História Sad Beautiful Tragic - Ludrigo - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Malhação
Tags Ludrigo, Marina Moschen, Nicolas Prattes, Noschen
Visualizações 70
Palavras 2.044
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O dia chegooooou!

Infelizmente esse é o último capítulo da fanfic.

Queria começar agradecendo à todos vocês que me acompanharam do comecinho até aqui. Sei que às vezes eu errei sumindo por meses e deixando vocês sei atualização mas que mesmo assim vocês não desistiram de mim e nem da história. Quero me desculpar se o final não foi o esperado mas precisava disso para introduzir a segunda temporada, espero de coração que vocês tenham gostado da história assim como eu amei escrevê-lá para vocês.

Sobre a segunda temporada, eu ainda estou à escrevendo, então preciso de mais tempo para organizar tudo antes de postar para vocês. Peço desculpas se demorar, quero que entendam que minha vida social é complicada e tenho meus estudos também.

Por último quero desejar o melhor para vocês e que continuem me acompanhado e mandando mensagens mesmo eu ausente. Eu adoro os comentários de vocês.

Enfim, é isso. O capítulo não foi revisado e ficou um pouco grande. Mas acredito que vocês vão apreciar.

Até a próxima amores, amo vocês e obrigada pelo apoio ❤


OBS: A MUDANÇA DE CENA NOS CAPÍTULOS, ESPERO QUE VOCÊS NÃO SE PERCAM.

Capítulo 25 - O Final "Feliz".


Fanfic / Fanfiction Sad Beautiful Tragic - Ludrigo - Capítulo 25 - O Final "Feliz".


Ricardo ainda estava meio chocado com o que a enfermeira disse. Olhava aquele pequeno bebê nos braços da mulher. Era uma criança, tão linda, tão pequena e frágil que poderia quebrar a qualquer momento.


A criança tinha a pele bem branquinha, os ralos cabelos eram negros e lisos. Era uma criança adorável.


— Senhor, o nosso médico a examinou. Apesar de ser uma criança prematura, ela é saudável e bem dotada. Mas ainda assim precisa de cuidados médicos até os nove meses.


— Ajeite isso. Contrate quantos médicos for preciso.


— Tudo bem. E a moça? Mãe do bebê?


— O que tem ela? — Ricardo perguntou. Não conseguia tirar os olhos da bebê.


— Ela está adormecida. Muito cansada. O corpo esgotado. O que fazemos com ela?


— Arrumem ela e façam o que eu tinha dito para vocês.


A enfermeira assentiu meio ressabiada.


— Quer segura-lá? 


Ricardo assentiu.


Ainda sem jeito pegou a filha nos braços. A pequena enrolada na manta, dormia calmamente em seu colo. 
Ricardo não deixava de notar na beleza da menina. Era linda! A criança mais bonita que ele havia  visto em toda sua vida.


— Oi princesa. Então, eu sou seu pai Ricardo. Você é parecida comigo, muito mesmo. Quando você for mais velha vai ver isso. Nesse momento estou salvando à sua vida, de ser criada por meu irmão e sua mãe. Eles realmente não te merecem. 


Ricardo exclamava para o bebê adormecido em seus braços. Ele não tinha vontade nenhuma de largar aquele pequeno ser.


— Ela é linda demais senhor....Já decidiu o nome dela? — Disse a enfermeira encarando a cena.


— Ela vai se chamar Alexa. Mesmo nome da minha avó.


— Lindo o nome!


— Obrigada. Agora, leve-a e cuide para que ela fique bem. 


Ele entregou a pequena para a enfermeira que saiu no mesmo instante.


Ricardo ainda não podia acreditar no poder que a pequena Alexa havia feito nele. Realmente ela havia mudado todo o plano que ele queria seguir. Na verdade, agora de qualquer maneira ele não deixaria a sua filha em qualquer mãos. 


No hospital de Manhattan, Rodrigo não aguentava mais esperar notícias de Alice. Estava tão preocupado que a modelo perdesse o bebê. 


