História Rules Of Love – Criminal - Capítulo 1


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Categorias Barbara Palvin, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler, Shawn Mendes, Zayn Malik
Personagens Barbara Palvin, Chaz Somers, Christian Beadles, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Ryan Butler, Shawn Mendes, Zayn Malik
Tags Criminal, Imaginebelieber, Justin Bieber
Visualizações 7
Palavras 1.380
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Policial, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


BAUTIN CABAUBAU UUUUH
Vocês devem estar achando estranho esse capítulo, mas, olha....eu tive que reescrever o capítulo. Não estava muito satisfeita. Mudei algumas coisas, cortei algumas partes jihi e fiz um novo trailer qual vai estar lá nas notas finais.
Bem, ROL é uma ideia originalmente minha e da minha amiga (Kailany vadian), estamos muito animadas com essa fic e esperamos que vocês gostem, de verdade.
Peço que tenham paciência conosco, é nossa primeira Fanfiction criminal, mas estamos dando nosso melhor.

Bem, não temos dia certo pra postar, mas vamos atualizar o mais rápido possível. Comentários construtivos são sempre bem vindos!



É só isso bolinhos, boa leitura.

Xoxo BabiLennox

Capítulo 1 - My life nothing perfect


Fanfic / Fanfiction Rules Of Love – Criminal - Capítulo 1 - My life nothing perfect

      Alexya Parker Point Of View

Homens de smoking com sorrisos gananciosos, mulheres com vestidos de gala falando sobre o quanto rico seu marido é, ou listando as posições de sexo que eles praticam uma vez por mês.

Definitivamente, não era a minha noite, eu poderia estar numa festa bebendo até dar PT mas, hoje era um dia especial para meu pai e eu estava disposta a perder minha quinta-feira por ele.

Essas festas não são os lugares mais recomendados para se dar PT, no dia seguinte eu poderia ser surpreendida com uma manchete nos jornais sobre meu comportamento.

Eu não me encaixava aqui, esse não era meu lugar. Esses vestidos eram elegantes e tal, mas, eu preferia estar com um vestido que deixasse minhas pernas a mostrar e revelassem minha verdadeira identidade. Os vestidos que habitavam meu closet.

As portas do salão principal foram abertas e meu pai passou por lá com um sorriso estoteante, mais falso que as minhas unhas. Ele foi recebido por uma salva de palmas, caminhou até o palco que havia ali e iniciou seu discurso sobre o quanto feliz e orgulhoso estava por fazer parte dessa sociedade revolucionária.

Grande baboseira.

Um garçom passou por mim e eu peguei mais uma taça de vinho.

— Já é a quarta. – um cara sentou ao meu lado, eu o olhei lado e sorri sem mostrar os destes

— É meio impossível aguentar tudo isso sem uma gota de álcool no corpo.

— Poderia estar mais intendiante.

— Está extrapolando os limites do tédio.

— Tem razão, isso está chato pra caramba.

— Diz uma palavrão de verdade, por favor, eu não suporto mais ouvir as pessoas dizendo que vão ao miquitorio ou toalete. - fiz uma expressão sofrida e ele riu

— Porra, você está gostosa pra caralho. – mordeu o lábio me analisando

— Que nada, são seus olhos. – ele travou o maxilar

— Você é filha dele? – indicou com a cabeça em direção a papai

— Na verdade, estou aqui de penetra. – sussurrei como se estivesse contando um segredo

— Garota mal.

— Faço o que posso. – dei de ombros

Um casal passou por nós e eu os comprimentei com a cabeça mas revirei os olhos em seguida

— Então você é uma garotinha rebelde...

— Eu não sou uma garotinha.

— Talvez na cama, não. – sorri de lado

— É, talvez não.

—Daria tudo pra saber.

— Eu sou uma moça de família. – rimos

— Não sei porque, mas eu não acredito nisso.

— Talvez, porque não seja verdade.

— É, talvez.– repetiu-me — Bieber, me chamo Justin Bieber

— Eu sou... – ele me interrompeu

— Eu, sei exatamente quem você é.

Ah, claro. Todos conhecem a filha rebelde do presidente dos Estados Unidos, havia me esquecido disso.

— Droga, estamos em desvantagem.

— Aparentemente. – rimos

Ficamos em silêncio por alguns minutos, apenas absorvendo a sofisticadez daquelas pessoas presentes ali.

Eu sinceramente, prefiria estar em casa vendo um seriado qualquer enquanto me entupia de guloseimas. Meu passatempo favorito.

Quando cheguei aqui muitas pessoas vieram me cumprimentar como se me conhece-se, tipo, desde sempre. Eu cresci assim, rodeada de pessoas famosas. Mas nunca me acostumei.

Notícias saem sobre mim em sites de fofoca, e muitas pessoas levam aquilo á sério. Okay, grande parte delas são verdadeiras, mas eles saem falando coisas sobre mim que muitas das vezes nem mesmo eu sei.

Ridículo.

Levei meu olhar até o loiro sentado no outro lado da mesa e puta merda, ele é um gato. Tipo cara, ele é muito sexy.

Mordi o lábio inferior quando ele sorriu pra mim e sai em direção o banheiro.

