História Sabor Morango - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O
Tags Chansoo, Híbrido!au, Shiba!chan
Visualizações 664
Palavras 3.350
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ehyeyehe
continuando a saga da fic de halloween e a bicho nem sei oq dizer eu vou sumir adeus
obg misa por ler vc eh tope sz

boa leitura e espero que gostem~~

Capítulo 1 - Nem tão inocente assim


Chanyeol não tinha planejado nada daquilo, sério, ele era inocente — pelo menos dessa vez! O plano era ficar deitadinho no sofá lendo fanfic até o Soo chegar, aí eles jantariam juntos e tomariam um banhozinho quente, se enfiariam na cama e iam ficar conversando abraçadinhos. Só isso. Aí lá foi o Chan, feliz da vida, ler suas fanfics no sofá. Esticou as pernas sobre o estofado, apoiou as costas no braço do sofá e começou a ler. Uns minutinhos depois, percebeu que o braço era desconfortável demais para suas costas, doía e Chanyeol estava incomodado. Mudou de posição, se sentou direitinho apoiado nas costas do sofá e pôs os pés sobre os assentos, voltando a ler. Aí a fanfic começou a ficar... cheia de limonada, e Chan ficou todo quentinho; também, não podia ter escolhido outra coisa? Tinha que ser justo uma com o casal de youtubers preferido do Chan, em que o passivo era um híbrido de gatinho e eles faziam coisinhas no sofá, com um monte de beijinhos e risinhos e demais aspectos que lembravam tanto a relação do Chan com o Soo? Ai, Chanyeol sentiu o suor escorrer pelo pescoço e o coração bater mais forte...

Chanyeol espiou o relógio no cantinho do celular e mordiscou os lábios; quinze minutinhos eram suficientes para ele... né? Kyungsoo não podia de jeito nenhum vê-lo fazendo aquilo! Mas... Chan estava com tanta vontade... fazia uns bons dias que não passava dos beijos de língua e cheirinhos no cangote com Soo... ele sentia tanta falta...

Chanyeol largou o celular sobre o estofado e levou a mão até a frente da cueca, vendo o tecido já estufado com seu membro em processo de endurecimento. Chanyeol apalpou um pouquinho, sentindo um choque correr por sua espinha, arrepiando-se inteirinho e soltando um gemido baixo com o contato. Apertou seu membro e fez uns movimentos de ida e volta ainda por cima do tecido, fechando os olhos e franzindo as sobrancelhas, sentindo que podia gozar só com aqueles toquezinhos superficiais sobre a cueca.

Abriu os olhos e virou um pouco o rosto, encarando o braço do sofá, tendo uma ideia; geralmente ele fazia isso num travesseiro ou na beirada da cama, mas o braço do sofá era suficientemente rígido, até doeu de apoiar as costas, provavelmente daria certo ali também... né? Chanyeol correu para pegar um cobertor, botou-o em cima do braço do sofá, sentou-se ali em cima e respirou fundo; guiou as mãozonas às laterais do braço, segurando-se firme, e começou a mexer os quadris para frente e para trás. O resultado foi imediato: uma corrente intensa de prazer correu por todo o seu corpo e Chanyeol não pôde evitar revirar os olhos e gemer arrastado. Tão bom! Claro que não tinha nem comparação a se esfregar no Kyungsoo, sentir o pau duro dele em sua bunda e as mãos dele apertando sua cintura, ouvir os ofegos e grunhidos dele, vê-lo revirar os olhos e morder o lábio inferior, fazê-lo jogar a cabeça para trás e gemer mais alto... ah, Chanyeol não conseguia se controlar, sempre ficava pensando em Kyungsoo quando fazia essas coisinhas, imaginava tudo que queria fazer com ele, se perguntava se ele também fazia isso pensando no Chan e o fato de ele saber que a resposta era sim só o deixava ainda mais excitado.

