História Safety Pin - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer, Danielle Campbell
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Danielle Campbell, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, Ashton Irwin, Calum Hood, Danielle Campbel, Luke Hemmings, Michael Clifford
Exibições 161
Palavras 3.166
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


*Tem capítulo novo, tem capítulo novo!!!
*Nunca me canso de dizer que vocês vão amar.
*Acho que escrevi bastante coisa hoje, espero que tenha paciência para ler.
*Parece que o antigo Luke está voltando aos pouquinhos...
*Amei os comentários do capítulo anterior e vou amar os comentários desse também.
*Boa leitura !

Capítulo 21 - Never say goodbye


Fanfic / Fanfiction Safety Pin - Capítulo 21 - Never say goodbye

Luke's POV.

Minha decisão de sair da banda não tinha sido precipitada, pensei muito bem no que fiz, isso poderia ser uma grande salvação para metade dos meus problemas relacionados ao maldito contrato.

Meu objetivo ainda era conversar com a Kylie para contar o que fiz, mas antes disso tudo, precisei me desculpar e contar para a Arzaylea todo o assunto da sextape, ela tinha o direito de saber sobre isso.
Toquei a campainha de sua casa, desejei bastante a encontrar aqui nesse momento, por sorte ela estava. A porta se abria, pude ter a visão de seu rosto e também ver novamente seu sorriso, ele era lindo, assim como ela.

— Luke?

— Oi. – Sorri para ela.

— O que faz aqui? – Ela também sorria, mas ao mesmo tempo demonstrava estar confusa.

Minha mão direita entrou no bolso da calça, de dentro dele, tirei o antigo aparelho celular dela.

— Vim te entregar isso. – Estendi o aparelho em sua direção.

Ela o pegou.

— Onde encontrou? Pensei que nunca mais veria esse celular. – Os olhos dela se focaram no aparelho celular.

— Posso entrar? Precisamos conversar sobre a sextape. – A vi assentir.

Caminhei adentrando na casa, ela fechou a porta.

— Você descobriu quem postou? – Demorou segundos para ela se tocar, seus olhos ficaram arregalados e a expressão de surpresa era muito perceptível em seu rosto.

Confirmei com a cabeça.

— Sim. – Sentei-me no sofá da sala, Arzaylea se sentou próxima a mim. — Foi o Calum.

— Espera.. O quê? – Ela riu ironicamente. — Calum?

— Sim, Calum. – Não deixei de morder o piercing no canto da minha boca, isso era uma mania. — Quer que eu explique tudo?

— Sabia que ele não gostava de mim, mas não tanto. – Disse ela balançando a cabeça. — Por favor..

Suspirei.

— São tantas coisas para se fazer.. – Falei comigo mesmo, começando a encarar os olhos dela. — Vou resumir.

— Ok.

— Você perdeu seu aparelho celular, na casa do lago, você se lembra disso... Calum foi quem encontrou seu celular no dia e de forma maldosa, ele olhou todas as suas mensagens, fotos e vídeos, até encontrar a sextape.. – Fiz uma pausa antes de voltar a falar. — Quando ele viu aquilo, ele soube que foi gravado sem à minha permissão, ele sabia que eu não iria topar gravar algo assim, por isso, ele achou que postando usando seu twitter, eu te daria um fora e você ganharia sua tão esperada fama, sim, ele acha que você queria fama em cima de mim e não estava errado.

Arzaylea colocou uma mexa de cabelo atrás da orelha, e suspirou em seguida.

— Iria fazer algumas perguntas sobre isso, mas, a grande errada nessa história sou eu. Devo reconhecer meu erro.

— Sim, deve. – Desde que cheguei em sua casa, não tive muito humor, isso se dava porque sentia um grande cansaço mental por conta de todos os meus problemas.

— Luke.. – Ela se arrumou no sofá. — Admitir isso é horrível, mas, quando comecei a namorar com você, quis apenas fama.

— Fui burro em perceber isso só depois do nosso término. – Por mania, acabei mordendo o piercing em minha boca.

— Como tinha medo de acabar não ganhando tanta fama, gravei a sextape. Só que, passado alguns meses ao seu lado, me apaixonei completamente pelo seu jeito de ser, sua forma carinhosa e a maneira de como não tem medo de ser você mesmo.

