História Saga WITCH: a terra - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin
Tags Imagine Jin, Imagine Seokjin, Jin, Saga Witch, Você, Witch
Visualizações 78
Palavras 4.443
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Misticismo, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, tudo bom? Vamos continuar a saga com o lindo do JIN! Antes de deixar vocês lerem essa história, preciso dar alguns avisos:

- Essa fanfic será uma Saga com sete histórias (uma para cada membro do BTS) e se passará no universo das WÍTCHS (aquele HQ e desenho animado que passava antigamente na tv);
- Apesar de se passar no universo das WÍTCHS, não é preciso você ter lido ou assistido os desenhos para entender, pois apenas estou usando como referência os poderes mágicos por meio dos elementos (água, fogo, terra, ar e energia);
- Apesar de no desenho existir somente esses 5 poderes, nessa Saga serão 7;
- O conteúdo é totalmente adulto, então é melhor lerem sozinhas e sozinhos!

Dado os avisos, espero que vocês possam apreciar o segundo livro da saga! Até as notas finais!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Livro IIKim Seokjin, a terra.

 

            O sol daquela manhã de primavera reluzia quentinho e amistoso, deixando-me animada para encarar aquela deliciosa quinta-feira, conhecida também como o dia da minha folga da loja ao qual eu trabalhava. Contudo, aproveitar aquela folga esparramada na cama enquanto eu assistia aos doramas na televisão aberta de Seul teria que ficar para outro momento, visto que novamente eu precisaria ir à floricultura.

            Desde que eu morava no Brasil, cultivar plantas sempre foi a minha maior alegria e motivação para encarar qualquer desafio. Amava frutas diretamente do pé, apreciar o odor perfumado de belas flores – em especial as das rosas vermelhas – e plantas de folhas verdinhas, dando um toque especial a qualquer lugar da casa. Sendo assim, uma das primeiras coisas que fiz quando cheguei nesse maravilhoso país ao acaso foi justamente comprar sementes de roseiras vermelhas, as minhas favoritas.

Inicialmente, elas até que se desenvolviam bem, mas logo meu dedo pareceu ficar “podre” quando comecei a tirar novas mudas na época fértil, precisando recorrer à ajuda de uma floricultura para entender o que estava acontecendo de errado. Acabei escolhendo uma próxima a minha casa, duas quadras, ao qual o dono era um charmoso homem chamado Kim Seokjin, mas que eu carinhosamente o chamava de Jin.

Jin parecia ter um dom para lidar com plantas e minhas roseiras pareciam ganhar vida perto dele, mas em poucos dias elas murchavam novamente e eu, consequentemente, voltava até a floricultura de Jin para colher do “elixir da vida” de suas mãos milagrosas. Apesar de existir outras centenas de floricultura e especialistas nessa cidade, era incrível como minhas flores só voltavam a florescer quando Jin cuidava delas, sendo assim era o único que de fato tinha minha confiança para cuidar de minhas pequenas filhas, como eu carinhosamente chamava minhas roseiras.

O local em si onde ficava a floricultura de Jin era muito amplo, bonito e arejado, repleto de plantas de todos os tipos e formas na entrada da frente e uma estufa branca ao fundo. O rapaz a comandava totalmente sozinho e não possuía muitos clientes diários como eu – ainda mais em uma quinta-feira logo de manhã. Mas, fazer o quê?! Minhas flores precisavam de seus cuidados e eu não poderia negar isso a elas!

_ Olá? Jin, você está por aí? – Chamei adentrando o local enquanto tampava meus olhos com a mão direita objetivando barrar a luz do sol naquela região. Caminhei singelamente por entre algumas árvores já adultas quando aquele belo homem surge em meio a algumas moitas.

Jin possuía uma pele bronzeada, olhar tranquilo e ombros largos. Seus lábios possuíam um tom avermelhado natural que sempre me arrancava suspiros e seus cabelos, charmosamente ajeitados para o lado, contra os raios solares possuía uma cor entre o castanho e o vermelho – fato que o deixava ainda mais lindo. O mesmo sorriu ao notar-me e avançou até mim como um perfeito cavaleiro.