Ele também ligava à todo minuto para Luciana. Queria avisa-lá que estava hospital porém por causa de Alice. Ele estava sentado sobre a poltrona. Ainda esperava notícias. Estava preocupado. Tinha medo que o pior acontecesse com a criança.


— Rodrigo Meyer?


Ouviu uma voz. Encarou a jovem médica obstreta que a chamava.


— Sou eu. Como ela está? — Disse preocupado.


— Alice está bem. O bebê também, ela quase teve um aborto causado por ingerir uma pílula, preciso te perguntar algo. Alice quer mesmo ter o bebê?


Rodrigo assentiu com a cabeça. Sabia que Alice era louca por aquela criança e não teria coragem de fazer mal algum. Pelo menos era o que ele achava.


— Então ela deve ter ingerido o remédio por engano, mas com certeza o aborto foi provocado.


Rodrigo se enfureceu.


— Certo. Ja posso vê-lá?


A médica assentiu começou a caminhar em direção ao quarto em que Alice se encontrava. 


Assim que adentrou, Rodrigo a encarou. Estava pálida. O rosto pálido e os lábios brancos. Abatida.


— Oi.


Ela exclamou com um pequeno sorriso em seus lábios. Rodrigo apenas à cumprimentou com a cabeça. A médica se retirou deixando-os sozinhos.


— Alice, posso te perguntar uma coisa?


Ela assentiu.


— Você tentou tirar o nosso filho? — Perguntou sério.


— Não! Rodrigo. Jamais. Eu te juro.


— Então porque tomou remédios?


Alice abaixou a cabeça.


— Eu não tomei Rodrigo. Eu te juro, eu fui tomar as vitaminas e acho que me confundi.


Rodrigo a encarou. Parecia dizer a verdade.


— O que quero saber....É porque tinha remédios para aborto em sua casa?


Alice não sabia dizer. Estava nervosa.


— Bem, quando descobri a gravidez eu fiquei nervosa com medo de você não aceitar. Eu te amo Rodrigo mas você já estava envolvido com a Luciana ai pensei em abortar mas me arrependi porque esse anjinho é tudo que me liga à você — Disse rapidamente passando a mão na barriga.


— Não justificava tomar uma decisão dessas. Alice, você foi importante para mim. Ainda é, porque carrega um filho meu. Só quero que saiba que sempre estarei com você. Temos um filho — Ele disse.


Alice se sentia culpada por estar fazendo parte desse plano ridículo de Ricardo. Ela poderia ter perdido tudo com isso. Seu filho, o cara que amava e sua vida e tudo por vingança.


— Tudo bem. Eu agradeço! 


Alice exclamou sorrindo.


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A claridade estava cada vez mais forte. Luciana abria os olhos com dificuldade. Não onde estava e nem como foi parar ali. O local era todo branco. Quer dizer, alguma vez já foi branco. Já que agora as paredes estavam desgastadas e sujas pelo mofo que preenchia o local. 


O seu corpo todo doía. Ela encarou a barriga enorme que já não se encontrava mais ali. Se desesperou! Ela lembrou-se que havia dado a luz.


— Lucy.


Gritou ela. 


Estava desesperada.


Sua filha devia estar ali. Com ela.


— Lucy.


Gritou novamente.


O quarto foi invadido por uma mulher de meia idade.


— A senhorita tem que se acalmar — Dizia a mulher.

Era uma enfermeira.


— Não! A minha filha. Cadê ela? Lucy. 


A enfermeira encarou a moça confusa.


— Você está delirando moça, precisa se acalmar.


— Não estou delirando. Eu sei o que falo. Sou Luciana. Estava grávida, dei a luz a minha filha de sete meses.


— É claro! Só podia ser esse o motivo dos cortes. Vou chamar um médico para examina-lá — A enfermeira disse.


— Não! Espera. E a minha filha? Onde ela está? 


Luciana disse agarrando o braço da enfermeira.


