História Ruthless Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Criminal, Drama, Elizabeth Olsen, Justin Bieber, Romance
Visualizações 1.250
Palavras 2.700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi de novo, obrigada por terem comentado sério fiquei muito feliz awn :3 Mais um capítulo, se tiver algo errado perdoem-me hahaha espero que gostem, nos vemos lá embaixo ;)

Capítulo 2 - Deslocada


Fiquei encarando seus olhos cor de mel por um bom tempo, meus olhos espremidos em raiva tentando intimidá-lo, por mais que soubesse que não sou como meu pai. Justin Drew Bieber. O maior mafioso de Atlanta que compete o posto com Jackson. Não posso negar, ele é gostoso pra cacete, assim como é um filho da puta. Eu o havia visto uma vez, quando ele estava em casa, mas isso não quer dizer que ouvi sobre ele apenas uma vez, muitas vezes escutei meu pai mencionando seu nome e sei que ele não é uma boa pessoa – como se meu pai fosse; mas soube de muitas vezes em que Bieber desviou cargas de Jackson, recebendo a grana em seu nome e tudo que eu consigo fazer é apoiar um pai que nem se importa com a filha que tem.
 

- Só existe um no comando, Bieber, e você sabe muito bem disso.

- Claro que sei Hoffman. E eu vou garantir que esse seja eu - sua voz soou rouca, meu pai não respondera e decidi intervir, já estava cansada dele em minha casa o ameaçando.

- Eu acho que você devia tomar cuidado com meu pai, Bieber. Você sabe que ele é melhor do que você - eu não sabia seu grau de conhecimento na região e nem com que tipo eu estava mexendo, mas sabia o de meu pai e ele mandava em tudo, sempre mandou e não era com o surgimento desse pivete – que aparenta ser mais velho do que eu, mas não deixa de ser pivete – que as coisas mudariam.

- Katniss não se meta nisso! - ele disse gritando e com fúria no olhar, era sempre assim.

- Você tem uma filha, Jackson? - Bieber disse me encarando dos pés à cabeça - Por que a escondeu? - ele riu debochado e passando a língua nos lábios, engoli em seco - Bom saber, Hoffman - ele colocou seus óculos e saiu da sala.

- Eu não disse para você não sair do quarto quando estivesse com alguém aqui na sala, porra? - ele disse segurando meu cabelo e me empurrando até a escada - Sobe e não se mete mais nisso.

- Eu só quis ajudar, porra – contestei querendo chorar pela força que ele aplicara ao puxar os fios de meu cabelo.

- Sobe! – disse apontando para a escada com um olhar de quem queria me estrangular.
 

- Você faz de tudo por liderança né Bieber? Me rouba achando que isso vai afetar meu pai... Será que você não percebeu que com ou sem mim dá no mesmo? - ri em deboche - Você não pensou dessa vez, não é mesmo?

- Continua a mesma marrenta - disse balançando a cabeça enquanto aproximava-se de meu corpo e eu me afastava acabando por encontrar meu quadril em uma estante o que me fez parar de recuar e apenas temer pela pequena distância que ele estava de mim - Por algum motivo seu pai evitou que eu soubesse que ele tinha uma filha, não só a mim, Katniss, mas a todos que ele tem medo. - ele riu se orgulhando de saber que era temido por Hoffman - Tenho certeza que você é importante. E do jeito que Jackson é um covarde, ele vai comer na palma da minha mão com eu te mantendo aqui comigo - ele começou a passar sua mão na minha cintura, chegando até minha bunda e a apertando. Estremeci. Sem pensar, levantei a mão e atingi sua bochecha esquerda; ele logo virou o rosto em direção oposta ao lado atingido e passou suas mãos pela região enquanto seus olhos se espremiam em raiva.

- Não toque em mim. – disse com a voz trêmula. Ele logo me olhou, com os olhos queimando em ódio e pronto para matar. Arregalei os meus e me arrependi do ato que cometi. Eu estava fodida.

- Filha. Da. Puta. - ele disse pausadamente e bateu com boa parte de sua força total em meu rosto, fazendo-o formigar - Ninguém bate em mim, vadia. - ele agarrou meu cabelo com força e foi me puxando até o andar superior como se eu fosse o cachorro maltratado dele, enquanto eu berrava de dor.

