História Safe and Sound - Capítulo 24


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Categorias Chandler Riggs, The Walking Dead
Personagens Beth Greene, Bob Stookey, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lizzie Samuels, Maggie Greene, Michonne, Mika Samuels, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Tyreese
Tags Amigos, Apocalipse, Carl, Chole Greene, Família, Perigo, Rick, Romance, The Walking Dead, Walkers
Exibições 465
Palavras 2.698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Helloooo!!! Aqui está um especial de feriado que eu fiz com todo carinho do mundo e espero que vcs gostam <3 <3 Boa leitura e desculpem qualquer erro. Até o próximo cap. XOXO.

Capítulo 24 - Can you see the stars?


Fanfic / Fanfiction Safe and Sound - Capítulo 24 - Can you see the stars?

Chloe P.O.V

Ser atirada para uma vida totalmente diferente do qual você já está acostumada o obrigada a repensar sua ideia a respeito de quem você é. Ou como você enxerga a si próprio. Posso dizer que mudei muito desde quando tudo começou, não sei tenho orgulho por quem me tornei, mas eu sei nunca deixei que esse mundo acabasse com a minha sanidade. E agora que estamos abitando Alexandria, meus pensamentos estão entrando em conflito sobre quem eu realmente sou.

Desde que chegamos fomos muito bem recebidos. Todos pareciam serem boas pessoas, porém mesmo com pouco tempo vivendo aqui, percebi o maior problema desta comunidade. A inocência exalava por este local, as pessoas sorriam como se nada pudesse acontecer, como se estivessem seguros de tudo e de todos, mas eu não conseguia me sentir assim.

Cada passo que andava sentia um calafrio percorrer pelo meu corpo, olhava atentamente para todos os lados, como se a qualquer momento um errante pudesse passar por aqueles portões, ou um grupo de canibais nos atacasse, e se isso acontecesse estaríamos todos desarmados e consequentemente mortos. Tentava o máximo não pensar nisso, porém era impossível.

Ontem quando fui praticamente empurrada por Maggie para ir até a casa de Jessie conhecer seu filho e seus amigos me senti totalmente indefesa e desprotegida. Tudo bem que a família Anderson parecia completamente gentil e inofensiva, mas eu não queria ficar sozinha no mesmo ambiente que pessoas na qual não conhecia. Ron e Mickey me receberam muito bem, porém não posso dizer o mesmo sobre Enid, ela não pareceu ter ido muito com a minha cara, mas não me importei muito. Também conheci Sam, uma criança adorável, irmão de Ron, que assim que me viu disse que eu era muito bonita.

Carl e eu voltamos à estaca zero de entendimento. Não nos falamos direito desde o ocorrido na cozinha, e eu não estava nem um pouco surpresa, sabia que isso iria acontecer. Carl sempre foi assim. Ele não gostava de se envolver com as pessoas, e eu entendi o seu lado, mas não vou fingir que isso não me magoa. Preferia manter nossa amizade do que estraga-la por estar gostando dele.

-Me chamaram? – Perguntei adentrando no escritório de Deanna onde a mesma conversava com Maggie que assim que me viu sorriu docemente

-Entre, querida- Deanna disse e eu entrei ainda meio confusa por estar ali- Estava conversando com sua irmã sobre as funções de cada um na comunidade.

-Eu vou ter uma? – Perguntei sem esconder minha empolgação

-As crianças e adolescentes daqui não são obrigados a trabalhar- ela começou a dizer fazendo com que meu sorriso desmanchasse- Elas apenas frequentam a escola, como antigamente.

-Ah- murmurei desapontada

-Mas Maggie estava me dizendo como você adora ajudar e não consegue parar quieta por um segundo- Deanna voltou a dizer e eu olhei confusa para Maggie que sorria- Então, eu tive uma ideia.

-Deanna quer que nós trabalhemos com ela- Maggie se pronunciou- Ajudando na comunidade.

-Ajudando como? – Perguntei

-Um dia teremos um governo aqui- Deanna disse- É por isso que quero vocês trabalhando comigo. Rick e Michonne serão policiais e darão o pontapé inicial. Vejo uma comunidade vibrante aqui, com indústria, comercio e civilização. Vidas reais. Acha que eu estou viajando?

-Não- Sorri imaginando tudo o que ela falava- Mas eu não entendi onde eu entro nisso.

-Preciso de vocês duas para me ajudar nesse projeto- ela continuou- Se você quiser, é claro.

-Eu iria adorar- disse empolgada com a ideia e Maggie segurou minha mão- Essas ideias parecem fantásticas.

