História Saga Impurios: Pandora - Capítulo 10


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags A Legião Perdida, Anjos, Demonios, Impurios, O Vazio
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Palavras 2.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


"Nós não temos que ser comuns
Cometa seus melhores erros
Porque não temos tempo para lamentar
Então, querida, seja o centro das atenções
Estou te dizendo para se arriscar, pode ser assustador"
- Life Of The Party

Capítulo 10 - O baile de Melbourne part.1


Fanfic / Fanfiction Saga Impurios: Pandora - Capítulo 10 - O baile de Melbourne part.1

NEITHAN

- O que está fazendo aqui? – perguntei a olhando.

- Assim que se trata uma amiga, Neithan? – ela perguntou dando poucos passos em minha direção. – Bom... Eu vim aqui avisar-lhe o perigo que estão correndo.

Fiquei confuso por segundos e automaticamente dei passos lentos para trás. Minha respiração pesou, puxava o ar o máximo que podia e o expirava rapidamente, mas tentando o máximo não demonstrar.

- Que perigo? – perguntei assim que senti a parede colada a minhas costas.

Ela andou até ficar cara a cara comigo. Nossos rostos faltando poucos centímetros para colarem-se.

Ela aproximou seu rosto mais um pouco e meu coração acelerou instantaneamente com medo do que ela poderia fazer.

O que mais me causou pavor foi o fato de ela ter colocado sua boca bem perto de minha orelha. Meus músculos não se mexiam e nem faziam algum movimento brusco. Conseguia sentir sua respiração quente atingindo as extremidades de minha orelha, me causando certos arrepios que não consegui conter.

- Vocês a esqueceram... Ela nunca foi a morte – sussurrou.

Meus olhos se arregalaram.

“Não é possível, Andrômeda com certeza já devia ter acabado com ela, a torturado de várias formas, se vingando pelo que sua irmã a fez...”pensei.

- Realmente... Brittanny está viva... E muito poderosa... – ouvi uma voz familiar vindo detrás de pandora.

Desviei meu olhar rapidamente procurando a dona da voz e vi Guenn parada em pé no meio do estábulo.

Sua aparência era de cansada, na verdade, parecia que havia lutado contra todos do planeta Terra sem ter direito a meia-hora de descanso. Seus braços pareciam largados para baixo e sua coluna vertebral estava curvada para frente.

Percebi que ela se esforçou em alguns suspiros e cambaleou para os lados, e então começou a cair.

- Guenn! – corri até ela rapidamente e a segurei, antes que atingisse o chão.

- Ela está mais forte que antes, Neithan – ouvi a voz de Pandora. – Deve se portar a se concentrar a derrota-la.

- Eu sei disso, mas no momento não posso – disse levantando Guenn no colo, a mesma passa seus braços por em volta de meu pescoço.

Olhei para seu rosto estava cheio de veias estranhas e escuras, como raízes, que também se estendia pelos braços, achava que também pelo corpo todo.

- Neithan, não pode deixar isso interferir... – disse ela andando em minha direção.

- Ah, você não sabe o que eu posso deixar interferir – disse a olhando e comecei a andar em direção ao portão. – Ela é minha namorada, vou cuidar dela...

Andei às pressas em direção ao portão, sentindo as pedra sob meu sapato.

- Neithan...

Escuto pandora, mas a ignoro. Soltei um suspiro e imaginei o portão se abrindo com o vento, e assim se fez.

Passei por ele, não olhando para trás, mas então senti uma mão em meu ombro.

Mal consegui ver de quem seria a mão e tudo se escureceu. Pisquei rapidamente algumas vezes e me vi em um lugar completamente diferente.

O chão de madeira escura, uma lareira com as chamas dançando calmamente, sem sofá sem nada do tipo, mas cômodos e corredores que me dão arrepios.

- Pandora... – ouvi uma voz masculina, grossa e que transmitia segurança total.