— Sua filha não estava com você quando a encontramos.


O corpo dela gelou.


As lágrimas já escorriam sobre o rosto abatido de Luciana.


— Como...como assim? Eu não entendi. Cadê a minha filha moça? Por favor! — Dizia desesperada.


— Não sabemos da sua filha. Agora precise que se acalme para o médico examina-lá. Se ganhou mesmo um bebê de sete meses, precisa de cuidados.


Luciana nem ouvia o que a enfermeira dizia. As lágrimas desciam a todo minuto. Ela não podia acreditar que Lucy não estava com ela. Aquela criança er tudo para ela. Sua filha. 


— Traga minha filha. Por favor!


— Sinto muito senhora! 


Foi tudo que a enfermeira disse antes de sair do quarto onde a mexicana se encontrava.


Ricardo estava emocionado. Encarava a pequena criança que estava dentro de um tubo. A bebê dormia calmamente. Os médicos haviam examinado e ela ficar na encubadora até se restabelecer. 


Ricardo havia contratado os melhores médicos e enfermeiros para cuidar da pequena. Todos muito bem pagos pelo trabalho e pelo silêncio. 


Ele bebeu mais um copo de cerveja enquanto ainda encarava a criança. Era tão serena dormindo. Linda demais! 


Ele não imagina que se apaixonaria tanto por aquela criança como estava agora. Não conseguia desgrudar da pequena por um minuto sequer.


— Senhor?


Gritou uma das enfermeiras.


— Sim? O que houve? Não vê que estou ocupado? — Disse rispído.


— Desculpa é que tem um casal à sua espera. 


Ele sabia quem era.


Era o casal que ele havia contratado para cuidar da pequena Alexa. Ele havia escolhido uma família simples de adultos que não poderiam ter filhos.


— Mande-os entrar.


A enfermeira assentiu sorrindo.


Rodrigo ficou encarando a menina. Quando ouviu a porta sendo aberta. Um casal não tão jovem adentrava o local. 


Rodrigo os cumprimentou rapidamente.


— Sou Patrick Halle e essa é Paola Halle minha esposa.


Rodrigo apenas acenou.


A mulher olhava admirada para a incubadora. Onde se encontrava a menina.


— É ela? — Disse a mulher.


— Sim. Ela nasceu prematura, como disse à vocês. Precisa de atendimento antes de ir para a Pensilvânia com vocês.


O homem assentiu enquanto Paola se aproximava cada vez mais da menina. Estava emocionada.


— Ela é linda! Muito linda.


Rodrigo assentiu.


— Quero esclarecer algumas coisas à vocês — Ricardo começou falando — quero estar presente na vida dela. Como padrinho. Quero ajudar no crescimento dela e nas despesas, quero que me mantenham informado sobre tudo dela.


— Como quiser. Você nos deu o nosso maior sonho — Disse a moça emocionada.


Ricardo sorriu.


— Tem mais uma condição.


O casal encarou Ricardo emocionado.


— Qual seria? — Perguntou o homem.


— Quero que ela se chame Alexa.


A notícia do sumiço de Luciana se espalhou rapidamente entre a família mexicana. Estavam literalmente preocupados e sem notícia da morena à horas. Sabia que ela nunca sairia sem avisar ao menos Rodrigo.


Quando conseguiram se comunicar com o gêmeo o sufoco foi maior. Nem ele sabia de nada. Ninguém sabia. O pensamento de que algo ruim tenha acontecido se pairou sobre eles.


A família se dividiu em grupos para procura-lá. Alguns ligavam para hospitais, aeroportos e rodoviárias enquanto Rodrigo e Letícia procuravam informações nas ruas da cidade.


Quando anoiteceu o desespero foi maior ainda. Não tinham nenhuma notícia de Luciana. E isso os preocupava. Mas ele não desistiria. Se a família mexicana desistisse seria uma coisa. Mas ele não. Iria até o final para encontrar a garota da sua vida.