-Com licença- nossa conversa foi interrompida por Rick e Michonne que entraram vestidos de xerifes me fazendo segurar o riso e Michonne me olhar feio- Gostaríamos de conversar sobre a segurança.

-Podem falar- Deanna disse atenta

-Queremos conversar lá fora- Michonne disse e ela assentiu confusa pelo o motivo, mas fomos mesmo assim.

-Precisamos de patrulhas constantes vigiando o muro. Não só procurando danos, mas sinais de que alguém entrou- Rick dizia enquanto andávamos pela comunidade perto dos portões- Dá para chegar até as escoras. É o que eu faria. Agora, as pessoas são a ameaça.

-Rick, sei que acha que todos deveríamos andar armados aqui dentro. Não posso deixar- Deanna disse seriamente me deixando um tanto frustrada por dentro

-Tudo bem- ele concordou- Mas se fizer essas mudanças, não será preciso.

-Com licença- Sasha disse se aproximando- Quero me oferecer para ser a vigia na torre do relógio.

-Não temos vigias lá.

-O que? – Eu indaguei incrédula atraindo a atenção de todos- Antes havia alguém lá.

-É um rifle sem balas que meu filho Spencer colocou lá- Ela disse e Rick olhou para os lados nervoso- Ele costuma ir lá, mas não sempre. Não havia necessidade.

-Temos de ter vigias naquela torre 24 horas por dia- Rick exigiu

-É o único jeito de saber se tem alguém vindo- Michonne disse

-Certo, vamos fazer turnos.

-Eu pego quantos puder- Sasha disse fazendo Deanna a olhar desconfiada

-Por que?

-Sasha é uma das nossas melhores atiradoras- Maggie respondeu por ela- Ela consegue.

-Vou colocar o Spencer lá hoje- ela disse- Você pode vir a ser a vigia principal, mas quero algo em troca.

-O que? – Ela disse confusa

-Hoje a noite darei uma recepção a todos vocês na minha casa- ela disse nos olhando- E eu quero que esteja lá.

-Por que?

-Venha. Depois falaremos disso- Deanna disse sorrindo e Sasha assentiu antes de sair.

(...)

-Não entendo a necessidade disso- reclamei pela milésima vez enquanto Maggie parecia concentrada demais revirando as roupas dentro de meu armário para me escutar.

“Meu armário”. Nunca pensei que voltaria a dizer isso algum dia, mas também nunca pensei que voltaria a ter um quarto só para mim e olha só agora. Nós não estávamos mais todos morando na mesma casa e agora eu dividia uma casa com Maggie e Glenn enquanto os outros também se dividiram em grupos em outras casas. Éramos como famílias normais, vivendo em casas normais.

-Precisamos causar uma boa impressão- ela disse sem tirar os olhos de minhas roupas- Não pode ir a uma festa vestindo calça e tênis.

-Não é nem uma festa- disse me levantando e parando ao seu lado- Você não vai...

-Achei! – Exclamou animada tirando algumas peças de roupa do armário e jogando em minha cama- Vai tomar banho enquanto eu arrumo sua roupa.

-Mas eu...

-Agora!

Bufei irritada pela insistência de minha irmã e fui até meu banheiro. Devo ter demorado uns vinte minutos dentro do chuveiro, pois só fui sair quando Maggie começou a bater na porta e a gritar que estávamos atrasadas. Me enrolei em minha toalha e demorei mais cinco minutos escovando os dentes até que finalmente sai encontrando minha irmã furiosa.

-Quer acabar com a agua do mundo? – Perguntou ironicamente e eu apenas sorri soltando meus cabelos que eu havia prendido para não molhar- Vou ir me arrumar. Sua roupa está na cama, nem pense em vestir outra.

-Sim, senhora- respondi com um sorriso divertido no rosto vendo minha irmã sair do meu quarto revirando os olhos.

Observei a roupa estendida sobre minha cama por alguns segundos e sorri gostando da escolha de Maggie. Quando eu ainda era pequena e nós ainda morávamos na fazenda Maggie e Beth adoravam escolher minhas roupas, e eu sempre amava suas escolhas. Soltei um suspiro ao lembrar de minha irmã e tentei espantar esses pensamentos de minha mente.

Me olhei no grande espelho que havia na parede de meu quarto e sorri satisfeita com o resultado. Eu vestia uma blusinha colada preta com alguns detalhes brancos e por cima uma jaqueta jeans na qual havia dobrado até os cotovelos. Na parte de baixo eu usava uma saia preta que na minha opinião estava um pouco curta, mas nada que chegava a ser vulgas, e por fim calçava uma botinha preta de cano curto. Eu estava parecendo uma daquelas adolescentes dos filmes que eu assistia antes de tudo isso começar. E eu estava adorando isso.

