História Runnin - Capítulo 2


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Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aioros de Sagitário, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Hyoga de Cisne, Isaak de Kraken, Kanon de Gêmeos, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Saga de Gêmeos
Tags Camus, Cdz, Drama, Lemon, Milo, Romance, Saint Seiya, Suspense, Tragedia, Yaoi
Visualizações 38
Palavras 1.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei!
Por pedido do público *se abaixando e fazendo reverencia* continuarei a fic. Acrescentando que ou atualizava hoje, ou na semana que vem!
Fico IMENSAMENTE agradecida pelo apoio, tanto nesta, quanto nas outras fics. Vocês não sabem como isso faz bem á nós escritores.
Agradecendo também mais de 50 views! *batendo palmas*

Então GRANDE beijo no coração de vocês!

O capitulo de hoje terá alguns termos numerados, que estarão nas notas finais.
Ouçam: Dust In The Wind - Kansas.

Capítulo 2 - Dust In The Wind


Fanfic / Fanfiction Runnin - Capítulo 2 - Dust In The Wind

Chap 2 - Dust In The Wind


 Alguns dias se passaram, Camus já havia voltado - com muito custo - para a empresa. Mas nada apagava as lembranças daquele lugar.

 Sentia-se sufocado, seu coração doía sempre que olhava para aquela mesa, a mesa que antes era de seu PAI. 

 Não pôde evitar de lembrar da época em que era apenas um jovem e sonhador garoto. 



 Flashback


 Oito anos atrás...


 Camus caminhava com seu pai pelos gigantes corredores da empresa Lavosier's. Para uma criança, tudo era encantador, e disso muito se admirava Dégel.

 Parando em frente a sua sala, o mais velho pôs-se a falar:


- Veja filho, esta é a cadeira de seu pai, e em breve será sua. - sorriu contente com a imagem em sua mente, via em Camus muito potencial. 


- Mas eu só tenho doze anos, como sabe que será minha? - pergunta o jovem Camus.


- Você é brilhante meu filho, esperto como seu pai, e puxou a beleza de sua mãe. - disse Dégel sorrindo - Você vai chegar longe meu filho. 


- Acha mesmo? - perguntou esperançoso.


- Mas é claro! - apenas disse sorrindo. 


Flashback Of



 Camus sorriu sem perceber ao lembrar-se de seu pai, e uma lágrima solitária caiu em seu rosto. 

 Sem perceber, alguém se aproximou sorrindo carinhosamente. Era loiro, com cabelos que eram quase cacheados, e havia uma pinta abaixo de seu olho esquerdo. 


- Afrodite! - Camus disse ao ver o homem - O que faz aqui?


- Meu período na Itália acabou, e vim ver um amigo que precisa de mim. - sorriu e abraçou o ruivo. 


- Obrigado... - sussurrou ele - por tudo.


- De nada, agora vamos mudar essa carinha. Hyoga me contou que no início deste mês você deu uma bela caída. O que se passa?


- É complicado! - suspira - Acho que este pesadelo não terá um fim nunca. 


- Acalme-se meu amigo. Tudo vai dar certo. - sorri o sueco.


- Será? Sinceramente, eu não sei se acredito. 


- Mas eu acredito, e você também deveria.


- Estou tentando, não está fácil, mas eu vou conseguir.


- Assim que se fala amigo! Agora, vamos resolver as coisas de sua empresa. 


- E desde quando você entende algo sobre gerenciar uma empresa? - pergunta Camus com ironia. 


- Nossa, já está irônico? Saiba que eu sei TUDO sobre gerência. - fez cara de indignado. 



 Juntos foram para o escritório de Camus, Isaak havia deixado uma boa parte da papelada pronta, restando apenas para ele assinar alguns documentos.

 Afrodite estava sempre ao seu lado, o ajudando, e ele próprio nem se lembrara desde quando. Mas tinha certeza de que desde... sempre.  

 Se conhecem há muito tempo, desde que Camus morou um tempo na Suécia com seu pai, á negócios. Podia afirmar que Afrodite era muito mais que um amigo, era um IRMÃO! 

 

 Passado um pouco do transtorno de Camus, ele tentou ao maximo distrair-se com os compromissos do dia.

 Eram reuniões, palestras, assinaturas, a criação de contratos, venda e compra de ações. Diversão não faltava NUNCA! 

 Eram tantas as coisas para se fazer na semana, tantos compromissos. Camus arrependeu-se amargamente ter faltado o emprego nos últimos dias. 

 Mas sem se deixar abater, resolveu tudo o que pôde. Assim ficando com a tarde livre. 


- Vamos almoçar Afrodite, tem um ótimo restaurante aqui. - disse ele tentando parecer animado. 

 



***




- Você tem que, e VAI nos trazer estas informações Milo! - dizia Saga batendo com a mão na mesa.


- E não adianta tentar nos enrolar, entendeu? Ou irá se arrepender. - completou Kanon.


 Milo apenas ouvia tudo de cabeça baixa, seus irmãos lhe deram uma grande chance, e em troca teriam as informações que precisavam.


- Ele voltou para a empresa, marque a reunião e termine logo com isso. 


- Tudo bem. Farei tudo o mais breve possível. - disse Milo e saiu.


 “Será que tudo o que eu faço NUNCA é o suficiente? Eles sempre querem MAIS, nunca se contentam com o que têm. Sempre foi assim, e sempre vai ser." - pensava Milo desolado.


 Tudo o que ele queria era dar orgulho aos irmãos mais velhos, que eram honrados, respeitados. Queria ser como eles, ter o reconhecimento que eles têm.

