História Rule of Rose - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Personagens Originais
Tags Amor Obsessivo, Obsessão, Síndrome De Estocolmo
Visualizações 239
Palavras 1.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 21 - Entediante


Fanfic / Fanfiction Rule of Rose - Capítulo 21 - Entediante

Meu coração estava quase pulando para fora da minha boca, eu estava paralisada olhando para Castiel que me olhava de braços cruzados como se esperasse uma resposta. Fico piscando o olhando ainda surpresa com o que ele havia falado.

– Eu... é claro que aceito – digo com dificuldade

– Esqueceu como se fala agora? – ele diz

– Não... eu só estou um pouco surpresa, desculpa –  digo

– Você está falando sério mesmo? – digo envergonhada

– Sim – ele diz desviando o olhar

– Meu Deus.... eu te amo – digo e pulo em seu pescoço o abraçando

– Tá, tá, eu sei – ele diz e da uns tapas em minhas costas lentamente

Se eu ganhasse uma moeda toda vez que escutasse isso – ele diz e se afasta

Sorrio para o mesmo segurando sua mão enquanto a passo em meu rosto, após alguns minutos o mesmo se despede indo embora em seguida. Entro em casa em transe, meu coração ainda estava acelerado, eu só tenho vontade correr e gritar de alegria.                                             

. . .

Castiel On

Chego em casa me sentindo um pouco mal, sinto que estou com febre e começo a subir as escadas, enquanto eu subia escuto meu pai me chamando e desço as escadas novamente, vou em direção a cozinha. Ele estava sentado na mesa junto com minha mãe.

– Temos que conversar com você filho – ele diz

– O que foi? – digo

– Iremos embora do país – ele diz e o olho surpreso                                     

– Ta brincando comigo né? – digo

– Não, ouve problemas na sede da empresa no Catar, precisamos nos mudar para Doha em um mês no máximo dois – ele diz calmo

– Catar? Doha? Tá brincando que vai me levar para Ásia?– digo alto

– Sim, você precisa ir conosco – ele diz

– Eu não quero – digo

– Mas você vai – ele diz

– Já disse que não – grito

– Não importa o que diga, você ainda tem 17 anos, isso me torna responsável por você – ele diz e minha mãe se mantinha em silêncio

– Você não tá nem ai pro que eu faço, sabe que pode me deixar aqui, por que quer que eu vá? – grito me apoiando na mesa ficando cara a cara com ele

Porque não vou abandonar o meu filho – ele diz me olhando nos olhos

– Você vai com a gente, nem que eu tenha que te desmaiar e o colocar no avião – ele diz sério

Me afasto da mesa e saio da cozinha rápido sem dizer nada, subo as escadas e vou para meu quarto me jogando na cama. Droga, eu já estou cansado disso e sei que não adianta teimar, eu serei obrigado a ir de todo jeito. Me sento na cama vendo minha mãe entrar no quarto. Abro a boca para dizer algo, mas a mesma faz sinal de silêncio.

– Eu só quero conversar – ela diz e fecha a porta

– Mas eu não quero – digo

– Eu sinto muito filho, sei como deve ser difícil pra você – ela diz e senta ao meu lado

– É, nos mudamos mais de quinze vezes, três delas foi de continente e agora será a quarta, vocês não cansam? Pois eu canso – digo

– Não temos culpa filho, você deveria agradecer pelo seu pai ser dono de uma das maiores empresas do mundo – ela diz

– Agradecer... – digo e rio baixo

– Me desculpe, eu não posso ajudar filho – ela diz e passa a mão em minha cabeça

– É, eu já imaginava isso – digo e me afasto de seu toque

– Você está com febre, durma tá bom? – ela diz e me mantenho em silêncio

Faço sinal para que ela saia do quarto e a mesma consente com o rosto triste. Dou de ombros e me deito na cama novamente olhando para o teto, mais uma vez minha vida seria mudada, começar tudo do zero outra vez, ótimo.