Ele andou por um dos corredores do andar até chegar na ultima porta, a qual abriu e me empurrou, fazendo eu ficar sentada no chão com o cabelo colado no rosto por conta da umidade causada pelo choro atrapalhando minha visão.

- Mulher nenhuma levanta a mão pra mim - ele disse apontando o dedo na minha cara, meu rosto úmido pelas lágrimas - Ainda mais a filha de Hoffman. Agora fica quietinha ai, vadia.

Ele virou as costas, trancou a porta antes de sair pela mesma e me deixar sozinha naquele quarto com o chão revestido de madeira fina. Me levantei com a visão turva e comecei a bater com toda a força que ainda me restava na porta.

- Bieber! - gritava rasgando minha garganta - Bieber, não me tranca aqui! Bieber! - eu batia na porta e gritava seu nome, mas ele não se pronunciou durante todo o tempo que eu implorei por ser tirada daquele quarto.

Derrotada, me virei para analisar o cômodo, encontrando uma grande cama de casal no centro, ao lado um espelho grande e uma penteadeira. Haviam dois abajures do lado da cama e uma televisão na parede. Tinham ainda duas portas no quarto, adentrei a primeira que me levou a um banheiro arrumado e a outra a um closet com os armários vazios a não ser pelos travesseiros e cobertas. Nada de roupa. Até que ele havia sido caridoso me deixando neste quarto e não em um lugar pior. Mas isso, imagino, porque a luta não é minha.

(...)

Batidas descontroláveis na porta me fizeram despertar e voltar à realidade após ter resolvido dormir já que era a única coisa que refrescaria minha mente. Não sei por quanto tempo fiquei desacordada.

- To entrando - gritou uma voz feminina. A maçaneta girou e vi uma mulher que aparentava ter uns 50 anos carregando uma bandeja com poucos alimentos e dois seguranças atrás dela. Ela encostou a porta antes de entrar deixando os dois seguranças do lado de fora do quarto - Eu trouxe isso pra você - disse gentilmente

- Ahn, obrigada - disse pegando a bandeja de sua mão e a depositando em cima da cama. Ela assentiu com a cabeça e sorriu sem mostrar os dentes e eu retribui.

Perguntei a mim mesma se aquela mulher fazia parte da gangue dele, mas ela não fazia o tipo de criminosa. Roupas meio sujas e cabelo preso em um coque. Presumi que ela era apenas uma empregada. Quando ela estava prestes a me deixar trancada ali novamente, soltei a voz para que ela parasse. Qualquer coisa é válida.

- Hm, você sabe se o Bieber tá por aqui? - ela se virou para mim, ficamos em silêncio por um tempo até ela resolver me responder.

- Não, - ela engoliu a saliva - ele não está.

- Ah - balancei a cabeça em concordância. Me aproximei dela e a puxei pelo braço para longe da porta, o que a quase fez gritar mas eu tampei sua boca - Não grite, por favor. Só quero te perguntar uma coisa. - ela balançou a cabeça em concordância e eu a encarei por um tempo para ver se ela não gritaria, até que me convenci e tirei minha mão de sua boca - Quais são as chances de você me ajudar a fugir daqui? - ela arregalou brevemente os olhos.

- Srta. Katniss, eu não posso... - ela disse como se sentisse raiva de si mesma em não poder ajudar.

- Quais são as chances? - perguntei novamente. Ela demorou a abrir a boca.

- Nenhuma. Nem mesmo um segurança está permitido de te tirar de dentro deste quarto. Foram essas as ordens. Eu sinto muito.

- Não tem uma hora do dia que tem sossego e eu possa escapar? – encarei seus olhos negros e caídos pela idade e cansaço, ela sentia pena de mim e isso era transparente – Por favor, você é a minha única esperança – disse quase com lágrimas transbordando.

- Não, eles ficam atentos o tempo inteiro, não há descanso Srta. Katniss. Eu queria poder te ajudar, mas não há saída... Me perdoe – ela passou pelo meu lado apressadamente aparentando estar com medo.

