História Running Against Time - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Luta, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 02


*Minutos antes* 


Do lado de fora do prédio as garotas aguardavam algo, mas não era os meninos. Camila parecia impaciente, quase impossível de se controlar. 


Olhavam de um lado para o outro, procuravam por alguém ou algo. 


- Ele vai demorar muito? Tô me sentindo tão péssima por isso! - falou Camila que estava impacientemente nervosa. 


- Ele deve chegar a qualquer momento. Ele disse que estaria aqui na hora certa, vamos esperar e confiar. - disse Lauren olhando em volta através dos vidros do carro. 


Enquanto Lauren batia as mãos no volante aguardando e Camila mordia os lábios de tanto nervosismo, chegou um cara com um carro super silencioso do lado das meninas. 


Os vidros do carro se abaixaram e então surge ele, Simon Cowell, o delegado mais fodão de Nova York. Os bandidos temiam por ele. Ele não perdoava criminoso, metia bala se necessário.


As meninas o olham e ficam uns segundos em silêncio. 


- Onde eles estão? - foi direto e claro, perguntou Simon. 


- Lá dentro... Eu me sinto tão... Promete que não irá machucá-los? - Lauren diz com tom de arrependimento. 


- Eu não prometo nada. Somente o nosso trato, eu sou um homem de palavra e irei cumpri-lo. - disse Simon saindo do carro, pegando sua arma e engatinhando. - Vocês podem ir agora, antes que não consiga escapar e seria realmente uma pena ter que jogar vocês numa prisão. - falou Simon com tom de sarcasmo. 


- Está tudo certo no aeroporto? Não irão barrar a gente? - Camila perguntou impaciente. 


- Sim, está! Vocês irão até a alfândega, irão procurar por esse cara - Simon entrega um papel para Lauren - ele irá levar suas malas e garantir que cheguem seguras no México. - falou Simon com pressa. 


- Ok, adeus... Simon. - disse Lauren com tom de nojo. 


O cara era realmente de dar medos, e aquela farda não ajudava em nada. As garotas ligaram o carro se preparando para ir embora quando Simon soltou uma piadinha para as garotas: 


- Vocês deveriam se sentir péssimas, traindo seus amigos desse jeito... - Simon foi interrompido por Camila.


- Tínhamos nossos motivos. - gritou ela. 


- Claro que tinha! - Simon ironizou. 


Lauren pisou fundo no acelerador, quando estava perto de sair da rua jogou o dedo do meio no ar, através da janela do carro. 


Simon dar uma risada falsa e caminha em direção ao prédio. Para de frente para a porta, tira sua lanterna e abre a porta. 


Ele adentra no prédio e de cara encontra os garotos indo para a saída. Era a hora exata para ele.


Simon joga a lanterna na cara dos garotos e grita: 


- PARADOS, VOCÊS ESTÃO PRESOS!! 


**


Aquilo soava tão bom para Simon, ele estava tão feliz, ele tinha bem ali na frente dele dois dos maiores criminosos dos EUA. Ele não poderia estragar aquele momento, que era dele. Simon já conseguia sentir o gosto da vitória. 


Harry e Louis pareciam estar nervosos e pensativos. Olhavam disfarçadamente para um lado e para outro, em busca de uma saída. 


Simon continuava na sua posição, apontado a arma e a luz para os garotos. Ele não era do tipo que já ia prendendo, ele gostava de intimidar antes de fazer seu trabalho.


- Vocês não sabe quanto tempo eu passei procurando pelas senhoras. - ironizou Simon. 


Os garotos permaneciam intactos e não sabiam o que falar.


- Essa é hora que vocês imploram pela vida de vocês! - disse Simon alto suficiente para ecoar sua voz grossa e irritante pelo prédio adentro. 


- Não implorei minha vida nem pra Deus, não é para você que irei implorar! - respondeu Louis, ele não levava desaforo para casa. Ou para a prisão, qual seja o destino dele a partir dali. 