-Está vestida? – Ouvi a voz de Glenn do outro lado de porta e sorri

-Sim- respondi e o vi entrar em meu quarto

-Uau- ele disse me olhando de cima a baixo com um sorriso no rosto- Quem é você?

-Engraçadinho- revirei os olhos sorriso- Maggie já está pronta?

-Sim. Ela me mandou te chamar- ele disse estendendo seu braço para mim- Vamos senhorita?

-Vamos.

Entrelacei nossos braços e juntos descemos as escadas encontrando Maggie a nossa espera. Assim como eu, ela não estava tão arrumada, mas continuava maravilhosa como sempre. Maggie era tão bonita e não fazia o mínimo de esforço para isso, lembro que quando era criança dizia que queria ser como ela quando crescesse, e não estava mentindo.

-Nossa- ela murmurou sorrindo para mim

-O que? – Perguntei confusa

-Nada- ela continuava sorrindo- É que você lembra muito a Beth, principalmente com está roupa.

Sorri fraco como resposta e nós continuamos nosso caminho para fora de casa em direção a tal “festa”.

De fato, eu e Beth sempre fomos muito parecidas em vários aspectos e isso era o que mais me torturava. Novamente voltei a pensar em minha irmã e desmanchei meu sorriso olhando para meus pés enquanto caminhávamos.

-Chloe- Glenn me chamou e eu continue em silencio- Chloe

-Sim? – O olhei

-Está tudo bem? – Perguntou e eu sorri

-Claro- respondi- Vamos. Estou louca para ver que comidas eles estão servindo por lá.

Paramos em frente à casa de Deanna e Maggie bateu na porta que logo foi aberta pela dona da casa que nos olhou sorrindo.

-Que bom que vieram- ela disse enquanto entravamos- Chloe, querida você está linda.

-Obrigada- sorri

-Esse é meu marido Reg- ela disse apontando para um senhor ao seu lado que nos olhava sorrindo- Querido, esses são Glenn, Maggie e Chloe.

-Olá, muito prazer- ele disse apertando a mão de cada um- Sejam bem-vindos a Alexandria.

-Fiquem a vontade- Deanna disse antes de sumir de nossa vista nos deixando sozinhos.

 Reconheci algumas pessoas de nosso grupo espalhadas pela casa e sorria para todos em forma de cumprimento. Avistei de longe Noah em um canto sozinho, parecia deslocado e perdido no meio de tanta gente. Cutuquei Maggie e apontei em direção ao mesmo fazendo com que ela chamasse Glenn para que fossemos até lá.

-Oi- Glenn disse sorrindo quando nos aproximamos- Tudo bem?

-Sim- Noah respondeu parecendo não estar certo sobre sua resposta- Não gosto destas coisas. Acho que vou sair.

-Não, Não- Maggie disse rapidamente

-Não pode ir embora- eu disse sorrindo gentilmente- Estamos juntos nessa.

-Está aqui conosco, com a sua família- Maggie disse e Noah sorriu assentindo

-Eu vou pegar alguma coisa para beber- disse e sai de perto indo em direção a mesa de bebidas- Será que só tem álcool por aqui?

-Chloe- Sam se aproximou animado ao me ver

-Oi Sam- sorri para a criança em minha frente- O que está aprontando?

-Os biscoitos acabaram- ele disse parecendo emburrado- Ei! Você ainda não tem o carimbo.

-Como? – Disse confusa

-Quer um carimbo? – Ele perguntou tirando o objeto do bolso e eu sorri

-Claro.

Estendi minha mão para que ele carimbasse e logo vi que em minha mão estava carimbado um A grande e vermelho. Alexandria.

-Agora você é oficialmente uma de nós- ele disse contente e eu sorri

-Ei Sam- Ouvi Ron o chamar e logo ele me viu- Oi Chloe. Você está linda.

-Obrigada- sorri constrangida

-Quer ficar com a gente? – Ele perguntou apontando para trás onde Carl e Mikey conversavam animadamente- Carl estava te procurando.

-Tudo bem- assenti-Nos vemos mais tarde, Sam.

-Até mais, Chloe- ele sorriu antes de sair correndo em direção a sua mãe que conversava com Rick

Segui Ron até onde os garotos estavam e assim que chegamos eles pararam de conversar e ficaram me olhando por um bom tempo me deixando envergonhada.

