História Safety Pin - Capítulo 22


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Danielle Campbell
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Danielle Campbell, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, Ashton Irwin, Calum Hood, Danielle Campbel, Luke Hemmings, Michael Clifford
Exibições 224
Palavras 1.120
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


*Hey, surpresa !
*Decidi postar um capítulo extra hoje.
*Podem ficar tranquilo que o capítulo de sexta feira vai ser postado normalmente.
*Esse capítulo não está tão grande como os outros, mas espero que gostem mesmo assim.
*Espero muito ler os comentários maravilhosos de vocês, gosto de responder a todos.
*Esse capítulo é fofo e ao mesmo tempo triste :c
*Agora sem delongas, tenham uma boa leitura!

Capítulo 22 - Wherever you are


Fanfic / Fanfiction Safety Pin - Capítulo 22 - Wherever you are

Luke's POV.

Por um longo tempo fiquei dormindo, quando finalmente acordei, já era manhã. Minhas mãos estavam se arrastando ao meu lado na cama, estava tentando sentir o corpo da Lottie, a noite que havíamos tido, foi a melhor de todas, esse dia nunca seria esquecido.
Minha tentativa de senti-la foi falha, não encontrei nada, por isso, sentei-me na cama, estava deitado antes. Não poderia acreditar e nem sabia como me sentir nesse momento, pois parecia que eu tinha sido apenas uma transa casual, mas na verdade eu não era.

— Ela disse que iria... – Disse para mim mesmo, enquanto suspirava.

No criado mudo ao lado da cama, pude ver um bilhete, o bilhete era da Lottie. Poucas coisas estavam escritas nele, ela apenas disse que estava indo ao aeroporto e que nunca deixaria de me amar. Por minutos eu pensei, até que deduzi que uma pequena chance dela ainda estar lá existia.
Levantei-me o mais rápido que pude da cama e me vesti, estava nu. Rapidamente fui para fora do quarto e consequentemente da casa, não poderia deixar ela partir de forma alguma, não mesmo.

[...]

Em meio a multidão, pude ver Ashton segurando com as duas mãos o rosto da Mari, ela chorava e ele parecia triste. Ao lado deles estava a Charlotte.
Corri na direção deles na minha máxima velocidade, quanto mais eu corria, mais distante eles pareciam, até que Ashton se afastou da Mari e junto da Lottie ela se preparou para entrar no avião.

— Charlotte! – Gritei o mais rápido que pude.

Mari olhou para mim e a Lottie não.

— Luke? – Ashton se aproximou e consequentemente parei de correr.

Não olhei para o Ashton, apenas para a Lottie que entregava a sua passagem de avião prestes a entrar nele. Quando à gritei, sua irmã olhou para trás, tive a certeza de que ela havia escutado, mas de alguma forma ela não olhou para trás, com certeza tinha sido por vontade própria.

— Charlotte! – Novamente gritei insistindo em fazê-la olhar para mim.

— Luke... ela não vai olhar, esta sofrendo muito.. – A voz do Ashton soou em meus ouvidos de forma baixa. Apenas tentei o ignorar.

— Charlotte! Volta para mim!

Continuei a gritar, ela não me olhava de maneira alguma, o tempo estava acabando, uma voz ecoou por todo o aeroporto avisando que o avião iria partir e ela simplesmente não olhava, por mais que eu insistisse.

Balancei a minha cabeça em negação vendo a Mari passar pela porta, sabia que se ela passasse por aquela porta, nunca mais a veria, por isso corri até lá.

— Não Charlotte, você vai ficar comigo. – Disse começando a sorrir. — Para com essa brincadeira e vem logo para mim... – Estava tentando enganar a mim mesmo enquanto dizia essas palavras.

Havia sido barrado quando tentei chegar na porta do avião, fiz o máximo de esforço possível, mas não cederam por nenhum minuto, tudo havia terminado.