- Se vai nos matar faça logo, sem joguinhos. - falou Harry tentando ganhar tempo, tinha algo em mente. 


- SEM JOGUINHOS?!? - gritou Simon bem alto dessa vez. - Vocês jogaram por anos com a gente, nos fizeram de otários por meses, agora é a vez de vocês. - finalizou Simon.


- Como nos achou? E o que fizeram com nossas amigas? - perguntou Harry preocupado, mas ainda enrolando o delegado.


- Amigas? Eu não teria tanta certeza disso. - disse Simon rindo da cara dos garotos, que pareciam confusos.


- O quê quer dizer com isso? - perguntou Louis nervoso.


- Acontece que suas amigas é a razão de vocês estarem nessa situação neste momento. Elas traíram vocês para viver livres no México. - falou Simon abaixando a lanterna mas mantendo a arma apontada para os garotos. - deveriam escolher bem com quem fazer amizades. - finalizou Simon. 


- Vai ficar quanto tempo apontando a arma para a gente? Vocês irão nos matar? - perguntou Louis querendo chorar.


- Vocês? Se não perceberam estou por conta própria aqui. Mas logo chegará reforço. - disse Simon com tom de vitória. 


- Ah, então irá nos matar, fala logo a verdade! - Harry falou impaciente.


- Não eu, a justiça americana irá. Digamos que eu irei contribuir na morte de vocês! - Simon soltou com um sorriso enorme no rosto. 


- O que irão fazer com a gente? - disse Louis não aguentando e soltando algumas lágrimas, escorrendo pelo seu rosto. 


- Justiça! - disse Simon. - Não é só a polícia que estão atrás de vocês, os bancos Novaiorquino estão a caça de vocês por meses e agora tem mais um banco contra vocês. Vocês tem uma lista enorme de inimigos garotos. - completou Simon. 


Harry começa a pensar nas possibilidades de o quê ele seriam capazes de fazer. 


- Você deixou elas fugirem. Iremos contar para a justiça sobre isso. - falou Harry.


- Digam o que quiserem, eu não me importo. Em quem irão acreditar? Em um policial com anos de carreira e excelência ou em dois criminosos, ladrões de banco que diriam qualquer coisa para salvar a própria pele? - perguntou ele convencido. 


Simon pega o telefone de seu bolso e disca o número de seus funcionários da delegacia. Pede para que mandem reforços para o endereço de onde estava falando. 


Enquanto Simon estava no telecine, Harry avista uma passagem que poderia escapar. Pelo teto, mas pelos cálculos um deles conseguiriam sair dali vivo. O outro correria um grande risco de morrer. 


Simon parecia bastante nervoso ao telefone Harry aproveitou o memento para falar com Louis.


- Olha pra cima. - cochicha Harry e Louis o obedece em seguida. - um de nós pode sair daqui vivo... E esse vai ser você. Eu irei distraí-lo, você irá correr o mais rápido que puder e irá sair pela aquela passagem, faça rápido antes que os reforços cheguem. - falava Harry extremamente baixo, mas era o suficiente para Louis compreender. 


Louis fez um olhar de desespero para Harry. Ele não iria deixar o amor da sua vida morrer ali nas mãos daquele brutamontes. Ele tinha que fazer algo, os dois deveriam sair dali vivos. 


- Harry não... Eu te amo... Você vai comigo, caso contrário iremos morrer juntos. Por favor não faz isso comigo! - cochichou Louis caindo no choro.


- Me obedece! - falou Harry um pouco alto mais do que deveria. 


Simon os encara e desliga e começa a caminhar em direção a eles, eles estavam a mais ou menos uns 100 metros de distância de Simon. 


Ele caminhava falando coisas provocativas, para os garotos não tentarem fazer besteira ou morreria ali mesmo. 


- O que as moças estavam cochichando? Fala ou estouro os miolos de vocês. - falou Simon curioso. 