Nos olhos dela pude ver um brilho, isso se dava por causa das lágrimas que os enchiam.

— Me arrependi de ter gravado, mas infelizmente, a insegurança fez com que eu não apagasse. – Ela completou.

— Deveria ter me contado no momento em que se arrependeu, teria sido compreensivo com você. – Estendi minha mão direita para ela, não demorou muito para ela segurar.

Nossos dedos se entrelaçaram, consegui sentir o calor de sua mão e a maciez dela.

— Me desculpa... – Lágrimas rolaram por seu rosto. Balancei a cabeça assentindo.

— Além de ser minha namorada, você era minha amiga. Claro que te perdôo, todos erram as vezes. – Sorri para Arzaylea, minhas covinhas ficaram a mostra instantaneamente. — Podemos continuar com a parte dos amigos pelo menos.

Ela limpou a lágrima em seu rosto rapidamente usando sua mão esquerda.

— Adoraria.

— Já pode nos considerar amigos. – Falei para ela.

— Mais amoroso e compreensivo impossível. – Ela tentou ser engraçada e riu logo depois.

— Boba. – Ri junto, mas da forma mais baixa possível.

— Bobo.

— Preciso ir agora.. – Falei afastando nossas mãos, a risada dela se cessou.

— Tem que ir agora? – Ela fez careta, assenti.

— Preciso resolver mais algumas coisas. – Disse suspirando e logo me levantei do sofá. — Bem, foi bom ter te contado quem postou a sextape e também ter resolvido toda essa história.

Arzaylea se levantou.

— Foi ótimo. – Ela beijou minha bochecha. — Promete falar comigo logo?

Sorri para ela.

— Prometo.

— Está prometido. Saiba que quebrar promessas é feio. – Disse ela retribuindo o sorriso.

— Não vou quebrar, enfim, tenho mesmo que ir.

— Até mais, Luke.

[...]

Sentei-me na ponta da cama da Kylie, a cena da primeira vez em que estive aqui, se repetiu.
O que seria mais difícil nessa conversa, seria olhar diretamente para o rosto da Kylie, senti vergonha das coisas que fiz para ela.

— Aconteceu algo Luke? – Kylie segurou cada uma de minhas mãos.

Puxei minhas mãos balançando a cabeça em negação.

— Aconteceu.

— O quê? – Ela estava sorrindo.

— Irei arcar com todas as consequências, fique tranquila. – Falei, o sorriso permaneceu em seu rosto.

— Me conta Luke, está doente?

— Kylie... – Bufei para não suspirar. — Eu te traí.

Minha cabeça se abaixou e minhas mãos subiram rapidamente para meus cabelos, comecei o bagunçar.

— Quê? – Ela se afastou um pouco.

— Sinto vergonha do que fiz.

— Pera, Hemmings, isso é sério? – Confirmei com a cabeça em resposta a sua pergunta.

— Foi na festa que teve em sua casa, eu estava bêbado, mas é claro que isso não é desculpa para o meu erro. – Puxei alguns fios de cabelo e por fim levantei o olhar para ela, minhas bochechas estavam vermelhas.

Kylie não chorou, mas vi que isso a magoou, e muito.

— Com quem me traiu? – Ela decidiu ser forte naquele momento, mesmo estando magoada.

— Quer mesmo saber? – Perguntei.

— Sim. – Ela respondeu.

— Vai se magoar ainda mais. Tem certeza? – Novamente perguntei.

— Sim. – O tom de voz dela cresceu.

— Kim, sua irmã. – Fiquei como um tomate, a vergonha me consumiu.

Ela riu alto.

— Isso foi engraçado.

— Não é brincadeira, kylie. – Rapidamente ela acreditou em mim.

— Mesmo? – Ela quem perguntou dessa vez.

— Mesmo.

— Porra! – Kylie mordeu seu lábio inferior com o máximo de força possível, faltou pouco para ela chorar.

Levantei-me de sua cama.

— Li o contrato... Saí da banda por conta de umas das infrações. – Passei a mão no rosto e um suspiro longo saiu de minha boca, lágrimas saíram dos meus olhos em seguida.

— Fez o certo. – Ela andou até a porta do quarto e a abriu. — Agora vai embora.

— Quero pedir algo. – Falei limpando a lágrima.

