História Run Away - Capítulo 3


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Categorias Ao Oni, Ib, Mad Father, Undertale, Yume Nikki
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Aya Drevis, Chara, Dio "Blonde Boy", Flowey, Frisk, Garry, Ib, Madotsuki, Mary, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Alice Mare, Aya, Bonnieweirdy, Castelo Mogeko, Chara, Frisk, Mad Father, Mary, Morte, Rpg Maker, Sangue, Sans, Scream, Suspense, Terror, Terror Não Tão Terror, The Crooked Man, Undertale, Whiteface, Yonaka, Yume Nikki
Exibições 22
Palavras 1.407
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
eu apaguei e refiz essa coisa umas três vezes
to bem satisfeita com o resultado
espero que gosteem~
(tem uns link loko nas notas finais, vai la dar uma olhadinea depois <3)
Vejo vocês la embaixo <333

Capítulo 3 - Capítulo Dois - Brand New


Fanfic / Fanfiction Run Away - Capítulo 3 - Capítulo Dois - Brand New

LONDRES – Treze de Janeiro de 1940

CASA NOBRE – FAMÍLIA REAL DREEMURR

-

 

Chara acordou com uma melodia suave vindo de um quarto ao lado do seu. Era um piano, se não fosse um órgão, ambos que eram frequentemente usados por Frisk. Sabia que o menor amava os dois objetos, e Chara até tocava um pouco de violino, para acompanhar.

Se levantou relutante e vestiu um roupão qualquer, colocando também suas pantufas de coelho branco. Abriu a porta – que emitiu um longo ruído irritante – e saiu do quarto, fechando a porta de novo ao sair completamente. Se sentou no corrimão da escadaria, escorregando por ele até alcançar o chão, onde pulou. Sorridente, andou até a porta da onde saía a melodia doce e bateu, de leve, três vezes na porta.

Ouviu passos se aproximando de onde estava, e a maçaneta girou, revelando um Frisk sonolento segurando uma xícara. Ao ver seu irmão de pé em sua frente, o menor bufou, abrindo espaço para o outro entrar. Chara sorriu e avançou.

– Então... treinando, huh? Me mostre um pouco da música.

Frisk o lançou um olhar de “não era aquela a música”, e Chara suspirou, assentindo.

– Se não é esta, me mostra a que vai tocar no concurso, ora.

O menor o encarou com ódio; provavelmente por não querer mostrar. Mas o olhar de por favor de seu irmão mais velho derreteu seu coração mole.

Sentou-se no banco do piano, colocou a xícara com chá quente em cima de uma mesinha (esta na qual deitavam papéis com notas e letras de música, provavelmente as que ele iria cantar no concurso), e então começou a tocar. Os dedos eram ágeis pelas teclas esbranquiçadas do objeto tão majestoso, e o som enchia a sala de um sentimento novo; tal qual Chara não conseguia descrever.

Porém, repentinamente, um sentimento já conhecido preencheu o coração daquele menino tão distraído: culpa. O peso dos crimes que cometeu, o peso da amizade que quebrou, das palavras que soltou naquele momento de nervosismo, das coisas que ouviu dos lábios alheios. Tudo o que tinha causado veio em uma onda de melancolia em seus ombros adolescentes. E então, começou a chorar.

Frisk – que se deleitava pelo som de seu amado piano – não notou, mas conseguiu sentir o ar de tristeza que havia tomado o quarto. A porta recebeu novas batidas leves, e Frisk novamente parou de tocar sua música. Chara enxugou suas lágrimas e escondeu o rosto, levantando-se rápido e indo em direção ao violino que deitava no chão.

A porta foi aberta, e um homem de aparência estranhamente familiar para o menor apareceu do outro lado. Ele tinha um sorriso macabramente misterioso, e estava acompanhado de Toriel e uma criança pequena e loira. A mulher mais velha sorriu doce e se pronunciou:

– Ah, crianças! Estes são seus novos colegas de quarto! São ambos parentes de uma amiga próxima minha, e ficarão conosco por umas semanas. – A mulher sorriu animada para os dois dentro do quarto. – Ah, quase esqueci de avisar... Eh! E Frisk, meu querido, Allen irá estudar com você no colégio. Chara, meu bebezinho, este é Garry. Ele ficará com você no quarto. Por favor, sem brigas. Deixarei vocês sozinhos para se conhecerem melhor. Garry, Allen, se sintam em casa, pequenos!

A porta foi novamente fechada e os garotos novos se sentaram em um sofá azulado que ocupava uma pequena parte do imenso quarto em que estavam. Allen parecia apaixonado pelo mesmo, olhando cada canto do local e apreciando cada instrumento ali presente. Frisk sorria pela reação do outro. Chara foi o primeiro a se pronunciar:

– Sabia que mamãe iria adotar outras crianças logo. Afinal, ela amava de verdade Azzy, e não consegue lidar com seu instinto maternal por outra criança. Não se sintam em casa tão cedo, certo? E, senhor de peruca roxa, a cama ainda é minha-... ouch! – exclamou ao sentir o tapa de Frisk em sua cabeça. – O quê?! Estou apenas avisando, oras!

Os olhares penetrantes de Frisk calaram a boca do irmão mais velho com sucesso.

– Uh... com licença... p-pode me ensinar a tocar isso? – Allen perguntou de forma tímida para o mais novo, puxando de leve seu moletom. Frisk sorriu doce, assentindo e o guiando até o piano. Os dois sentaram no banco largo, e o moreno começou a ensinar de maneira silenciosa ao loiro como tocar. Começaram com “You are my Sunshine”, um clássico.

