História Sacred - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Uruha
Tags Aoiha, Reituki, Sacred
Visualizações 35
Palavras 2.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Fluffy, Josei, Lemon, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello manas!
quem se lembra de Sacred?
Pois é, essa fic é uma senhora velharia, uma idosa de 9 anos. Comecei a postar ela no Nyah, na epoca era super famosinha la, mas por motivos DE MIL tretas, acabei parando de escrever e tirando do site, no ano passado, voltei a escrever ela, mas também não durou muito, aconteceram mais problemas e eu parei por deixar ela de lado. Mas acontece, que eu tenho uma relação MUITO GRANDE DE AMOR COM ESSA FIC, sério, vocês não tem ideia de como eu amo. E algumas leitoras andaram pedindo para que eu voltasse a escrever.

Como agora eu ando escrevendo bastante e bem melhor pscicologicamente com relação a como eu estava no ano passado, decidi terminar. Ela já estava bem avançada e faltam poucos capítulos pra terminar. Mas eu vou postar semanalmente e tal <3 :3

Quero agradecer a Bia pela capa fucking maravilhosa e por me incentivar muito a postar de novo. Também a Psy por corrigir pra mim, VAMOS QUEBRAR ESSA MALDIÇÃO AMIGA! Obrigada mesmo por todo o seu incentivo! <3

Espero que vocês gostem. A historia é sobre amizade e sobre mil problemas adolescentes, então, sim, vai ter drama, vai ter romance, vai ter briga e aaaaa <3

Boa leitura a todos!

Capítulo 1 - Melancólicos dias de adolescentes.


Fanfic / Fanfiction Sacred - Capítulo 1 - Melancólicos dias de adolescentes.

Capítulo I - Melancólicos dias de adolescentes.

 

15 Maio de 2000

 

O jogo estava empatado e caminhava lentamente para os minutos finais. Eles precisavam ganhar, haviam treinado duro durante meses para enfrentar aquele tão famoso time de basquete nos jogos intercolegiais. A arquibancada estava lotada, vários alunos gritavam com entusiasmo os nomes das estrelas de seus times.

No centro da quadra um rapaz pequeno, de cabelos a altura do pescoço castanho, com uma franja que lhe tomava metade do rosto fino e delicado, tomou posse da bola, então metade da plateia gritou em esperança.

Era Takanori que estava com a bola.

A chance de eles ganharem cresceu bastante.

Começou a se deslocar pela quadra com agilidade e graça ao mesmo tempo. No meio daquele bando de rapazes enormes, Ruki se destacava por sua altura, muitos até diziam que com aquele tamanho não seria capaz de fazer uma cesta. Mas estávamos falando de Ruki, o rapaz que era dono de um talento incrível a ponto de deixar muitos profissionais no chão.

A respiração era rápida e descompassada, exalava a pura excitação por seus poros por estar ali. Correu os olhos claros à procura de seus parceiros e avistou mais perto de si um rapaz de cabelos negros e longos, alto, o rosto razoavelmente corado por ter corrido bastante.

— Aqui, Ruki!— pediu o moreno, com os braços erguidos, enquanto gritava com a voz grossa para que o menor lhe passasse a bola.

Então Ruki correu, driblou dois rapazes bem maiores que ele que surgiram no meio do caminho e com um pulo gracioso atirou a bola laranja e grande que rapidamente parou nas mãos firmes do moreno.

Foi a vez de Aoi agir, seus olhos negros e brilhantes procuraram por mais alguém que estivesse perto da cesta e lá estava ele. Não precisou esperar até que ele erguesse as mãos e pedisse pela bola.

Então a atirou alto e todos pararam para assistir com respiração presa, o rapaz loiro que usava uma faixa branca em volta do nariz correndo ao que parecia ser em câmera lenta até a cesta. Tomou impulso no chão e atirou-se no ar jogando a bola no exato momento em que dois dos adversários pularam junto com os braços erguidos para bloquear.

Mas foi em vão.

A bola foi direto para cesta.

No segundo seguinte o sinal ecoou por todo o salão anunciando o fim do jogo.

A multidão gritou em vitória enquanto ele corria pela quadra com os braços abertos, fazendo gestos e balbuciando coisas quase inaudíveis, devido aos gritos da plateia, sorriu largo quando os rapazes vieram ao seu encontro.

Os adversários chutavam o chão, xingavam alto enquanto os outros nem se importavam.

— Isso, isso Reita! — Aoi correu para abraçar o loiro.  Um loiro alto de beleza invejável, Uruha também do time, vinha logo atrás também juntou para um abraço triplo.

