História Salvação e Perdição - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Aninha, Carmem, Cascão, Cascuda, Cebola, Denise, Do Contra, Magali, Mônica, Titi, Toni
Tags Anjos, Caídos, Cebonica, Mortais
Visualizações 136
Palavras 2.842
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Como estão?
Notei que algumas pessoas estavam bem confusas sobre o que anda acontecendo na cabeça de nossa personagem principal, mas inclui uma parte explicando tudo pra vocês.
Espero que gostem!

Capítulo 4 - Os segredos da álgebra


Fanfic / Fanfiction Salvação e Perdição - Capítulo 4 - Os segredos da álgebra

– Ei, será que não consegue olhar por onde anda? – Uma loira com quase o dobro do tamanho de Mônica esbarrou em seu ombro dolorosamente. Magali apenas revirou os olhos não acreditando na má sorte.

– Mas eu estou parada, quem veio sem olhar foi você. – Respondeu enquanto esfregava o ombro. Não deixou de reparar bem na moça parada que continuava em sua frente, ela tinha grandes olhos verdes e brilhantes, visual que se completava muito bem com os longos cabelos dourados.

– Ah, desculpe, não vi que era você capitã. Como foram as férias? – Deu ênfase ao título tão desejado.

– Carmen, não enche, pode ser? – Magali avisou revirando os olhos.

– Vai deixar sua cadelinha falar por você? – Provocou.

– Ela não é minha cadelinha, é minha amiga. – Mônica respondeu pondo em prática seu plano de valorizar mais uma das poucas pessoas que havia sentido poder confiar. E dito isso, puxou Magali pela mão e deixou a tal Carminha para trás, mas ainda pode escutar um “A propósito, minhas férias foram ótimas se você quer saber”.  

Mônica continuou puxando a amiga cegamente para dentro do colégio, o lugar era muito amplo e limpo, armários de estudantes cobriam as paredes dos corredores e havia muita gente correndo, esbarrando-se, conversando em voz alta, enfim, era o início das aulas, portanto, muitas novidades para colocar em dia.  

– Você não precisava ter feito isso... – Maga comentou em voz baixa.  

– Claro que precisava! Ninguém te chamará de coisas desse tipo novamente. – A outra respondeu com um sorriso franco e feliz consigo mesma.

– Mô, não tô falando disso, louca. É só que não precisamos andar tudo isso pra despistar a Carminha! Nossa sala já passou há uns bons minutos. – Informou enquanto puxava a moça pelo caminho de volta. – E a primeira aula é Álgebra... Será que a prof esqueceu do seu castigo?  

– Outro? – Mônica comentou assustada pensando no momento em que caíra do céu.

– Pra variar, né! – A morena respondeu em tom irônico entendendo errado o comentário da amiga, afinal, esse não era a primeira e, provavelmente, nem a última vez que Mônica se metia em encrenca e parava em algum castigo.

Dessa vez, nem as férias de verão foram suficientes para fazer a Professora Ana Paula esquecer da dívida que a garota contraíra por ter inventado que ela vendia drogas aos alunos. Jamais esqueceria dos policiais invadindo a privacidade até de suas calcinhas somente para comprovar que tudo era mentira! A escola foi obrigada a verificar a denúncia, pois, infelizmente, um dos antigos professores de educação física fora afastado por ser o responsável a dar anabolizantes para os caras do futebol.  

As duas entraram na sala de aula que era confortável e bem iluminada, grandes janelas tinham vista para o enorme gramado que se estendia até o início de uma floresta dos arredores. Dali podia se enxergar os alunos tomando sol, deitados na grama, e também o campo de futebol americano cercado por uma arquibancada e, que agora, encontravam-se vazios.

– Saudades de animar? Eu tô morrendo! Mal posso esperar pra ver a coreografia que você criou pra essa temporada. – Magali disse dando palminhas de entusiasmo enquanto tirava Mônica de seu devaneio.

Quando estava prestes a perguntar que negócio de coreografia era aquele, um sinal soou alto e estridente indicando o início das aulas, como pode perceber nos segundos seguintes, pois algumas dezenas de alunos começaram a passar pela porta fazendo barulho e arrastando as cadeiras para onde melhor lhes convinha.

Uma série de “Oi, Mô”, “Como foram as férias?”, “Podemos conversar sobre o início dos testes?”, “Seu bronzeado está belíssimo”. Esse último comentário vindo de algum puxa-saco, era provável, até porque a garota estava mais branca do que uma vela, o que acentuava-se pelo nervosismo. Então, ela só tinha como sorrir e acenar delicadamente para cada um que a cumprimentava.

– Por que você está dando atenção a eles? – Magali perguntou surpresa e Mônica apenas deu de ombros.  

