História Salted Wound - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Lily Collins
Personagens Personagens Originais
Tags Bieber, Drama, Justin, Justin Bieber, Lily
Exibições 83
Palavras 2.562
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bem galera, para a alegria das leitoras, a minha, e para o milagre do Senhor, postei outro capítulo, boa leitura! LEIAM AS NOTAS FINAIS

Capítulo 13 - Affair


Seattle, USA – 22 de Setembro de 2014

Addison

  “Eu estou irrevogavelmente apaixonado por você, Addison”. Essa frase se repetiu na minha mente um milhão de vezes em milésimos de segundos, isso só podia ser palhaçada do destino, eu não merecia passar por tudo aquilo de novo, e agora eu já sou adulta, não sou tão inocente e ingênua como antes, e das poucas coisas que eu sabia, uma delas era que o Justin estava completamente pirado, e se eu pensei que havia saído com ele pra ouvir algo realmente sério, eu estava enganada.

 - Você não se cansa desse mesmo joguinho, Justin? – perguntei ainda boquiaberta com a tamanha ousadia dele – Como você ousa dizer essas coisas para mim? Você não tem o mínimo de respeito por mim ou sequer pela Jesie? Acho que o único aqui que não está entendendo a situação é você – eu disse ainda com o tom de voz baixo por estarmos em um lugar lotado de pessoas, me levantei rapidamente me virando sem dar chances para ele dizer qualquer coisa indo em direção à saída.

 - Addison, pelo amor de Deus, você está entendendo tudo errado! – escutei sua voz atrás de mim e senti ele me virar me puxando pelo ombro.

- Não Justin, você que está entendendo tudo errado! Você está com a Jesie à anos, vocês vão se casar, entende o que isso quer dizer? – perguntei com o maxilar travado, estava muito nervosa – Você vai se casar! Não entende a seriedade disso tudo? E eu sou apenas alguém do seu passado, que você trocou por ela, e tudo bem Justin, eu não vou te julgar por ter escolhido ela quando éramos mais jovens, mas para todos os efeitos – tomei ar – Você a escolheu, e não a mim, e agora eu já estou bem, eu posso ter meus dias tristes e felizes como qualquer pessoa, e você pode se casar com ela e viver a sua vida dos sonhos, essa confusão na sua cabeça é passageira, você não está apaixonado por mim, nunca esteve, no fundo você é só um garoto mimado que está acostumado a ter tudo o que quer na hora que quer, mas eu estou cansada de ser a pessoa para quem você vem com sua bagagem de problemas. Já chega dessa conversa, aliás, ela não aconteceu, assim como New Orleans – eu disse me virando me sentindo extremamente exausta de tudo aquilo, não escutei ele dizer sequer uma palavra, peguei minha maleta e caminhei em passos largos para qualquer direção.

 - Addison, por favor – ele finalmente se pronunciou, e escutei seus passos atrás de mim, continuei andando o ignorando e senti um puxão forte na minha cintura que fez eu largar o que estava segurando no chão.

  De repente, senti seus lábios em cima dos meus com muita força, ele me puxou mais para si, e minha consciência gritou me lembrando da Jesie e de tudo que ele me fez passar.

 - Justin, não – eu disse com os punhos em seu peitoral ao me afastar sem folego da boca dele, mas ele ainda me agarrava – Não faça isso.

- Eu sinto tanto, Addison – ele disse voltando a me beijar, tentei empurrá-lo para longe com os punhos mas ele me prensou com força contra o carro dele na lateral, e eu acabei desistindo de lutar, seu beijo estava quente, e convidativo, ele forçou abertura e eu não cedi, ele me apertou mais e eu arfei, ele se aproveitou disso e invadiu minha boca, eu estava em um abismo, à beira do precipício, em exaustão, então eu o puxei para mim, me inclinando em sua direção, ele desceu as mãos à minha bunda e deu um tapa ali me fazendo saltar.

