História Sailor Moon Solaris SeRo! - Capítulo 4


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Categorias Sailor Moon
Personagens Hotaru Tomoe / Sailor Saturn, Personagens Originais, Setsuna Meiou / Trista / Sailor Pluto, Usagi "Serena" Tsukino / Sailor Moon
Tags Sailor Plutão
Exibições 12
Palavras 697
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Robertha, a Sailor que Perdeu o Irmão!


 

 

Primeiro dia de aula do professor brasileiro Ander, numa das principais escolas de Tóquio. Ao entrar em sala, ele é recepcionado pelo milenar gesto de reverência ao mestre, um típico ritual de todos os alunos. Entre tantos presentes, ele procura uma única aluna, Serelly, que expõe um semblante de ódio e repúdio ao magistrado.

O decorrer da aula prossegue naturalmente. Num certo momento, este professor estende um mapa da América do Sul sobre o quadro e pergunta para a sua aluna Serelly, onde se localiza a Amazônia.

A jovem ainda está muito chateada com o que aconteceu na noite passada. Ela comete uma indisciplina, ao levantar a mão e exibir o dedo do meio. Além deste gesto, a jovem ofende o professor em chamá-lo  de caveira.

Todos os alunos se assustam com a ação de sua colega da classe. Serelly além de ser extremamente bonita, se destaca também como uma das melhores em toda a escola. O problema deste momento, foi acontecer exatamente no momento em que a diretora Robertha entra na turma e presenciou toda a cena.

Apesar destas duas viverem juntas como irmãs, o seu dever como diretora de uma escola tradicional, é expulsar a aluna devido ao mau comportamento. Serelly por vontade própria, se levanta e caminha em direção à sala da diretoria, obedecendo a imposição da severa diretora.

O professor Ander sabe que Serelly sofrerá uma dura punição, então ele decide interferir. Após pedir licença aos seus alunos, ele caminha rapidamente e vai à sala da diretoria, interferir na decisão da diretora.

Após muita conversa, Robertha aceita os apelos do professor e não excluiu a aluna indisciplinada. O ar em volta deste dois, é envolvido por diversas luzes na cor branca e dourada. Assim como aconteceu com Serelly, Robertha também é uma das novas Sailors, pois a sua caneta da transformação, entrou em ressonância com o Pingente Solar de Ander, criando estas luzes que envolveu do o interior do local.

No apertar das mãos, o professor se apresenta como Guardião Sol e a diretora como Sailor Makemake, a guerreira representante deste distante planeta anão do Sistema Solar.

Após estes segundos de alegria, Robertha volta a manter uma fisionomia fechada. Apesar de possuir longos cabelos dourados e olhos azuis, esta mulher parece esconder uma tristeza em seu coração. Ander percebeu imediatamente a mudança brusca de aparência e pergunta o que aconteceu. A diretora se mantém cabisbaixa, informa que ele deve sair do local e retornar a aula em sua classe.

No intervalo escolar, o professor Ander encontra a entristecida aluna Serelly no pátio da escola. Diferente dela, ele está sorridente, abraçando a sua querida aluna, seguido de um respeitoso beijo na testa. Eufórico, ele conta tudo que aconteceu na sala da diretoria:

- Pode fica “sussa”, porque “dei uma volta” na diretora durona com o meu jeitinho brasileiro. Relaxa, porque está “tudo de boas” e você não será expulsa da escola!

Uma lágrima dos belos olhos de Serelly escorre pelo rosto. Ela abraça o seu professor como agradecimento e reconhecimento que agiu de forma errada. O professor Ander corresponde com suaves carinhos sobre os cabelos rosados de sua aluna e ouve um fato curioso contado por ela:

- Professor Ander, eu peço desculpas ao senhor por ter chamado de caveira. A coisa mais feia e que mais tenho medo, é uma caveira. Me desculpe por tudo que fiz!

Após estes gesto de amizade, Ander olha para os olhos de sua aluna e com um leve sorriso, desconversa para encerrar todo este clima de desavença:

- Meu bem, eu sou o seu amigo e não precisa me chamar de senhor. Eu ando meio “bolado” de ver a Robertha tão séria e tão fechada, como se escondesse uma mágoa do passado!

A jovem respira fundo e conta qual o motivo de tanta tristeza:

- A Robertha perdeu um irmão há muito tempo. Eles eram muito unidos e ela sofre dessa ausência até hoje!

Ao ouvir o passado da diretora, Ander lembra da existência de uma sailor que controla o tempo. Ele sugere para Serelly que esteja presente no dia seguinte, em frente ao Parque da Cidade, um belo lugar arborizado e espaçoso no centro de Tóquio.



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