados sendo a única coisa que impedia que ficássemos mais próximos um do outro do que já estávamos. E então lembrei do sábado e da dança que tivemos ao som de Nothing´s Gonna Hurt  You Baby,o jeito que ele se enroscou em mim e me olhou aquela noite ficaram presos na minha cabeça como estacas e  eu com certeza queria martelar mais. Não que já não tivesse feito isso porque não consegui parar de pensar nisso nos outros três dias e tinha certeza que não pararia tão cedo. Era algo para relembrar,a noite em que eu lhe mostrei o meu ponto fraco em bebidas apesar de apreciá-las e ele me mostrou seu ponto fraco em dançar apesar de apreciar a musica. Nos nós contrastávamos  com nos mesmos; Eu gostava disso.

 

 

- Deus,esses caras são loucos,quase te atropelaram. – Disse assim que ele tomou o impulso de se afastar e por uma mecha atrás da orelha com aquele sorrisinho tímido. – Se eu os pego de novo por aí com essas bicicletas...

 

 

- Então você não fará nada. – Frank disse assim que voltamos a andar e eu olhei questionando se ele havia mesmo dito aquilo. – Ah,qual é? Eles são artistas Gerard,fazem manobras e tudo mais , não e culpa deles se nos estávamos andando por aí exatamente no horário e local que eles treinam.

 

 

 

- Uh...eles treinam no meio da rua? – Frank acenou e eu juntei as sobrancelhas fazendo um sinal negativo com a cabeça. – Bem,se eles te machucassem só um pouquinho eu os machucaria pior,não ligo se estão no ‘’horário’’ deles que claramente foram eles que estabeleceram.

 

 

 

- Ah,não procure encrenca,eu já por aqui de pessoas falando de mim. – Ele fez um sinal batendo a mão na testa e suspirando ao que segurei sua mão e o fiz parar. – Gerard?

 

 

- Encrenca... – Disse pensando um pouco e sorrindo divertindo para Frank enquanto o puxava para correr comigo até certo ponto. Ele pareceu tentar correr mas parou no caminho pondo as mãos na bunda e porra...eu sabia o que aquilo era mas resolvi não dizer agora,eu o diria para deixar de ser um egoísta consigo mesmo e ir a porra de um medico verificar a próstata dele e sei lá mais o que machucou lá dentro. Mas por agora meu pequeno plano entraria em ação e a bronca seria deixada para depois. Paramos de frente para o prédio de arquivos confidencias do colégio. Frank me olhou confuso e quando comecei a puxa-lo para os fundos ele puxou sua mão de volta. – Hey,o que foi?

 

 

 

- O que esta fazendo? – Ele perguntou com os olhos arregalados e a mão esquerda contra o peito como se estivesse muito assustado.

 

 

 

 - Vamos invadir,procurar pela sua prova e ver se foi aprovado ou não baby. – Me senti um tanto corajoso demais fazendo aquilo,não era o tipo de coisa que eu fazia na época de faculdade mas eu gostaria que fosse. Agora,eu poderia fazer e com Frank ao meu lado. Invadir um lugar desses não dava muito trabalho afinal.

 

 

 

- Eu não posso. – Ele se afastou negando com a cabeça e uma carinha de perdido como se não soubesse realmente o que fazer. – Gerard,isso....e proibido,podemos ser pegos e eu posso me ferrar mais que você nisso.

 

 

- Não vamos ser pegos bobinho,eu vou ser cauteloso. – Segurei sua mão de novo e o senti hesitar quando o  puxei naquela direção de novo. – Eu não vou deixar sermos pegos,confia em mim?

 

 

Ele demorou para responder. Abaixou a cabeça mas apertou sua mão com mais força na minha como se quisesse que eu lhe desse tempo para pensar. Então longos segundos se passaram naquela posição esquisita e eu pensei em várias coisas para convencê-lo a ir comigo e calar sua duvida de uma vez por todas,queria vê-lo feliz com o resultado e dar vários beijinhos contentes em minha bochecha e talvez até em outros lugares e perceber o quão inteligente ele é por ter graduado na universidade,suspirar por finalmente se ver livre de estudos para o resto de sua vida . Então ele finalmente levantou a cabeça,decidido do que queria.

 

 

- Confio.