  Em uma fração de segundos eu me vi dentro do carro, e Justin ao meu lado dirigindo totalmente imprudente, e finalmente raciocinei direito, nós nos beijamos, que droga Addison, essa era a última coisa que poderia acontecer, ia me pronunciar mas vi que estávamos indo em direção ao meu hotel, fiquei calada ate chegarmos à portaria, desci e peguei minhas coisas, ia simplesmente fingir que nada aconteceu, porém vi ele do meu lado me puxando para dentro do hotel, mais precisamente para o elevador.

 - Justin, o que você acha que está fazendo? – perguntei ao ver ele entrando comigo e as portas fecharem – Esqueça aquele beijo, porque insiste em fazer isso? Me deixe em paz, por favor!

 - Por favor Addison, só cala essa boca – ele pediu e eu fiquei chocada com aquilo, quem ele pensa que é? As portas do elevador se abriram e ele me arrastou até a minha suíte pegando o meu cartão da minha mão.

 - Justin, sai daqui agora – eu disse e ele voltou a me beijar, mas dessa vez, mais intensamente, eu empurrei ele com força me afastando – Sai daqui, Justin! – eu gritei com ele, e ele fez menção de sair, me virei pra parede vazia e clara do quarto não querendo mais olhá-lo, soltei um suspiro pensando que ele havia ido embora, mas eu estava infelizmente enganada.

  Ele me empurrou contra a parede prensando a minha bochecha na superfície gelada, senti sua respiração no pé do meu ouvido e no meu pescoço, ele segurou minhas duas mãos em cima da cabeça na parede e passou o outro braço por volta de mim me puxando pra si, e eu senti algo lá embaixo, meu Deus o que eu estou fazendo? Tentei soltar os meus braços mas foi em vão, ele segurava com força, ele me virou e me pegou me jogando na cama com força, me beijou novamente enquanto tirava minha jaqueta e minha blusa, ele desceu e foi até os meus pés, tirando os saltos pelas amarras rapidamente e em seguida tirando a minha calça, depois o vi colocar os saltos de novo e fiquei sem entender, um fetiche?

- Tão linda - ele sussurrou beijando os meus pés, e subindo os beijos até a minha calcinha de renda preta, onde ele beijou me fazendo arfar – Addison – ele me chamou e eu o encarei, agora apenas de cueca – Vai dar tudo certo, vamos dar um jeito – ele disse me encarando com olhos vazios e eu vi a confusão nos seus olhos inseguros. Ele se inclinou e beijou meu pescoço descendo para os meus seios ainda cobertos – Tem razão, sou um garoto mimado, eu quero você agora, e tenho que tê-la – ele disse e eu me senti profundamente ofendida, porque eu estava nessa situação com ele? Eu devia empurrá-lo e expulsá-lo daqui, é tudo culpa minha. Porque eu me deixo levar por ele? É como um canto, eu não consigo evitar.

 - Ju-Justin – eu disse baixinho quando ele finalmente me deixou completamente nua.

 - Eu sinto muito querida, não serei tão gentil – ele disse subindo com o rosto de frente ao meu – Tem camisinha? – ele perguntou, realmente ele também não planejava nada disso.

 - Pílula – eu disse incapaz de falar com toda aquela excitação e ele me olhou intrigado. Sim, Justin, eu transo às vezes.

 - Ótimo – ele disse sarcástico e me penetrou sem aviso prévio, de uma vez, uma dor aguda se instalou no meu ventre – Desculpe, meu bem, eu preciso disso.

 - Justin – sufoquei seu nome o encarando – Gentil – disse monossilábica.

 - Hoje não, querida – ele se aprofundou mais duas vezes e eu fechei minhas pernas ao seu redor, o salto roçava em suas costas – Estou com fome de você, quero matar a minha saudade, preciso aliviar a intensidade do que eu sinto – ele disse enquanto estocava mais e mais forte, com mais rapidez, eu já estava ofegante e gemendo baixinho.

 - Diga o meu nome – ele ordenou com a voz grave e rouca e eu me neguei – Diga o meu nome! – ele mandou pausadamente entre cada estocada e quando eu estava quase lá ele cessou do nada me deixando à beira da loucura com tanta frustração.