— O quê? – Ela bateu os dedos na madeira da porta.

— Anule o contrato... – Disse com medo de ouvir um não.

— Não!

— Por favor, Kylie.

— Vai embora de uma vez por todas, por favor Luke... – Kylie disse suspirando pesadamente. Acabei resmungando alguns palavrões caminhando até ela.

— Eu preciso muito que esse contrato seja anulado, preciso de verdade. – Falei insistindo.

— Não, porra! – Ela gritou, aquilo me fez dar alguns passos para trás. — Eu realmente sinto nojo de você, não acredito que fizemos sexo, eu sou uma idiota...

Eu iria insistir e insistir até não conseguir mais, precisava muito da anulação daquele contrato. Antes de vir aqui, meu objetivo era contar tudo para a Kylie e aceitar todas as consequências até a vigência do contrato, mas infelizmente não foi como esperei, foi impossível não pedir para que o mesmo tivesse um fim, seria muito mais fácil para mim.

O celular começou a vibrar em meu bolso, nas duas primeiras vezes em que ele vibrou, foi fácil ignorar, mas a partir da quinta foi inevitável.
Tirei o aparelho do bolso da calça e vi que o Ashton me ligava, a cada chamada perdida, uma nova era feita, fiquei curioso em saber porque ele tanto ligava, por isso atendi ali mesmo na frente da Kylie, ela foi totalmente ignorada.

— Eu disse que queria ficar sozinho por um tempo. – Falei assim que atendi. Pude ouvir o suspiro do Ashton.

— A Charlotte e a Mari vão embora.., preciso da sua ajuda.

— Embora? Como assim? – Olhei para a Kylie enquanto falava ao telefone, ela encarava o meu rosto atentamente, aquilo a fez ficar mais irritada do que já estava.

— Embora Luke! Vem logo para o apartamento dela, eu explico tudo. – O nervosismo em sua voz era perceptível.

— Não posso, estou ocupado. – Acabei suspirando.

— Luke, o pai delas saiu da cadeia e de alguma forma ele conseguiu mandar uma mensagem para a Charlotte. Por favor, vem logo.

Fiquei em silêncio ao ouvir o que Ashton havia acabado de dizer. O pai da Lottie era a pessoa que eu mais odiava no mundo, na verdade a única pessoa que eu odiava, aquele homem era um nojo. Ele nunca, nunca mesmo iria tocar novamente na Lottie, não importava o que iria acontecer comigo, protegé-la a todo custo era a minha obrigação.

— Estou indo. - Passei diretamente pela Kylie sem dar nenhuma explicação, ela tentou dizer algo, mas naquele momento já era tarde, em poucos segundos havia chegado no andar de baixo.

[...]

Saí de dentro do elevador e corri pelo extenso corredor até chegar em frente ao apartamento da Lottie. Ela estava saindo pela porta com as suas malas, não tinha mais ninguém junto dela, me perguntei onde Mari e Ashton estariam.

— Luke?

— Lottie... – Assim que à vi, um sorriso bobo nasceu em meu rosto, mas logo foi desfeito.

— O que está fazendo aqui? – Ela estava acabando de encostar a porta se surpreendendo um pouco com a minha presença ali.

— Impedindo você de ir embora.

Ela havia negado com a cabeça.

— Não tem como me impedir, o meu pai saiu da cadeia de alguma forma, eu preciso sair da cidade o mais rápido possível... – Charlotte suspirou longamente, foi fácil perceber que ela não queria ir.

— Não precisa. – Aos poucos me aproximei dela levantando minhas mãos até que as mesmas se encontrassem com o seu rosto.

Ela deu alguns passos para trás, mas acabou sendo limitada à apenas dois passos por conta da porta de sua casa. Minhas mãos repousaram em cada lado das bochechas dela e meu rosto se aproximou aos poucos até que nossas testas ficassem coladas.

— Eu preciso! – As mãos dela foram postas em meus pulsos na intenção de me afastar.

— Não Lottie, não... Eu vou protegé-la dele assim como na outra vez. – Meu tom de voz abaixou quase que instantaneamente, enquanto tentava criar uma intenso contato visual.