A professora entrou logo em seguida, sem dar espaço para mais burburinhos. Definitivamente ela era do tipo de professora que impõe respeito assim que entra em uma sala de aula, mas não para Mônica. Assim que deu bom dia a classe e sentou-se em sua cadeira a frente dos alunos, fitou cada um deles, como se tivesse a procura de alguém, parou nos olhos azuis que, sem aviso nenhum, fizeram um verdadeiro raio-x em sua mente.

Mônica percebeu o momento exato que conseguiu ler os pensamentos da mulher que já ficava grisalha, ela impunha verdadeiro respeito apenas com sua pose esbelta e sua voz grave que conseguia passar o conteúdo como num passe de mágica.  Das pessoas naquela sala, a garota era a única que se colocava a enfrentar a professora – mas não como se precisasse, era apenas uma grande idiota que desrespeitava para chamar atenção – lixava as unhas em sua classe, ouvia música em seus fones de ouvido, não se importava ao tirar notas baixas e estava sempre saindo de sala. Gostaria de ter parado nessas lembranças, mas sem nem se dar conta ou saber como conseguiu invadir aquele ponto ou o porquê da professora pensar naquilo aquele momento, foi catapultada para tempos onde Ana Paula não possuía tantas olheiras ou aquele cabelo grisalho e seco, era cheia de vida, uma pessoa mais nova e que ostentava, com orgulho, sua enorme barriga de grávida. Assistiu o marido feliz da professora acariciar, eles amavam aquele filho ainda no ventre, porém, as tragédias que vieram a seguir conseguiram destruir a família, nenhum dos dois suportou a perda do filho, a professora entrou em total desespero e tudo piorou quando seu marido se afastou e acabou o relacionamento de tantos anos.

Voltou a realidade quando sentiu Magali balançar levemente seu braço para chamar sua atenção, ao que parecia, ela entrara tão fundo na mente da professora que esquecera totalmente onde estava.

– Então é por isso que às vezes chora sozinha? – Questionou como se só estivessem as duas.

– Do que está falando, Sta. Sousa? Essa deve ser mais uma de suas historinhas para me ridicularizar. – A professora deduziu sem alterar-se. – De qualquer maneira, não ligarei, após a aula você estará, querendo ou não, na detenção. Veremos se umas horas a mais no colégio por tempo indeterminado não farão você se dar conta do quanto errou. – E virou, decidida, em direção ao quadro onde começou a fazer anotações apressadas.

Magali balançou negativamente a cabeça e começou a arquitetar algum plano, Mônica não poderia ficar tantas horas presa junto à professora por muitos dias, a temporada das animadoras de torcida se aproximava rapidamente e elas precisavam treinar bastante se quisessem ser as melhores, aquele era o último ano para as duas no ensino médio, precisavam concluir com chave de ouro.

– Isso não é nada bom, Mô... – Sussurrou virando-se para a amiga. – Se a Carminha queria apenas um pé para tomar seu lugar, agora ela acaba de ganhar uma perna inteira.

Mônica não ligou para aquela informação, seja lá o que fosse as tais coreografias, animação de torcida, nada, nada mesmo, tinha mais importância do que a mulher que, sozinha a noite, entornava várias taças de vinho apenas para não se sentir abandonada. Tudo era frio e escuro para Ana Paula, além de uma vida embaçada, pois era vista através das suas lágrimas de dor.

Mais ou menos na metade da aula, a menina que um dia fora anjo, sentiu um aperto logo abaixo da área da barriga, já havia identificado que não era fome, então, pelos seus cálculos, aquela vontade só poderia ser outra necessidade biológica. O banheiro não ficava longe de sua sala de aula e a moça não demorou a encontrá-lo, sentiu-se aliviada após usá-lo.

Estava em uma área onde podia lavar as mãos, arrumou o cabelo olhando-se no espelho a sua frente e deu um salto ao virar e dar de cara com Ângelo que a observava sorrindo.

– Acredito que nossa conversa não tenha acabado. – Ele comentou enquanto esperava o coração de Mônica acalmar-se.

– Deus! Você quase me matou de susto. – Disse levando as mãos ao peito. – Mas quer conversar logo agora? Eu não posso perder aula e…

– Aula? Sério? Relaxa que farei o tempo passar mais devagar pra não perderes muita coisa. – Ela apenas assentiu e deixou que continuasse. – Creio que deve estar confusa, certo?

– Muito! Acho que, na verdade, ninguém tá entendendo nada…

– Presta atenção, Mônica você NÃO existia aqui na Terra antes de cair do céu. Deus criou toda uma história, toda uma personalidade e te colocou aqui para cumprir sua missão. Sua família só tinha um único filho, o Maurício; a Magali não era essa menina que fala em ‘vacas, vadias’, era alguém doce e meiga, entre outras coisas. Quando tu caíste na Terra, tudo mudou: sua personalidade fez alterar todo o rumo e todos a sua volta acreditam que sempre estiveste aqui.

