História Safe and Sound - Capítulo 3


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Tikki
Tags Chat Noir, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Queen Bee, Volpina
Exibições 31
Palavras 1.827
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OII PESSOAAAL ♥ Tudo bom? Eu disse que iria postar dia 25,mas como eu terminei o capítulo antes então o capítulo veio antes da hora.

Capítulo 3 - Capítulo 2 - Le Paon


Fanfic / Fanfiction Safe and Sound - Capítulo 3 - Capítulo 2 - Le Paon

— Me responde,Lila. Oque quer dizer com isso? — Chat Noir gritou.

— Não precisa gritar, queridinho. Eu não sou surda. — A garota colocou as mãos nos ouvidos,fazendo Ladybug revirar os olhos. Lila não agia desse jeito,ela era o tipo de garota Nerd que almejava a popularidade,mas não andava e nem se portava como uma Patricinha, tipo a Chloé. — Eu não queria estragar a surpresa,Mas...

A garota remexeu a sua bolsa. Procurava o objeto que poderia ser sua salvação ou sua ruína, e ela não se importaria se aquilo fosse sua ruína, tentar não é algo errado,ou é? Seja lá qual fosse a resposta,ela tinha bons pressentimentos.

— Aqui está.

Ladybug franziu o cenho. Lila segurava um broche,o mesmo tinha o formato de penas de pavão,era uma réplica em miniatura quase perfeita. Mas oque aquele objeto tinha mesmo haver com tudo aquilo? Era só um simples objeto.

— Isso é... um Miraculous? — Ladybug perguntou ao Chat Noir.

— Não sei,mas tenho a impressão de que já vi esse objeto em algum lugar.

— Isso responde tudo. — A garota respondeu ironicamente. — Se isso for um Miraculous... Onde o encontrou?

— Tem uma longa história por trás desse simples objeto,Mas acho que não preciso entrar em detalhes.

— Por que não nos conta tudo? Temos todo o tempo do mundo. — Chat Noir se encostou em um parede e cruzou os braços.

— Parem de tentar ganhar tempo. Agora, ninguém mais vai poder me chamar de mentirosa. — Lila disse quase colocando o broche em sua roupa.

— Lila, Não pode usar o Miraculous para o mal,tão pouco para se achar uma vitoriosa. Ele não serve para diversão própria e nem para salvar a sua reputação.

— Você está equivocada,Ma Chéri. Não usarei o Miraculous para o mal. — A garota blefou. — Apenas irei reparar os problemas que vocês dois causaram. Paris não precisa de uma inútil como você.

A Italiana colocou o broche de pavão na sua roupa,desta vez sem interrupções. Lila ria enquanto suas roupas mudavam de forma e enquanto Ladybug e Chat Noir a encaravam perplexos. Suas roupas estavam mudando para um Collant azul justo ao corpo,no mesmo modelo que o de Ladybug, coberto por uma capa de mesma cor presa pelo broche. Seus cabelos ,antes lisos,agora estavam ondulado e semi-preso,amarrados por uma fita metade azul,metade preta.e seu rosto semi-coberto por uma pequena máscara azul. As mãos da garota agora estavam ocupadas segurando um leque de penas em cada mão.

Lila estava realmente graciosa,isso Ladybug tinha que concordar, mas ela não tinha sido feita para aquela roupa,tão pouco para aquele trabalho árduo que Ladybug realizava junto ao Chat Noir. Não que ela estivesse com inveja ou com ciúmes de não ser mais a única heroína,se é que Lila realmente tivesse a intenção de ser uma. E ela não tinha. Ela só queria ter o Miraculous por motivos egoístas e vingativos,isso já era motivo o bastante para ela ser uma Anti-heroína.Não,não. Nem isso ela era. Lila estava mais para uma vilã; Ela buscava vingança dizendo que estaria sendo justiceira,mesmo que justiça não fosse o mesmo que vingança.

— Pode falar oque quiser,Lila, Mas nós não somos inúteis. Se realmente fossemos não teríamos sido escolhidos para ser Chat Noir e Ladybug. — O garoto com feições felinas indagou.

— Como eu bem já disse,Paris não precisa de vocês. — A garota segurou os dois leques e deu pequenos saltos até alcançar voo.

