História Salvation - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Álvaro Morata, Gianluigi Buffon, Gonzalo Higuaín, Hailee Steinfeld, Paulo Dybala
Personagens Gianluigi Buffon, Gonzalo Higuaín, Hailee Steinfeld, Paulo Dybala, Personagens Originais
Tags Buffon, Cuadrado, Hailee Steinfeld, Higuain, Juventus, Paulo Dybala, Turim
Visualizações 189
Palavras 2.886
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeey, tudo bem??? Espero que sim *u*

Essa capítulo... aaaaaahhhhh.... um dos que mais amei escrever aaaaaaahhhh nem vou dar spoiler... leiam, apenas. <3

Boa leitura!

Capítulo 22 - Ventidue.


Fanfic / Fanfiction Salvation - Capítulo 22 - Ventidue.

 

Fui para a cozinha e apenas Alana, Gabi e o Marchisio tomavam café, me senti de frente para o casal, ao lado de Alana.

- Bom dia - disse, me servi com chá de hortelã.

- Péssimo dia - A mulher ao meu lado disse.

- Ótimo dia - Gabi retrucou, sorrindo largamente.

- Vai ficar bom daqui a pouco, quando eu conseguir o que quero - ela disse para Gabi, eu fiz como Marchisio, fiquei na minha comendo.

- E o que é que você quer? - a outra perguntou.

- Me livrar de certa pessoa no meu caminho, assim que fizer isso, volto a ser sua cunhada - ela disse e riu, derrubei um pouco do chá quando dei uma leve tremida. Ela disse isso do meu lado! DO MEU LADO!

Ela é a ex do Paulo e está falando de mim? Eu acho que sim.O idiota nunca me disse, não acredito. Deixo para brigar por isso depois. Demorei um pouco para reagir. Nunca recebi indiretas, é assim que funciona?

Ela quer o Paulo de volta? É lógico! Como sou burra, esse é o problema dela comigo. Não podia deixar, larguei a xícara na mesa e me virei para ela. Que sorria descarada. Me revoltei.

- Olha só, eu não entendia qual seu problema comigo, mas agora entendo, e quer saber? Eu não ligo, acha que me faz mal saber que não gosta de mim? Pelo contrário. Acha que sinto ciúmes ou fico insegura com a aproximação de vocês? Estou bem segura quanto aos sentimentos dele por mim, e se acha que vai ficar entre o Paulo e eu está muito enganada - disse séria, fuzilando-a com o olhar, ela ainda sorria debochada.  Que descarada! - Existem barreiras muito maiores entre nós, e eu estou derrubando todas elas, uma modelo com dor de cotovelo e saudades do ex não é nada - eu disse irritada, meu sangue fervia ela fechou a cara também.

- Cuidado com o que fala de mim, sua vadiazinha, acabo com você - ameaçou.

- Acha que pode comigo? Pode vir, mas saiba que você pode ser uma tempestade, mas eu sou um furacão- ameacei. Ela largou seu guardanapo na mesa e se levantou, vi Paulo surgir atrás dela, secando o cabelo na toalha com cara de lerdo,  ela trombou nele e passou irritada.

- O que aconteceu aqui? - ele perguntou confuso, Gabi me olhava com um sorrisinho no canto e Marchisio estava boquiaberto.

- Furacão Melissa - a irmã disse e eu ri. Ele sentou do meu lado e beijou minha bochecha.

Me sentia bem, já tem tanta coisa entre mim e ele, não precisamos de mais problemas, o que eu não posso resolver, como a situação com Paolo deixo passar, mas uma mulher comum e com inveja? Não podia deixar.

 - Estava esperando você dizer alguma coisa para ela - confessou.

- Como assim? - perguntei confusa.

- Notei que ela te incomodava, queria que lutasse por nós também - falou sorrindo. Derrubei minha faquinha e ele riu. Eu odeio quando ele me deixa sem graça assim!

- Você não faz nada por nós - Gabi reclamou e Marchisio riu.

- Ah claro, enfrentar o furacão irmão  Dybala mais velho foi moleza - ele respondeu.

- Bom dia! - Maria disse animada entrando na cozinha.

Logo outros chegaram, tomamos café tranquilamente, entre aspas, porque Gabi contava para todo mundo o que falei para Alana, isso eu achei desnecessário. Não precisava. Me senti envergonhada, como uma adolescente briguenta. Pedi licença quando terminei e voltei para o quarto. Todos foram para a praia, o barulho na casa tinha cessado, eu fiquei, Paulo apareceu.

- Você está bem? - perguntou sentamos na cama. Senti o colchão afundar mas não abri os olhos.

- Não muito. Acho que fui grossa com a Alana, todo mundo ficou falando disso, você são amigos dela antes de meus, me sinto uma vilã - falei emburrada e ele riu, ainda de olhos fechados.

- Não fica assim. Nos ainda gostamos dela, só gostamos de alguém finalmente ter feito ela ver que o mundo não gira em torno dela. Quando a gente namorava eu a adorava. Ela é legal demais, as  vezes passa dos limites e é um pouco mimada, mas gostamos dela - ele esclareceu. Sorri fraco - fica bem meu amor - tocou minha perna, abri os olhos, ele sorria docemente.

- Que foi? - perguntei quando vi que ele encarava demais.

