História Rye e Willow : Jogos Vorazes - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Gale Hawthorne, Katniss Everdeen, Peeta Mellark, Personagens Originais, Rye Mellark, Willow Mellark
Tags Depois De A Esperança, Filhos De Katniss, Jogos Vorazes, Katniss Everdeen, Mockingjay, Panem, Peeta, Peeta Mellark, Rye, Rye Mellark, The Hunger Games, Tordo, Willow, Willow Mellark
Exibições 26
Palavras 1.746
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Una coisa: quase tudo o q escrevo tem um futuro previsto, eu não apenas vou escrevendo o que vem na cabeça, eu penso antes de escrever e penso o por que de isso ter de acontecer. Exemplo: digamos q escrevi algo nesse capítulo, eu escrevi esse algo pensando em outro algo q irá acontecer mais pra frente. Deu para entender né?

Como disse um certo Max Hamilton: Taí, não o refrigerante, o capítulo.

Capítulo 16 - O Começo parte 1


   Uma imagem em cima da cornucópia, provavelmente um holograma, apareceu e começou uma contagem de 60 segundos. 58 segundos, o tempo que Rye tinha para olhar todos os detalhes da arena congelada. Começou com os tributos, estavam cada um em seu círculo, em volta da grande cornucópia. Eram 48 tributos, mas o espaço era grande e todos ficaram um longe do outro. Rye não achou Willow, talvez ela esteja onde a cornucópia atrapalhava sua visão, mas viu Dale, que estava longe. Depois olhou a situação da cornucópia e percebeu que havia um "buraco" alongado em volta da cornucópia, o que formava o círculo da morte, talvez aquilo fosse um abismo, quem caísse talvez não voltaria mais. Ele era um pouco largo, mas não demais, qualquer um podia correr e pular por cima, só não podia ter medo de cair. Espalhados em volta do chifre, estavam várias mochilas de cor  dourada forte, ele pensou na possibilidade de poder pegar uma delas e sair correndo em bora, mas sabia que não faria isso. Olhou mais e viu que todas as armas e alimentos estavam mais pertinho do chifre, o que dificultava as suas posses. Olhou para trás, viu que a neve, que era onde pisariam quando saíssem do círculo, cobria toda a arena, ainda bem, já que Acan havia dito que as botas atrapalhariam se fosse uma geleira. A arena era toda branca por causa da neve, era praticamente um deserto, já que não havia nada além de neve, a cornucópia com seus mantimentos e os tributos. O "céu", que na verdade era o campo de força, estava nublado, porém o dia estava claro, deixando a arena ainda mais branca. Rye pensou em como iria fazer para se esconder se era tudo as claras. 
  30 segundos para começar. Rye se virou de volta para a cornucópia, olhou em direção ao Dale, por sua posição deu para perceber que ele pretendia correr para o chifre. "Não, você não vai fazer isso." Rye pensou, mas Dale olhava intensamente para a cornucópia. Rye esperou que ele conseguisse pular pelo "abismo" que rodeava o círculo da morte, e correr bem rápido, pois a cornucópia também ficava longe de todos. Rye olhou mais uma vez para as várias mochilas douradas, será que valia a pena tentar? Não. Não daria a vida por uma mochila que o ajudaria com a vida nos próximos dias. Ele poderia arranjar outro jeito de viver. Olhou para a cornucópia, bem na boca, lá dentro, era difícil de ver mais ele teve certeza, eram arcos e flechas. Três arcos e três aljavas, foi o que e conseguiu ver. Foi aí que ele realmente pensou em fazer uma corrida e ver se chegava lá primeiro, mas antes que ele se organizasse para correr, o sino soou e os tributos começaram a correr. 
   Ele ficou com cara de "Oi?", não havia prestado atenção na contagem e ficou parado no seu círculo surpreso. Perdeu 10 segundos parado. 10,9,8,7vários tributos correndo, uns indo para o lado contrario do chifre, a maioria indo para o círculo. 6,5,4, três tributos na frente pulando o buraco o resto atrás e dois infelizes caindo nele, um por não conseguir pular, o outro por escorregar na neve. 3, um garoto fica mais a frente, pois os outros dois se atrasaram com o buraco. 2,o garoto na frente era Dale e corria incrívelmente rápido. 1,"O que eu estou fazendo aqui parado?!"
  Rápido como uma flecha disparada, Rye se virou e saiu correndo em direção contrária ao círculo da morte. Para o nada. 

    Willow olhou apenas por poucos segundos. Viu que o maluco do Dale estava na frente naquela corrida para a cornucópia, mas não queria ver aquele massacre. Pois-se a correr para a outra direção, para o nada. Se preucupou por Dale, mas podia sobrar pra ela. Correu sem parar, o mais rápido que pode, ela mais uma vez usou sua fé, como no dia da colheita, teve certeza que podia fazer melhor. E fez, surprendeu-se com sua própria velocidade. Porém ficou surpresa demais que se desconcentrou um pouco e tropeçou nos próprios pés. Caiu de cara. Se não fosse neve o chão, teria doído mais. Pôs-se a levantar logo e com o canto dos olhos viu que havia dois indivíduos vindo em sua direção. Voltou a correr rápido sem olhar para trás, um pé na frente do outro, sem pestanejar, dessa vez prestando bastante atenção, e logo já estava correndo como antes. Já podia ouvir o som de combates muito atrás dela. Decidiu olhar para trás rapidamente, duas pessoas de capuz, que tinha na jaqueta, ainda corria um pouco atrás dela. Um era do seu tamanho , a outra era maior, por volta dos 18 ano. Willow os reconheceu por tributos do 2,os legais e gentis que sempre usavam branco. 
  Ela achava que eles eram bons e legais, mas poderiam muito bem ser uma farsa, então simplesmente continuou a correr. Até a garota mais velha a chamar pelo nome. 
  - Willow!.. Espera! 
  Willow olhou outra vez para trás, eles corriam quase na mesma velocidade, quase, por isso ficavam para trás. Willow olhando para frente percebeu que algo verde surgia. 
   - Willow! 
  Ela voltou a olhar, eles estavam sem armas, mas quem sabe o que poderiam fazer? 
  - Espera! - gritou o garoto 
  Willow decidiu parar. 
   - Não cheguem perto! - ela disse parando.
   Então, quando estavam em uma distância segura de Willow eles pararam. 
  - Queremos ser seus aliados. - a jovem disse descansando com as mãos no joelho.