Ladybug se sentou no chão,segurando os joelhos com as mãos. Se Chat Noir não a conhecesse bem,ele diria que ela estava prestes à chorar.

— Estranho,não sabia que pavões voavam. — O garoto com uniforme de gato se ajoelhou do lado dela tentando cortar o clima ruim,ele só não contava com a parte em que ela iria ignorar a pergunta. — Oque você tem,My Lady?

— Acho que Lila estava certa... eu sou mesmo uma inútil.

— Besteira, de nós dois você é a mais útil. Deixa eu refrescar sua memória: você já me salvou várias vezes. Tipo naquele dia em que o Cupido Negro me fez ficar contra você. E naquele dia em que a Reflekta estava transformando todo mundo em uma cópia idêntica dela e eu tive que andar com aqueles saltos altos que mais pareciam tijolos. Foi horrível.

Ladybug riu diante das lembranças que Chat Noir fazia questão de recordar. Lembranças tão banais e ao mesmo tempo tão ridículas, que ficava bem difícil não rir de tudo aquilo.

— Viu? Eu disse que Lila não estava certa. O problema é: Como vamos fazer para fazê-la Parar? Porque o Miraculous não é dela e do jeito que ela é ...

A garota, que antes estava prestes a chorar,ergueu o olhar para o amigo.

— Chat,eu sei quem pode nos ajudar. — Ela o interrompeu. — Vamos lá,te explico no caminho.

~ ♥ ♥ ♥ ~

Chloé estava entediada,a Sabrina tinha que viajar e deixa ela na mão. A loira olhava,pela janela de seu hotel, as pessoas passarem na rua. Uma mulher com um bebê, um grupo de jovens amigos brincando entre si, casais passeando de mãos dadas e alguns turistas tirando fotos. Era pouca movimentação para uma cidade cheia de atrações turísticas como Paris,mas Chloé não parecia se importar com isso.

— Há tempos não uso isso,Acho que nem sei mais como funciona. — A garota reclamou abrindo seu Notebook e entrando em uma rede social qualquer.

A garota foi olhando as publicações de pessoas da escola. "Nada interessante",ela pensava enquanto rolava os olhos a procura de algo que para entreter-se.Ela encarou a tela o aparelho portátil incrédula do que estava vendo.Havia uma foto dela tirada no dia em que ela foi Akumatizada e alguns comentários maldosos : Entre Super-heroína e vilã,acho que Chloé tá mais para uma mimadinha ou Bonjour,AntiBug. Então era sério mesmo? Ela acreditava que todos a veneravam,como poderiam estar fazendo isso com ela?

— Só pode ter sido alguém do 3º ano,ou o Nino... Ou a Alya.Foi ela! Ela sempre grava a Ladybug e posta naquele blog idiota. Mas por que justo agora? já faz tanto tempo que isso aconteceu. — A loira se questionou enquanto agarrava um travesseiro de joaninha e chorava,como uma criancinha faz quando está com medo.

A garota podia até dizer não se importar,mas ela se importava e muito. Doía ver os outros colegas conversando e brincando com amigos e ela sempre sozinha. A garota secou as lágrimas e tentou afastar a idéia da cabeça. Ela não precisava de nada e nem de ninguém para ser feliz.Bom,talvez do Adrien,de algumas bolsas da Louis Vuitton e de um Closet novinho. Ai sim sua vida estaria completa.

O elevador do quarto da loira se abriu e um senhor alto,magrelo e trajado com um terno entrou no quarto. Era Monsieur Butler. Era o mordomo de Chloé,Se bem ,que por mais que ela não reconhecesse isso, ele estava mais para um segundo pai ou um grande amigo. Chloé se lembrava bem de quando era criança e costumava brincar com Adrien, o mordomo sempre os observava e por vezes quando ela se machucava, o homem era quem colocava os curativos na pequena garota. Chloé tinha que concordar, o mordomo era bem mais presente na vida dela do que seu próprio pai.

— Algum problema,Mademoiselle?

— Nenhum.

— Ah,é? E qual o motivo da gritaria?

— Minha maquiagem. Ela está completamente borrada e agora vou ter que retocar! Não está vendo?