_ Bom dia (S/N), vejo que suas rosas sentiram minha falta novamente. – Cumprimentou-me gentilmente ao me abraçar carinhosamente, um contato que eu não era acostumada a ter aqui na Coréia a não ser dele.

_ Acertou em cheio, Jin! Já não sei mais o que fazer com essas teimosas! – Vociferei analisando o carrinho de plataforma verde e grade cinza ao meu lado, ao qual estava completamente cheio com todos os meus vasos. – Preciso de sua ajuda novamente. – Choraminguei.

O homem sorriu novamente com meu pedido e confortou-me com uma de suas mãos em meus ombros. Seus encantadores olhos cor âmbar, por outro lado, encarava-me de modo intenso, o que me deixava completamente desconcertada. Confesso que depois de tantas visitas diárias a essa floricultura, acabei me apegando mais do que deveria a seu proprietário. Só Deus sabe o quão difícil é permanecer normal perto de uma criatura dessas!

_ Relaxa pequena, irá ficar tudo bem! Elas só precisam de uma vitamina especial lá na minha estufa. – Tranquilizou-me o garoto com uma piscadela fofa e agachando-se para pegar o puxador do carrinho. – Enquanto eu cuido disso, pode aproveitar um pouco o meu pomar e depois faço questão que me faça companhia para um café.

Não consegui reprimir um sorriso doce de meus lábios enquanto meu rosto ganhava uma tonalidade vermelha. Era sempre assim em todas as visitas, o garoto cuidava de minhas flores e logo passávamos a manhã toda conversando embaixo de uma pequena plantação de uva. Eu amava esses momentos com Jin e chegava até a agradecer mentalmente minhas roseiras por me darem a oportunidade de passar mais tempo ao lado do coreano, mas acabava ficando um pouco frustrada quando não acontecia nada além dessas conversas. Às vezes vulgo quase sempre eu me pegava desejando que o mesmo me beijasse e eu era uma completa iludida por isso!

_ Obrigada! Com certeza eu aceito, mas só se me devolver essas rosas todas impecavelmente belas! – Brinquei e o garoto se divertiu com meu entusiasmo. Trocamos mais algumas palavras até que o mesmo rumou para a sua misteriosa estufa enquanto eu ia para o lado oposto, o pomar.

A quantidade de frutas e a qualidade das mesmas que Jin possuía bem aqui nesse quintal era espantoso. Não fazia sentindo para mim como esse homem ainda não possuía tantos fregueses e fama, pois sem dúvida alguma ele tinha o famoso “dedo verde” para a coisa. Peguei uma maçã vermelha de um galho próximo a minha altura e a mordi com vigor, o gosto doce era ainda mais incrível que sua aparência. Tudo que Jin tocava florescia perfeitamente, até plantas sem vida o mesmo conseguia ressuscitar e a curiosidade em desvendar esse mistério acabou criando borboletas em meu estômago e uma mordida mais intensa ainda a maçã, a fruta do pecado.

Atiçada a descobrir o segredo do rapaz, comecei a correr o caminho de volta enquanto terminava de comer aquela deliciosa fruta e logo já estava bem próxima da estufa. Abri cuidadosamente uma pequena fenda da portinha branca e lacrada com uma telinha preta, passando a espiar aquele ambiente.

O local não era muito grande, mas possuía diversas plantas de pequeno e médio porte espalhadas pelo chão e mesas. Havia um balcão entorno de todo o local com inúmeras ferramentas e outros materiais componentes da área de jardinagem. Ali continha também algumas árvores que, sem qualquer modéstia, invadiam a estufa, dando-lhe um ar rustico e natural. Todavia, por trás de tanta beleza, o que mais me chamou a atenção foi uma luz verde florescente que saia intensamente das mãos de Jin e iam até as minhas roseiras – espalhadas pelo balcão do fundo. Notei que quanto mais daquela ‘luz’ ele enviava, mais as roseiras ganhavam vida.

Naquele exato instante, meu cenho franziu e minha boca se entreabriu. O que raios era aquela luz verdade? Pensei assustada. Será que a maçã de há pouco estava me fazendo delirar ou eu realmente estava vendo Kim Seokjin enviar uma “luz mágica” para minhas flores? Pisquei algumas vezes e o garoto continuava na mesma posição, usando um avental azul sujo de terra e seus poderes mágicos. Meu Deus, gritei para mim mesma em pensamentos, eu não estava sonhando! Era mesmo real!