Olhei para o meu lado direito, de onde vinha a tal voz confiante e vi um homem de meu tamanho, cabelos castanhos, pele levemente bronzeada, olhos azuis claros. Vestia uma jaqueta marrom com uma camisa preta por debaixo e uma calça jeans preta.

- Harv, trouxe-os? – disse pandora indo até o mesmo. Ele lia algum livro estranho, com a capa preta, que logo o fechou e o pôs numa mobilha ao lado da lareira. Ficava a cada segundo me perguntando o que ela queria dizer com aquilo, até que ele disse:

- Sim... Ali estão eles – ele apontou para o meu lado esquerdo, segui seu dedo, vendo Jay e Benny correndo em nossas direções.

- Guenn! – disse Benny e a abraçou. – O que aconteceu com ela? – ela me olhava incrédula.

- Eu não sei... Eu também quero saber... Mas então ela me trouxe para cá – disse apontando Pandora e a olhando.

 - Também fomos forçados a vir para cá por um homem bombadão – disse Jay aumentando o tom de voz em por um homem bombadão.

 - Eu tentei conversar – disse Harv e Pandora o chamou a atenção.

Respirei fundo e Jay começou a falar coisas que eu não tinha ideia do que ele queria dizer. Via sua boca se mexer rapidamente, como se estivesse elétrico, querendo me contar cada detalhe do que não sei o que pode ser, mas somente concordava com a cabeça e dizia:“Nossa...”“Pegou pesado...”“E aí?”; mas o fato mesmo, é que eu queria deitar e dormir para o resto de minha vida, perder minha mãe literalmente não foi fácil, e além do mais, não tive nem chances de me despedir.

Benny acariciava a cabeça de Guenn, que já estava desacordada, mas podia sentir seu pulso batendo, o que me deixava um pouco mais calmo.

Só de pensar em contar para Jay ou qualquer mais um de que eu fui o culpado pela morte de minha mãe, me causava um dor grande.

- ...e foi assim que terminou tudo – disse ele assim que prestei atenção em suas palavras. Apontava para um hematoma do lado direito de seu rosto que já cicatrizava.

- Posso conversar com você? – perguntei arqueando a sobrancelha. – A sós... – olhei para Pandora e Harv que estavam conversando e se alterando. Benny que ainda estava acariciando Guenn e Jay que estava de sobrancelha arqueada. – Necessito...

 

Em 2 401, Melbourne – Austrália...

- Certeza que é uma boa fazer isso Jackson? – ela perguntou mais uma vez.

- Mas é claro Mary – disse a olhando. – Você é quem mais quer ir, e ainda me pergunta se é uma boa?

Olhei-a nos olhos, seus olhos azuis bem claros, que podia ver o medo a partir deles. Ela estava nervosa e eu também, mas o diferente é que eu já havia feito antes, então... Era só mais uma vez.

- É que... – ela desviou o olhar de meus olhos. – Eu não acho correto passar na frente de quem pagou...

- É o maior baile dos tempos, um que retrata os tempos de antes de dois mil – a olho e ando enquanto digo. – Sabe quantos anos são? Mais de quinhentos anos... Vai ter coisas que foram replicadas e conservadas naquele salão enorme, eles roubam nosso dinheiro, podemos roubar a frente deles também...

Ela olhou para baixo e segurou minha mão direita, entrelaçando nossos dedos e um sorriso foi surgindo em seus lábios.

- Mal algum pode acontecer – disse ela sorrindo. Adorava ver aquele sorriso de quem está contente, de quem sabe o que faz, ela sabia muito bem o exibir.

Ela usava um vestido longo preto, que pagou mais de dois dólares somente para aluga-lo, pois afinal, vestidos longos deste jeito não são mais fabricados. Seu cabelo está preso em um coque mal feito e brincos também alugados a mais de mil dólares. Batom escuro e uma bota preta, que está escondida por debaixo do vestido.

Eu estou usando um terno de época, paguei mais de dois mil dólares também.

Temos dinheiro para pagar a entrada do baile, mas é só para os prefeitos, presidentes e convidados especiais dos presidentes, no final, deu mais de mil convidados. Por que tanta gente? Não fazia a mínima ideia.

