História Sacrifices for love - Nash Grier - Capítulo 8


Escrita por: ~

Exibições 195
Palavras 1.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ GENTEEE, TUDO BOM? ESPERO QUE SIM.
Quero agradecer aos comentarios e prometo que irei responder todos mais rápido possivel.

Boa leitura e até a próxima.

Capítulo 8 - Chapter Seven


Fanfic / Fanfiction Sacrifices for love - Nash Grier - Capítulo 8 - Chapter Seven

-Você não vai tocar um dedo nela – Grito temendo que Nash acertasse o tapa em meu rosto. Nash deu um passo para trás e a raiva ficou ainda mais visível em seu rosto.

-Saia da minha frente Olivia – Ele rosnou.

-Não – Falo decidida, com medo atrás de minha segurança – Louise não tem culpa de nada.

-Claro que tem, ela saiu do cargo de serviço sem a minha autorização, isso é inaceitável, ela é a empregada e não a dona da casa.

-Mas agora eu sou uma das donas da casa, e eu que a liberei – Ele me fitou pelos olhos – Agora, abaixe essa mão.

Nash hesitou, mas acabou abaixando a mão e saiu furioso pela porta de casa. Finalmente consegui domar o leão. Suspirei aliviada assim que vi que ele estava longe o suficiente para ver a minha fraqueza, a coragem de alguns segundos atrás não existia mais.

Todos que estavam ali ficaram de boca aberta, não entendi o porquê, ninguém mais tinha coragem de enfrentar ele?

-Vamos preparar o jantar? – Maggie falou interrompendo o silêncio e quebrando o clima pesado.

-Vamos, estou com fome – Digo caminhando para a cozinha.

-Comprei tudo o que pediram – Hayes disse levando as sacolas com as compras, ele colocou em cima da bancada e Mary começou a tirar tudo de dentro e eu guardando o que não iria usar na hora.

-Vou cortar o tomate para fazer uma salada – Louise diz um pouco tímida pedindo um pouco de espaço na cozinha lotada.

Se passou um tempo e o clima já estava mais leve, eu e Mary começamos a cantar uma música que nossa mãe costumava cantar enquanto cozinhava. Minha mãe sempre amou música e eu adorava escuta-la. A única irmã que não puxou esse lado artístico de minha mãe foi Natalina, coitada, quando canta quase quebra os vidros da janela.

Maggie jogou um pouco de farinha para não grudar na mão, e eu não perdi a oportunidade para aprontar, peguei um pouco na mão e esperei a hora certa, assim que Maggie virou o rosto para mim, soprei farinha em seu rosto.

-Olivia! – Ela gritou irritada, mas logo riu da situação de seu rosto: Todo branco – Você me paga.

Ela pegou um pouco de farinha na mão e sobrou no meu rosto. Tossi um pouco e limpei os meus olhos com a mão, assim poderia enxergar e me vingar da garota.

Peguei um pouco da farinha do pacote de farinha e soprei, mas dessa vez Maggie foi mais esperta, ela deu um passo para o lado e a farinha foi no rosto de Mary, que estava ao seu lado.

-Pirralha! – Ela gritou e eu gargalhei ao ver seu rosto, não foi a minha intenção, mas aquilo estava hilário.

-Você esta linda viu? – Maggie disse gargalhando e Mary bufou.

-Pare de ser rabugenta minha irmã – Falo ao ver que sua irritação era verdadeira – Pelo visto o humor de Nash contagiou outras pessoas dessa casa – Falo em um tom de brincadeira, mas Mary não esboçou nenhum sorriso ou algo do tipo, Maggie que esboçava um sorriso, agora estava com uma cara fechada.

Só ouvi a porta batendo quando fui entender que Nash estava atrás de mim e que ouvira o que eu havia falado.  Não foi por mal, apenas uma brincadeira, mas é claro, toda brincadeira tem um pouco de verdade.

-Já volto – Falo enquanto limpo o meu rosto em um pano, deixo o pano de lado e caminho até as escadas.

Subo as escadas devagar e sigo na mesma velocidade até o quarto, entro e olho para os lados, o quarto estava vazio. Caminho até a cama e me assusto com a porta do banheiro se abrindo, Nash saiu do banheiro apenas com a calça que estava vestindo, não pude evitar de olhar para o seu corpo definido.

-É... – Começo tentando achar as palavras que parecia que havia sumido – Me desculpa pelo o que eu falei, foi só uma brincadeira...

Ele não respondeu e a culpa tomou conta de mim, não queria que tudo ficasse pior, já é ruim olhar para ele e me lembrar daquele Nash violento, mesmo estando calmo, não quero que tudo piore mais ainda.

Nash abriu à cômoda e tirou uma caixinha de lá de dentro, olhei curiosa tentando visualizar melhor o que ele segurava na mão, só pude perceber melhor enquanto ele se aproximava de mim.

-O que é isso? – Pergunto.

-Abra.

Pego a caixinha de cor rosa, com detalhes delicados com um laço por cima. Tiro o laço e a abro com cuidado, temendo que o que tivesse dentro pudesse quebrar. Visualizei um lindo colar dentro da caixinha, meus olhos brilharam ao ver tanta beleza.

-É lindo – Falo baixinho.

-Quando eu vi, pensei que iria gostar – Ele diz sorrindo sem mostrar os dentes – É de ouro e a pedra é uma esmeralda.

-Deve ter custado uma fortuna – Digo – Desculpe, mas eu não posso aceitar – Fecho a caixinha e entrego a ele, mas ele não pega.

-Não, por favor, fique – Insiste – Ele é seu.

-Nash...

-Aceite – Ele diz, mas parece mais uma ordem, resolvo obedecer.

-Obrigada – Agradeço, mas ele não responde com um “obrigado”, apenas pega o colar na caixinha e abre o fecho, me viro e ele coloca o colar no meu pescoço.

Caminho até o espelho que há no quarto e vejo a minha imagem, o colar enfeitava o meu pescoço e a esmeralda brilhava.

-Ficou melhor ainda – Ele diz e eu abro um sorriso largo, mas que logo se fecha assim que passo a minha mão por um dos machucados, solto um suspiro de dor e puxo o meu cabelo para frente, tampando o lugar do machucado.

-Obrigada mesmo.

Ninguém fala mais nada, não tenho certeza se é certo eu falar alguma coisa, algo parece estar estranho. Por que ele me presenteou depois de tudo? Me agredir e depois me presentear não é algo comum.

-O jantar logo ficará pronto, te chamo? – Pergunto incerta.

-Não – Responde curto – Não precisa.

-Tudo bem – Digo saindo do quarto, fechando a porta logo atrás de mim.

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...