Em meio ao susto, acabei atrapalhando-me toda e a porta da estufa foi bruscamente aberta enquanto meu corpo ia de encontro ao chão. Jin assustou-se com o barulho e minha presença, fazendo com que a ‘luz’ de suas mãos sumisse instantaneamente.

_ O que faz aqui? – Perguntou o homem em um tom calmo, apesar de seus olhos gritarem tensão. Levantei-me assustada e dei passos para trás, desejando conseguir sai daquela estufa o mais rápido possível. – (S/N) o que você tem? – Jin perguntou atônito e eu, já em pânico, apenas me virei pronta para correr, mas algo agarrou minhas canelas, braços e barriga.

O susto que eu senti foi tão grande, mas tão grande, que um grito escapou de minha garganta e escoou por todo o local. Ainda assustada, encarei meus pulsos e avistei galhos de uma trepadeira os segurando firmemente assim como nas outras partes do meu corpo. Meus olhos se arregalaram e eu encarei Jin tentando entender o que estava acontecendo ali.

_ Eu preciso que você se acalme para que eu possa lhe explicar tudo. – Pediu o rapaz. – Não posso deixá-la sair daqui sem antes ouvir o que eu tenho para dizer.

_ E-então essa planta é você que está controlando? – Gaguejei estupefata demais. Jin assentiu tão nervoso quanto eu estava no momento. – Você vai me machucar? Matar-me?

 Assim que disse aquilo, Kim teve seu olhar ofuscado por uma tristeza profunda e as trepadeiras afrouxaram o aperto em meu corpo. Confesso que aquele olhar deixou-me completamente arrependida de minha fala e quando fiz menção de me desculpar, o rapaz se adiantou.

_ Como eu poderia machucar a garota que eu mais amo em toda a minha vida? – Disse suavemente, porém ainda cabisbaixo. – Eu jamais tocaria em um fio de cabelo seu sem que me desse sua permissão, pequena. Eu só quero explicar o que você viu, o meu segredo...

Meu rosto ganhou pouco a pouco uma tonalidade avermelhada conforme eu digeria o que Jin havia acabado de me dizer. Ele gostava de mim? Ele realmente gostava de mim todo esse tempo? Minhas sobrancelhas estavam arqueadas e uma felicidade enorme correu por toda a extensão de meu corpo, quase me fazendo esquecer a situação em que eu me encontrava se o coreano a minha frente não começasse a falar sobre seu suposto poder mágico.

_ Eu nem sempre tive esse poder comigo, eu era uma pessoa normal assim como você, até que um dia notei que as plantas pareciam me acompanhar e a me entender, além das pedras que se moviam conforme eu desejasse. Quase enlouqueci quando então eu fui levado ao Infinito, o centro de tudo, e lá tudo me foi esclarecido. – Jin desviou seu olhar cabisbaixo de mim para um ponto qualquer da estufa, soltou um suspiro pesado e retomou sua fala. – Eu, junto a outros seis garotos, fomos escolhidos para proteger todos os universos de males que possam causar o desequilíbrio da paz. Cada um ficou responsável por ser o guardião de um elemento natural regido pelo Coração de Kandrakar, a joia ao qual alimenta esses dons mágicos. O meu caso, como você já deve ter percebido, é o dom da terra.

Pisquei meus olhos freneticamente por quase um minuto inteiro. Confesso que se eu ouvisse essa história em qualquer outra ocasião em que eu não estivesse presa a trepadeiras e visto uma luz verde sair das mãos de Kim, eu provavelmente acharia que o garoto ou havia bebido demais ou ficado realmente louco das ideias.

_ Há quanto você possuiu esse poder? Você já esteve em batalhas antes? – Perguntei sem jeito, o garoto olhou-me um pouco chocado por talvez não esperar essa reação vinda de mim. Nem mesmo eu sabia dizer qual reação eu deveria ter.

_ Já faz quase três anos que sou o guardião da terra e sim, já estive em incontáveis batalhas. Sempre que a floricultura está fechada são dias que eu estou em missão com os meus companheiros, (S/N). – Explicou-me ele aproximando-se de mim.