Mas nada é mais legal que um bom desafio e um pouco de diversão na vida, não é?

Chegamos perto do salão, aonde ocorreria o baile e já conseguimos ouvir o som lento de uma trilha sonora antiga.

- Finalmente estamos perto – disse ela animada.

- Pois é... – digo sorrindo. – Lembra-se do que é para dizer?

- Sim, a filha mais nova de um prefeito convidado...

- Que se chama? – pergunto a olhando.

- Evan Moretz – disse ela. – Me chamo Ashley Moretz.

- Isso, e se perguntarem sobre sua mãe?

- Morreu num acidente de carro – disse ela confiante e depois não aguentou uma risada. – Estamos ferrados.

Sorri balançando a cabeça negativamente. Chegamos a fila do salão, que inclusive, estava enorme. A maior fila que eu havia visto na vida.

Fomos para o final dela de mãos dadas. Alguns dos convidados especiais dos tais prefeitos e presidentes, nos olhavam com as sobrancelhas arqueadas e de cima a baixo.

Não liguei para os olhares, afinal, estávamos ali para sermos vistos. O tempo ia passando e íamos chegando cada vez mais perto do segurança com uma lista projetada num tablete imaterial.

Ele tinha um anel que transmitia a tela de um tablete com alista completa dos convidados.

Dois senhores estavam a nossa frente, disseram seus nomes ao segurança alto e moreno a sua frente, Agatha Agnes e Josh Agnes.

- Podem entrar – disse o segurança os dando passagem e nos olhou com um olhar sério, me causando arrepios.

- Ashley Moretz – disse Mary.

- Jackson Emery – disse eu o olhando nos olhos.

O segurança deslizava seu dedo sobre a tela projetada por seu anel no dedo do meio, da mão esquerda.

- Desculpem-me, mas não há nenhuma Ashley Moretz e Jackson Emery na lista, vão ter que sair daqui ou senão, serei forçado a prende-los na frente de toda essa gente – disse ele olhando por cima de nós dois, franzindo o cenho.

Olhei para trás e vi aquela fila enorme. Com certeza seria a maior vergonha de nossas vidas.

- Você poderia conferir novamente, por favor – disse Mary.

- Tudo bem – disse o segurança conferindo a lista mais uma vez. O que será que aconteceu? Eu me lembro perfeitamente de ter hackeado e posto nossos nomes. – Sinto muito... Não há.

- Mas agora há – escutei uma voz velha e rouca atrás de nós. Virei-me rapidamente para ver quem era e era um senhor, cabelos brancos e ralos, pele rugosa e pintas amarronzadas pelo rosto. – Esses dois estão conosco, poderia colocar o nome deles ai e deixe-os entrar rapaz, sejam um bom garoto com esse velho acabado aqui.

Uma senhora ao seu lado, o fez carinho em seu ombro direito.

Olhei novamente o segurança que, relutantemente, anotou nossos nomes a lista e nos deu passagem para entrar.

- Divirtam-se – disse ele da forma mais seca possível.

Antes de entrar, olhei o senhor que havia nos ajudado há poucos segundos, lhe entreguei um sorriso de gratidão e entrei com Mary.

- Nossa... – disse ela assim que percebo o tamanho do salão. É literalmente maior do que pensávamos.

A luz alaranjada iluminava perfeitamente o local. Pessoas bem vestidas de vestidos de todas as cores pensáveis e ternos dos mais variados tipos e dos mais caros possíveis.

Mesas com petiscos e garçons com bandejas, servindo taças de champanhe branco e dourado.

Um garçom, com uma expressão facial de tanto faz, veio até nós e nos serviu champanhes brancos. Peguei uma taça e o agradeci, como o não esperado, ele continuou com a expressão facial detanto faz e saiu andando, servindo outras pessoas.

Mary e eu começamos a andar por meio de todos, até que eu reencontro o senhor que nos ajudou.