Chanyeol aumentou a velocidade das esfregações, o membro duro pulsando dentro da cueca e os gemidinhos manhosos escapando da garganta. Chanyeol tinha os olhinhos espremidos e as mãos bem agarradas ao braço do sofá, as falanges esbranquiçadas, os dedinhos do pé contorcidos, as bochechas vermelhas, o corpo inteirinho se eletrizando com a pressão do sofá em seu membro e com as imagens mentais que criava com Kyungsoo. Queria fazer tanta coisa com Kyungsoo, ah, queria que fosse ele ali no lugar do braço do sofá, queria que ele o abraçasse daquele jeitinho protetor que fazia Chan se derreter, queria que os membros duros se encostassem e queria ver Kyungsoo retesar a barriga quando isso acontecesse, queria tocar no pau de Kyungsoo, queria masturbá-lo, queria botar na boca e chupar... queria tanta coisinha! Estava aéreo, completamente perdido em tesão e em pensamentos, distante demais na nuvem nove, ah, já estava até tendo miragens, era como se pudesse enxergar Kyungsoo na porta encarando-o com os olhos arregalados, sim, que absurdo...

Chanyeol arregalou os olhos e berrou um “puta que pariu!” que o prédio inteiro ouviu, de certeza. Kyungsoo encarou o híbrido se atrapalhar todo, jogar-se no sofá e tentar esconder a óbvia ereção com uma almofada, puxando o cobertor para se tapar inteiro quando viu que seria melhor.

Oh, bem, não era como se Kyungsoo estivesse reclamando, a cena que viu quando chegou era de longe uma das mais inesperadas, mas... convenhamos que ver Chanyeol se esfregando daquele jeitinho no sofá, todo manhosinho, chamando por Kyungsoo sem nem perceber, era um privilégio exclusivo de Kyungsoo e ele certamente sabia apreciar isso.

— ...Oi, bebê — falou por fim, aproximando-se do bolinho de shiba após deixar os sapatos e o paletó na entrada. Chanyeol se encolheu e resmungou.

— V-vai embora!

Kyungsoo se sentou na beiradinha do sofá e encarou o provável rosto do mais novo.

— Quer mesmo que eu saia? — Kyungsoo perguntou. — Se você quiser... terminar... eu saio, meu bem. Fico lá no nosso quarto até você me chamar de volta.

Chanyeol suspirou. Não era que queria que Kyungsoo saísse, era só que...

— Ou, se você preferir... posso te dar uma ajudinha — Kyungsoo continuou, e aí deu uma risadinha. — Mas vai ter que sair debaixo desse cobertor.

Chanyeol abaixou o cobertor só até seus olhinhos ficarem de fora, e a vergonha quando seus olhos se encontraram aos de Kyungsoo assolou seu corpo, fazendo suas orelhinhas caírem e seu rosto ficar inteiro vermelho. Kyungsoo lhe deu um sorriso gentil e fez um carinho em seus cachinhos suados.

— Quer ajuda, anjinho? — Kyungsoo acariciou o rosto de Chanyeol, que confirmou timidamente com a cabeça. — Vamos pro quarto então, hm?

— Não — Chanyeol balbuciou, segurando no punho do mais velho. — E-eu quero aqui. A-agora, Soo.

Kyungsoo piscou os olhos, mas não teimou. Tirou o cobertor de cima de Chanyeol e tomou o seu lugar, vendo Chanyeol se encolher e respirar pesado, os olhinhos ainda nublados de tesão e o membro ainda durinho dentro da cueca.

Kyungsoo beijou a boca de Chanyeol, deslizando as mãos pelo corpo dele, sentindo o híbrido se arrepiar em sensibilidade e retribuir o beijo com avidez. Depois de uns quantos beijos cheios de língua e suspiros pesados, Kyungsoo começou a beijar e mordiscar o pescoço de Chanyeol, sabendo o quanto ali era sensível, se deliciando com os gemidinhos manhosos do híbrido; fazer o que se os gemidos de Chanyeol eram sua melodia preferida?