As trepadeiras começavam a soltar meu corpo ainda na espreita de qualquer sinal de fuga vinda de minha parte, mas eu continuei parada. Muitas dúvidas rondavam a minha cabeça para fugir sem respostas ainda.

_ Entendi... E por que está me contando seu segredo no lugar de me matar ou coisa do tipo? – Perguntei corando com a aproximação do rapaz que agora estava colado ao meu corpo. Seus braços fortes faziam sinal de que queriam rodear minha cintura, porém Jin era cordial demais para fazer qualquer ação sem antes obter minha permissão.

_ Você não entendeu ainda? Eu gosto de você, eu realmente gosto! – Sorriu-me ele fracamente. – Eu confio em você e sei que não irá contar para ninguém sobre isso. – Até porque ninguém acreditaria em mim, pensei revirando os olhos. – Desculpe se eu assustei você de alguma forma e prometo não pedir para suas rosas murcharem mais.

Balancei o rosto positivamente, novamente atordoada por ouvir Jin dizer tão claramente que gostava de mim, até que sua última frase fez sentindo para mim e eu comecei a ligar os pingos nos “is”.

_ Meu Deus, as rosas! Era você o tempo todo?! Mas qual o motivo de você as fazer isso toda semana? – O rapaz corou e não negou minha pergunta/afirmação e eu finalmente entendi tudo. Levei uma mão para tampar minha boca entreaberta pelo susto. – Era tudo para me ver toda semana!

Jin sorriu de modo a mostrar todos os seus dentes brancos entre aqueles lábios rosados e carnudos. Passou uma de suas mãos pelos cabelos castanhos e seus olhos exibiram um brilho apaixonado. Eu realmente não estava sabendo lidar com aquilo tudo, entretanto, acabei tendo uma crise de riso – a pior escolha para se agir em uma situação como essa, creio eu.

O coreano me fitava com um sinal de interrogação estampado em sua testa e eu gargalhava cada vez mais. Pensei um pouco em tudo e decidi que se aquilo fosse coisa da minha cabeça ou não, era um fato que eu também amava aquele homem e tudo que sempre quis foi uma oportunidade para ficar com aquele belo rapaz. Estava disposta a tentar pelo menos por hoje, enquanto esse devaneio absurdo de poderes mágicos me parecia real.

_ Do que está rindo tanto? Droga. – Jin havia trocado seu tom doce e calmo por um azedo e chateado. Virou-se de costas para mim e foi até o fundo da estufa, ao qual bateu as mãos com força na bancada. – Pode ir embora agora se quiser. Suas rosas estão curadas.

Em poucos segundos vislumbrei minhas roseiras flutuarem até o meu carrinho ao lado delas e eu acabei soltando um gritinho abafado por minhas mãos. Acho que eu nunca me acostumaria com essa coisa de guardião de elemento mágico, cruzes!

_ Não quero ir embora e desculpe por ter rido, é só que o destino é muito cômico com nós dois. – Expliquei abanando algumas folhas grudadas de minha calça jeans e camiseta social de botões que eu usava.

Jin se virou lentamente em minha direção e eu andei até ele com passos até firmes para alguém que a pouco tremia em uma velocidade considerável. Exibi um sorriso acanhado após morder meu lábio inferior inseguramente.

_ Por que cômico? – Questionou-me estreitando os olhos.

_ Porque eu também gosto muito de você e até agradecia minhas rosas por darem a chance de eu passar mais tempo ao seu lado. – Fechei meus olhos muito timidamente, tentava recobrar os juízos, mas eles apenas me diziam para agir sem pensar. – Eu só nunca imaginei que você fosse uma espécie de super herói ou coisa do tipo, entende?

A estufa foi inundada pelo riso do coreano, um riso muito escandaloso e contagiante. O garoto se aproximou de mim sem mais sutilezas e pousou suas duas mãos em minhas duas bochechas. Trocamos um sorriso cumplices conforme nossos narizes se tocavam.

_ Estou mais para um bruxo, pequena. – Dito isso, Jin não mais se manteve em cima do muro e seus lábios finalmente tocaram os meus.