O mordomo olhou para o rosto dela ,apertando os olhos e negou com a cabeça. É claro que não estava borrada. Por mais que ela tivesse chorado,sua maquiagem à prova d'água nunca iria borrar por simples lágrimas.

— Homens... Não entendem nada de maquiagem. — Chloé zombou.

— Você deve ter brigado com seus amigos de escola.

— Eles não são meus amigos. — A garota respondeu desdenhosa.

— Sabe,você não deveria ser tão má com eles. — O homem deu uma pausa esperando a resposta de Chloé,esta por sua vez se calou. — Mudar suas atitudes pode ser bom. Talvez eles gostem de você depois disso.

A loira suspirou.

— Que bons conselhos,sabe que poderia começar uma carreira como Psicólogo? Com toda certeza vou usá-los. Agora se não lhe incomodar, preciso retocar minha maquiagem agorinha mesmo,Au revoir. — A garota disse empurrando o mordomo para dentro do elevador e acenando com a mão enquanto as portas fechavam.

Ela se virou encarando o notebook.

~ ♥ ♥ ♥ ~

— Senhor? — Ladybug perguntou enquanto abria a porta.

— A que devo a honra da visita dos salvadores de Paris? — O senhor chinês ergueu os olhos para os heróis. Chat Noir ficou paralisado ao olhar para o homem e se lembrar do dia em que recebeu o seu Miraculous. 
— Precisamos de sua ajuda. — Ladybug ficou de frente para o homem. — É algo muito sério.

— Então?

— Faz alguns meses que uma garota , chamada Lila, foi akumatizada e agora ela voltou a ter sentimentos de vingança. Foi tudo minha culpa. Ela tinha esperanças com uma rapaz, e para conquistá-lo ela mentia para ele, e eu estraguei tudo porque não achei certa a atitude dela. Depois que libertei o Akuma e ela voltou ao normal, eu pedi perdão por ter feito oque fiz, mas ela simplesmente me empurrou e disse que nunca seriamos amigas ou coisa do tipo.

— Então ela continua com raiva?

— Sim. Na escola... digo,quando vejo ela passando na rua,indo para a escola talvez, ela sempre parece estar entristecida, sozinha, e eu realmente me culpo por isso. E agora ela apareceu do nada com um broche em formato de pavão e diz que Paris não precisa mais de nós, ela nem mesmo está Akumatizada e não sabemos se...

— O Miraculous de pavão. — O senhor a interrompeu.

— Eu sabia. — Chat Noir murmurou.

— Algum problema? — Ladybug olhou para o companheiro.

— Nenhum,My Lady.— O felino respondeu.

— O Miraculous foi entregue à Lila pelo senhor? — A garota perguntou ainda sobrecarregada.

— Eu não o entreguei. O Miraculous de Le Paon estava perdido,assim como o de Hawk Moth que foi roubado.

— Perdido? — Chat Noir perguntou.

— A antiga portadora do Miraculous de Le Paon está desaparecida.

— Quem era ela? — Ladybug perguntou mexendo nos cabelos preto azulados.

— Você gostaria que eu revelasse quem você? — A garota arregalou os olhos e negou com a cabeça. — Com ela era a mesma coisa, ela exigia que sua real identidade fosse mantida em sigilo.

— Que bom que alguém pensa como eu. Espero que ela apareça, a família dela deve estar preocupada. — A garota sorriu com um pouco de esforço,estava muito desgastada.

— Está cansada? — Mestre Fu perguntou.

— Não estou,não se preocupem.

— É claro que está. — Chat respondeu. — Por que não vai descansar,My Lady?

— Como pode querer que eu descanse? Lila está por aí com um Miraculous e nós sabemos ao certo de que lado ela está. — A azulada respondeu se lembrando da hipótese de Lila e Hawk Moth estarem armando algo.

— E a sua saúde é menos importante que isso,eu suponho. — O felino vociferou.

— Ele tem razão, se não estiver saudável não irá conseguir suportar outras batalhas.

— Vocês venceram.

A garota se dirigiu à porta com a cara amarrada.Quando ela finalmente saiu,Chat Noir cruzou os braços fitando o chão,um plano acabara de passar por sua cabeça.

— Tem algo que podemos fazer por ela? 

 


Notas Finais


Espero que tenha gostado, eu vou tentar continuar o mais rápido possível. ♥


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