Kyungsoo foi descendo e descendo os beijinhos, sentindo Chanyeol se retesar instintivamente aos toques; parou na barriga, olhou para o mais novo, sorriu, ergueu o moletom dele e aí começou a subir de volta, arrastando os lábios por toda a derme do híbrido. Kyungsoo mordeu o buchinho de Chanyeol, beijou a cintura dele, provocou um pouquinho o esterno e a clavícula e lambeu devagarinho um mamilo dele, sorrindo largo quando Chanyeol gemeu manhoso e arqueou um pouquinho as costas. Kyungsoo se aproveitou daquela sensibilidade toda do mais novo e rodeou a língua no mamilo, mordeu o biquinho e se deleitou com os grunhidos de Chanyeol, fazendo questão de repetir no outro mamilo e até de dar uma chupadinha. Chanyeol era tão sensível dos pés à cabeça, ficava tão lindinho se contorcendo e gemendo baixinho, fechando os olhinhos, respirando pesado, ah… Kyungsoo queria ficar fazendo coisinhas com ele por um loooongo tempo.

Soo foi deixando beijos molhados na pele de Chanyeol, tornando a caminhar em direção ao lugar que Chan mais precisava ser tocado. Mordeu mais um pouco a barriguinha dele, só porque era apaixonado por aquelas gordurinhas que ele tinha o prazer de dizer que existiam por sua causa, aí selou embaixo do umbigo de Chanyeol e ergueu os olhos, sorrindo para o namorado, vendo-o completamente entregue e ansiando por mais.

Kyungsoo escorregou os lábios até o elástico da cueca de Chanyeol e parou. Sem ouvir protestos, seguiu com cautela pelo osso da pélvis e então a virilha, os gemidos manhosos e um tanto nervosos servindo como seu combustível. Kyungsoo levantou o rosto, encarou o pênis duro o suficiente para a cabecinha saltar fora da cueca, lambeu os lábios, olhou para Chanyeol e sorriu malicioso. Chanyeol se encolheu e arregalou os olhos, percebendo as intenções do namorado, o coração disparando feito louco sob o peito. Ele não ia… né?

Ia, ah, se ia! Kyungsoo deu um selinho na glande semicoberta de Chanyeol, fazendo o mais novo se engasgar e esbugalhar os olhos. Não satisfeito, Kyungsoo beijou de novo ali, mais demoradamente, e, como se não fosse o suficiente, ainda arrastou a língua pelo local algumas vezinhas, ousando até a cutucar a fenda molhada com a pontinha da língua. Chanyeol gemeu alto, cerrando os olhos e curvando a coluna, as mãos se agarrando ao sofá em desespero e nervosismo e tesão e mais toda a avalanche de emoções que borbulhava em seu âmago. Kyungsoo beijou-lhe a barriga, o peito e então a bochecha fervida, deixando um cheirinho no cangote dele.

— Viu? — murmurou no ouvido de Chanyeol. — Não tem nada demais.

Chanyeol piscou os olhinhos, sem saber muito bem como reagir. Kyungsoo sorriu e encerrou o assunto, dando um beijão na boca de Chanyeol enquanto deslizava os dedinhos pelas pernas dele, sorrateiramente tirando-lhe a cueca, fazendo seu membro pular para fora e molhar sua barriguinha.

— Não se segura, tá? — Kyungsoo disse ao se ajeitar sobre o mais novo e tirar sua cueca também. — Geme pra mim.

Chanyeol confirmou com a cabeça, as bochechinhas tomadas de carmesim, as orelhinhas caídas, os cachinhos bagunçados. Kyungsoo sorriu.

Kyungsoo provocou a glande molhada de Chanyeol com os dedos, acariciando de levinho, fazendo o mais novo protestar e grunhir exigindo mais. Soo fechou a mão dedo a dedo no membro do híbrido, fazendo movimentos suaves de ida e vinda, sentindo o pênis pulsar em sua palma e gotejar pré-gozo, ouvindo Chanyeol gemer manhoso e pedir baixinho por mais, não para, m-mais, Sooooooo

Kyungsoo uniu os membros duros em sua destra e apressou a masturbação, adorando o jeitinho que Chanyeol revirou os olhos e impulsionou os quadris para cima. Chanyeol estava tão excitado, tão sensível, tão perto do ápice, que era até bonita a forma como ele tentava suportar o intenso prazer que corria por sua hipoderme, querendo que aquelas sensações gostosas durassem o máximo possível.