 

 

 

Apenas essa palavrinha foi o bastante para me fazer sorrir como nunca e olhar ao redor constatando que não tinha ninguém e puxar Frank para os fundos do prédio aonde eu sabia que  tinha uma portinhola pequenina que dava acesso ao interior do prédio. Frank estava tenso,eu senti isso emanar dele pra mim quando passamos pelo mato que cobria a área e ele me olhou com certeza de que essa seria a coisa mais arriscada que ele faria. Tinha um cadeado preso no trinco da porta fazendo-me suspirar resignado e olhar para Frank. Não. Eu não o decepcionaria agora que estávamos aqui.

 

 

Oh,eu e a minha capacidade de  impressionar os outros fazendo atentados contra mim mesmo,no final quem acabava impressionado era eu;

 

 

Foi então que percebi que tinha que montar um plano cuidadosamente planejado em menos de sete minutos com Frank que ainda me encarava como um cachorrinho perdido. Eu já conhecia aquela área,em um dos anos de faculdade trabalhei por um tempo como ajudante da Sra. Lawrence,a senhora idosa que cuidava daquele prédio há anos e assim pude materializar em minha mente cada detalhe dali,não era tão difícil quando a técnica de memória fotográfica residia em minha mente a muito tempo; Eu precisei ter certas especialidades para me formar e uma dessas e olhar algo e lembrar daquilo em perfeitos detalhes depois. As mais de quarenta folhas rasgadas em meu escritório pessoal em casa eram o rosto de Frank ou tentativas de desenhar os estupradores dele. Poucos eram esboços de quadrinhos ou coisas de trabalho.

 

 

Encarei aquela fechadura e tive uma idéia,algo que sempre funcionava nos filmes,series e livros mas nunca havia testado na vida real. O famigerado grampo na fechadura; Mas aonde eu arranjaria um grampo? Me senti frustrado até olhar e encarar o cinto de Frank,porra era isso,rebites. Agarrei seu cinto e senti seu olhar pesar em mim,sua respiração travou e eu achei até adorável como ele segurou meu braço quando me agachei perante a ele e comecei a tirar seu sinto assim do nada. Frank me olhou de cima com os lábios entreabertos e as pupilas dilatadas e um tesão incontrolável surgiu em minhas calças,porem não perdi o foco; Pus uma mão em sua coxa esquerda enquanto a outra tirava o cinto arrancando de uma vez e sorrindo ao que olhei pra cima e o vi engolindo em seco e quando vi ele corando apenas me concertei um pouco levantando a barra de sua camisa ali de joelhos mesmo e beijando aquela área onde a tatuagem ‘’And’’ ficava, aproveitando a situação e beijando uma segunda vez arrastando a língua por ali e chupando a tatuagem,seu quadril foi para frente me surpreendendo e eu deixei uma mordida antes de chupar avidamente ali descendo um pouco a língua já sentindo os pelos do baixo-ventre e deixando um último beijo um pouco abaixo de seu umbigo,suas mãos ficaram em meus ombros e ele corou mais ainda. Acho que nunca o vi corar tanto e sorri pra ele,me levantando e fingindo que nada aconteceu. Tirando um preguinho do cinto dele e usando para destravar a porta,por sorte depois de algumas tentativas a porta se abriu de vez e eu me senti um gênio por isso. Porque administrar uma grande empresa de quadrinhos quando eu podia trabalhar arrombando portinholas com pregos? Concertei o cinto dele,devolvendo-o com um sorriso um tanto sacana. Sua mão vacilou ao que ele pegou a peça mas não deixando-a cair. O fato de que eu havia lambido sua barriga era algo a se pensar a noite quando estivesse sozinho mas por agora eu só queria arrastá-lo para dentro do prédio e fazê-lo fazer algo ilegal comigo. Algo que o faria sorrir depois.

 

 

E assim que estávamos dentro Frank me olhou com urgência procurando em meus olhos mesmo com vergonha pelo o que ocorreu há pouco menos de quatro minutos o que devíamos fazer. Pensei um pouco e arquitetei com ele um plano simples e fácil,ele continuou com seu cinto nas mãos caso precisássemos abrir mais portas e seguimos para mais dentro do lugar.Estava escuro então tudo o que podíamos ver eram formas de objetos e a nos mesmos.