– Mas, Ângelo, eu não sou nada disso que eles acham, a personalidade não é minha!

– Então mostra isso ué! Só tu podes fazer algumas coisas voltarem ao normal. E quando conseguir suas asas de volta, a vida de todos eles voltará aos eixos.

– Só para ver se entendi, na cabeça deles eu sou uma garota fútil que só se importa com popularidade e trata os outros como inferiores?

– Inteligente como sempre! É isso mesmo.

Mônica voltou seus olhos para cima lembrando que aquilo era para ser uma punição, então se fosse fácil, não poderia estar certo. Era melhor aceitar e tentar, aos poucos, ir mudando sua imagem.

Logo depois de se despedir de Ângelo e conseguir colocar para o lado os pensamentos sobre o que ele contara, Mônica começou a empolgar-se sobre algo da escola que ainda não havia se dado conta: iria aprender todas aquelas matérias que viu Ana estudar ao longo dos anos. Mesmo como anjo, sempre gostara de aprender coisas novas, aquela experiência seria empolgante e aproveitaria cada coisinha falada.

Assim que Ana Paula começou a expor o assunto a ser visto naquele ano, a menina ficou maravilhada com a maneira que os povos do mundo haviam encontrado para entender o universo, tomou nota mentalmente de cada palavra e bebeu todo o conhecimento que conseguiu. Estava tão impressionada com algumas estruturas algébricas colocadas no quadro, que quase não percebeu quando chamavam seu nome no fim de uma pergunta.

– Dezoito. – Respondeu enquanto observava a questão exposta. Todas as cabeças voltaram-se para ela.

– Se você não sabe a resposta, acho melhor ficar calada ou... – Foi então que a professora parou e observou melhor o quadro negro. Os alunos olhavam dela para Mônica como se orassem por um pouco mais de diversão no primeiro dia de aula.

Pela primeira vez, sabe-se lá em quanto tempo, ela havia acertado algo que haviam perguntado. Ana Paula, tão sem saber o que dizer, limitou-se a continuar sua aula, sem mais se dirigir à garota.

Magali ficou surpresa, tentou até mesmo passar um bilhetinho por baixo da mesa depois que sua mensagem de texto fora ignorada pela amiga, porém, mais uma vez, a moça estava totalmente imersa nas novidades que eram dadas sem nenhuma cobrança, o  que era muito incrível, em sua opinião sonhadora e sorridente.  

O sinal não demorou a bater, Mônica levantou-se depressa de sua cadeira e chegou na sua professora mais rápido que Cascuda, a garota mais inteligente da turma. Queria mostrar à mulher a bateria de exercícios toda concluída e saber se havia acertado a maioria das questões, pela primeira vez, percebeu que precisava da aprovação de alguém e era algo importante não só para mostrar que passaria a valorizar o dito pela professora, mas sim para si mesma, gostaria de provar que era capaz de fazer algo que achara tão magnífico.  

– Trago de volta amanhã corrigido. – Ana Paula foi seca enquanto puxava a folha das mãos de sua aluna.

Entendendo o recado, um pouco triste por não saber o resultado, ela virou-se para buscar suas coisas, mas unhas compridas apertaram seu braço fazendo-a virar-se.

– E Srta. Sousa, se isso aqui for uma tentativa de livrar-se de seu castigo, pode esquecer! – Avisou sem dó alguma da expressão da moça. – Além disso, sabe que não admito colas em minha turma. – Concluiu rígida e levantou-se para deixar a sala de aula, alguns alunos correram para entregar o trabalho ainda no corredor.  

O resto do dia passou mais rapidamente do que imaginara, Magali não a acompanhou em todas as aulas, havia se inscrito em disciplinas diferentes e ficou extremamente surpresa quando a amiga disse que não seria um problema, já que achara que ela daria um ataque daqueles por sua vontade não ser atendida. As aulas que seguiram foram tão brilhantes quanto a de álgebra, não entendia o porquê de tantas reclamações dos colegas de classes.  

Por falar nos colegas, esses eram estranhos. Uns eram alegres e calorosos, mas a garota não sentia sinceridade nos atos ou palavras, parecia bem mais que se aproximavam para pedir favores ou somente como uma maneira de aparecer uns para os outros. Pelo visto, a sua ex característica era de ser bem popular, poderia ser um problema caso não conseguisse mantê-la? Deu de ombros, pouco se importava com popularidade, estava ali para cumprir uma missão: salvar um daqueles mortais. O único e grande problema é que não sabia qual deles! Tinha uma grande suspeita sobre a professora e ainda que ela não fosse a escolhida, ajudaria de qualquer forma, afinal, sua natureza de anjo a impelia a isso mesmo que agora fosse humana.