 Mas não, tudo o que ele fazia não gerava nada, então decidiu: ligaria para a secretária do senhor Lavosier e marcaria uma reunião. 

 Saiu decidido a conseguir informações, nem que tivesse que arrancar com as próprias mãos.


- Alô!? Hum... gostaria de marcar uma reunião com o senhor Lavosier. Sim, eu sou um homem que tem algo que o senhor Lavosier quer.


...


- Sim, foi tão divertido Camus.

 Eles me aplaudiram e tudo! Até pediram autógrafo. - contava Afrodite sobre sua exposição na Itália. 


 Afrodite era um pintor famoso, e seu verdadeiro nome é Emery Crichlow Dorough¹, Afrodite é seu nome artístico. 


- E o Máscara da Morte? Como vocês estão? - pergunta Camus tomando seu suco.


 Estavam em um restaurante. Máscara da Morte era o apelido de Matteo, por ele ser conhecido como um homem estranho e ameaçador. 

 Camus não se agradava muito dele, mas se o amigo estava feliz, quem seria ele para impedir isso? 


- Estamos muito bem, ele é um amorzinho. - sorri o sueco - E você Camus? 


- Eu? Eu o que? - perguntou não entendendo. 


- Oras, sua vida amorosa! - girou os olhos. 


- Não tenho uma vida amorosa. - respondeu sério.


- Fala sério, nenhum pretendente? - perguntou incrédulo. 


- Não, e pretendo deixar assim.  


- Credo, então tá! - conformou-se. 



 Terminado o almoço, voltaram para a empresa, Camus terminou seus afazeres e ficou conversando com o amigo. Afrodite contava á Camus suas aventuras artísticas, e ele interessado, ouvia tudo.


- Seu pai ficaria orgulhoso Afrodite! - disse Camus.


- É... o senhor Albafica² ficaria sim. - sorriu ele, sonhador - E o seu já está orgulhoso Camus.


 Ambos se olharam com olhos brilhantes, que transmitiam saudade. 

 Albafica foi um homem muito bom, conhecido mundialmente. Foi um excelente médico, seu nome ficou na história. 


- É... espero que sim. - o ruivo deu um meio sorriso. 



 Após o termino dos serviços, Afrodite saiu em seu carro para seu apartamento e Camus voltou para a mansão. 

 Pensando, mal olhava o caminho que sempre percorria. Estacionou o carro, e entrou na casa. 

 O jantar estava quase pronto, e seus filhos deviam estar em seus quartos. 

 Tomou banho, colocou uma roupa mais confortável e desceu.


 Encontrou os meninos na mesa, ambos lhe sorriram. Sorriu de volta e sentou-se junto deles.


- Boa noite pai, como está? - perguntou Isaak. 


- Muito bem, obrigado! - mentiu, não queria preocupa-los.


- Como foi seu dia? - perguntou Hyoga.  


- Ah, o tio Afrodite está em Atenas. Passou o dia comigo na empresa.


- Tio Afrodite! Que bom pai. - disse o loiro.


- Sim... foi legal. - limitou-se a sorrir. 



 Após o jantar, Camus foi para o seu quarto e jogou-se na cama. Olhou para o teto e fechou os olhos, mas não dormiu.

 Ficou mergulhado em pensamentos: 


“ Eu fecho meus olhos, apenas por um momento. E o momento se foi.

 Todos os meus sonhos, passam diante dos meus olhos, em curiosidade.


 Poeira no vento,

Tudo o que somos é poeira no vento...


 A mesma velha música, apenas uma gota de água em um mar infinito.

 Tudo o que fazemos, desaba sobre a Terra, embora nos recusemos a ver. 


 Agora, não espere,

Nada dura para sempre, apenas o céu e a terra

 Isto escapa,

E todo o seu dinheiro não comprará outro minuto


Poeira no vento,

Tudo é poeira no vento."³



 Camus pensava profundamente, até que ouviu batidas na porta.


- Pai, sou eu, Hyoga. - o mais novo chamava.


- Entre Hyoga. - disse.


 O loiro entrou e olhou nos olhos do pai, que o olhava confuso.


- Aconteceu algo? - perguntou Camus.


- Só vim ver se o senhor está bem. - sorriu - Gostei de Afrodite estar aqui. 


- É, você sempre gostou de seu tio. 


- Não é por isso, ou não só por isso. - riu - Ele vai te ajudar, creio eu.


- Sim vai, também me alegro da presença dele. 


 Ambos sorriram, Hyoga abraçou o pai e lhe deu um beijo na testa. 


- Boa noite pai. - disse indo para a porta.


- Boa noite... filho! - respondeu sorrindo de leve.



 Não muito tempo depois, Camus já estava dormindo. Com o tempo as coisas voltariam ao normal. 

 Aos menos era o que ele pensava, o que Camus não sabia, era que tudo estava apenas começando... 








Notas Finais


¹ Nome fictício criado por mim através da junção de nomes dos cantores e compositores que gosto!

² Quem melhor que o Alba pra ser o papai de nosso divoso Dite!?

³ Música: Dust In The Wind - Kansas.


Curiosidades:

Lavosier e Pontare são sobrenomes dos físicos e químicos que eu AMO.

Alguns nomes dos cavaleiros de The Lost Canvas irão aparecer pra preencher a fic!

*Avisinho*

Esta obra é de Universo Alternativo, assim não condizendo com os tempos das Sagas.
***

Entããão, o que acharam do segundo capítulo?
E esse Milo todo determinado?
E esses gêmeos exigentes?
No que isso vai dar?


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