História Run - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens V
Tags Bts, Taehyung
Exibições 8
Palavras 1.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Cross-dresser
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Chantagem


Fanfic / Fanfiction Run - Capítulo 5 - Chantagem


– Mas é assim que você recebe sua mãe.

– Engraçado você só lembrar isso agora, passei anos preso e a senhora nem aí.

– Filho você sabe como é complicado uma mulher fazer visita em presídio, é perigoso, mas eu orei por você todos os dias.

– Mentirosa você nunca foi de igreja, nem de ter fé tanto é que eu cresci sem fé por sua culpa.

– Isso já não é mais um problema né, eu te mandei para um lugar onde as pessoas têm fé então em questão disso eu já resolvi.

– Pra você é tudo muito simples né, o que você quer aqui?

– Vim te fazer uma visita ver como você está. Eu sei que o seminário não deve ser bem o tipo de local que você gosta. Mas é temporário meu filho, assim que você arrumar um emprego você vai poder vir morar com a mamãe. Agora não tem condições por que…

– Pode parar, some daqui, eu to muito bem aqui, ter me mandado pra esse lugar foi à única coisa boa que você fez por mim durante toda a vida, agora vai embora. Eu não tenho dinheiro, to desempregado não é isso que você queria dinheiro?

– Nesse caso, eu só vou falar com o Colin, e já vou embora.

– Não, não vai. Eu não vou deixar você entrar pra pedir dinheiro pro meu tio.

– Seu tio? Vejo que já estão próximos, só não esquece que você não tem nada a ver com isso aqui e quando você menos esperar vão mandar você ir embora e daí só vai restar minha casa pra você de novo como sempre, por que eu sou a única que te aturo!

– O tio Colin não é igual à Senhora, agora some daqui. Vai, vai demorou já.


Ela foi embora e eu fui novamente atrás de um emprego, dessa vez em um mercado:

– Oi queria deixar um currículo – Disse para a moça que estava no atendimento ao cliente.

– Agente precisa de um fiscal de loja, você tem exatamente o perfil, só espera um instante vou chamar a gerente.


Eu aguardei uns quinze minutos quando vi aquela mulher linda descendo as escadas, era muito bonita e chamava atenção com seus cabelos loiros prateados e seus olhos verdes:

– Oi você que é candidato à vaga?

– Sim sou eu como vai a Senhora? – Disse estendendo minha mão em sua direção.

– Senhora só a Virgem Maria que está no céu, eu sou a Carmen, você tem o perfil da vaga só preciso ver sua carteira e referências e amanhã mesmo você pode fazer o exame médico e começar. – Disse apertando minha mão me olhando fixamente.

– Nossa! Muito obrigado. Mas eu tenho uma coisa pra falar, eu já fui preso se isso for um obstáculo eu vou entender.

– De maneira alguma já disse está contratado, pode começar amanhã, não sou tão rigorosa na hora de selecionar trabalhadores.


Eu fui embora de lá muito feliz e no dia seguinte já comecei a trabalhar. Fiz amigos e estava levando uma vida normal até cruzar com o Orlando de novo que estava dentro do mercado:

– E aí vejo que arrumou um emprego, fiscal… Já pode começar a me pagar o que deve. E a trabalhar pra mim.

– Eu não te devo nada cara eu só to trabalhando então vai encher o saco de outro.

– Eu acho que não. – Disse me mostrando uma foto em meu celular onde estava minha mãe na frente de sua casa estendendo roupa no varal.

– O que é isso?

– Sei aonde sua velha mora, se não me pagar o que deve ela vai pagar e você sabe que eu conheço quem possa fazer qualquer trabalho sujo pra mim.

– Não se eu matar você antes.

– Tenta a sorte e sua mãe estará morta no outro dia.

– Tá legal eu to trabalhando agora na saída agente conversa.

Eu nem acreditava que estava sendo chantageado por um ladrãozinho de quinta, mas o fato é que realmente ele conhecia gente pra fazer trabalho sujo para ele então eu tive que fazer um acordo com ele para acabar com isso. Ele queria que eu desviasse dinheiro do mercado e repassasse a ele e eu neguei, mas combinei de lhe pagar em parcelas, dando metade do meu salário a ele como pagamento da prestação. Ele aceitou e assim ficou combinado. Se fosse a outra fase da minha vida eu o teria matado ou dado um jeito nele e nem me importaria com aquela velha que nunca foi minha mãe realmente, mas esse tempo que estava no seminário havia mudado algo em mim que nem eu mesmo sabia o que era, mas estava ficando responsável e com maturidade ou era só o medo de ser preso de novo mesmo. Em um dia em que estava trabalhando no estoque, me deparei com Carmem minha gerente:

– Está mesmo trabalhando bem, meus parabéns! – Disse ela se aproximando da onde eu estava.

– Muito Obrigado dona Carmen.

– Me chame só de Carmen, vamos marcar alguma coisa depois do expediente? Um jantar? – Percebi que ela me olhava com segundas intenções e estava muito próxima de mim e quando apoiou sua mão em meu peito naquele momento eu percebi que ela estava de aliança.

– Até poderia se você não fosse casada. – Disse retirando suas mãos de meu peito.

– Ah essa aliança não é empecilho, é só um encontro um jantar pra nos divertirmos ninguém precisa saber. – Disse retirando a aliança e a colocando no bolso.

– Eu acho melhor não, mas obrigado pelo convite.

– Sabe que te contratei não apenas por suas habilidades né, mas também porque é muito bonito. Imagina se você perde o emprego que você demorou tanto para conquistar. – Disse rindo ao me olhar.

– Tá bom a Senhora me convenceu eu aceito, depois do expediente então.


Eu não podia perder aquele emprego, eu estava ajudando com as despesas no seminário, o fato é que eu permaneci lá e não procurei outro lugar como havia dito que procuraria, lá era meu lugar de repouso e que me fazia muito bem e eu tinha me afeiçoado ao meu tio Colin. Então no final do dia fomos jantar:

– Que restaurante lindo você não acha?

– Vamos pedir o jantar?

– Calma por que a pressa, daqui a pouco. – Disse acariciando meu ombro.

– O que está acontecendo aqui?! – Disse um homem ao se aproximar da nossa mesa.

– Calma! Frank agente só veio almoçar. – Disse Carmen com expressão de medo.

– Quem é o Senhor?

– O marido dela!


CONTINUA…



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