História Ruthless People - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Austin Mahone, Camila Cabello, Fifth Harmony, Shawn Mendes, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Austin Mahone, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zayn Malik
Tags Camila Cabello, Camren G!p, Laureng!p
Visualizações 142
Palavras 3.176
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Orange, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


2/3

Capítulo 9 - Capítulo 9


‘É preciso dois para fazer um assassinato. Há vítimas nascidas, nascidas para ter suas gargantas cortadas, como se essas gargantas nascessem para serem enforcadas’.

- Aldous Huxley

P.O.V Lauren

Ela olhou de soslaio, e eu pude ver o desejo crescente em seus olhos até que se refletia com o meu próprio.

— É melhor você não rasgar as minhas roupas. — seus olhos castanhos se estreitaram para mim e, com isso, cada corrente e parafuso em minha mente se soltaram.

Agarrei ela pelo tornozelo e abri a suas pernas até que ela não estava a menos que uma polegada de mim. Eu podia sentir ela ficar molhada apenas com a mera proximidade dos nossos corpos. Escovei a minha mão no lado de seu rosto, em seguida, contra seus lábios, eu agarrei a ela pelo cabelo e a puxei para trás, me permitindo agarrar o seu pescoço. Nenhum de nós precisava falar. Sabíamos o que queríamos, e não havia palavras suficientes na linguagem humana que pudessem expressar o que minha língua fisicamente poderia, quando eu mordi, lambi e chupei seu pescoço.

Eu me sentia como um fodido animal, mas eu não podia me conter, e pelo nome de Deus, quando ela abriu o colete e esfregou as mãos frias em todo o meu torso, eu me tornei voraz.

Empurrando ela para trás, eu tirei sua blusa tão rapidamente quanto possível, tentando o meu melhor fazer o que ela pediu e não rasgar a maldita coisa dela. No entanto, isso não funcionou, e eu ouvi um pequeno rasgo antes da blusa estar em pedaços. — Droga, Lauren! — ela gritou comigo, e eu parei, me empurrando para olhar em seus olhos profundos e escuros, minha respiração em seus lábios.

— Diga isso de novo, — eu murmurei enquanto eu pegava o peito dela através de seu sutiã. Eu teria preferido um com fecho ao invés de um sutiã esportivo, mas um peito era a porra de um peito.

— Dizer o que? — Inclinando-me, eu beijei seus lábios rapidamente antes de mordê-la. Então, beijei a bochecha dela, antes de finalmente chegar a orelha dela e mordiscar o lóbulo. Eu estava perdendo a minha cabeça, eu podia sentir isso, tudo o que eu queria fazer era devorar tudo e cada pedaço do caralho dela.

— Meu nome, — eu sussurrei em seu ouvido, e ela estremeceu de prazer. — Diga o meu nome novamente. Não com raiva, ou desgosto, mas como você fez agora. Como se eu fosse a única mulher no mundo que pode te satisfazer.

Porque eu era. Eu beijei seu pescoço mais uma vez. No entanto, ela me agarrou pelos cabelos e me trouxe de volta ao nível dos olhos. Ela não disse uma palavra, apenas olhou para mim por um momento, antes de me beijar quase desesperadamente. Pela primeira vez, ela me beijou primeiro, e eu não pude evitar, mas acho que foi melhor do que o fodido céu, até que ela me virou sobre as minhas costas.

Ela montou minha cintura e olhou para mim antes de puxar o sutiã para fora. Ela beijou meu peito lentamente, se moendo contra o meu pau quando ele implorou pela libertação. Quando ela chegou ao meu pescoço, minhas mãos foram direto para o cabelo dela e a dela para minha calça. Obrigado fodido Cristo.

Lançando ela, eu a prendi com as mãos acima da cabeça e olhei para o que agora era meu. Suas bochechas estavam coradas, seus mamilos eretos, me abaixei para chupá-los, como se estivessem me implorando para fazer isso. Ela gemeu alto quando ela tentou esquivar as mãos livres.

