História S E C R E T - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Hoseok Jin, Imagine, Jhope, Jimin, Jungkook, Namjoon, Rapmon, Suga, Taehyung, Yoongi
Visualizações 615
Palavras 1.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olar coisas lindaaaas da minha life

AIII SANTA CL, MUITO MUITO OBRIGADA PELAS 232 FAVORITOS
E POR TODOS OS COMENTÁRIOS
EU NUNCA VOU ME CANSAR DE DIZER QUE AMO MUITO VOCÊS
(tá bom coisa chata para de enrolar)

ok, parei ahauahs aproveitem mais um capítulo amoras
* (エ) *

Capítulo 16 - O segredo part.2


 

~ - Você?! - Yoongi voltando seu olhar a ela falou surpreso 

- Eu – ela soltou um sorriso malicioso

- Vocês já se conheciam? ~

 

 

 

- Não! – o único homem presente negou imediatamente

- Sim! – a tal moça respondeu por cima da negação do mesmo

-... Sim ou não?

- Sim e não... agora vamos! – antes que eu pudesse começar os meus questionamentos, Yoongi me puxou pelo braço e, então ambos fomos nos afastando da garota que ficou ali, apenas parada, nos olhando

 

 Em meio ao caminho para casa o mesmo parecia estar longe; tentei montar algumas perguntas que logo foram ignoradas; ele estava pensativo e um tanto desconcentrado, por vezes chegou a tropeçar em seus próprios pés; eu por outro lado não fazia idéia se era por conta de ter me visto aos prantos, ou por ter encontrado com a tal menina que ele “conhecia e não conhecia” ao mesmo tempo.

 

- Yoongi...

- (...)

- Yoongi!

- Hã?

- Ta machucando – apontei com a cabeça para o meu pulso cujo o mesmo ainda segurava forte

- Ah... desculpa – levemente ele me soltou

 

 

*\* Yoongi Povs on *\*

 

Meus pais chegaram em casa e eu ainda dormia; tomei um susto quando minha mãe me balançou forte para que eu acordasse, abri meus olhos a vendo com o baú em mãos; ela estava assustada e me mostrou que o mesmo havia sido arrombado; eu compreendia o seu nervosismo, passamos anos evitando de todas as formas que (S/n) não tivesse conhecimento de sua existência, e agora o vendo arrombado temíamos pelo pior. Se ela realmente o encontrou e viu as diversas fotos e documentos guardados nele, certamente deve estar muito confusa agora.

 

- Onde ela está Yoongi?! – a mulher de forma desesperada me questionou

- E-eu não sei... eu estava dormindo... e não vi ela saindo, desculpa mãe...

- Eu sabia que isso ia acabar acontecendo! – meu pai pegou o velho baú e o lançou longe já alterado

- Devíamos ter contato pra ela – cochichei

- Isso deixaria ela ainda mais confusa – disse minha mãe com a voz rouca e tremula de choro

- Mas é a verdade! Ou vocês acharam mesmo que ela nunca encontraria esse baú e aquela maldita carta?! – minha voz só aumentava a cada segundo, eu praticamente gritava 

 

Por fim minha mãe levantou-se saindo da casa; eu e meu pai a acompanhamos. Passamos a procurar (S/n) em cada canto do bairro, porém só a encontramos em uma praça ao fim da comprida rua; corremos ao seu encontro desesperadamente, minha mãe atirou-se ao colo da mesma que chorava ao mesmo tempo em que era consolada por uma mulher.

Eu queria a abraçar, queria poder a pegar no colo e cuidar dela como se fosse uma pequena criança indefesa, porém só pude fazer isso quando finalmente meus pais se afastaram; corri e a agarrarei forte, não queria deixar que ela sentisse aquela dor de forma nenhuma; em seus olhos eu via a mesma menina órfã assustada e confusa de quando chegou para morar conosco.

Eu sabia que (S/n) tentava a toda custa se fazer de forte, mas vi essa armadura se desfazer quando uma lágrima escorreu de seus olhos enquanto eu a fitava. Ficamos assim por um tempo, abraçados sentindo o coração acelerado um do outro contra nosso aperto, até que notei a presença da mesma mulher que ainda se encontrava ali; elevei meu olhar para a mesma para a agradecer por ter cuidado de minha namorada quando congelei:

 

- Você?!

- Eu – ele me lançou um olhar malicioso

 

Mas como? Como ela estava ali à minha frente, e ainda por cima ajudando (S/n)?

 

Fiquei extasiado encarando a mesma que ainda me olhava maliciosa com um sorriso de lado, posso até jurar que a vi morder o seu lábio inferior, até que (S/n) quebrou o momento perguntando se nos conhecíamos; eu menti; não sinto segurança ainda de a contar quem ela é, e o que um dia já significou para mim.

