História Runaways - Capítulo 2


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Categorias Jake Bugg
Personagens Jake Bugg, Personagens Originais
Tags Jake Bugg, Originais, Run Away, Runaways
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Palavras 1.929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nome do capítulo faz referência a Grey's Anatomy sim hahahaha
Espero que gostem <3

Capítulo 2 - Girl From The Bar


Fanfic / Fanfiction Runaways - Capítulo 2 - Girl From The Bar


                                                          Pov Scarlet
Era muito estranho estar alí, sozinha, no meio de um monte de adultos irresponsáveis, bêbados e drogados. Mas confesso que eu gostei, e muito. Alí tocava só musica boa, todo mundo se divertia.
Cheguei a conclusão de que eu deveria me divertir também.
Amber, a barista, me perguntou:
- Filha do Henry, huh? O que vai querer pra hoje mocinha?
- Ah, é, nada, por enquanto.
Um garoto, que estava sentado no chão, num canto do bar, estava fumando e lendo, até que me ouviu recusar a bebida. Daí então, começou a me encarar. Fiquei um pouco assustada com isso, então resolvi ir tomar um ar, lá fora.
Já era noite, e estava frio. Eu não levei blusa.
Pensei um pouco, e, caramba! É uma ótima desculpa pra ir embora daqui!
Quando estava descendo as escadinhas, aquele garoto misterioso sai pra fora.
- Hey! - gritou. 
Parei e me virei pra ele.
- Oi - respondi
- Daqui a umas horas o seu pai vai começar a dar trabalho, acho melhor você ficar por aqui
- Parece que todo mundo aqui me conhece
- Você não, ninguem liga pra você. A gente conhece o Henry.
- O que você quer, aliás?
- Dá uma chance pro Folksind. Se você ficar, prometo que não vai se arrepender. Você não quer ser a primeira a sair daqui descontente, né?
- Eu não conheço ninguem
- Jake. Agora me conhece. Você é?
- Scarlet. Pode me chamar de Sky.
- Seu nome é poesia.
- Oi?
- Scarlet. Sky. Seus olhos AZUIS. Seus olhos são azuis como o céu.
Não pude evitar rir.
- Se isso foi uma cantada, foi cafona - ri
- Não foi. Mas seu nome me deixou inspirado.
- Você tá é bêbado.
- Então venha ficar também
- Eu não bebo
- Qual é. Você é filha do Henry Avery, o nosso recordista no balde de cerveja! Tem que ter herdado o talento do pai.
Pensei um pouco e resolvi ir.
Jake me pegou pela mão e fomos pra dentro.
- Amber, traz uma rodada de vodka pra garotinha aqui. Ela vai aprender a beber!
Enquanto esperávamos, Jake ficou me encarando.
- Perdeu alguma coisa?- perguntei
- Você é bem grossa quando quer hein. Mas eu acho isso interessante.
- Ah, vai se danar.
Ele riu. Nossas bebidas chegaram.
- Experimenta!
           *FLASHBACK ON*
Na noite anterior ao vôo..
-Se você pensar em se tornar uma alcoolatra igual ao imprestável do seu pai, você vai apanhar tanto, tanto que vai levar anos pra você sair do coma em que vai entrar! - Luke gritou
           *FLASHBACK OFF*
- Você tá bem? Scarlet?- Jake perguntou, preocupado.
- Estou- respirei fundo
- Henry?! Corre aqui!! Vai perder o primeiro gole da Scarlet!!!- Jake gritou
Todos olharam pra mim. Henry veio correndo até onde estávamos.
- Jake seu merda, levando minha garotinha para o mal caminho! - todos riram - Vai Sky!
Dei uma cheirada naquilo, e então virei o copo todo de uma vez só.
Era ácido, senti minha lingua queimar, meu estômago em chamas. Uma sensação inexplicável invadiu meu corpo. Era bom, muito bom.
Todos vibraram com o meu feito.
- Herdou o talento do pai, tá vendo só?! - Jake gritou- Você vai querer mais? Amber! Mais uma pra mocinha!
E assim foi o resto da noite; enchi a cara pela primeira vez na minha vida.
Se minha mãe e Luke souberem disso, eu estarei muito encrencada. Mas isso só torna ainda mais êxtasiante.