. . .

Acordo rolando na cama, passo a mão em meu cabelo o sentindo molhado, provavelmente pela febre ter passado. Me levanto e tomo um banho quente demorado, saio e visto roupas quentes, pois estava bastante frio. Me deito novamente na cama e vejo já ser 11:46, domingo é tão entediante.

Rosa On

– Sim mãe, namorado – digo dando leves pulos

– Que bom filha, desde o dia em que vi vocês juntos eu sabia que ia dar certo – ela diz sorrindo 

– Eu não sabia, apenas rezava pra isso – digo

– Lembre-se, cuidado com a tentação mocinha – ela diz e sinto meu estômago queimar, tarde demais pra dizer isso mãe

– Agora cale-se, a missa já vai começar – ela diz

Nós duas nos calamos ao perceber o padre entrando na igreja, todos se levantam enquanto ele fazia a rotina da missa. Depois de um pouco mais de uma hora a missa acaba e nos levantamos para ir embora.

– Mãe, acho que irei ficar aqui um pouco ok? Pode ir – digo

– Tudo bem filha, não vou reclamar de você querer ficar na igreja né – ela diz rindo

Ela se despede de mim e sai do local, vejo todas as pessoas saírem inclusive o padre. Haviam apenas algumas senhoras mais a frente enquanto eu me mantinha ao fundo. Me ajoelho e pego minha bíblia me ajoelhando, começo a ler alguns versículos.

. . .

Se a tua mão direita o leva a pecar, corta-a e atire-a para longe de ti; pois é melhor que perca um de teus membros... – eu dizia em voz alta de olhos fechados

Do que ter todo o teu corpo lançado ao inferno – uma voz inconfundível me interrompe completando a frase e me viro rápido vendo Castiel com as mãos no bolso de sua blusa de frio em pé ao meu lado

– Isso é para mim? – ele diz sorrindo malicioso enquanto se ajoelha ao meu lado

– Não... – digo envergonhada

– Eu te levo a pecar? – ele diz e me assusto ao sentir sua boca próxima ao meu ouvido

– Castiel – digo o repreendendo

Ele faz um som para que eu fique em silêncio e consinto. Sinto sua mão passar por uma das minhas coxas subindo meu vestido lentamente enquanto mantinha sua boca em minha orelha a mordendo levemente me arrepiando por completo.

Sua mão passava pelo lado inferior da minha coxa até chegar em minha intimidade me fazendo dar um leve pulo no banco, sua outra mão aperta minha cintura me repreendendo por isso. Eu já estava me segurando para não gemer até que sinto sua mão me acariciar lentamente com dois de seus dedos, minha calcinha já estava encharcada. Vejo alguém entrar pelo altar da igreja e me levanto rápido saindo correndo para fora da igreja enquanto ouvia uma risada baixa.

Me encosto na parede do lado de fora respirando ofegante apertando minhas pernas uma contra a outra no intuito de amenizar minha excitação. Castiel se encosta na parede ao meu lado olhando para minhas pernas sorrindo malicioso enquanto eu apertava meu vestido com as mãos, eu mordia os lábios o olhando.

– Calma, eu posso te livrar disso se quiser – ele diz baixo em meu ouvido

– Por que faz isso comigo? – digo

– Gosto de te ver assim – ele diz e suspiro

– Você também gosta – ele diz acariciando meu ombro

– Como sabe que eu gosto? – digo

– Eu descobri. Como é que eu poderia saber que essa rosa é carnívora? – ele diz sorrindo malicIoso

Ele me encarava com seus belos olhos cinzas enquanto eu tentava me recompor. Sinto sua mão em minha cintura me puxando para seu corpo e me apoio no mesmo enquanto íamos até seu carro, eu estava com as pernas bambas de desejo, como ele pode ser tão maldoso?


Notas Finais


~help me


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