— Benzinho, quer gozar? — Kyungsoo perguntou num sussurro. Chanyeol fez um biquinho emburrado, mas acabou cedendo e confirmando com a cabeça. — Não precisa ficar segurando, sabe que não me importo de você gozar antes.

— M-mas eu sempre v-venho primeiro… — balbuciou, espremendo os olhinhos quando Kyungsoo largou o próprio membro e voltou a estimular exclusivamente Chanyeol. — N-não… não é j-justo, Soo…

— Não é sobre justiça, Chan. — Riu. — É sobre prazer. Sobre o seu prazer, benzinho.

Chanyeol nem tinha forças para contestar, já grogue de tesão e perigosamente perto de seu ápice. Kyungsoo só teve que fazer um carinho em sua glande inchada para Chanyeol arquear as costas e gemer manhoso, os jatos de gozo sujando sua barriga e a mão de Kyungsoo. Chan respirou pesadamente, o corpo inteiro tendo leves tremeliques, aproveitando da sensação letárgica pós-orgasmo.

— Tudo bem? — Kyungsoo sorriu para o híbrido, que confirmou com a cabeça. — Quer mais alguma coisinha?

Chanyeol se encolheu um pouquinho, afirmando de novo. Ignorou a meleca de sêmen sobre seu abdômen e ajeitou o moletom, sentando-se no sofá, tomando coragem para seus próximos passos.

— Soo... tem como você... — Coçou as orelhinhas, sem ideia de como sugerir aquilo ao namorado. — S-sentar e ficar p-paradinho?

— Tem — Kyungsoo respondeu, confuso. Sentou-se com as costas apoiadas no estofado e os pés firmes no chão. Chanyeol saiu do sofá e Kyungsoo ficou o fitando, tentando descobrir o que o mais novo pretendia fazer... e arregalando os olhos ao vê-lo se ajoelhar à sua frente. — Ch-Chanyeol!?

— V-você n-não quer? — Chanyeol piscou os olhões, temeroso e envergonhado, mas muito decidido. Kyungsoo mordeu o lábio inferior.

— ...Você quer?

— Q-quero, Soo.

— Então tá. Eu quero também.

Chanyeol respirou fundo e encarou o membro duro de Kyungsoo enquanto puxava a calça e a cueca dele para baixo, deixando-as em seus tornozelos. Kyungsoo fez um carinho nos cachinhos de Chanyeol, olhando nos olhinhos dele, surpreso e um tanto orgulhoso do mais novo estar confortável o suficiente para tomar as rédeas da situação e demonstrar o que queria fazer.

— Soo... — balbuciou, envergonhado, sem tirar os olhos da ereção do mais velho.

— Hm?

— Vai... caber? — perguntou, todo preocupado. Kyungsoo deu uma risadinha.

— Claro que vai, bebê. E, de qualquer forma, não precisa botar tudo na boca, vai só até onde você conseguir. — Kyungsoo acarinhou a orelhinha de Chanyeol. — Sério, faz o que você tiver vontade.

Chanyeol confirmou com a cabeça e chegou mais perto, apoiando as mãos nas coxas de Kyungsoo. Quando ele abriu a boca, Kyungsoo lembrou-se de algo fundamental e completou:

— Só toma cuidado com os dentes.

Chanyeol murmurou uma afirmação e deixou sua respiração quente resvalar pelo membro de Kyungsoo, tomando fôlego e coragem para o que vinha em seguida. Deixou beijinhos pela glande e deu lambidas experimentais em toda a extensão de pele que encontrou pela frente, ouvindo a respiração de Kyungsoo falhar e alguns gemidinhos escaparem por entre os lábios dele. Chanyeol raspou a língua na fenda, o gosto estranho de pré-gozo deixando-o curioso a respeito do resto.

— M-merda, Chanyeol, pera aí — Kyungsoo disse de repente, surpreendendo o mais novo. — Deixa eu pegar uma camisinha.