Não era de se notar que Mille chorava abraçada a mãe a todo minuto. A garotinha se culpava por ter deixado Luciana sozinha em casa. Todos da família tentavam conforta-lá.


Rodrigo se preparava para sair em busca da mulher, quando seu telefone tocou. Número desconhecido.


"Alô, quem fala?"


Disse impaciente. Não queria falar com ninguém naquele momento.


"Boa noite, desculpa incomoda-lô. Sou do hospital de Nova Jersey, queria informar sobre Luciana Almeida."


O coração dele gelou. Mas um certo alívio percorreu seu corpo por ter encontrado-a.


"Pode falar, onde é o hospital? Estou indo para ai nesse momento"


Luciana chorava a todo minuto. Ela não podia acreditar no que estava acontecendo. Ela não podia. Haveria tanta crueldade no mundo ao ponto de alguém sequestrar uma criança?


Lucy era sua filha. Porque tinham que tira-lá dela? 
Isso não podia acontecer.


Luciana jurava que essas coisas ó aconteciam em filmes. Onde as pessoas eram tão ruins a ter a capacidade de tirar um filho recém nascido da própria mãe.


As lágrimas não paravam de descer de sua face. As enfermeira tentavam de todo jeito ajuda-lá. Ligaram para diversas coisas da região para saber se ninguém sabia de uma criança mas nada.


— Lucy. Minha filhinha....


Dizia a todo mundo enquanto chorava. Ela nem ao menos segurou uma vez na vida. Oh Deus!


Ela fechou os olhos e pensou que poderia ser um sonho. Um sonho não! Um pesadelo. Um pesadelo horrível que ela desejava acordar à todo custo.


— Luciana!


Ela ouviu a voz conhecida e abriu os olhos no mesmo instante. Encarou Rodrigo que se aproximava dela cada vez mais. Não era um pesadelo. Era realidade. Ela sentiu assim que ele tocou suas mãos.


— Lu. Você está bem? Meu deus! Eu tive tão preocupado. Você deu a luz....Cadê ela? A pequena.


Rodrigo dizia tão rapidamente. Seus olhos em curiosade. Ela não conseguia dizer nada. Apenas chorar.


— Não chora Lu! Me diga. Cadê a Lucy? Precisamos tirar vocês desse lugar. 


Luciana o encarou. Precisava de força para dizer tudo a ele.


— Lucy.....


Foi tudo que ela disse.


— Sim. Vou chamar a enfermeira. Quero sair desse lugar. Mas preciso saber se você e Lucy podem viajar.


— A Lucy não.....Ela não está aqui.


— Como não está aqui? Está com a enfermeira?


Luciana negou.


Rodrigo se preocupou.


— Onde ela está Luciana?


— Acho que roubaram a Lucy. Tiraram ela de mim da forma mais cruel. Eu não tenho mais a minha filha.


Rodrigo não podia acreditar no que ouvia. Só podia ser uma brincadeira isso.


— O quê? Mais como? O que houve? Você não ganhou a Lucy aqui?


Luciana negou com os olhos lágrimas.


— O que aconteceu Lu? Como veio parar aqui? 


Rodrigo dizia rapidamente. Seus olhos cheios de lágrimas. Isso não podia estar acontecendo. Alguém não poderia ter roubado uma criança do nada.


— Eu não lembro de nada. Só acordei nesse lugar e sem minha filha......


Falou chorando mais ainda.


Rodrigo se aproximou a abraçando de lado.


— Calma Lu! Isso não vai ficar assim. Vou atrás de Lucy. Ninguém seria capaz de fazer isso.


— Eu só quero a minha filha Rodrigo. Eu nem mesmo segurei ela. Nem sei como ela é.


— Você vai saber e vai segura-lá. Eu encontrarei nossa filha.


— Você me promete? Promete que irá trazê-la de volta?


— Eu prometo!

 

 

 

 


"Talvez o final feliz seja só seguir em frente." 
— Desconhecido.




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