— Lauren, — ela disse, arqueando em direção a mim.

— Mais uma vez, — eu pedi quando eu me aproximei, a minha língua circulando em torno de sua aréola, não chupando o mamilo até que ela fizesse como eu disse. Mas minha garota nunca apenas se dava para mim. Soltando suas mãos, a minha esquerda viajou em suas calças, não parando até que ela atingiu o seu alvo. Eu podia sentir ela, e isso eclipsou a dor do meu braço. Ela estava pingando para mim. O momento em que encostei em sua boceta, minha garota se arqueou para fora da porra da cama.

— Sua filha da puta. — ela gemeu, tentando esfregar as pernas juntas e forçar o atrito que eu não iria deixar que ela tivesse.

— Mais uma vez, — exigi mais uma vez, meus lábios viajando de seu peito até a cintura lentamente. Eu beijei cada parte dela, enquanto eu mal esfregava sua boceta molhada. Ela queria mais, e eu também, mas ela tinha que fazer o que eu queria.

Mas, mais uma vez, minha garota queria fazer minha vida mais difícil possível, me deixando nenhuma outra escolha além de soltar suas mãos para que eu pudesse puxar as calças completamente. No momento em que meus olhos viram a primavera doce implorando por minha língua, eu agarrei, chupando e lambendo todos o seu prazer que ela tinha para mim.

Ela engasgou, agarrando no meu cabelo enquanto ela esfregava contra meu rosto. — Lauren.

Eu me afastei, só por um momento. — Mais uma vez.

Ela se recusou e assim meu dedo encontrou seu caminho para ela, e ela engasgou em êxtase. Dentro e fora, tão rápido e tão profundo quanto possível, eu batia meus dedos dentro dela enquanto ela aterrava na minha mão, querendo a satisfação que só eu daria, mas tentando o seu melhor ver enquanto meus três dedos estavam dentro dela. Assim quando ela estava atingindo seu clímax, eu parei. Seus olhos se estreitaram para mim enquanto ela respirava profundamente.

— Sua filha da puta.

— Ainda não, — eu sussurrei, dando um passo para trás para soltar meu pau dos limites de minhas calças. Ela olhou fixamente para ele, e eu a deixei, só por um momento, antes de puxá-la de volta para mim. Antes que ela tivesse tempo para pensar, eu empurrei profundamente dentro dela. Suas costas arquearam quando ela gritou em italiano. A puxei ainda mais perto de mim e fui mais profundo ainda, se tal coisa poderia ser possível. Estremecendo com a lentidão que me mexia, eu a assisti tremer quando meu pau pulsou.

— Diga meu nome, — eu disse a ela, quase parando por completo enquanto meu pau pulsava. Eu estava esperando e rezando para que ela desse o que eu queria para que pudesse continuar.

Ela não fez isso, então eu empurrei para a frente rapidamente. — Camila, pelo amor de Deus, apenas diga o meu nome. — Em vez disso, ela escorregou um pouco longe de mim antes de envolver seus braços em volta do meu pescoço.

— Mila, apenas Mila, —ela ofegava.

Segurando em sua cintura, eu recuei lentamente antes de empurrar novamente. Eu pensei por um segundo um apelido apenas meu. Único e exclusivo.— Diga isso, Camz.

Ela beijou meu pescoço, em seguida, meu ouvido antes de parar em meus lábios, me olhando profundamente nos olhos. Os dela eram tão escuros que eu podia me ver neles. Sua respiração estava quase na minha língua, e eu só precisava ouvir isso.

— Lauren, — ela sussurrou e me beijou profundamente. Meu nome era a chave para abrir os níveis mais profundos de posse possível. Eu a empurrei de costas, fazendo com que nós duas gritássemos e assobiássemos quando meu pau bateu nela uma e outra vez. Ela se mexeu em ritmo comigo, cada impulso, sem perder uma batida. Ela gritou o meu nome uma e outra vez.