O beijo, inicialmente, era calmo e tranquilo. Nossas bocas possuíam um encaixe perfeito e nossas respirações pareciam vir de um só corpo. Conforme os segundos foram passando, o beijo ficava ainda mais envolvente. Jin não media esforços para correr suas mãos por toda a extensão do meu corpo conforme as minhas próprias adentravam sua blusa e arranhavam seus ombros largos.

Separamo-nos por falta de ar depois de um tempo. Arfávamos como dois atletas após iniciarem uma maratona e contínhamos um sorriso safado nos lábios. O coreano aproximou-se ainda mais contra mim e, envolvendo minha cintura, colocou-me sentada em cima do balcão mais próximo.

_ Não sabe o quanto esperei por isso. – Confessou-se colocando meus cabelos para o lado e beijando meu pescoço com volúpia, conforme desabotoava botão por botão de minha camiseta social. Acabei suspirando e Jin pareceu gostar disso.

_ Acho que posso fazer uma ideia. – Pisquei passando meus braços por sua cintura e desatando o nó de seu horrível avental azul. Afastei-o um pouco de mim e retirei a alça envolta de seu pescoço, sorrindo.

Seokjin exibia um olhar maravilhado em minha direção – que estava com o sutiã rosa claro exposto, visto que minha camiseta já se encontrava fora do meu corpo. Não pude deixar de corar um pouco, mas Jin logo me despertou de meus devaneios ao desabotoar minha peça íntima e começar uma gostosa massagem naquela região. Fechei meus olhos e pequenos gemidos escapavam de minha garganta.

A massagem, entretanto, apesar de muito gostosa já não era o suficiente para o garoto que, pegando-me de surpresa, envolvia sua língua entorno de meu mamilo direito para logo depois envolver toda a região em sucções intensas – fato que me arrancava gemidos cada vez mais altos –, conforme o esquerdo era presenteado por pequenos apertos no biquinho já rígido. Como resposta a todas aquelas carícias, eu entrelacei minhas pernas na cintura alheia e puxei sua camiseta marrom com urgência, deslumbrando-me com aquela visão de seu lindo corpo.

O coreano não tinha o corpo mais definido do mundo, contudo, seu corpo magro contrastava perfeitamente com a pele queimada de sol e o suor de nossos atos o deixava ainda mais belo como um verdadeiro príncipe.

_ Eu sei que sou lindo, não precisa babar. – Brincou o garoto encarando-me divertido enquanto desabotoava minha calça, mas não demonstrando sinal de tirá-la. Acabei corando com sua fala.

_ Bobo! Sorte a sua que é mesmo! – Mordi meu lábio inferior com força logo em seguida e Jin institivamente apenas puxou-me para mais perto e nossas intimidades se chocaram mesmo com inúmeras camadas de tecido as separando. Acabamos gemendo ao mesmo tempo.

O guardião retomou as suas carícias em meu corpo ao distribuir mordidas e chupões indo do meu pescoço até meus ombros quando o próprio me tirou de cima da bancada e me apoiou em pé ainda em sua frente. Aproveitei esse fato para proporcionar prazer a ele também.

Arranhei com vigor o peitoral extenso de Kim e passei a dar beijos e sucções por toda a extensão de seu tronco até que eu estava ajoelhada. Devido a minha baixa altura – entendendo rapidamente meus objetivos com aquilo – Jin abaixou-se um pouco para facilitar o meu serviço. Desabotoei seu jeans escuro e desci o mesmo por suas pernas torneadas até as canelas juntamente a box preta que usava, surpreendendo-me com a ereção do rapaz em níveis alarmantes de desejo.

Timidamente beijei o topo de seu membro para logo depois o rodear com a língua. O rapaz pareceu enlouquecer com aquele ato e segundos depois seus longos dedos estavam enrolados em meus fios acobreados, ditando pouco a pouco meus movimentos sobre seu membro. Um gemido manhoso e grosso escapou por seus lábios e assim me senti motivada a continuar com aquela carícia nada casta. Introduzi o máximo que consegui de seu pênis dentro de minha boca e ali alternei entre chupadas e brincadeiras com as línguas, masturbando o que não cabia dentro.