As mãos delicadas e macias dela que estavam em meu pulso, subiram lentamente por toda a extensão do meu braço até que se encontrassem com o meu rosto.
Demorou minutos para ela dizer algo, até que pude à escutar dizer as três palavras mais importantes vindas da boca dela para mim.

— Eu amo você... – Aquelas palavras foram as mais sinceras e verdadeiras possíveis, foi impossível não perceber todo o tipo de sentimento que ela estava tentando me passar através daquelas palavras.

— Também amo você, mais do que eu imaginava que seria possível.

Ela sorriu.

— Me beija, por favor, preciso muito disso. – Ela falou o mais baixo possível começando a juntar nossos lábios.

— Não posso... – Disse murmurando contra os lábios dela virando o rosto para o lado. — Eu fiz coisas que vão lhe fazer ter nojo de mim.

— Isso tudo não importa Luke, essa é a última vez que nos encontraremos, preciso mais do que tudo ter você comigo, nada mais importa agora. – Pude ver que lágrimas escorriam de seu rosto e o sorriso permanecia, mesmo ela estando chorando.

Ela deixou tudo explícito, ela iria mesmo embora, estava decidida a fazer isso, só que para o azar dela, não permitiria isso nunca.

— Essa não é a última vez que...

Minha frase foi interrompida pelos lábios quentes dela, ela havia acabado de iniciar um beijo calmo, por mais que eu quisesse dizer algo, não conseguiria, aquele beijo tinha sido uma das coisas que eu mais precisava e queria no momento.

Charlotte's POV.

Não poderia abandonar o Luke após fazer sexo com ele, mas infelizmente isso era o que eu iria fazer. A minha decisão de ir embora não havia sido bem pensada, mas no momento, na minha cabeça aquilo seria o melhor para mim e minha irmã, não suportaria ver nunca mais o meu pai.

O corpo do Luke foi se juntando cada vez mais ao meu, pude sentir todo o calor de sua pele ser transpassado para a minha, enquanto as nossas bocas iam se movimentando lentamente. Aquele tinha sido o beijo mais apaixonado que eu havia dado nele em toda a minha vida, o meu desejo pelo Luke naquele momento era o mais intenso possível, a sensação de desejo e amor tomava conta de todo o meu corpo.

— Luke, vamos entrar... – Falei murmurando contra os lábios dele acabando por quebrar o beijo. Ele apenas assentiu com a cabeça abrindo a porta atrás de mim.

A medida em que eu dava passos para trás, ele dava para frente adentrando na casa. Novamente ele estava voltando a me beijar, o beijo ganhava intensidade a cada segundo que se passava.

Tentei ao máximo me controlar para não cair junto dele no sofá, queria ao menos chegar ao quarto, estava decidida de que o que iríamos fazer seria lá.

— Charlotte, o que está querendo fazer? – Essa foi a vez dele quebrar o beijo. Tive de parar de o puxar quando já estávamos em frente a porta do quarto.

— Amor... – Sorri para ele, os papéis pareciam ter se invertido totalmente, em um caso assim, eu e quem deveria se sentir nervosa, mas aconteceu o contrário, Luke quem estava nervoso.

Ela retribuiu o sorriso, seus lábios tremeram um pouco.

— Eu preciso confessar o que fiz antes, depois que você souber, decida se quer mesmo continuar ou não. – O sorriso em seu rosto sumiu junto de suas covinhas, nada mais importava, não queria saber o que ele tinha para confessar.

— Cala a boca Luke. – Balancei a cabeça em negação e segurei em sua mão direita entrelaçando nossos dedos.

Abri a porta do quarto enquanto continuava a segurar a mão dele e encostei a mesma. A cama em nossa frente estava arrumada, imaginei que iria ficar assim por pouco tempo, já que o Luke estava aqui comigo.
Em um movimento rápido, ele me jogou na cama, o choque de minhas costas nela, fizeram com que todas as coisas exteriores em que eu estava pensando sumissem instantaneamente.

— Você tem certeza do que quer fazer? – Parecia que ele iria perguntar isso pela última vez. Por isso assenti para ele.

— Eu te amo.. – Falei baixo sentindo a minha blusa ser tirada de meu corpo, olhando para o lado, pude ver ela ser jogada ao chão.

— Eu também te amo. – As palavras dele me fizeram fechar os olhos com um sorriso imenso no rosto, parecia que eu havia ganhado o dia ao ouvir aquelas palavras junto do que estávamos prestes a fazer.