 

 

Frank me seguiu por um corredor perguntando sobre câmeras o que logo o respondi que não precisava se preocupar porque estavam desativadas há sete anos.  Viramos várias esquerdas e direitas até chegar a uma sala que precisei estreitar meus olhos para ver se era a certa,com sorte Frank enxergava bem melhor e disse que era a sala de ‘’Arquivos finais de formandos’’ e foi ali que precisei do prego no cinto de Frank de novo para destrancar a porta,não fora tão fácil pelo escuro mas com muito esforço e pressão nas costas graças a Frank e seu falatório sobre pegar o celular o que eu disse prontamente para não fazer já que se descobrissem poderiam rastrear pelo aparelho se nos  estivemos  aqui ou não fazendo com que Frank desligasse o seu na mesma hora. Eu consegui.

 

 

Entramos quase que de fininho na sala,Frank logo ao meu lado segurando meu braço como uma criança com medo do escuro. Tinham várias estantes então procurei pela a do último ano de graduados,Frank apontou para a que poderia ser a dele. Logo tomei as pastas em minhas mãos folheando uma por uma até uma em particular com um nome bem extenso.

 

 

- Frank Anthony Thomas Iero Junior. – Entreguei  com um sorriso estampado no rosto,sim,o nome dele era grande e bonito e eu definitivamente queria um daqueles sobrenomes no futuro. Ele pegou a pasta apertando contra seu peito e um medo crescente em sua face. – Oh,se te faz sentir confortável meu nome e mais mauricinho que o seu,quer saber? Gerard Arthur Way,estamos quites?

 

 

- Porra que nome lindo mas...não e isso...e se...eu não fui aprovado, o que eu vou fazer Gerard? – Ele disse com o olhar baixo apertando mais aquilo contra ele. – Não quero ficar para trás,não quero que pare de falar comigo por causa disso.

 

 

 

- Não pararia de falar  com você nem se dissesse que gosta de hip hop. – Frank desviou o olhar com um sorriso bobo antes de voltar a me encarar. – Você não gosta,né? – Fiquei preocupado por um momento mas me aliviei assim que ele negou rindo da minha maior preocupação naquele momento. – Okay,fico feliz. – Disse relaxando os ombros de verdade e suspirando mais calmo,porem vi como ele olhou para a pasta e hesitou em abrir. Eu sabia bem o que aquilo era,medo do futuro,o futuro que estava bem na frente dele, Que poderia estar em negrito com ‘’aprovado’’ ou em um grande carimbo vermelho o temido ‘’Reprovado’’ . –  Sei o que esta sentido. Eu entendo. Mas precisa enfrentar o que vem depois e você só vai saber se abrir isso ai. Você não vai ser menos só por isso,vencedores perdem as vezes também. – Frank abaixou o olhar e passou uma mão pelo olho,droga ele estava chorando; Lagrimas descerem por seu rosto e ele se escorou em uma mesa atrás dele,o abracei na mesma hora,fechando os olhos e afundando a cabeça em seu pescoço,seus braços me rodearam desesperados e eu sussurrei que estava tudo bem. – Não precisa chorar Frankie. Não quero que chore. – Me afastei olhando-o cara a cara e levando o polegar até sua face enxugando as lágrimas que ainda desciam pelo seu rosto. – Abra.

 

 

Então ele olhou para a pasta e depois para mim abrindo com cuidado,revelando o papel escondido ali dentro. Um papel branco que eu não tive nenhum acesso até Frank se jogar em mim com total força me abraçando enquanto sorria alegre. Porra,eu sabia. O papel caiu entre nos e eu o peguei entre meu dedos antes que tocasse o chão.

 

 

Aprovado.

 

 

- Gerard eu estou tão feliz! – Frank me olhou com doçura. E me abraçou. E eu fechei os olhos, porque só queria sentir os seus braços. E ele me deu um beijo na testa e sussurrou para que ninguém mais ouvisse além de mim,mesmo que não houvesse mais ninguém ali conosco.  – Obrigado – Ele me abraçou forte enquanto dava breves pulinhos de alegria pegando o papel apenas para reler e ver sua nota alta. Realmente alta. Frank tinha tirado noventa e oito ao todo juntando todas as provas. Ele havia se saído melhor do que eu e aposto que melhor do que Mikey. – Eu não acredito eu...estou livre! Finalmente...porra eu não sou mais uma criança.

 

 

- Seus feitos são seus monumentos! – Disse o encarando sorrir e assentir com toda a pureza e sinceridade do mundo. Ele se afastou um pouco encarando aquele papel querendo achar algum erro mas não havia nada,apenas o seu ‘’aprovado’’ e a prova de sua genialidade. – E você já não e mais uma criança há muito tempo Frank.