-Oi- sorri

-Oi Chloe- Mikey disse sorrindo- Por que não foi no Ron hoje?

-Estava ocupada ajudando minha irmã em algumas coisas- Respondi direcionando meu olhar para Carl que continuava me olhando de uma maneira estranha- Algum problema, Carl?

-O que? – Ele perguntou confuso e suas bochechas ficaram vermelhas me fazendo sorrir- Não! Quer dizer...Oi Chloe.

-Oi Carl- ri achando graça do modo que ele falava- Você está bem?

-Claro- assentiu rapidamente

-Não te vi hoje.

-Estava na casa de Ron- respondeu e eu assenti cruzando os braços

Logo os meninos engataram em uma conversa sobre o jogo que eles passaram o dia jogando hoje e eu me senti completamente deslocada. Sem que eles percebessem, fui em direção a varanda da casa sentindo um vento frio bater em meu rosto fazendo com que eu me arrepiasse. Apoiei meus braços no cercado de madeira e fiquei observando as estrelas que iluminavam a noite me distraindo de tudo a minha volta.

-Chloe? – Ouvi a voz de Carl se aproximar e permaneci em silêncio- Por que veio para cá?

-Gosto das estrelas- disse sem tirar os olhos do céu- Eu e meu pai costumávamos a ficar deitados no gramado da fazenda dando nome as estrelas. Ele deu o nome de minha mãe a uma estrela e disse que sempre que eu me sentisse sozinha, era só olhar para o céu e ela estaria lá. Não estou a encontrando hoje.

-Tenho certeza de que ela está em algum lugar- ele disse se aproximando e parando ao meu lado- Minha mãe me disse que as vezes as estrelas apagam suas luzes para poupar energia, mas elas continuam lá, você não pode vê-las, mas elas podem te ver.

-Todos nos tornamos estrelas um dia- murmurei sorrindo levemente

-Sim- ele respondeu e soltou um suspiro- Chloe?

-Sim?

-Eu gosto de você- ele disse e eu suspirei sem saber o que responder- Eu sei que você disse que não acredita em mim, mas eu realmente gosto de você.

-Carl...

-Eu gosto de você, Chloe- ele me interrompeu- Eu estou falando isso porque não quero apenas te beijar escondido de vez em quando e no dia seguinte fingir que nada aconteceu. Eu percebi que não consigo mais te olhar e não querer te beijar, e isso está acabando comigo. Então eu estou aqui te dizendo que eu gosto de você, e se você quiser, podemos tentar ter uma vida Chloe, assim como Maggie e Glenn, podemos tentar. Por que eu gosto de você, e não vou mais fingir que não.

Finalmente tomei coragem de encara-lo e me virei em sua direção permanecendo em silencio enquanto pensava em tudo o que ele havia acabado de falar. Carl me olhava nervoso e aflito, porém tentava demonstrar o contrário. Suas palavras se repetiam em minha cabeça como um CD discado e eu não conseguia formular nenhuma palavra.

Ele havia dito que gosta de mim. Ele realmente gostava de mim. E eu estava parada que nem uma idiota sem saber o que responder. Era óbvio que eu gostava dele, mas estava com tanto medo de arriscar que preferia fingir que isso não estava acontecendo. Mas agora era como se a realidade estivesse batendo de frente comigo. Isso estava acontecendo e eu não podia fugir. Eu precisava ser forte e enfrentar os meus sentimentos. Eu precisava me arriscar a ser feliz nesse mundo horrível. Eu queria isso mais do que tudo.

-Se você quebrar meu coração- comecei a dizer me aproximando- Eu vou te jogar para os errantes.

-Isso não vai acontecer- ele sorriu colocando uma mecha de meu cabelo atrás de minha orelha- Eu sou mais forte que você.

-Acho que não- ri revirando os olhos- Então, estamos juntos agora?

-Não sei- ele disse afastando meu cabelo que insistia em voar para meu rosto- Me diga você.

-Só com a aprovação de Maggie e Glenn- brinquei o fazendo rir- Estou falando sério.

-Bom- ele murmurou- Posso pelo menos te beijar antes de ir pedir permissão para eles?

-Não sei o que está esperando.

Então ele me beija, um beijo bem diferente de todos os outros. Esse era mais calmo e sincero, ele demonstrava o quanto nós estávamos felizes um com o outro. Sinto um arrepio percorrer pelo meu corpo e o puxo para mais perto aprofundo mais o beijo. Era como se as coisas finalmente estivessem começando a dar certo.

CONTINUA... 



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