 - Por que, você parou? – perguntei o encarando incrédula, eu sabia o que era, o seu ego estava sendo ferido, e era uma situação muito boa de se ver, porém sem a parte da chantagem dele que me deixa frustrada Ele voltou a se movimentar mais rápido do que antes, e eu arregalei os olhos sentindo a onda chegar, e eu cedi, pronunciei o seu nome várias e várias vezes, gritando no fim.

 - Boa menina – ele disse saindo de mim, literalmente, fiz menção de me levantar mas ele me puxou bruscamente para a cama – Aonde pensa que vai? Ainda não terminamos – ele disse me colocando de lado, e ficando na mesma posição, só que atrás de mim, ele colocou uma perna entre as minhas e de novo estávamos conectados, passaram-se minutos, horas, perdi a noção do tempo, e pela segunda vez cheguei ao orgasmo me sentindo desequilibrada e cansada, já havia desistido do plantão.

  Ele me virou de novo me colocando de quatro com a bunda para cima e me penetrou de novo, ele bateu na minha bunda, deu tapas fortes e estalados, a minha pele queimava, aquilo só intensificava tudo, ele empurrou minha cabeça para baixo contra travesseiro e eu tentei abafar meus gemidos, ele começou a acelerar mais e mais, e eu me sentia completamente desconectada do mundo, chegamos ao terceiro orgasmo e eu cai na cama com os olhos quase fechando. Eu acabei de ter o melhor sexo da minha vida, ele se levantou e foi revirar minhas coisas e voltou com uma pomada.

 - Vira – ele pediu e eu olhei sem entender, ele não cansa? – Calma, acho que já foi o suficiente por hoje, vou apenas cuidar de você – ele disse e eu virei.

 - Ficou bem marcado, sinto muito Addison, não quis ser tão rude, tentei me conter um pouco – ele disse e eu estava completamente alheia do que ele disse, do que ele estava falando? Ele passou os dedos com pomada por minha bunda e eu entendi. Doeu um pouco. Esperei ele terminar de passar e me levantei indo até o espelho, haviam marcas de mão rosadas por toda a minha bunda, algumas até um pouco roxinhas.

 - Não se preocupe, Justin, não é tão ruim quanto aparenta, sou muito branca, por isso marca tanto – eu disse voltando a me deitar me sentindo completamente culpada e com vontade de chorar, eu teria que fingir que está tudo bem na frente dele, ele se ergueu sobre um braço e ficou me encarando.

 - Não vamos brigar – ele pediu baixinho.

 - Não podemos transar ou beijar Justin, você está noivo – eu disse lhe lembrando da Jesie.

 - Eu sei, vou resolver isso, mas pelos próximos trinta minutos eu só quero olhá-la e apreciar esse sexo incrível que tivemos, já estava me sentido enferrujado – ele disse e eu o encarei incrédula.

 - Você e a Jesie não transam frequentemente? – perguntei e vi ele arquear a sobrancelha, como se a resposta pudesse me fazer explodir com ele – Justin, por favor, vocês moram juntos, eu já sou bem grandinha e entendo as coisas.

 - Sim, transamos, não com muita frequência, com a frequência que eu gostaria, mas em partes eu também não ando querendo muito, não é ruim, é bom, mas é muito repetitivo e básico, ela tenta às vezes algo diferente, clichê. Não é intenso e selvagem, não é como foi hoje. – ele diz e me beija rapidamente – Agora estou mais do que satisfeito.

 - É eu percebi que você estava ansioso – eu disse soltando um risinho – sinto muito por você e sua vida sexual então – eu disse encarando minhas unhas.

 - Tem saído com alguém? – ele me perguntou e eu fiquei estática, porque essa pergunta do nada?

 - Que eu sabia não, porque? – vi ele olhar para os lados como se procurasse a resposta.

 - Está tomando pílula – ele disse e eu finalmente entendi.