 

 

- Ah,você entendeu o que eu quis dizer. – Ele deu um soquinho em meu ombro. Droga ele estava tão bonito daquele jeito. Tão feliz e seus olhos brilhavam no escuro. – Agora eu posso trabalhar de verdade com o que eu sempre quis,caralho...eu...

 

 

 

- Você vai ser o professor mais gostoso de lá. – Disse de repente rindo quando Frank deu um tapinha em meu braço e guardou o papel na pasta de novo me entregando para que eu colocasse onde havia encontrado o que logo fiz. – Alias,com as melhores tatuagens também. Porque ‘’And’’?

 

 

 

-  Foi só uma piada interna. – Ele disse se referindo a tatuagem ao que saia da sala,passei por ele fechando  porta atrás de nos e puxando seu braço para sairmos dali. – Gerard,o que foi aquilo que fez?

 

 

 

- Quando eu usei minhas super habilidades para abrir a portinhola? – Perguntei e ele balançou a cabeça negando ao que comprimia os lábios. Entramos na sala por onde havíamos chegado e eu o olhei. – Ah,minha habilidade para andar no escuro sem me esbarrar nas coisas? – Ele negou mais uma vez passando pela portinhola e eu o segui,estreitando os olhos pela claridade que tomou meus olhos. Logo me virando e fechando a portinhola vendo-o botar seu cinto de rebites. – Oh,quando chupei sua tatuagem? – Disse vermelho e ele assentiu ainda com o olhar baixo prendendo o cinto na calça. – Foi estúpido,eu sei.

 

 

- Me assustou. – Ele disse levantando a cabeça e me olhando hesitante. – Eu não achei que faria aquilo...do nada.

 

 

- Eu também não. – Admiti envergonhado,pois...porra agora que tinha passado e ele estava me questionando sobre isso eu desejei ter feito apenas nos meus sonhos. – Você não esta chateado comigo,não e?

 

 

- Não,esses dias eu estou conhecendo um outro lado seu. – Ele disse aquilo tudo bem devagar com uma mão atrás da cabeça. – E eu estou gostando. - Uma coisa tão simples, a gentileza. Tão simples. Uma palavra de incentivo quando precisamos. Um gesto de amizade. Um sorriso breve. Isso era Frank. Ele era grande. Grande é aquele cuja força conquista mais corações pela atração do próprio coração. A grandeza não está em ser forte, mas no uso correto da força e essa pessoinha baixa ao meu lado me dava uma lição a cada vez que nos encontrávamos. Depois de tudo,do trauma,do medo e do choro ele estava ali ao meu lado sorrindo feito um bobo e radiando na luz fraca do sol. – Você e um cara legal.

 

 

 

Sorri com sua resposta e segurei sua mão o levando para longe dali onde ninguém poderia nos flagrar. Frank ainda tinha aquele sorriso no rosto e eu me senti incrivelmente bem porque sabia que graças a mim esse garoto teria uma noite de sono tranqüila sem pesadelos com o futuro. Seus olhos brilhavam tão intensamente quanto um lago verde e cristalino. Queria banhar-me em seus olhos bonitos e por lá ficar. E quando ele me olhava eu perdia a razão porque não conseguia não sorrir quando seus olhos pairavam sobre mim. Suas mãos apertadas as minhas me dava uma sensação de conforto extremo e sentia que podia morrer bem ali. Não sabia o que diabos estava acontecendo comigo que tanto afetava os meus sentidos mas era assustador e sentia que estava me engolindo cruelmente sem chances de revidar. Como se eu pudesse vomitar  um rio de arco-íris.

 

 

Eu estava tão nervoso que, em vez do friozinho do começo de novembro, eu estava com um polo norte inteiro na barriga!

 

 

Percebi então, que estava com medo de viver sem ele.

 


Notas Finais


OK.
Voltei rápido demais? sim. Porque? ah bom porque eu queria postar hoje.
NHA <3
GERARD LAMBENDO O FRANKO OH MY GOD,ele só queria causar.
Frank e um amorzinho,eu sei.
Esse e um daqueles capítulos importantes para o resto da fic.
Sim, o Gerard não sai mais do é do Franko.
Bjs,até a próxima.

PLAYLIST:https://open.spotify.com/user/sadthingstuff/playlist/3nmvXvhI4t0uPhcVpkyBAP


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