— Aee, porra! — o pequeno veio correndo e jogou-se nas costas de Reita, grudando as pernas na cintura do rapaz, os braços passando pelo redor de seu pescoço e rindo animado.

Então os quatro desabaram no chão, mas nem ligaram, continuaram rindo e comemorando a vitória mais que merecida. Logo, um rapaz moreno e muito branco dono de um lindo sorriso veio juntar-se a eles. Era Kai, do clube de jornalismo e o melhor amigo do grupo.

— Parabéns pela vitória gente! — os saldou sorrindo, os olhos percorrendo todos que estavam no chão, mas estava falando um. — Ué... Cadê o Meev...

— Kaai! — também fora atirado no chão pelo modo como foi abraçado. O rapaz alto, de cabelos coloridos e com uma porção de tatuagens espalhadas pelo esbelto corpo, tratava de apertar com força o menor que apenas ria. — Que bom que veio!

— Não poderia... Deixar de vir... Mas... Meev... Tá me sufocando... — tentava gesticular em meio a sorrisos e a face completamente vermelha.

Então os seis ficaram no chão, conversando animados sobre os melhores momentos do jogo.

— Nem acredito que conseguimos! — os olhos amendoados de Uruha brilhavam enquanto afastava as mechas loiras do belo rosto.

— Graças ao Ruki! — Aoi comentou levantando-se do chão e sentando de modo que suas palmas ficassem viradas para baixo, enquanto balançava a cabeça fazendo os cabelos grudados em seu pescoço pelo suor se afastassem.

— Eu nada! Se não fosse o Reita teríamos perdido! — Ruki logo deixou as costas do rapaz e sentou-se no chão com os outros.

— Se você não tivesse tirado a bola das mãos do Tora não teríamos nem nos mexido. — Reita interpôs, virando-se para fitar o pequeno que esboçou um sorriso tão singelo que a respiração do loiro por algo que foi um milésimo de segundo falhou.

— Hey, parabéns pela vitória! — o líder do time adversário havia se aproximado do grupo que estava no chão. Era alto, olhos grandes, cabelos loiros escurecidos e sorriso encantador. — O jogo foi demais!

— Muito obrigado, Shou, foi duro pra gente no começo, mas valeu a pena. — Aoi, o líder do grupo, respondeu sorrindo. — Vocês são realmente muito bons!

— Eu quero uma revanche. — uma voz grave ecoou por trás de Shou, capturando todos os olhares. Era Tora, a principal estrela do outro time. Os olhos negros fitavam Ruki com desprezo, como se o pequeno fosse o culpado pela derrota deles.

O que de fato era.

— Que é isso Tora, a vitória deles foi bem merecida! — o outro atacante do time o repreendeu, erguendo o cenho.

— Calado Saga, esse nanico não tem tamanho pra jogar! Foi sorte... Mas dá próxima ele não vai ter tanta... — Tora mantinha os olhos em Ruki enquanto falava, na tentativa de deixá-lo ofendido ou amedrontado.

Mas deixar Ruki ofendido era uma árdua missão que ele jamais conseguiria. Reita levantou-se, seu rosto tomando uma feição severa e logo Aoi fez o mesmo. Uruha se pôs atrás de Ruki com os braços cruzados e olhar frio e Miyavi estava ao seu lado de pé, assim como Kai.

— O nome dele é Ruki, e foi ele quem tirou a bola das suas mãos... Nunca vi ninguém ficar distraído no meio de um jogo! — Reita o provocou, a voz soava em deboche, o que arrancou uma risada de todos de seu time.

— Mas fique sabendo que isso não vai ficar assim... — Tora por dentro estava quase explodindo de raiva. Ele podia sentir a fúria correndo por suas veias. Quem aqueles moleques pensavam que eram para subestimar o melhor time de Kanagawa? — Vocês podem ter ganhado uma vez... Mas ninguém garante que terão sorte na próxima.

— Cala a boca Tora. — o mais baixo de cabelos negros com mechas claras, Nao, tomou a palavra, mantendo-se calmo e paciente. — Desculpe-o... Ele só está um pouco bravo por termos perdido... Mas depois passa...

— Não tem problema. — Ruki adiantou-se ficando ao lado de Reita, os braços cruzados e olhar superior. — Pode marcar o dia da revanche, eu não vou deixar nem que chegue a um empate.

— Não seja tão convencido, nanico. — adiantou-se mais alguns passos de modo que ficasse frente a frente com Ruki. O pequeno por sua vez não pareceu intimidado com a ação, pelo contrário olhava-o com desprezo e superioridade.

— Não sou convencido. — disse, simplista. — Só sou muito melhor do que você e todo mundo sabe disso.