Agarrando seu seio, eu peguei ela mais profundo, nem mesmo parando quando ela gritou seu orgasmo.... Eu não estava nem perto de terminar, ela gozaria pelo menos mais uma vez antes que eu gozasse nela.

Puxando para fora dela, nós duas gememos em protesto até que eu a virei e a tomei, segurando-a na cintura e ombro enquanto eu me forçava mais profundo.

— Porra, L-Lauren! Mais duro, — ela implorou. — Mais rápido.

E em ambos os desejos, eu cumpri, até que eu não conseguia me segurar mais, assim como ela não podia, e nós gozamos juntos. — Mo Camz Alainn. [Minha adorável Camz.] — eu engasguei antes de puxar para fora dela e cair sobre a cama.

Lançando sobre suas costas, ela tentou controlar a respiração antes de falar. — Você só pode me chamar de Camz/Mila durante o sexo.

— Por que isso? — eu levantei minha sobrancelha para ela.

— Você não fez por merecer.

Não podia ser. Depois do que tinha acontecido entre nós, tudo tinha mudado, ela sabendo ou não. Agarrando a ela, eu rolei sobre ela, permitindo espaço para que o meu peso não a fizesse mal. Ela me olhou surpresa, mas não disse nada.

— O que aconteceu hoje à noite vai ser repetir, — eu disse a ela calmamente, ainda tentando recuperar o fôlego. — Você é minha, como eu sou sua. Mas para que isso funcione, você precisa parar de me ver como uma maldita inimiga e mais como sua esposa.

Seus olhos se estreitaram. — Minha esposa é? Então eu tenho que limpar seus sapatos e fazer o jantar entre foder?

— Camz, — eu respondi, me movendo para baixo até que eu estava em sua entrada novamente. — Eu entendo, — eu disse a ela antes de empurrar para a frente e me enterrar no lugar apertado que estava rapidamente se tornando minha nova casa.

— Entende? — ela sussurrou, tentando estar focada quando eu me inseri mais profundo.

— Sim, — eu sussurrei indo para o pescoço dela novamente. — Você não é uma dona de casa, — eu disse, puxando para fora só para voltar novamente.

— Você não quer ser meu braço doce [Uma pessoa atraente que acompanha o outro para reuniões públicas, mas não está envolvido romanticamente com essa pessoa.]— Ela estendeu a mão para o meu cabelo.

— Você é uma assassina de sangue frio. — Camila gemeu quando suor escorria de meu queixo em seu peito.

— Você é o Capo.

— Você é minha evolução. — Desta vez, ela agarrou a minha bunda, tentando me puxar para mais perto.

— Eu estou disposta a tentar ignorar os meus caminhos machistas.

— Para tratá-la como um igual, mas você deve fazer a mesma merda para mim, Camz. — Com isso, eu empurrei nela várias vezes, seu corpo moldado com o meu, os seios empurrando contra os meus seios. Ela era tão fodidamente apertada que eu não poderia manter meus olhos abertos.

Suas unhas cravaram em minhas costas e suas pernas envolveram a minha cintura, me puxando para mais perto dela. Suas mãos teceram nas minhas quando nós nos enrolamos, subindo para o mais alto clímax e caímos juntas.

Ofegante, eu a segurei com força, meus braços em volta dela enquanto eu usava seu peito como travesseiro. Nós duas ficamos em silêncio, permitindo que a nossa respiração preenchesse a cabine, e nenhuma de nós soltamos uma a outra.

— Você me vê como Capo?

— Sim, e isso me irrita, porque eu quero esse título, — eu respondi honestamente, a fazendo puxar meu cabelo.

— Não importa quantas vezes nós fodemos Jauregui, eu nunca vou simplesmente me curvar a você. Eu nunca vou deixar você me governar. Eu não vou ser sua cadela para foder e mandar. Eu não acho que você pode lidar com isso.