Mônica saía do que parecia ser a última aula daquele dia pensando sobre o que o professor Rubens dissera sobre fisiologia humana, arrepiou-se quando ele citou a reprodução, lembrou do que Toni falara sobre o dia da formatura, fugiria disso como o diabo foge da cruz, mas esperava concluir sua missão muito antes dessa data. Preparava-se para chutar uma tampinha do chão e acabou esbarrando em Magali.

– Onde você estava?  

– Eu tava...

– Ah, esquece! Não temos tempo pra isso. Precisamos te tirar daqui antes que a Srta. Ana Paula nos alcance, vem Mô. – Magali puxou a menina que não teve tempo para raciocinar, elas só pararam de correr quando a moça achou que estavam num local seguro. – Prontinho! Aqui já está...

As palavras morreram a meio caminho de saírem de sua boca, ela mordeu os lábios olhando sobre a cabeça da amiga que virou intrigada para a direção. Sua boca abriu em um pequeno O ao perceber a professora Ana Paula parada olhando-as com um meio sorrisinho em seu rosto, sorriso de quem ganhou a corrida.

Magali não pôde fazer nada ao ver Mônica sendo conduzida pela professora de Álgebra, apenas acenou e virou-se para sair e pensar num plano para tirar a amiga dali. Às duas da tarde elas teriam a primeira reunião de equipe do ano, a capitã não poderia faltar de maneira alguma. Seus olhos brilharam ao olhar na direção do campo e ver os rostos que mais queria naquele momento, correu para falar com eles.

Ainda dentro da escola, Mônica sobrou alguns corredores acompanhada da mulher que a segurava num dos braços, mas não teve coragem de produzir uma única palavra. Elas pararam em frente a uma sala que dizia em letras garrafais: DETENÇÃO. A moça puxou uma chave e girou a maçaneta, inspirando feliz ao adentrar. O lugar era uma sala de aula comum com as cadeiras e mesas dispostas em fila indiana e de frente para o enorme quadro negro que cobria uma das paredes.

– Aqui está sua nova diversão de todas as tardes! Ficará aqui todos os dias das uma até às quatro. Acho melhor começar a trazer seu almoço.

Mônica ainda permanecia quieta e calada, tentava a todo momento captar algum pensamento, qualquer um! Precisava de pistas para conseguir ajudar àquela alma que estava perdendo-se.

– Não vai dizer nenhuma gracinha? – Perguntou retoricamente sem deixar tempo para a aluna responder. – Hum, isso sim é um fato estranho. Enfim, não quer falar? Melhor para mim.

– O que eu devo fazer para ajudá-la,  Srta. Ana Paula? – A garota questionou quando encontro sua voz.

– A princípio ficará resolvendo uma pilha de exercícios... – Mônica permitiu que um sorriso escapasse, percebeu tarde de mais que fora um erro. – Porém, se eu sentir que, estranhamente,  você irá gostar, te deixarei sem fazer nada. Acredite, terei grande prazer em saber que está trancada aqui enquanto suas amiguinhas líderes estão dançando sem você.  

A garota jogou-se na cadeira mais próxima e fitou a professora sem saber muito bem o que a mulher queria dela, se a sua intenção fosse ver sofrimento por ela não estar sabe-se lá onde e fazendo sabe-se lá o quê sobre animação, Ana Paula ficaria frustrada mais rápido do que imaginava, pois a moça não estava com nenhuma vontade de fazer aquilo.

Mônica calculou o que pareceu ser pouco mais de meia hora, a professora havia decidido por deixá-la de bobeira, talvez o tédio fosse um castigo melhor. Estava distraída virando sem parar as folhas do caderno quando notou a porta da detenção abrir-se, seu olhar seguiu automaticamente o som e focou em outro que pareceu esquadrinhar sua mente e teria feito com que caísse se já não estivesse sentada.


Notas Finais


Dou um doce se advinharem de quem é o outro olhar que cruzou com o dela nesse final (aa'

E sobre a história, entenderam? A Mônica não existia na Terra até o anjo cair do céu, ela só passou a existir quando o anjo caiu para cumprir sua missão. Por isso ela não tem a personalidade que conhecíamos, por isso que as pessoas dizem que ela trata Magali mal, entre outras coisas, porque essa personalidade foi criada na cabeça de todo mundo para dificultar as coisas. Entretanto, a Mônica de verdade, a que era o anjo, é quem irá ser exatamente do jeito que conhecemos. Sacaram?

Beijos e até o próximo :*


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