— Ora, seu filho da puta...! — suas mãos voaram de encontro ao pescoço de Ruki, uma fúria sem tamanho tomando conta de si, mas antes que pudesse tocar a pele alva que estava louco para marcar, sentiu um par de mãos frias e firmes segurando-lhe os pulsos.

— Nem pense em dar uma de louco aqui. — a voz rouca e letal de Reita soou baixa, mas suficiente para que Tora abaixasse as mãos se livrando do contato com o loiro. Shou, Hiroto e Saga seguravam seu ombro enquanto Nao tomava a frente deles.

Uruha e Aoi estavam segurando os braços de Ruki que estava estático com a atitude do loiro. Kai caminhou até Reita tocando-lhe o ombro e tomando seu lugar.

— Não acho que essa ideia de revanche seja boa. — Kai começou, mostrando toda sua paciência perante a situação. — É melhor esquecermos isso e deixar para o próximo campeonato.

— Nunca. — Ruki resmungou olhando para Tora que agora recebia sermões de um moreno mais baixo.

— O que? — Kai virou-se para olhar o pequeno. A incredulidade tomando seu rosto. — Não vê que eu estou tentando limpar sua barra, seu mal-agradecido?

— Não precisa, Kai. Eu disse que quero uma revanche, pra mostrar pra esse idiota que eu posso e sou muito melhor do que ele.

— Ruki-san é bom parar... — Nao tentava apaziguar a situação antes que Tora ouvisse, mas já era tarde.  

— Então certo, tampinha... Agora eu quero essa revanche mais do que nunca.

— Ruki, para... — Uruha começou, um pouco preocupado com o clima.

— Certo, vamos ter uma revanche, é só marcar e tá tudo certo, satisfeitos? — Miyavi falou, um tom mais grave áspero tomando suas palavras. Queria acabar de vez com aquela discussão.

— Você me paga, seu nanico imbecil!— Tora falou enquanto Hiroto o puxava pelo braço e Shou, Saga e Nao logo iam juntos, os últimos lançando olhares culpados o tempo todo.

Reita olhava para Tora, os olhos brilhando em excitação só ao imaginar o que faria com eles no próximo jogo.

 

***

— Taka seu louco, estamos ferrados!— Aoi praticamente berrou quando entrou ao vestiário, chutando algumas bolas ali. — Porque você teve que arrumar briga com o cara mais perigoso daquele time?!

— Pra mostrar pra ele que não é melhor do que ninguém. E nós ganhamos porque somos melhores e não por sorte. Vou mostrar que podemos ganhar não só uma vez, mas quantas acharmos necessário. — Deu de ombros.

— Por um lado vai ser bom.— Reita ia até seu armário e tirava algumas roupas limpas e uma toalha seca. — Se ganharmos poderemos ficar como o melhor de time de Kanagawa.

— "Se ganharmos" não Rei-chan... — Ruki o olhou, um sorriso de vitória tomando os lábios delineados. — "Quando ganharmos".

Akira retribuiu o mesmo sorriso, jurando que havia visto mais do que um sorriso vitorioso ali, havia algo mais, algo como malicia. Voltou sua atenção para o armário.

— Adoro a força de vontade do Ruki! — Uruha comentou tirando a blusa do uniforme do jogo suado e indo até seu armário pegar a toalha.

— Sabe que eu também, Uru! — Aoi comentou livrando-se dos tênis. — Mesmo sabendo que estamos ferrados se perdermos...

— Mas não vamos perder, Yuu! — seus olhos brilharam e o moreno sorriu. Uruha se levantou e jogou a toalha nos ombros e falou em tom brincalhão: — Então quem vem tomar banho comigo? Meev?

— Dispenso. — Miyavi riu e Kai que assistia a tudo sentado num banco, riu baixinho comentando algo sobre Miyavi não gostar de tomar banho e acabou arrancando gargalhadas de todos.

— Rei-chan? — parecia esperançoso. Ruki ergueu o cenho. Mas Reita apenas riu.

— Fica pra próxima, Uru!— piscou e todos riram.

— Você quer, não quer Ru-chan?

— Não Shima... Seus hormônios andam animados ultimamente hein? — Ruki comentou pegando algo da mochila.

Novamente todos riram, mas Kouyou ignorou e continuou sua busca.

— Yuu?— praticamente miou o nome do outro, o olhar de criança pedinte e um jeitinho todo infantil.

— Tem dificuldade pra esfregar as costas Kou? — Aoi brincou pegando uma toalha na mochila.

— Também. — suspirou, manhosamente.

— Tá eu quebro seu galho... Mas sem perversões, ok?