Talvez tenha sido sobre o sexo, ou talvez as palavras do meu pai estavam finalmente começando a afundar e eu estava começando a ver uma nova maneira de conseguir o que eu queria. Tudo o que eu queria. Rolando para fora dela, eu olhei para o teto de madeira, sem falar por um momento enquanto eu juntava meus pensamentos.

— De muitas maneiras, eu não posso, — eu disse a ela. — Na minha mente, sempre haverá algo machista, mas vou lutar contra isso. Você e eu sabemos que uma vez que quando nós estivermos casadas, nossas empresas será uma. O que significa que haverá apenas uma cabeça, então uma casa dividida não é administrável.

— Obrigada, Abraham Lincoln. Mas eu não vou dar a minha afirmação como Capo, — ela respondeu, e eu sabia que ela não iria. Ela não iria se ‘curvar’ para mim. A única maneira para que isso funcione era outra coisa que eu mais odiava fazer - compartilhar.

Era tão simples. Fazia sentido lógico, mas eu era uma filha da puta gananciosa e de muitas maneiras, ela também. Éramos muito fodidamente iguais.

— Há uma cabeça. Mas também um cérebro dentro disso. Tudo o que escolher para a empresa vai ser pensado juntos em nossa cama e, em seguida, trazemos para os homens. Nós governaremos em conjunto.

Ela não disse nada, e eu lhe permiti pensar sobre isso enquanto eu respirava o cheiro de sexo, nosso sexo. A melhor porra de sexo que eu já tive. Sexo que eu nunca quis parar de ter.

— Nós nem sempre concordamos em tudo, — ela sussurrou, e ela estava certa.

— Tudo o que nós não concordamos, nós fodemos. — Eu gostei muito do pensamento. — Este é, afinal, a interação mais longa que já tivemos e você não atirou em mim nenhuma vez.

— Ainda não, — disse ela, se sentando. Eu amei como ela não se importava que eu a visse nua na luz. Ela não chegou a se cobrir. Ela só me permitiu o prazer de olhar para ela. Minhas mãos se estenderam para mexer com alguns fios de seu cabelo.

— O que você diz, minha Camz? Terminamos a nossa guerra e juntamos cérebros e corpos para destruir qualquer contra nós. Nós nos tornamos uma pessoa cruel, mas sim duas.

— Você vai fazer simplesmente assim? — ela perguntou, me olhando com ceticismo. — Compartilhar, simples assim. Você não parece o tipo.

— Porque eu não sou. Mas quando eu pensei no que minha vida seria quando me casasse, eu pensei em uma mulher que lida com o que faço e que me permitiria o prazer de confessar os meus pecados enquanto eu a tomasse impiedosamente, — eu respondi, olhando para tal mulher. — E agora eu tenho uma mulher que participa deles também. Que gosta do que faz. Que não foge disso. Se eu não posso compartilhar isso com ela, com quem vou poder compartilhar?

— Meu pai estava certo, você tem uma fala mansa. — ela franziu a testa, e eu odiava esse olhar, então eu escovei meu dedo sobre seus lábios.

Olhei para ela. — Quero dizer isso, Camila. Junte-se a mim e ajuste o mundo no fogo e eu não vou tomar o seu título, não importa o quanto eu tenha desejado uma vez. Eu desejo menos luta e mais disso.

Eu agarrei seu rosto com uma das mãos e seu peito com a outra.

— Você está usando o sexo para nublar meu julgamento, Jauregui.

— Eu estou simplesmente te mostrando uma outra maneira, porque eu estou cansada de estar em guerra com um adversário que não posso matar, — eu sussurrei para ela. — Você fica ao meu lado. Eu fico no seu, e juntos governarem o Oriente e o Ocidente, tanto que eles vão mudar o nome de cidades depois de nós.

— Os Valero. — ela mordeu o lábio quando eu belisquei seus mamilos. Inclinando-me para frente, eu levei um deles em minha boca e a puxei para perto de mim.

— Nós colocamos uma bala em cada uma das suas cabeças e, em seguida, fodemos em suas camas, — eu respondi quando ela me empurrou para as minhas costas e agarrou meu pau. Eu senti ele reviver em suas mãos.