Jake me levou até em casa, já que eu não estava sequer conseguindo andar. Me lembro dele me colocando pra dormir e depois eu apaguei.
No outro dia, meu pai me acordou cedo, batendo insistentemente na porta do meu quarto. Levantei aos tropeços, assustada.
- O que foi? - perguntei ainda grogue
- Sua mãe no telefone - me entregou o aparelho e voltou para o seu quarto
- Mãe?
- Você tá falando estranho. Tá bêbada?!
- Kate, eu acabei de ser acordada, você quer o que?
- Você não me engana Scarlet
- Não tô nem aí Kate.
- Seu pai te matriculou numa boa escola?
Caramba! Nem lembramos de escola!
- Ah, claro. Vou ir conhecer o campus amanhã- menti
- Que bom... Filha, e aí, seu pai está com outra mulher? - parecia envergonhada, e estava falando baixo
- Não sei. Se está, ele ainda não me apresentou. Porque você quer saber?
- Curiosidade. Está com saudades de casa?
- Não. Aqui é minha casa agora.
- Não, aqui é a sua casa, no Brasil.
- Eu detesto o Brasil, mãe. E detesto o seu marido também, então, o Canadá me parece muito melhor.
- Nossa...
- Eu pretendo voltar a dormir, então, se ainda tem alguma coisa pra falar...
- Pode ir, depois eu ligo de novo
- Para de gastar com ligação internacional, Kate
- Você não me responde no WhatsApp, tenho que falar com você de alguma forma, não é?
- Tchau Kate
- Tchau filha
Desliguei e voltei pra minha cama, mas não consegui dormir de novo, então levantei e fui até a cozinha ver se encontrava algo pra comer, mas não tinha absolutamente nada.
- Tá com fome garotinha?- Henry perguntou
- Pois é
Ele apontou pra uma caixa que estava embaixo do armário.
- Tem dinheiro aí. Compre alguma coisa no mercado. Tem um á duas quadras daqui. Me desculpe, eu não costumo fazer compras, porque eu quase não como. Mas vou providênciar isso mais tarde.
- Você quer que eu faça as compras?
- Eu teria que levar você de carro. Bem, vou só colocar outra roupa.
Me troquei também e dei uma ajeitada no cabelo. Quando chegamos lá, Henry estacionou e então acendeu um cigarro.
- Você quer? - perguntou se referindo ao cigarro
- Outra hora.
Peguei o dinheiro e fui. Comprei o básico pra sobreviver por um mês. Eu estava indo em direção ao caixa e então me deparei com Jake, que também estava indo pra lá.
- Como você não tá morta? E a ressaca?
- Tô tranquila, como se nada tivesse acontecido.
- Caralho, você é mesmo filha do Henry, tá no seu sangue!
- Obviamente né.
Avisto meu pai entrando no mercado.
- Jake, você por aqui rapaz? Está de olho na Sky, né? Vai ser ótimo pra você sair dessa bad horrorosa.
- Scarlet é só uma garota legal que eu conheci num bar.
- Sempre recusando as garotas. Você é gay?
- Poderia, mas, não.
- Que se foda. Vou voltar para o carro. Vê se não demora aí Sky.
- Já vou.
Saiu e pegou um cigarro.
- Garota num bar então?
- Exatamente. Tenho que ir. - abandonou suas compras e saiu andando.
Jake era um cara estranho, mas eu não gosto de julgar as pessoas sem antes conhecê-las e ele tem sido legal comigo. Ele é o tipo de cara que minha mãe jamais iria querer que fosse meu amigo.
Mas eu não me importo, não mais. Meu pai é um cata maneiro e eu me dou muito bem com ele, e esse primeiro dia foi melhor que todos os anos que eu passei em São Paulo. Principalmente depois que Kate conheceu o maldito Luke.
Enfim, depois de fazer as compras, voltamos pra casa. Tomamos um café bem forte e conversamos. Meu pai me matriculou na Stratford Northwestern Secondary School; vou começar lá amanhã. Eu sinceramente não queria ir pra escola, ter que conviver com um monte de adolescentes que provávelmente não vão gostar de mim, vou novamente me isolar de todo mundo, o que vai irritar algumas pessoas que não tem nada pra fazer além de cuidar da vida dos outros, o que vai me colocar em encrencas.