Chanyeol ia dizer que não precisava, que o gosto não era tão ruim assim e que Kyungsoo podia gozar em sua boca, se quisesse; já tinham feito todos os exames e os dois estavam saudáveis, Chan não via muito problema... mas antes que pudesse abrir a boca para falar, Kyungsoo se esticou para puxar a carteira do bolso traseiro da calça e tirou uma camisinha dali de dentro, abrindo o pacote e desenrolando o látex sobre seu pênis. Chanyeol até quis perguntar o porquê de Kyungsoo ter uma camisinha na carteira, mas Chanyeol também tinha uma em sua própria carteira porque “vai saber quando vou precisar dela” e é, tinha sido bem útil ali.

— Tá tudo bem, amorzinho? — Kyungsoo perguntou. — Quer continuar?

— Sim — respondeu, um tom de animação pintando sua voz.

Debruçou-se sobre o membro de Kyungsoo e lambeu a cabecinha de novo, agora sentindo um gosto artificial de morango dançar por sua língua. Chanyeol até tinha gostado de sentir a molhadura de Kyungsoo em sua boca, mas a camisinha quase não mudava nada do resto — e ainda tinha gostinho de morango! — então Chan não reclamou da escolha do mais velho.

Chanyeol foi firme e forte, envolvendo a glande com os lábios e dando uma chupadinha. Kyungsoo gostou disso, a julgar pelo grunhido que soltou, e Chanyeol sentiu o coração palpitar mais forte. Desceu a boca mais um pouquinho, sentindo o pênis de Kyungsoo se acomodar sobre sua língua, e aí chupou de novo, o interior das bochechas entrando em contato com o membro duro. Chanyeol gostou da sensação mais do que achou que fosse gostar; aquela vontade doida de botar o pau de Kyungsoo na boca tinha surgido de repente, depois que Chan tinha visto um certo vídeozinho debaixo do cobertor, mas ele não achou que a sensação de realmente ter o pau de Kyungsoo na boca fosse ser tão boa. Ah, talvez Chanyeol se viciasse em mais uma coisa além de fanfics, marshmallow e vídeos bobos do instagram...

Chanyeol não conseguiu botar muito do membro do mais velho para dentro, morria de medo de encostar sem querer em sua úvula e acabar vomitando — imagina que horror!? Ainda assim, Chanyeol fez um bom trabalho deslizando a língua curiosa por todo o pênis de Kyungsoo enquanto fazia vaivéns com a cabeça, sugando e grunhindo baixinho, se deliciando com os gemidos extasiados do Soo.

— Chan — Kyungsoo chamou, embrenhando os dedos nos cachinhos do híbrido. — I-isso tá tão bom, Chan... v-você é muito bom nisso, meu amor — elogiou. Chanyeol sentiu borboletas flutuarem por seu estômago e uma faísca de vergonha misturada com felicidade serpentear por seu corpo.

Chanyeol continuou com seus movimentos e chupadas, ganhando forças para abrir os olhos e encarar Kyungsoo, ainda que pequenas lagrimazinhas tivessem se formado e atrapalhassem um pouco sua visão. O jeito que Kyungsoo o olhava era... intenso, e novo, e perdidamente apaixonado e cheio de tesão, e Chanyeol nunca tinha sido olhado dessa forma, nem mesmo pelo próprio Kyungsoo; eles estavam entrando num novo território, numa área mais íntima, mais próxima, e Chanyeol acabou sorrindo sem querer ao perceber isso — e aí teve que balbuciar desculpas porque “p-porra, Chanyeol, os dentes!”.

Chanyeol largou um pouquinho o membro para respirar, enrolando os dedos sobre a extensão de Kyungsoo e masturbando-o como fazia sempre. Kyungsoo respirou pesado, jogou a cabeça para trás, agarrou sem querer os cachinhos de Chanyeol e grunhiu arrastado, pulsando na mão do híbrido, indicando seu ápice iminente. Chanyeol passou a língua pela glande mais umas vezinhas antes de abocanhar de volta o membro de Kyungsoo, retornando aos movimentos, não precisando de mais do que algumas chupadas para que Kyungsoo gozasse com um gemido quebradiço e um espasmo inconsciente dos quadris.