Ela se abaixou e lambeu a ponta. — Você está mentindo para mim, Jauregui? — Ela me levou em sua boca e eu gemi incoerentemente, palavras que nem sequer existiam em Inglês. Eu mal conseguia pensar direito, sua boca era celestial.

Esqueça Alexa, e qualquer uma das outras cadelas que eu tinha estado. Se eu soubesse que era isso que esperava por mim, eu teria vindo aqui primeiro.

— Então Jauregui? — ela correu os dentes ao longo do meu comprimento, e eu tremi.

— Porra, não, Camila. Eu não estou mentindo. — minhas mãos foram para seu cabelo.

— Você e eu vamos funcionar como um? — ela me perguntou antes de chupar com mais força, me fazendo quase entrar em sua boca. Minha cabeça foi para trás, e eu tentei esconder o quão feliz isto era. — Sim Jesus. Porra, sim. Você e eu, ninguém mais. Nós vamos... porra, babe. Oh! Sim! Nós vamos governar como um.

— Mesmo agora, quando eu estou chupando seu pau, você vai me ver como um igual? — ela usou suas mãos enquanto ela falava, antes de sua boca mágica me envolver mais uma vez. — Qual foi a pergunta?

— Sim. Porra, sim. Mesmo você me chupando, eu ainda não vou te ver abaixo de mim, assim como não vou ver você enquanto estou te comendo. — eu gemia, empurrando em sua boca, ela apenas o tomou, e minhas mãos foram para os lados de sua cabeça quando eu fodi sua boca como eu fodi sua boceta - duro e rápido. Quando gozei, ela chupou tudo em sua garganta e limpou a boca.

— Bem, eu acho que posso lidar com isso, mas se você me foder, Jauregui, eu vou te matar.

— Vamos nos vestir e apressar esse casamento para que eu possa te foder com um anel em ambos os nossos dedos.

Ela se levantou diante de mim e levantou a blusa rasgada, gemendo. — Você é uma idiota.

— Eu diria que sinto muito, mas eu não quero dizer isso, — eu disse, me levantando da cama também.

Ficamos ali, olhando para a outro, ambas nuas e ambas precisando desesperadamente uma da outra.

— Uma última foda antes de nos casarmos? — aquele olhar em seus olhos me fez estremecer. Tudo que eu podia fazer era sorrir antes de empurrá-la contra a parede.

— Você e eu, que par fazemos, — eu disse, abrindo as pernas mais uma vez e uma das muitas mais vezes que vai acontecer no futuro, eu esperava.

— Você e eu contra o mundo, então? — ela me perguntou quando eu empurrei dentro dela.

— Com essa foda, começamos um novo capítulo em nossa vida, — eu assobiei quando bati nela. — Que possamos sempre ser governantes, que nossos inimigos tremam aos nossos pés e nunca esqueçam o nosso grande amor, que é a família. Que vai governar com mãos de ferro.

— Que possamos ser implacáveis e não ter arrependimentos, — ela acrescentou segurando em minhas costas. — Que possamos aproveitar o que queremos, quando queremos, com o mundo aos nossos pés.

Sorri quando eu peguei ela contra a parede. Nós nos mexemos em sincronia. Era como nossos corpos também estivessem concordando em nosso pacote de glória, morte e sangue.

— Sra. Cabello-Jauregui, teremos o mundo em breve, — eu disse, nunca querendo parar de ir mais fundo dentro dela. As marés estavam mudando, e temos de nos adaptar para sobreviver durante mudanças drásticas, e Camila era essa mudança drástica. O que tínhamos era muito maior do que as duas de nós, mas quando ela gemeu meu nome, eu não poderia ser mais grata. Ela iria me ajudar a encher o céu com o sangue dos Valero. Uma vez que fizéssemos, nós iríamos governar.

Esse pensamento adicionado ao prazer foi a melhor foda da minha vida.



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