Lá em São Paulo, as garotas que se achavam melhores que todo mundo, viviam perturbando o meu juízo. Aí acabavamos brigando. Eu batia nelas sem dó. Luke me acha uma delinquente por esse fato.
Será ótimo pra criarem Rosalie agora que eu estou longe e não vou mais arrumar problemas pra eles. Mas eu também não me importo com isso, minha vida está muito melhor agora.
A noite estava chegando.
Tomei um banho, coloquei uma calça preta, regata do The Neighbourhood preta, all star, e fui pro Folksind com o meu pai.
Ele ia se apresentar hoje, estava muito animado. 
Jake já estava lá quando chegamos. Pra minha surpresa, estava afinando seu violão, prestes a se apresentar.
Assim que ele notou minha presença, me encarou e depois sorriu. Ele era tão lindo, tinha lindos olhos azuis que iluminavam sua expressão quase sempre pesarosa. Alguns diriam que ele é o tipo de pessoa que tem uma vibe ruim, que transmite sentimentos ruins, como a tristeza. Pra mim? Ele é apenas incompreendido. Temos isso em comum.
Ele cantou uma música que eu nunca tinha ouvido antes, provávelmente de sua própria autoria. Era uma musica muito boa por sinal (https://www.youtube.com/watch?v=J9XwFecNXyU)
Quando ele terminou, fui até ele.
- Caralho! Você é muito bom! Não sabia que você cantava.
- Você não sabe nada sobre mim, a não ser sobre eu ser um bêbado, drogado - disse ironicamente
- Então me deixa te conhecer
- Não, eu não confio em você- fiquei perplexa com isso
- O que?!
- Você ouviu o que eu disse.
- Eu não tô te pedindo pra me contar todos os seus segredos, eu só quero te conhecer, me aproximar, mas tudo bem. Vou indo.
Jake deu de ombros e eu fui até Amber. Pedi uma garrafa de Jack Daniels, sempre quis experimentar, e fui para o segundo andar. Lá tinham algumas mesas e uma pequena varanda, que é pra onde eu fui, já que queria ficar sozinha.
Tomei um pouco da bebida.
Porque diabos eu não sou uma pessoa confiável? O que caralhos eu fiz de errado? Não consigo entender, mas também não vou forçar a barra. Se ele quer assim, não posso fazer nada.
Peguei um pedaço de papel amassado que estava na minha bolsa e uma caneta,e comecei a escrever. Toda vez que preciso colocar pra fora o que quer que eu esteja sentindo, eu escrevo, músicas pra ser exata. Não que eu as cante, eu até fiz aulas de canto, mas sou muito tímida. De qualquer forma, é só uma forma de desabafo.
Alguns minutos depois, Jake veio falar comigo.
- O que você tá fazendo? - perguntou enquanto tragava o cigarro.
- Nada - amassei o papel novamente.
- Me deixa ver, vai - ele disse, pegando o papel da minha mão.
Ele leu rapidamente.
- Me devolve, por favor - pedi
- Scarlet! Isso daria uma ótima música, você sabia? - ele disse animado - você canta?
- Definitivamente não.
- Vamos criar uma melodia e cantaremos juntos, que tal?
- Eu não canto, mas se gostou tanto assim, pode ficar pra você.
- Quando eu ganhar dinheiro com essa música, eu te pago os direitos autorais. Obrigada!
Sorri. Ficamos em silêncio por alguns minutos. Ele ficava lendo e relendo minha música toda hora. (link da música:https://www.youtube.com/watch?v=wFpx_T6G8Lo)
- Soube que você entrou pra Stratford Northwestern. É uma boa escola.
- Eu odeio a escola.
- Vai ser bom, você vai conhecer pessoas normais, sóbrias pra ser mais exato - rimos - É melhor você não beber muito - disse pegando a minha garafa de Jack Daniels e bebendo o restante de uma vez só.
- Eu já estava indo embora.
- Eu te acompanho.
Pensei em recusar, mas não queria ir embora, então aceitei a companhia.


Notas Finais


Por favor deixem seus comentários a respeito, lembrando que críticas construtivas são sempre bem vindas.
E lembrando também que eu sou uma autoria iniciante, então por favor não me xinguem muito hahahahaha


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