Meus movimentos ficavam cada vez mais intensos e rápidos, ao qual eu fazia questão de olhar para o moreno sempre que podia, apenas para vislumbrar a linda visão do homem mais belo de todos os universos sentindo prazer em gemidos roucos e altos graças a mim, uma simples mortal. Apenas para provocar, em dados momentos eu diminuía consideravelmente o ritmo – o que causava espasmos em Jin e o via me repreender com leves puxões em meus cabelos.

Não demorou muito para que o rapaz se desfizesse em minha boca em jatos quentes acompanhados de meu nome saindo roucamente de sua boca em um gemido quente. Acabei por engoli tudo, o sabor do coreano era de um agridoce tão viciante quanto os cheiros das rosas que eu cultivava.

_ Você com toda a certeza vai me enlouquecer ainda, pequena! – Jin possuía um sorriso malicioso ainda desconhecido por mim, deixando-me certamente intrigada para conhecer as consequências desse sorriso. – Minha vez agora, (S/N)...

Dito isso, Jin virou-me de costas para si ainda de pé. Seus braços passaram por baixo dos meus e suas duas mãos encontraram meus seios em um aperto intenso, fazendo-me arfar e pender a cabeça para trás. O garoto desceu com beijos molhados da minha nuca já suada até o cós de minha calça.

Seus dedos desceram pelo meu corpo com possessividade até chegar ao seu destino final: meus botões já abertos do jeans. Desceu o zíper tão rapidamente quanto a própria calça, deixando-me somente com minha calcinha também rosa claro e meus sapatos pretos.

Jin rapidamente passou a chupar, mordiscar e a sugar o local onde o meu corpo fazia a curvatura entre as costas e minhas nádegas, causando-me diversos arrepios. Comecei a gemer somente com aquelas carícias até que o coreano começou a apertar as duas partes de minha bunda intensamente, fazendo-me inclinar para frente e apoiar as mãos firmemente na bancada.

Os apertos que o mesmo dava em minhas nádegas eram firmes o suficiente para deixar algumas marcas mais tarde. Minha calcinha foi retirada com suavidade segundos depois e alguns beijos foram espalhados por ali até chegar em minha região íntima, já totalmente lubrificada somente para aquele homem ao qual eu há tanto tempo amava.

Não irei negar que Jin não seria o primeiro homem a me possuir, mas posso garantir que nunca ninguém havia me feito perder a cabeça como ele fazia nesse exato instante. Sua língua, quente e ágil, preenchia minha entrada com luxúria e intensidade, conforme seus dedos acariciavam o meu centro máximo de prazer. Meus gemidos escoavam por toda a estufa – ou até mesmo fora dela – e minhas mãos apertavam cada vez mais forte a bancada, porém, eu realmente cheguei ao meu limite quando o rapaz me surpreendeu ao me penetrar com dois dedos de uma vez.

_ Seokjin! – Gritei extasiada de prazer, fechando meus olhos conforme pedia por mais. Jin atendia ao meu pedido sem demora e intensificava seus beijos em minha região sensível conforme aumentava a velocidade de seus dedos até que eu cheguei ao meu limite e explodi em um orgasmo intenso. – Oh, Jin! – Arfei ainda sem fôlego.

Sem esperar que eu me recuperasse, Jin penetrou-me com seu membro conforme me segurava ainda pela cintura. Gritávamos juntos o nome um do outro, as estocadas eram cada vez mais precisas e necessitadas e a bancada balançava no mesmo ritmo de nossos corpos. Alguns instrumentos chegavam a despencar do local. Eu estava quase chegando novamente ao meu limite quando o rapaz diminuiu maldosamente seus movimentos e virou-me em sua direção com um sorriso sapeca nos lábios carnudos.

_ Preciso de você um pouco mais! – Piscou atraindo-me para um beijo apaixonante enquanto eu o envolvia em meus braços e ele me colocava novamente sentada sobre a bancada, penetrando-me com urgência.

_ Faça-me sua, sempre sua! – Ofeguei sem parar de beijá-lo.

Não nos separamos um segundo se quer, pausando somente quando precisávamos recuperar o ar rapidamente em mordidas fortes nos lábios um do outro. Suas costas estavam completamente marcadas por minhas unhas conforme meus ombros e pescoço pelos chupões de Jin. Meu corpo tremia em espasmos violentos e notei como todas as plantas daquela estufa pareciam agitar-se descontroladamente conforme Jin apertava-me mais firmemente contra seu corpo e aumentava enlouquecedoramente a velocidade de suas estocadas.