- Posso dar uma palavrinha com o senhor, meu jovem? – disse ele assim que eu abri minha boca para falar algo, que já nem me lembrava mais. Fiz que sim com a cabeça e ele olhou Mary. – Madame...

Andamos para um pouco distante de todos.

- Então, eu queria... – ia começando a falar, mas fui interrompido.

- Não me agradeça agora meu caro, me agradeça quando aquela bela jovem estiver feliz – disse ele com uma voz dócil. – Admiro seu ato de poder pagar roupas caras e tentar entrar de penetra em um festão destes – senti minha bochecha queimar de vergonha.

Queria sair correndo com Mary neste exato momento.

- Não se acanhe, só que lhe dou uma dica: espere até o último dia da lista para hackea-la – disse ela sorrindo. – O presidente deste belo país sempre a troca todas as noites, tirando a última. Ah! Já ia me esquecendo, vamos.

Voltamos andando para perto de sua esposa, acreditava eu, e de Mary.

- Minha cara dama, você tem um homem ótimo em mãos – disse ele sorrindo. – E, se me permitem, tenho um presente para a mais bela da festa.

Ele se virou a mesa quer estava atrás dele, não havia a notado ainda, mas então ele se vira com um colar de diamantes brancos, um estilo raro hoje em dia.

- Me permita? – disse ele indo para trás de Mary. Colocou o colar em seu pescoço.

Mary pousou a mão nas pedras de diamantes, não acreditando no ato.

- Esse foi o primeiro presente que ganhei dele – disse a senhora.  –Está na hora de passa-lo, não é mesmo?

- Desculpa, não posso aceita-lo – disse Mary pronta para tira-lo.

- Que pena, mas não aceitamos devolução – disse a senhora, sorrindo amigavelmente. – Agora vamos Dylan, temos uma dança que me deve.

- Já até havia me esquecido – disse ele andando com ela para perto dos outros convidados sorrindo e começam a dançar.

- Não acredito que ganhei este colar – disse Mary com um sorriso de orelha a orelha.

- Vamos... Temos uma dança – disse e começamos a andar.

De repente sinto alguém se esbarrando em meu ombro e me viro rapidamente.

- Me desculpe – disse ele. Tinha cabelos castanhos, olhos acinzentados, pele branca levemente bronzeada e o cenho de assustado.

- Não há problema algum... – disse arqueando as sobrancelhas. O reconhecia de algum lugar... Parecia que já havia o visto. – Me desculpe, mas qual seu nome?

- Neithan, Neithan Justice Clark – disse ele. – E essa aqui... – ele aponta para uma mulher ao seu lado, com um vestido longo e rendado preto, cabelos castanhos, pele branca levemente bronzeada, olhos castanhos claros e “transmitia” escuridão pelo ar, me causou arrepios ao olha-la. – Brittanny.

- Prazer... – disse Brittanny e foi até Mary. – Colar lindo... – disse ela sorrindo e encostou no mesmo, porém, com seu toque, o diamante branco se tornou diamante negro.

Ela exibiu um sorriso de lado e andou até Neithan, segurou sua mão e começou a andar.

- Vamos, temos um baile dos anos 2 401 para arrebentar – sua risada causou-me pânico.


Notas Finais


Oiie gentem, todos bem? Espero que sim...

Então, mais uma vez essas coisas do passado e o que que o Neithan está fazendo com Brittanny? Humm... Suspeito.. .

Bom gente, a partir do próximo capítulo 'O baile de Melbourne part. 2' essas partes que voltam ao passado serão explicadas, espero que tenham gostado deste capítulo

Se gostou, comente o que gostou e/ou o que quiser kkkk se não gostou, deixe nos comentários o que você não gostou, talvez eu possa mudar para o próximo capítulo para que você(s) gostem rsrsrs

Hoje era para mim ter postado Smorklys, mas como a criatividade para um capítulo mara não está vindo, possa demorar... Acho que vão gostar do próximo de capítulo de Smorklys kkkk

Bom gentem, vou parar de encher o saco aqui... Beijas na testa de todos 😂😘

Até o próximo capítulo❤


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