Chanyeol se levantou, com um sorrisão largo todo orgulhoso na cara, e tirou o preservativo do pênis do namorado, sumindo no banheiro para descartá-lo. Voltou só para ganhar uns carinhos merecidos, afinal, tinha pagado com sucesso seu primeiro boquete e achava que o mínimo que Kyungsoo podia fazer era enchê-lo de mimos e beijinhos no rosto.

— Vem cá — Kyungsoo chamou sonolentamente, um sorriso atravessado na face, só aumentando a alegria de Chanyeol. O mais novo pulou pro colo do outro e se aconchegou todinho nele, manhoso e carente, abraçando-o como um coala. — Chan, eu... nossa.

Chanyeol deu risadinhas.

— Isso é bom? — perguntou baixinho, sem olhar nos olhos alheios.

Perfeito.

Chanyeol sorriu satisfeito, o corpo inteiro aquecido de felicidade e amor. Às vezes é bom não ser tão inocente assim, no fim das contas.

 

...

 

Um shiba e um ragdoll no celular:

 

Chanyeolie: HUNIE

Hunie: opa meu dengo

Chanyeolie: assim fico com vergonha

Hunie: ai que neném

Chanyeolie: kgdflgdlf

Chanyeolie: NÃO MUDA O ASSUNTO

Hunie: QUAL O ASSUNTO

Chanyeolie: EU

Chanyeolie: boteinaboca

Hunie: MENTIRA

Hunie: AAAAAAAAAAAAAA

Chanyeolie: AAAAAAAAA

Chanyeolie: FOI MUITO DE REPENTE EU AINDA TÔ SEM ACREDITAR QUE ACONTECEU MESMO

Hunie: quando viu já tava com a tora do Soo na boca

Chanyeolie: PARA

Hunie: botou tudo?

Chanyeolie: NÃO

Hunie: jkjjkkjkk então é tora mesmo

Chanyeolie: AAAAA

Chanyeolie: EU ATÉ QUERIA MAS FIQUEI COM MEDO

Chanyeolie: UM PASSO DE CADA VEZ

Hunie: isso é questão de prática e ir com calma mesmo

Hunie: faz todo dia que daqui uma semana cê já tá fazendo o gargantão nele

Chanyeolie: HUNIE!!!

Hunie: kkkkkkkk que éééé???

Hunie: vai dizer que não quer

Hunie: gostou?

Chanyeolie: SIM

Chanyeolie: maisdoquedeveria

Hunie: HMMMM

Hunie: vou mudar seu nome de contato pra Chan boqueteiro

Chanyeolie: NÃO FAZ ISSO

Hunie: kkkk não faço porque sou um gatinho do bem

Hunie: menos quando quero que o papai me puna~

Chanyeolie: ECA

Hunie: eca mas se acaba de ler sadistic beauty que eu sei

Hunie: ainda fica chorando pelos cantos quando o Soo bate na sua bunda e você tem vergonha de dizer que gosldfngdlfkm

Hunie: desculpa derrubei o celular com meu rabo

Chanyeolie: ainda bem porque quase que sou exposto aqui

Hunie: enfim parabéns pelo boquetão

Hunie: depois da garganta profunda é hora de meter no cuzinho né????

Hunie: nem acredito que já tá na hora da #ChanLiberaEsseCu tô até com orgulho

Chanyeolie: NÃO

Hunie: não?

Chanyeolie: NÃO!!!!!!!!!

Chanyeolie: ANTES DISSO TEM QUE

Chanyeolie: botarosdedinhos

Hunie: você botar?

Chanyeolie: o Soo botar

Hunie: HM

Chanyeolie: NÃO FAZ HM PRA MIM

Hunie: HMMMMMMMMMMM

Chanyeolie: PARA HUNIE

Hunie: #SooMeteOsDedos

Chanyeolie: PARA COM ISSO!!!!!

Hunie: não kkkkkk

Chanyeolie: POR QUE VOCÊ ME ODEIA???????

Hunie: te amo e quero o seu bem

Hunie: e por seu bem quero dizer orgasmos deliciosos

Chanyeolie: (carinha chorando)

 

 

FIM


Notas Finais


essa fic nem existe vcs estão vendo coisas
mas meu tt existe e aqui a gente se abraça sempre https://twitter.com/domksoo


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