 - Sim, porque eu comecei faz dois anos, e no inicio tem muitos sintomas, então continuo logo para não parar e começar novamente – ouvi um suspiro dele - Porém há ocasiões em que a pílula tem serventia – eu disse baixinho e ele me lançou um olhar mortal – Qual é, Justin? Assim como você eu também transo com outras pessoas.

 - Outras? No plural? Eu só transo com uma outra pessoa, e é uma situação delicada, com quantas pessoas você transa? – ele me disparou aquela pergunta e eu quis gargalhar.

- Não é assim Justin, ocasionalmente conheço alguém, saio e às vezes transo, não tenho meus amantes fixos se é isso que está pensando – eu disse revirando os olhos.

 - Você nunca mais se envolveu seriamente com alguém? – ele perguntou como quem não queria nada.

 - Sim, um cara da faculdade, trabalhávamos juntos, faz uns três meses que terminamos – eu disse me lembrando do Mark.

 - Vai me falar porque terminaram?

 - Ele me pediu em casamento, e eu pedi um tempo, e então, surgiu essa proposta de emprego aqui, ele estava de férias na época e foi visitar a família na Austrália, se ele ainda estiver lá não deve saber que eu me mudei – eu disse me lembrando dele – Ele queria algo que eu não podia oferecer, eu não sei se sentia a coisa certa por ele à ponto de me casar com ele.

 - Não pude deixar de reparar na ironia – ele falou soltando uma risada – Addison – me chamou em seu tom sério – Não vou te fazer promessas, nem arrastá-la assim para a cama novamente, tenho que resolver isso, e vou tentar fazer a coisa certa por mim, por você e pela Jesie – ele disse roçando as mãos na minha cintura.

 - Justin, você já disse isso, e você sabe o que eu penso sobre essa situação – eu disse passando a mão pelo seu rosto acariciando.

 - Não me peça para esquecê-la, e não me esqueça, ainda não – ele pediu me abraçando e enterrando o rosto no meu pescoço – Você será a minha morte – ele disse e o celular dele vibrou.

 - Oi amor – suspirei, a avalanche de culpa caiu sobre mim, me controlei e tentei parecer indiferente, me levantei enrolada em um lençol indo para o banheiro – Acalme-se, eu já estou indo para casa, em trinta minutos chego aí – ouvi o final da conversa me encarando no espelho do banheiro – Addison – ele me chamou.

 - Hm? – murmurei fingindo estar distraída.

 - Está com raiva de mim? Eu vou entender se estiver – ele disse surgindo atrás de mim.

 - Não Justin, eu já sei que você é comprometido, não me surpreende a Jesie te ligar à essa hora perguntando onde se meteu – falei olhando o relógio, eram dez horas, iria para o plantão.

 - Estava preocupado, que estivesse com raiva de mim – ele desabafa me abraçando por trás.

 - Vai embora, Justin. Já está na sua hora – eu disse me desvencilhando de seus braços.

 - Eu não quero ir – ele diz em tom manhoso enquanto eu estava me corroendo em culpa por dentro.

 - Eu preciso trabalhar.

 - Que droga – ele diz e se veste em um minuto – Quero te ver de novo – ele diz com os olhos suplicando por respostas.

 - Não me tente mais como hoje se quer que isso aconteça – eu digo.

 - Isso não vai acontecer assim novamente, você merece mais que isso, eu sei, tentarei vê-la de novo o quão cedo eu puder – ele diz com os olhos cheios de alegria e eu lhe dou um sorrisinho na porta, e então ele vai, e eu desabo.


Notas Finais


Gente, antes que comecem a atacar e falarem varias coisas da Addison e do Justin blá blá blá, a Addison não vai ser amante dele, e ela tem consciência das coisas que faz, ela transou com ele porque no fundo ela quis, ela se sente culpada pela Jesie porque ela se poe no lugar da Jesie, essa fanfic é uma situação mais realista, o Justin não vai ficar nesse vai-e-vem durante toda a fanfic, ele vai se decidir, e outros problemas vao surgir. É isso.


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