- Espera – disse e ela se virou aguardando o que falaria – Será que não tem como você conversar com ele? Com o Bieber – ela murchava cada vez mais seu olhar – Ele não vai me liberar dessa casa muito cedo, mas quem sabe pelo menos ficar livre pela casa... Melhor que nada. - murmurei.

Ela me encarava como se fosse chorar por mim, como se o sofrimento fosse dela. Isso me assustava, será que ele era tão ruim assim? Mas é claro que era – ri fraco por ter pensado que algum dia um criminoso poderia ser bom. Somente o fato de eu estar aqui mostrava sua frieza. Ele era apenas idêntico ao meu pai, sem tirar nem por, talvez um pouco menos ou mais mas a crueldade reinava em ambos. Eu estava acostumada com isso, eu poderia lidar com isso. Não poderia? Ri pelo nariz e balancei a cabeça em concordância.

- Você tem medo dele – falava mais para mim do que para ela – Tudo bem – soltei seu pulso e a deixei livre.

- Eu sinto muito.

- Eu já disse que tudo bem.

- Srta. Katniss, eu realmente não posso fazer nada, eu não podia nem estar falando com a senhora – ela disse abaixando a cabeça

- Eu sei, a culpa não é sua. Já disse que tudo bem. - ela balançou a cabeça em concordância e saiu em direção a porta.

Ouvi um barulho de murro na mesma e arregalei os olhos, encontrando uma figura loira batendo com tudo a porta na parede, quase a quebrando. Ele me encarava com o peito subindo e descendo, se aproximou do local onde eu estava parada apavorada com o que ele estava fazendo. Ele segurou meus cabelos o puxando para baixo e me fazendo gritar de dor.

- Tava querendo fugir vadia? – sua voz saiu ríspida e rouca – Acha que eu sou otário? Acha que você é mais esperta do que eu? – ele abriu um sorriso sínico, não respondi, apenas encarava seus olhos – Vou te ensinar uma coisa Katniss – disse apertando minha mandíbula, gritei de dor – Quando eu pergunto alguma coisa, eu espero ouvir uma resposta e quando eu não escuto me sinto insignificante – seus olhos espremeram-se – Você acha que eu sou insignificante, Katniss? – balancei a cabeça em negação com lágrimas a solta por meu rosto – Então me responde caralho. Você se acha mais esperta do que eu, Katniss? – balancei a cabeça novamente – Eu quero ouvir a sua voz – sua voz parecia arranhar suas cordas vocais de tão ameaçadora que soava.

- Não, você é mais esperto Bieber – disse em um sussurro pela fraqueza que sentia

- Ótimo – disse soltando a mão de minha mandíbula – Então presumo que você não estava tentando persuadir a Madalena, certo? – balancei a cabeça desesperadamente em concordância olhando para a mulher apavorada que chorava e eu tentara pedir ajuda minutos atrás – Mentirosa – ele sussurrou e bateu em meu rosto – Não tente mais isso, Katniss. É realmente estranho uma mulher demorar 20 minutos para entregar uma comida – ele disse liberando suas mãos de meu cabelo, suspirei aliviada. Virou as costas para sair do quarto, antes de ser interrompido pela minha mísera voz.

- Por que você faz isso, Bieber? – ele parou de costas para mim ouvindo o que eu dizia – Eu não tenho nada a ver com isso. Essa luta não é minha – minha voz estava falha, eu chorava e me sentia uma fraca por isso – E você sabe disso. Por que você faz isso?

Ele se virou e passou a me encarar com a expressão suavizada, novamente se aproximou de mim, ao estar de frente ao meu corpo limpou as poucas lágrimas que rolavam por meu rosto, virei o mesmo impedindo que ele me tocasse ou tivesse algum sentimento de pena sobre mim. Ele tinha acabado de me machucar, tinha acabado de bater em minha face, não era possível que alguém fosse tão bipolar quanto ele.

- Eu preciso de você, Katniss – ele sussurrava de um jeito fodidamente sexy – Preciso de você pro seu pai ver quem tá no comando  – ele puxou meu rosto de modo que eu encarasse seus olhos – Eu não acho que isso vai ser tão difícil, o que me diz? – ele passou a língua nos lábios, puta que pariu, soltei o ar que prendia e ele riu de um modo malicioso – Muito bem, Katniss. – virou as costas em direção a saída

- Bieber, não me deixa trancada nesse quarto. Por favor – ele riu sem humor.

