História Run - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens V
Tags Bts, Taehyung
Exibições 9
Palavras 800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Cross-dresser
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Confiança


Fanfic / Fanfiction Run - Capítulo 3 - Confiança

– O que vocês querem comigo? Eu já paguei por tudo que eu fiz me deixem em paz. – Disse olhando para Orlando e seus comparsas.

– Eu não quero saber o quanto você pagou pelos seus erros e crimes que se dane! Mas pra mim ainda não tá pago nossa dívida é muito mais antiga. –Disse isso enquanto dava sinal a sua gangue para se aproximar.

– Cara me deixa ir embora, eu nem tenho mais aquela grana.

– Eu vou te dar uma lição pela sua pilantragem comigo e te alerto desde agora que você vai ter que trabalhar pra mim. Eu não vou sair do seu pé até você me devolver até o último centavo que me deve.

– O dinheiro que nós roubamos juntos?! Eu quero que você se dane!


Eles me espancaram e me deixaram lá no chão, demorei um tempo para conseguir levantar, mas consegui porque eu não sou tão mole assim e eles tiveram sorte que estavam em muitos, caso contrário quem os surraria seria eu, só estava pensando em como explicaria isso para meu tio Colin quando ele me visse todo arrebentado daquele jeito. Chegando no seminário entrei sem fazer alardes passei por todos de cabeça baixa até mesmo pelo meu tio Colin, até finalmente chegar ao quarto só precisaria descansar e fazer uns curativos que estaria pronto pra outra. Foi quando ouvi baterem a minha porta:

– Taehyung… É o seu tio Colin, posso entrar?

– Sabe o que é eu to um pouco cansado, andei o dia todo procurando emprego e não encontrei, e eu só queria descansar agora pode ser?

– Tudo bem, mas nós precisamos conversar eu volto daqui à meia hora.

– Tá legal entra aí, depois eu descanso. – Disse abrindo a porta para que ele entrasse e sentando na cama de costas para ele.

– Como foi seu dia? Como andam as coisas?

– Difícil tudo muito difícil.

– Olhe para mim quando estivermos conversando. – Disse tentando me virar e me olhou assustado.

– Foi só uma briga de rua nada demais.

– Como nada demais? Está tudo inchado, agente precisa cuidar disso eu vou fazer uns curativos.

– Achei que você iria me dar um sermão.

– Vou querer saber o que houve, mas depois que cuidar disso. – Disse pegando um pouco de água, gelo e uns curativos.

– Não precisa se preocupar eu faço sozinho, mas valeu aí por se importar eu nunca tive um pai, mas é certeza que você seria um bom pai pena que escolheu ser padre.

– Se você prefere assim tudo bem. Eu tenho filhos Taehyung, não do meu próprio sangue, mas os tenho, meus fiéis que sempre vem se aconselhar comigo, me preocupo com eles como se fossem meus filhos, os redentoristas, os seminaristas, todos que vivem aqui e que vem me procurar sendo da comunidade ou não. Se for pensar por essa lógica tenho muito mais filhos do que se imagina não acha? Ser padre também é ser pai de alguma forma só que pai de uma multidão.

– Sinistro não sei se eu daria conta.

– Com certeza daria, é questão de dedicação e força de vontade, não apenas de capacitação. É uma escolha, a vida é feita de escolhas. Conte-me o que houve na rua?

– Encontrei uns ex-camaradas meus aí da época e eu fazia você sabe da época que eu roubava e cheguei a ser preso. Acontece que eu fiquei com a grana toda pra mim e sumi até ser preso, e eles quiseram me dar uma surra pra descontar só isso nada demais.

– Tem certeza que foi só isso mesmo?

– Foi

– Tudo bem, eu acho que deveria confiar mais em mim.

– Mas eu confio, como sabe se estou escondendo algo?

– Alguns padres adquirem dons, outros não e eu tenho vivência de vida o suficiente para saber dessas coisas.

– Sinistro.

– Vou te deixar descansar, que Deus o abençoe. Até amanhã.

– Valeu. Até amanhã.


O tio Colin era uma pessoa bacana, meu pai havia me abandonado desde quando soube que minha mãe estava grávida e minha mãe nunca me aceitou como filho por causa disso, eu cresci largado e sem família, mas via no Colin uma figura paterna, de família e isso me fazia bem. Eu terminei de fazer os curativos e deitei na cama tentando dormir foi quando ouvi uns gritos vindos do casarão ao lado, fui correndo ver o que era e foi quando me deparei com aquela cena. Uma sombra de uma mulher muito bela que gritava muito e chorava, não era uma pessoa apenas uma sombra. Naquele instante fiquei paralisado com aquela sombra no jardim da casa ao lado e perdi os movimentos do corpo E naquele momento só pensava em uma coisa, naquela lenda da mulher desesperada que morreu queimada na cidade, será que era ilusão de ótica ou aquilo era real? E o que aconteceria comigo que não conseguia sair do lugar


CONTINUA



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