— Hum... Jura!? Eu pensei numas coisinhas... — parecia mais animado agora, quando os dois tomaram rumo aos boxes no fim do corredor.

Os meninos iram apenas com aquelas atitudes de um com o outro, mas não poderiam dizer que estavam acostumados, pois cada dia era uma provocação nova.

— Eles estão tendo um caso? — o baixinho parecia interessado.

— Todo mundo sabe que o Kou nunca foi afim de mulher, né? — Kai comentou após um suspiro. — Só que o Yuu é super brincalhão, então, se estão tendo algo não sei, mas que eles andam bem estranhos ultimamente, eles andam.

— Meu Deus... — Ruki riu de canto negando com a cabeça.

— Bom gente, eu vou voltar pro clube de jornalismo, só vim parabenizar vocês mesmo. — despediu-se com um aceno com a mão.

— Vou com você Kai... Preciso ver umas coisas ali. — Miyavi logo se adiantou jogando a mochila nas costas e acompanhando o rapaz do sorriso bonito.

Então ficaram apenas Reita e Ruki no vestiário e o silêncio havia sido plantado ali. Ambos pareciam desconfortáveis com aquela situação, nenhum dos dois tinha o que falar. Então decidiram que o melhor era o silêncio.

— Reita... — Ruki o chamou, depois de dez minutos ensaiando mentalmente o que falaria.

— Hum?

— Obrigado por ter me livrado do Tora... Se não fosse você teria sido esganado. — olhava para algum ponto interessante do chão naquele instante.

O loiro da faixa riu apenas e negou com a cabeça.

— Não precisa agradecer Ruki. Você é meu amigo.

— Obrigado. — por mais que tentasse Ruki não conseguia sorrir, não o mesmo sorriso que Reita tinha nos lábios, e se condenou por isso. — Sabe, a gente poderia s...

De repente uma musica começou a tocar e logo Reita percebeu que era seu celular. Pegou o aparelho e deixou um sorriso sonhador desenhar-se pelos lábios ao ver a quem o número pertencia.

— Miu-chan?... Ah sim nos ganhamos... Não, não foi tudo legal... Eu passo ai então? Ok... Até lá... Beijo.

Desligou, ainda fitando o aparelho antes de olhar para Ruki que olhava o teto naquele instante.

— O que dizia Taka?

— Ah, nada não... Bem eu tenho que ir... Amanhã a gente se fala.— levantou-se jogando a mochila nas costas e deixando o vestiário apressado.

Condenava-se mentalmente por ser tão imbecil e idiota daquela forma. Ele sabia muito bem que por mais que tentasse nunca Reita o veria com segundas intenções. Eles eram amigos, o loiro havia deixado aquilo claro no vestiário. Mas o que maltratava o baixinho era saber que aquela droga de sentimento dentro de si não morreria tão fácil.        

Akira era hétero, tinha uma namorada e estava muito feliz com ela. Então porque demônios Takanori começou a se apaixonar por ele? Era o que se perguntava à medida que caminhava até a saída da escola e pegava bicicleta preta que estava encostada ali com o cadeado. Talvez tenha sido por causa daquele jeito tão calmo e paciente dele, aquele sorriso misterioso que sempre adornavam os lábios vermelhos, aquele jeito de quem vivia de bem com a vida... Assim que subiu na bicicleta começou a se amaldiçoar por ter deixado seus pensamentos irem até o ponto do qual mais queria fugir.

Não havia melhor alternativa a não ser fingir. Fingir que não sentia nada, quando ele o abraçava, sentir que sua respiração falhava a cada vez que ele lhe dirigia um sorriso ou elogiava-o por algo que fizera. Quantas vezes pegou-se suspirando por conta daquilo?

Pedalava sem pressa, nos fones no ouvido uma canção dos Sex Pistols, Bodies ecoava alto, enquanto os olhos caminhavam pelas lojinhas, pelas pessoas que passeavam naquele fim de tarde. Até que parou quando a viu na vitrine.

Era preta com detalhes em branco. De todas era a mais linda das guitarras. Ele suspirava por ela quase na mesma intensidade que por Reita...

Mas ele ainda tinha esperanças de tê-la algum dia. Não era a primeira vez que a via ali, mas sempre tinha que parar e "namorá-la" nem que fosse um pouco.

Um dia ainda teria ela! Ah se teria! Nem que fosse a ultima das coisas que fosse ter na vida!

 

 


Notas Finais


Então? Primeiro capítulo postadissimo, o que acharam? <3 Tudo que tenho a dizer é que: NADA É O QUE PARECE HEHEHEHE


beijos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...