- Vou pensar no seu caso, Hoffman – saiu e trancou a porta, me deixando sozinha naquele mesmo ambiente, a não ser pela bandeja com comida que se encontrava sobre a cama. Peguei um travesseiro e coloquei-o sobre minha face, gritando de raiva por tudo que tinha acontecido comigo até ali. Como as coisas podem acontecer tão de repente?

Justin P.O.V

- Aquela vagabunda acha mesmo que te engana? – Chaz disse antes de dar um gole em sua cerveja, apenas ri dando uma última tragada no cigarro e o dispensando ao soltar uma última fumaça branca pela boca.

- Não acho que ela seja tão ingênua quanto aparente – disse apoiando a canela de minha perna direita sobre a coxa da perna esquerda e me espreguiçando no sofá – Basta lembrar suas origens.

- Aquela pirralha é irritante, chata pra caralho – Ryan se pronunciou

- Uma pirralha gostosa – Chaz disse com um sorriso malicioso

- Você nunca viu ela – disse tomando a cerveja de sua mão e tomando um gole

- Vi por foto, e acredito no que o Ryan diz – eles trocaram olhares maliciosos e riram

- Viados – disse me levantando.

- Qualé Bieber vai dizer que não acha a safada gostosa? – Chaz disse tirando sarro.

- Pirralha – proclamei e fui buscar uma cerveja gelada.

Madalena arrumava a cozinha para o jantar com seus panos velhos e sujos, penso o tempo todo porque não a tiro de casa e coloco uma mulher mais gostosa pra me saciar, se é que me entende. Mas então a resposta e vem e culpa toda é de Pattie que não queria ver uma piranha circulando pela casa dia e noite. Mas a casa é minha não é? Nunca entendi porque fui submisso a isso. Abri a geladeira e tirei de lá uma cerveja nova, me virei e deparei com Madalena me encarando.

- O que foi? – disse abrindo a latinha e dando um gole no liquido

- Você vai a deixar trancada por quanto tempo Sr. Justin? – ela disse com piedade nos olhos – A menina. Não viu o quanto ela tá mal? Sr. Justin, ela não tem nada a ver com... – sua voz saiu abafada pelos meus pensamentos nas belas curvas da Hoffman, eu havia feito um bom negócio. Seus olhos azuis esverdeados tão sexys, e sua bunda perfeitamente empinada. Seus peitos volumosos até mesmo cobertos por um grosso sobretudo. Seu cabelo comprido a deixando com um ar mais sensual do que o normal. Porra, eu tinha uma mulher gostosa na minha casa e ia a deixar trancada? – Sr. Justin? – a voz de Madalena voltou aos meus ouvidos.

Lhe dei as costas e sai da cozinha, ouvindo-a bufar. Sentei na cadeira encarando Chaz e Ryan rindo como idiotas por conta do que diziam na televisão. 

- Vou soltar a cachorra – disse direcionando seus olhares a mim.

- Como é que é? Vai deixar ela andar por essa casa como se morasse aqui? – Ryan disse – A piveta vai dar trabalho, Bieber.

- Foda-se quem vai ver aquela bunda balançando de um lado pro outro vai ser eu, o lucro é meu – disse me levantando e indo chamá-la, sendo interrompido no primeiro degrau da escada pela voz de Chaz

- E a pirralha, Justin?

- Pirralha ou não, não deixa de ser fodível – ouvi sua risada maliciosa e prossegui meu caminho.


Notas Finais


Eaaaiii? o-o Tá ruim? Preciso da opinião de vocês, sério. Tão gostando, sei lá. É tão estranho começo de fic, parece que tá um lixo né? :/ Mas tudo bem, espero que vocês gostem. ALGUEM VAI COMPRAR O INGRESSO AMANHA? OH MY GOSH são tantos sentimentos ghjkçhkl~p´ desculpem por não ter postado antes, é que eu tava muito enrolada mesmo, mas então, é isso, BJINHOS >> @seejdbsmile bjss


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