Chara e Garry permaneceram em silêncio por longos minutos, apenas escutando as tentativas falhas – mas as vezes boas – de Allen ao tentar tocar a música. Garry soltou, quando estava ficando até desconfortável:

– Você não deveria andar perto de Mary.

O moreno arregalou os olhos, lentamente encarando o outro ao seu lado. Garry sorria – como sempre.

– O que você sabe sobre... q-quem é Mary, afinal?

– A menina que baba por você, mas é sempre impedida de se confessar. E é impedida por ela. – riu rouco. – Espere! Estragou seu assunto com ela também? Não sabe conviver com mulheres, Chara?

O moreno apertou a almofada que segurava.

– Não ouse mexer em Yonaka. – sussurrou. O arroxeado riu novamente.

– Acha que eu quero algo com ela? Não, claro que não! Mas... eu sei o que vocês fizeram... – Chara arregalou os olhos, surpreso. – Hehe... isso atraiu sua atenção? Não se preocupe! – chegou perto do ouvido alheio. – Eu já fiz isso também...

O garoto não poderia estar mais surpreso e chocado. Garry se afastou e se levantou do sofá, indo em direção a porta.

– Irei me ajustar em seu quarto, Chara. Preciso descansar. – sorriu, e completou. – Eu fico com a cama!

Chara murmurou umas maldições básicas e começou a se preocupar sobre seu segredo obscuro; acima de tudo, sobre a segurança de Yonaka. Claro, não só dela, ele não se preocupava só com ela. E, além do mais, a menina não o deixaria se aproximar.

Ela o odiava agora.

 

“– Eu não sei o que dizer. – ela disse, com sua voz trêmula. Soltou uma risada nervosa. – Fui uma... ingênua por acreditar em suas palavras? Fui boba? Ah... você nunca iria mudar, não? Você amava fazer aquilo... me perdoe por confiar em você, então...

– Yonaka, me deixe-..

– Mais boba ainda por pensar que mudaria por mim. – sorriu; agora pequenas lágrimas escorreram pelas suas bochechas. – Ah! Ainda mais por mudar... por sua conta. Agora me diga, quem você matou? Onde escondeu o corpo? Na colina? Ora, quebrou duas promessas de uma vez só? Não deveria prometer nada, então.

– Y-Yonaka...

– Eek. – murmurou, soltando a arma que segurava no chão. – E pensar que eu realmente lutei contra minha tentação por você. Mas isso foi bom... aquilo era errado, e um crime. Não farei isso de novo só porque você fez. Vá para a cadeia sozinho, megalomaníaco."

 

É, ele realmente tinha um enorme problema.

 

????? – Treze de Janeiro de 1940

_Erro_

-

 

– Sheesh! Quaaanto trabalho... – sussurrou. – Aah. Você realmente gosta de assistir esse tipo de coisa? Isso é nojento, G.

– Nyaah! Me deixe sozinho, então! – a sua voz era manhosa. – Se eu gosto de ver isso, e se eu gosto da cor vermelha, é problema meu! Não veja se não quiser, nya!

Os dois ficaram em silêncio por um tempo, apenas assistindo a o que estava em sua frente. Um deles soltou uma pequena risada.

– Veja comigo, Jo... essa Alice é um tanto quanto curiosa, certo? Nya, não curiosa como as outras Alices, mas... diferente, não?

– Sim. É uma bela Alice! Tão misteriosa e perigosa como a primeira de todas. Chamemos ela?

– Nyaah! Claro!

Barulhos de discagem são escutados, e por fim uma voz responde a ligação.

Moge? O que você quer? Tem notícias boas para mim?

– Hehe! Tenho sim, nya. Nova Alice chegando, melhor se preparar~.

EEEH? POR QUE NÃO AVISOU LOGO, IDIOTA! TENHO QUE ME PREPARAR! Moge-ge! Vamos vamos, arrumem a sala, o quarto principal! Temos nova visitante!~

O telefone desligou, e as duas figuras misteriosas riram juntas.

– Divertido. Vai ser divertido.

– Sim sim! Eh, veja, a Alice está soluçando! Parece que teve seu coração de ouro partido!~

– Ora, não podemos deixá-la triste. Mogeko irá cuidar disso depois. Agora, vamos! Temos que conhecer nova Alice!

– Ah! Nya, espere por mim!

Passos se afastam, e os soluços aumentam de  volume. A nova figura misteriosa está agora sentada na calçada, abraçando suas próprias pernas e xingando a si mesma por ser tão boba, babaca. A menina levanta o rosto ao ver que alguém se aproxima.

Yonaka está afetada demais para poder recusar a oferta de um copo d’água. 


Notas Finais


ta
Aqui os links pras músicas que o Friskinho lindo tocou no piano:

Primeira música: https://www.youtube.com/watch?v=Ht9Jgj4ZRP4

Segunda música: https://www.youtube.com/watch?v=SWKR0BzL_z0

Terceira música: https://www.youtube.com/watch?v=oO0E_yIGRWo (imaginem que o Allen toca a parte verde, e o Frisk a parte azul)

Bom, é isso. SE FOREM COMENTAR DIGAM SEUS SHIPPS TA? EU FICO CONFUSA
MEU INSTINTO DE YAOI FALA MAIS ALTO COM OS ALLENFRISK E CHARISK E SANSRISK DA VIDA
ME AJUDEM DJBMDNSBFMNSDVJFHG
Um bjo de purpurina na bundenha~
Falow


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