Arrumei meu decote e retoquei o batom. Quando voltei para o salão papai estava sentado e Justin não estava mais lá.

— Papa. – beijei sua bochecha e me sentei ao seu lado

— Querida, quem era o rapaz que você conversava durante meu discurso? – perguntou

— Era Justin... aliás, cadê ele? – questionei olhando para os lados

— Foi embora assim que vocês saiu.

Fiz biquinho ao me lembrar que tinha esquecido de pegar o número dele.

— Ah tá. – murmurei pegando mais uma taça de vinho

— Alexya, não queremos vexame. – disse me impedindo de levar a taça até meus lábios

— Claro, não queremos.

A noite arrastou-se e eu não aguentava mais ouvir aqueles velhos e seus discursos sobre as necessidades da cidade, crianças necessitadas ou sobre os dados de pesquisa de blá blá blá.

Peguei meu celular e vi que não havia mensagens ou ligações de Collin, eu espero que ele não tenha ficado chateado por eu não te ido a festa.

Já passava das 11h da noite e eu inventei uma desculpa esfarrapada para poder ir embora.

Quando cheguei na casa de Taylor, Cait veio correndo em minha direção com um copo de vodka na mão.

— Amigaaaa, você tá uma gata. – silibou agarrando meu pescoço

— Caralho Cait você vai derramar isso em mim. – joguei seu copo no chão e a arrastei ela pra dentro

— Me possua caralho. –gritou jogando os braços para cima

— Ei, você viu o Collin? – perguntei e ela negou, então olhei ao redor a procura do meu namorado.

Meus olhos pararam no topo da escada, Collin e Hazel desciam a mesma agarrados. Ele tinha os cabelos desgrenhados e ela não estava diferente. Seus olhos pararam em mim e ele sorriu nervoso. Se soltou de Hazel e veio até mim com um sorriso do tipo "fodeu" nos lábios.

— Lexy, amor, o que você tá fazendo aqui? – tentou me beijar mas eu desviei

Cretino.

— Não esta feliz em me ver, benzinho?! – cruzei os braços debochada

Cait gargalhou alto batendo com a mão na colcha. Aquilo chamou a atenção de muita gente, a risada dela era extremamente alta.

— Hey Hazel, sua bolsa tá ao contrário. – Caitlin podia ser a pessoa mais retardada quando bêbada

Intercalei o olhar entre os dois vadios e Callin suspirou levantando as mãos.

— Amor, eu posso explicar. Não é o que está pensando. – disse

— É pior. – ri

— Amor.... – o interrompi

— Não me chama de amor, caralho. – gritei partindo pra cima dele, mas West me segurou

A essa altura a festa tinha parado e todos nós observava.

— Lexy vamos embora. – ele tentou me puxar, e eu vi Hazel me encarar receosa

– Isso tudo foi um mal entendido. – ele disse para as pessoas e eu ri debochada

— Ah claro. – bati as mãos — Você enviou seu caralho na boceta dela por engaano , achou que fosse a minha.

— Alexya....

— Não se preocupe Hazel, não vou bater nessa sua carinha de vadia. – dei três tapas em sua bochecha — Não por causa dele, ele nem é tudo isso.

— Você lava sua boca pra me chame de vadia, sua... – empurrei ela com tudo

— Mas é assim que você se porta, não é? Como uma vadia. – silibei perto do seu rosto

— Chega, vamos. – West tentou me tirar dali mas foi em vão

Parece que todas a taças de vinho estavam fazendo efeito no meu organismo.

— Dá na cara dessa vadia ALEXYAAAA. – Cait gritou erguendo um copo de cerveja

— Vocês realmente se merecem, cara, você não tem noção do quanto se merecem. – falei rindo — Seu bosta! West tem razão, você é um BOSTA

— Alexya você está nervosa. Amanhã a gente conversa

— Eu não tenho porra de nada pra falar contigo seu filho da mãe. - me aproximei dele — Eu quero que você vá se foder.

— Ele já fez isso a alguns minutos atrás, mas, olha eu não me importaria de ser fodida por ele de novo. – Hazel levantou as mãos de uma forma debochada

Rosnei pra ela e arremessei meu salto logo em seguida.

— Alexya acho que já tá bom. – West segurou em meu ombro

— É, vamos. – virei as costas pronta pra sair da li, mas meu cérebro me disse que ainda havia algo para ser feito. — Só mais uma coisinha.

Dei um soco no nariz de Collin com tudo, aposto o silicone de Hazel que havia quebrado. Todos me encaravam surpresos e desacreditados.

— Aproveitem a festa. – sorri pra eles e sai de lá o mais rápido possível

Podia não parecer mais meu coração doía mais do que meus dedos naquele momento. Não poderia demonstrar fraqueza neste momento, não mesmo. Se tem uma coisa que eu aprendi com meu pai é a jamais, nunca, em hipótese alguma deixar que te joguem para baixo. Eu estava completamente arrasa. Collin era meu namorado á mais de três anos, mas eu não iria me abalar e chorar pelos cantos. Não preciso dele pra nada.

Me olhei pelo retrovisor e sorri ajeitando o cabelo.

- Não se atreva a mexer com Alexya Parker.


Notas Finais




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