- Nada... Só que não queríamos morrer. - disse Louis chorando. 


- Eu não acredito em vocês! - gritou Simon. 


- Isso é o problema seu! - Harry grita também, o desafiando. 


Simon dá risadas e diz:


- Você está muito nervosa, mantenha a calma ou irá morrer primeiro. Vadia! - disse ele rindo da cara de Harry.


Um sangue subiu nos olhos de Harry, ele iria pular em cima de Simon e mandar Louis fugir, esse era o plano. 


Harry encara Louis pela última vez e diz para ele não aguentando mais segurar o choro: 


- Eu te amo Louis, espero que consiga ser feliz sem mim! - falou ele alto e na frente de Simon.


Louis começou a chorar e fazia que não com a cabeça, para que ele não fizesse aquilo. 


- Que lindinho, mas já estão se despedindo? Isso é muito tocante. - Simon o provocava. 


Simon estava a pouquíssimos metros dos garotos. Ele andava com muito cuidado e devagar. Sempre apontando a arma para os garotos. 


Harry se moveu um pouco, olhando para Louis e acenando com a cabeça. 


- Eu te amo! - Harry disse somente mexendo a boca. 


Harry olha diretamente nos olhos de Simon e se prepara para pular em cima dele. Ele realmente está disposto a dar sua vida por Louis. Quando ele está pronto para pular em Simon... Louis é mais rápido, pulando no delegado. Os dois cai no chão. Louis começou a soca-lo na cara e gritou para Harry:


- VÁ EMBORA!! - gritou Louis super alto. Ecoando o pelo prédio. 


Louis estava em cima de Simon, levando socos dele. Simon consegue pegar sua arma e faz um disparo na perna de Louis. Nesse momento Harry acorda e percebe que aquilo estava mesmo acontecendo. 


Harry então começa a correr, sem pensar simplesmente correu. Subiu as escadas do prédio que dava acesso ao telhado. Simon gritava coisas para ele mas ele não o ouvia, estava com a cabeça a mil naquele momento. Quando chega ao telhado ele abre a pequena porta de acesso e depois a fecha. 


Ele vai em direção aí buraco do telhado, olha para baixo. Simon e Louis estavam ainda no chão, Louis com o rosto todo ferido. Havia muito sangue ali. 


Louis percebe uma sombra e olha para cima, com um olho inchado e consegue observar Harry. Então Simon também o encara e em seguida faz um disparo com a arma. Aproveitou o momento de distração de Louis e atirou no garoto. 


O choro de Louis ecoa pelo prédio e Harry também começa a chorar. Não sabia ao certo onde havia atingido Louis. Ele levanta e começa a correr, pois, ouve sirenes de todos os lados. 


Louis estava desacordado no chão. E Harry não parava de correr, pulava de prédio em prédio chorando e com uma cara de arrependido. Ao avistar uma escada de emergência ele a desce super rápido. Começa a andar para não causar suspeitas. Ele estava tão puto naquele momento, com tanto ódio que podia matar qualquer um que o olhasse torto. 


Ele não sabia qual seria o destino dele dali para frente. Mas iria vingar todos que os fez mal. Lauren e Camila estavam no topo da lista. Ele estava com tanto ódio delas naquele momento. Ainda mais de Simon. 


Para Harry, Louis estava morto. Mas ninguém sabia ao certo o verdadeiro estado de Louis. Harry então vai caminhando até o antigo galpão dele, na esperança de encontrar Liam. Ele só precisava de um amigo naquele momento. Alguém para chorar com ele e orientá-lo. 


Harry se sentia tão culpado, ele deveria ter ficado lá, ter morrido junto com Louis. Mas iriam morrer a troco de nada. Todo o esforço de Louis teria sido por nada. Então Harry teve de fugir. Para poder fazer justiça de Louis quando saísse dali. E é exatamente o que ele planeja naquele momento. O único foco de Harry é matar todos que entraram no seu caminho e tiraram Louis dele. 





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