 

 

*\* (S/n) on *\*

 

Chegamos em casa, e eu já pude sentir o clima pesado

 

- Você está melhor filha? – minha mãe perguntou assim que notou em minha chegada; a mulher soltou um sorriso daqueles que só aparece quando estamos completamente nervosos

- Aham... – acendi com a cabeça 

- Ai que ótimo, ficamos preocupa...

- Na realidade mãe – a interrompi – Não, não ta não!

 

Vi os três que me fitavam engolir o seco

 

- E-e o que... por que não está?

- Quando iam me contar sobre a carta e sobre a verdadeira história por de trás da morte da minha mãe?! – falei rápido quase que gritando

- O que quer dizer com isso? – intrometeu-se meu pai

- Não se façam de tolos! Eu sei o que estão escondendo de mim!

 

Os três se entre olharam, até que a primeira dentre eles tomou a iniciativa da fala; a mesma respirou fundo, tão fundo que era como se eu pudesse sentir também a sua angustia, e então começou a falar:

 

- É verdade... não íamos te contar... pelo menos... não agora, simplesmente não queríamos e nem achávamos justo desenterrar o seu passado logo agora que você parece estar tão feliz... a verdade é que aquela carta é do assassino de sua mãe, sim, ela não morreu por causa de um assalto como todos acreditam e como você acreditou todos esses anos... ela... ela foi assassinada por um homem cruel que achava ser o seu dono, um homem possessivo e ordinário - sua angústia era nítida, a mais revela falava entre pausas, hora coçando a garganta  

- Mas... mas na carta parecia que ele conhecia ela muito bem, e que também me conhecia! Ele até chegou a citar na carta sobre me criar!

- Sim... – abaixou seu olhar para o chão – Ele... ele era seu pai (S/n)...

- M-meu... – as malditas lágrimas já escorriam 

- Sim meu amor... ele era infelizmente seu pai, um homem doente que acreditava que sua mãe pertencia a ele, e assim que ela teve coragem de o expulsar de casa as ameaças começaram, mas... – assim como eu, a mulher também começou a chorar - ...Mas, nós nunca pensamos que chegaria a esse ponto... você perdeu sua verdadeira mãe (S/n), e eu perdi a melhor amiga que um dia eu já tive – ela levantou-se e veio ao meu encontro me abraçando, assim meu pai e Yoongi também fizeram

 

Eu chorava amargamente, sentia uma dor em meu peito, uma dor que nada poderia curar, era da alma, do coração, da mente. Todavia, ao tempo eu também sentia uma paz inexplicável por ter os que me abraçavam comigo, uma gratidão gigantesca que nem mesmo mentiras ou enganações mudariam o fato de eu os amá-los acima de qualquer coisa. 

 Nunca pude imaginar que minha verdadeira mãe sofria ameaças sem eu se quer saber, e que o homem que eu acreditava ser de bem — embora nunca tendo o conhecido — a tirou a vida; por tantos anos eu acreditando em uma verdade que nem ao menos existia.

 

~|~

 

Passaram-se horas e mais horas de consolos, conversas e lembranças, e então meus olhos já pesavam e ardiam por tantas lágrimas que eu derramei. Resolvi iir me deitar; despedi-me de meus pais recebendo olhadas preocupadas de Yoongi.

Cheguei ao quarto atirando-me sobre a cama já com o choro preso novamente em minha garganta e com diversas memórias que viam a tona percorrendo e rondando minha cabeça, que por sinal, já doía o suficiente. Eu já estava para adormecer quando senti um peso ao meu lado.

 

- Yoongi?! O que faz aqui?!

- Shhhh! – ele tapou a minha boca com um de seus magros e grandes dedos – Fala baixo que os nossos pais ainda estão acordados!

- Então o que você ta fazendo aqui? – cochichei em baixíssimo tom 

- Acha mesmo que eu vou deixar a minha namorada ficar sozinha depois de um dia como esse pra entrar em depressão?

- Eu não vou... – minha fala foi interrompida por um beijo calmo

- Desculpa, eu tive que fazer isso – falou o mesmo afastando-se

- Pra que pedir desculpas? – me aconcheguei em seu corpo comprido – Isso era tudo que eu mais queria agora

 

Yoongi sorriu abraçando-me, envolvendo seus braços ao redor do meu pequeno corpo; era bom sentir o seu calor, eu me sentia segura próxima a ele, como se nada de mal no mundo pudesse me atingir; logo eu adormeci ao som da calma respiração do mesmo.


Notas Finais


Meus bebis
eu to me sentindo muito culpada pelo meu sumiço de segunda-feira,
então por isso hoje acho que eu vou postar mais um capítulo!
respirem fundo e lembrem que é feio querer matar a autora aqui
ahuahsashs até daqui a pouco meus amores
。。。。。。。。。。。


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