  Rye corria sem desanimar o ritmo e sem olhar pra trás. Torcia para ninguém que houvesse chegado na cornucópia pegasse um arco e atirasse uma flecha nele de longe. Correndo já longe do chifre, tudo o que avistava eram algumas pedras totalmente cobertas de neve, quando percebeu que estava surgindo alguns raios do sol, ele quase tropeçou, mas nada de mais, voltou a correr meio rápido, sustentando sua força. Por estar já um pouco longe da cornucópia decidiu dar uma olhadela para trás, e no mesmo segundo que o fez ouviu uma voz familiar o chamando. Por poucos segundos não reconheceu bem quem era, estava um pouco longe e corria em sua direção com duas mochilas, a mão esquerda colada no braço direito, provavelmente deve estar com um ferimento. Rye não o reconheceu no começo por estar de capuz, mas quando ele gritou seu nome outra vez, ele olhou para trás de novo e viu seus cabelos castanhos e sua pele clara, com aquela voz só podia ser Luttias. Rye nem havia se lembrado de sua existência, por um segundo se sentiu mau por isso, mas não havia tempo para isso. Será que ele deveria parar e se aliar com seu amigo? E se ele fosse um falso aliado e tentasse o matar na primeira oportunidade? Rye pensou bem. Não! Ele confiava em Luttias. Então parou e virou-se para o garoto que vinha em sua direção. Quando ele estava mais perto Rye pode ver que sua mão estava suja de sangue. 
  Sem parar de correr, Luttias disse quando estava perto dele:
  - Vamos, temos que continuar correndo. 
  Rye viu ele chegando até ele e passando dele até parar e olhar pra ele. 
  - Não podermos parar agora. Temos que tomar distância dos outros tributos.
  - Vamos trabalhar juntos? - perguntou Rye - Me diga por que devo confiar em você. 
   O garoto olhou pra ele como se estivesse dizendo "É sério?". 
  - É sério? Pensei que você confiasse em mim. 
  - Eu confio, mas não sei se devo. 
  Então Luttias pensou por 3 segundos e decidiu pegar uma faca que estava escondida em sua calça. Rye se assustou, mas Luttias estendeu a arma para ele. 
  - Pega. Talvez você se sinta mais seguro, você sabe que não sou bom com facas. Vamos, não temos tempo. Depois conversamos sobre confiança. 
  Rye sabia que era verdade, ele era horrível com facas. Ele pegou a faca que estava com sangue e ficou com ela na mão, por medo de não saber guardar e acabar se cortando. 
   - Vamos. - Luttias disse já começando a correr, Rye o seguiu. 
  Correram alguns segundos e Rye não aguentou aquele ferimento no braço do garoto. 
  - Peraí. - ele disse parando e Luttias o acompanhou olhando para ele. "hã? Que foi agora? Fala."
  - Seu braço. 
  - Me acertaram com essa faca, depois cuidamos disso. 
  - Por enquanto é so colocar neve. - Rye disse e apontou para o chão onde era só o que tinha. 
  Luttias vendo que era o que devia fazer para que eles corressem, encheu a mão de neve, colocou no braço e voltou a correr. Rye o acompanhou e de tempo em tempo ele parava e pegava mais neve, até já decidirem finalmente parar. Sentaram encostados em uma pedra grande coberta de gelo e neve, nada além de pedras era visto ao redor e Luttias disse para ele ver o que tinha nas mochilas, foi o que fez. 
  Dois sacos de dormir, um em cada mochila. 
  - Graças a Deus. 
  - Ótimo! 
  Dois pacotes de biscoitos. 
  - Melhor do que nada. 
   Um óculos escuros. Dois potinhos brancos em forma circulares com.. 
  - Iscas! 
  - Iscas? 
  - Iscas para peixes! - Rye explicou mostrando o conteúdo.
   Duas lanternas.
   - Tomara que as pilhas não acabem rápido. 
   Duas garrafas de 700 ml, uma cheia e outra vazia. 
  - Como vamos encher? - perguntou Luttias
  Rye pegou um pouco de neve. 
  - Como vamos derreter? E como vamos ter certeza que não pode ser venenosa essa neve. 
  - Não é venenosa. E vamos derreter com isso. - Rye tirou da mochila uma caixinha com fósforos. 
  - Não sei se é uma boa idéia ascender fogo. 
  - Talvez seja o único jeito de consegui água. - Rye então se lembrou de sua mãe na primeira arena com uma garotinha de sua idade - E talvez sirva para mais. 
   - ..Tudo bem, mas, só tem um problema, onde vamos achar madeira pra fazer fogo? 
  Os dois olharam em volta. Não havia nenhum sinal de madeira, na verdade não tinha sinal de nada. 
  - Acho que teremos que procurar. - Foi a resposta de Rye


Notas Finais


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