Momentos antes da porta se fechar, Lottie se virou. Ela mal conseguia se segurar, a maquiagem em seu rosto estava borrada e lágrimas escorriam por seu rosto. Ali percebi que ela estava sofrendo assim como eu, existiam muitas maneiras de deter o pai dela e impedir que ele a machucasse, infelizmente ela escolheu a opção mais fácil, fugir.

— Onde quer que esteja, sempre será você...

Todo o som do aeroporto foi posto no mudo, a única coisa que ouvi naquele momento tinham sido essas últimas palavras dela. Fui desmoronando ali mesmo, Ashton surgiu me afastando dos seguranças para me abraçar da maneira mais apertada de todas, com lágrimas escorrendo livremente por meu rosto, retribui o abraço.

— Ela me deixou.. – Minha voz era de choro. Ashton me apertava mais e mais, não sabia que ele também estava triste, ele e a Mari tinham algo.

— Ela não teve escolha... – Ele suspirou. — O pai dela voltou e ele mandou muitas mensagens, muitas mesmo.. – Novamente ele suspirou. — Até mesmo eu tive medo.

O pano da camisa do Ashton estava ficando molhado por conta de minhas lágrimas, tentei ignorar esse fato, mas acabei me afastando.

— Desculpa. – Disse me referindo a sua camisa.

Ele limpou as poucas lágrimas de seu rosto e ficou quieto.

— Como sabe? – Passei a mão por meu rosto suspirando.

— Sobre o que? – Ele também suspirou.

— O pai dela. – Senti vontade de chorar novamente, fiz de tudo para me conter.

— Mari. – Ashton foi breve.

— Me explica novamente essa história da volta dele? – Ele se aproximou me envolvendo em um abraço. Retribui novamente.

[...]

Quando saí do aeroporto com o Ashton, ouvi de sua boca tudo sobre a primeira mensagem do pai dela e também sobre o envolvimento dele, o Ashton, com a Mari. Não foi nada complexo, o pai dela mandou em um dia aleatório uma mensagem dizendo que estava com saudades, depois mandou outras dizendo coisas maliciosas e também ameaçadoras, pude sentir medo ao ler a captura de tela de todas essas mensagens. O homem que se dizia pai delas, parecia estar muito diferente de antes, o ódio dele retratado por Mari e Lottie era pouco comparado ao de agora, por isso a decisão de partir, foi a primeira feita pela Lottie.

O primeiro dia sem ela foi difícil, muito mais difícil por estar fora da banda afastado do Calum e Michael, tive apenas Ashton.

O segundo dia foi pior ainda, em algumas partes do dia fiquei sozinho sem o Ashton, me senti abandonado e desconfortado a maior parte do tempo.

No terceiro dia, as coisas pareciam se acalmar para mim. Ashton decidiu contar a história da Lottie para Michael e Calum, sabendo disso, eles vieram me apoiar, mesmo estando brigados, eles vieram até mim no momento de necessidade.
Encontrar com o Michael foi um pouco estranho, mas o que quebrou bastante o clima ruim, foi uma fotografia tirada por ele minha e da Charlotte, eu não sabia da existência dessa foto, ninguém além dele sabia. Segundo ele, a foto havia sido tirada porque ele nos shippava.

O quarto dia foi pior do que o terceiro, fiquei isolado de todos durante todo o dia. A foto que o Michael tirou foi impressa, da maneira mais rápida do mundo, a coloquei em um porta retratos, foi impossível não chorar olhando para ela. A fotografia foi tirada na época em que estávamos na casa do lago, nela, Charlotte estava sentada em uma balanço e eu em outro balanço próximo a ela, vagalumes iluminavam todo o fundo da foto, a deixando mais bonita do que já era.

Os dias foram se passando, não tive notícias dela em nenhum deles. Logo depois sete meses se passaram, depois oito, neve, dez, onze e finalmente doze, complementando um ano.
 


Notas Finais


*Gostaram, gostaram, gostaram ?
*Comentem e me digam o que acharam, por favorzinho.
*Vejo vocês na sexta!


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