Foi a minha vez de tirar sua blusa, ela havia ido de encontro ao chão ficando próxima a minha, ele sorriu e as suas maravilhosas covinhas apareceram. Minha mão foi passada lentamente por seu abdômen, isso fez com que ele mordesse aquele maldito piercing, ver aquele ato era uma coisa muito prazerosa, tinha certeza de que não era a única que pensava isso.

As mãos do Luke foram de encontro ao botão de minha calça, ele a abriu e em um movimento rápido, ele a tirou do meu corpo à jogando em um canto qualquer do quarto. Me senti nervosa e com vergonha daquilo por um breve momento, nunca havia feito aquilo com alguém antes de ter total certeza. Aquele momento para mim seria como se fosse a minha primeira vez, pois na prática, tive de ser obrigada a fazer sexo com um amigo de confiança quando fiz o acordo com o meu pai, não iria perder a virgindade com aquele monstro.

Luke estava sem a sua calça e roupa de baixo, ele estava completamente nu em minha frente, aquilo me fez morder o lábio inferior involuntariamente. Ele tirou com toda a calma do mundo meu sutiã e em seguida minha calcinha, me encolhi um pouco ao ficar nua na frente dele, Luke sorriu para mim e juntou nossas testas encarando os meus olhos da maneira mais profunda possível, em meio a luxúria e desejo, pude encontrar segurança naquele imenso mar azul que eram os olhos dele, minha mão direita foi posta em sua nuca e meus olhos se fecharam.

— Posso ir? – Ele perguntou.

Assenti apertando os olhos.

O membro dele que já estava ereto foi posto dentro de meu íntimo, aquilo me fez apertar um pouco mais os olhos e os movimentos começaram. Percebendo que eu estava um pouco tensa, ele pegou em uma de minhas mãos e a ergueu sobre a cama junto a dele entrelaçando aos poucos nossos dedos, aquilo fez com que meus olhos se abrissem e gemidos baixos saíssem de minha boca.

As palavras para descrever aquilo eram inexistentes no momento, a sensação era a melhor do mundo, pois tudo que fazíamos naquele momento, cada movimento de nosso corpo e troca de carinho, era feito com amor, o mais puro amor. Ele conseguia sentir todo o meu amor por ele naquele momento e eu também sentia o dele, o meu Luke, estava presente, ele estava de volta para mim.

Pedi para que ele me beijasse e acabou que ele gemeu o mais baixo possível, em seguida nossos lábios se selaram, senti o metal gélido do piercing tocar minha boca me fazendo estremecer no momento. Minha mão que estava entrelaçada a dele, não se separou por nenhum momento, os nossos lábios se moveram e um beijo bastante intenso e desejoso havia se iniciado.

Prendi minhas pernas em seu quadril e as abri lhe dando mais espaço. Ele foi mais fundo e um alto gemido escapou da minha boca, logo éramos um coro de gemidos e respirações ofegantes. Não demorou para chegarmos ao êxtase, foi quase que simultaneamente. Luke saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado respirando ofegante, virei o rosto para o lado e o olhei com a respiração também ofegante.

— Eu te amo Pinguim. – Sorri para ele percebendo que nossos dedos ainda estavam entrelaçados.

— Eu também te amo Lottie. – Ele sorriu para mim da forma mais sincera possível fazendo suas covinhas aparecerem, aquilo foi a visão mais perfeita de toda a minha vida.

[...]

O dia seguinte havia chegado, tive a sorte de acordar primeiro que o Luke, recolhi minhas roupas que estavam sobre o chão e as vesti. Foi duro olhar para ele e sair assim, mas realmente tive de o fazer. Me aproximei dele beijando sua bochecha de maneira demorada deixando que uma lágrima escorresse do meu rosto caindo sobre a bochecha dele.

— Talvez dessa vez, dois errados façam um certo... – Falei o mais baixo possível me afastando dele e saindo consequentemente da casa deixando um bilhete, esse tinha sido o nosso adeus.


Notas Finais


*Não esqueçam dos maravilhosos comentários de vocês, eu amo responder a todos.
*Hoje não tenho muito a dizer nas notas finais.
*Vejo vocês logo.
*Amo a todos.


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