Em um grito manhoso senti meu corpo tremer sem forças e um violento orgasmo trazer-me a paz daquele desejo incontrolável por Jin. O garoto deu mais algumas estocadas até que também gozou dentro de mim conforme gemia meu nome em um aperto gostoso do meu corpo contra o dele.

Demorou cerca de dez minutos até nossos corpos começarem a demonstrar sinal de calmaria e Jin sair de dentro de mim. Entreolhamo-nos corados e a estufa parecia mil vezes mais quente que o normal, ao ponto que todos os seus vidros estavam embaçados por nossas transpirações.

Sem dizer uma palavra se quer, Jin pegou minha camiseta – que era a única peça de roupas que estava mais próxima de nós – e envolveu-a entorno do meu corpo, apoiando-a em meus ombros.

_ Eu te amo. – Sussurrou o coreano com um belo sorriso conforme colocava uma mecha de meu cabelo atrás de minha orelha direita.

Seus olhos cor de chocolate continham um brilho tão lindo que acabei me perdendo em pensamentos meigos onde me imaginava casada com ele, cuidando de um lindo pomar e uma bela estufa como essa.

_ Eu também te amo, Jin. – Pousei minha mão sobre a sua e a trouxe até meu rosto, beijando-a com muito carinho. – Me perdoe por ter pensado coisas precipitadas sobre você... Eu sei que você jamais faria algo contra mim.

Kim sorriu ainda mais com a minha fala e beijou minha testa molhada com muito zelo. Em seguida, ergueu-me o rosto com as pontas dos dedos que a pouco eu o havia beijado e brincou com meus lábios ao roçar os seus próprios sobre os meus – que já davam sinal de inchaço.

_ Está tudo bem, minha pequena. – Pisquei algumas vezes timidamente o olhando, aquela era a primeira vez que o coreano usava o pronome de posse ‘minha’ antes do costumeiro e carinho apelido ‘pequena’ – Não a julgo por ter se assustado, eu mesmo demorei um tempo a me acostumar a essa condição. O que importa agora é que você e eu estamos finalmente juntos e nada poderá nos separar.

Dito isso, o garoto abraçou-me delicadamente e eu retribui da mesma forma, dando alguns selares estalados no ombro esquerdo do rapaz. Jin estava certo, o que passou, passou! O importante agora era que nossos sentimentos eram recíprocos e que nada poderia nos separar, pois nosso amor era forte o bastante para romper quaisquer barreiras – inclusive meus constantes sustos sempre que o visse usando seus dons mágicos.

_ Só não faça minhas filhas murcharem mais! – Fingi indignação com um biquinho infantil, sendo recebida por aquela gostosa e característica risada que somente ele era capaz de produzir.

_ Só se prometer me deixar ser o pai delas. – Piscou e eu acabei rindo o puxando para mim como se fosse contar um segredo muito tenebroso. Olhei para os lados e então sussurrei:

_ Você sempre foi, seu bobo!

Após aquele dia muitas coisas mudaram em nossas vidas, talvez por fazermos planos de morar juntos e constituir uma família legalmente. Contudo, a mudança mais drástica era que toda quinta-feira, nos meus dias de minha folga, não mais levava minhas rosas para ser diagnosticadas e não mais passávamos as manhãs debaixo das belas árvores que compunham o pomar; mas sim passávamos horas e horas trancados naquela velha estufa, local ao qual nos amávamos como se fosse sempre a primeira vez.


Notas Finais


Gostaram de brincar com a terra em uma estufa dessas? hehe

Livro I - Kim Namjoon, o fogo
https://spiritfanfics.com/historia/saga-witch-o-fogo-9723582

Espero que tenham gostado, muito brevemente posto os próximos livros!

Deixo aqui o link de minha outra fanfic: Love Is A Game, Kiss Conquest; trata-se de um long imagine com o Jungkook!
https://spiritfanfics.com/historia/love-is-a-game-kiss-conquest-9329139/

Um grande beijo e abraço da Lis!


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