- Você está muito sentimental, não acha? - perguntou sério. Neguei com a cabeça - ok. Preciso ir, prometi de dedinho ao Edin que faríamos o maior castelo de areia do mundo - falou sério e eu sorri.

- Posso ajudar? - perguntei, me sentando na cama, um pouco mais animada.

- Preciso ver seu currículo antes, é um projeto de grande porte, apenas pessoas qualificadas - disse sério, com ar de esnobe. Nos encaramos sérios e passamos a rir juntos em seguida.

- Mandei no seu email, não vai encontrar pessoa mais qualificada - garanti.

Nos levantamos e fomos para a praia, onde brincamos bastante com o Edin, fizemos um castelo não tão grande quanto ele gostaria, um buraco perto da água que virou uma piscina particular para o pequeno, Dyabala e eu fomos até o mar nos lavar da areia que estava em toda a parte.

A água estava fria, assim como o dia, nenhum de nós tinha entrado muito, as ondas também estavam mais forte. Ficamos falando do pequeno Pjanic, estava encantada com o menino, doce, esperto, muito carinhoso.

- Eu adoro ele, amo crianças - Paulo disse por fim.

- Eu também gosto. E pensar que poderia ter a minha - falei um pouco menos contente, ele fez uma careta.

- Você ainda pode, e vai ter. Não fica triste, seu sorriso é muito lindo para deixar escapar por algo que não podíamos evitar - disse sério, mas seu olhar tinha doçura. Mesmo que de maneira fraca, era impossível não sorrir. Ele sorriu de volta.

- Atualmente vivo para ver esse sorriso - falei, ele ficou um pouco envergonhado, porém continuou sorrindo.

- Digo o mesmo do seu - ficamos ali por mais alguns minutos, curtindo um ao outro.

Por estar frio não demoramos, voltamos para a areia, eu fui para a casa, tomei um banho rápido e me arrumei para a festa que diziam que iria ter. Um short preto e um top também preto, calcei sandálias e me maquiei um pouco, nada forte. Deixei o cabelo molhado solto. Pouco a pouco eles foram voltando. Fiquei na cama de olhos fechados, me programando para a próxima semana, ouvindo a movimentação de Gabi e o namorado, que depois de prontos me chamaram.

- Não vai se arrumar Mel? - ela perguntou, me levantei e sorri - Estou prontíssima - falei e ela riu. Olhei de baixo a cima, e uau. Ela parecia uma princesa. Que tipo de festa esse povo pretende fazer?

- Sério? Muito simples, desse jeito a vaca da Alana vai conseguir te ofuscar, vem cá - disse, começou a mexer nas suas coisas, conversando consigo mesma, sussurrando algo, olhei para Marchisio que balançou os ombros e sorriu.

- Eu não quero ofuscar ninguém, irritar ela, chamar a atenção,  nada disso - falei, baixo, ela riu e se virou para mim. Jogou um pano preto na minha direção, meio sem jeito eu peguei.

- Ok. Mas veste isso, não vai ficar exagerado, só vai ficar lindo, estamos indo, Paulo disse que ia te esperar na sala - ela disse, segurou na mão do namorado e ambos saíram do quarto fechando a porta. Me troquei rápido, era um vestido preto simples, um pouco mais justo, na metade das coxas e deixava minhas costas totalmente expostas, mas ainda assim era mais reservado que os da Red room.

Estava pronta, encontrei com Paulo na sala, Pjanic estava junto, Edin ficaria com uma babá. Fomos juntos até um night club, quando chegamos estava lotado, Paulo pegou uma bebida leve e é uma água, bebericamos e deixamos na mesa, fomos para a pista de dança, onde eu conseguia ver o DJ. Era o Zedd! Caramba! Paulo notou minha surpresa e sorriu.

- Coisa da Alana - deu uma piscadinha. Uau, ela conhece o Zedd.

Dançamos muito, os amigos dele vieram, tirei algumas fotos com eles, muitas com a Gabi e Paulo, ate mesmo uma com o Zedd eu tirei.
Estava me divertindo muito. E me acabar de dançar numa balada é algo que nunca tinha feito. Era gostoso. Dançar sem ter que impressionar nem excitar ninguém, só me divertir. Era perto de uma da manhã quando Paulo e eu voltamos para casa, Pjanic voltaria com o irmão de Paulo.
  Chegamos em casa Paulo foi pegar água na cozinha, me despedi e fui para o quarto. Só queria dormir.

Abri a porta e vi Gabi e o namorado em um momento íntimo. Gritei na hora, eles olharam para mim, assustados, meu rosto queimava de vergonha.  

Fechei a porta correndo e gritei um pedido de desculpas. Sempre comigo! Essas coisas só acontecem comigo!
Me encostei na parede e respirei fundo. Não é a primeira vez que vejo pessoas fazendo sexo. Vou sobreviver.

- Você está bem? - era Paulo, perto da porta de seu quarto.

- Sim. Gabi e Marchisio chegaram primeiro - falei com uma careta, ele fez uma de nojo.

- Minha irmãzinha... - lamentou e eu ri - pode dormir comigo essa noite - ele disse. Corei na hora só de pensar em dividir uma cama com ele.

- O-o quê? - perguntei, ele revirou os olhos e abriu a porta.

- Dorme aqui, vem - sem muita opção, aceitei. Entrei no quarto e ele logo atrás.

Fiquei perto da porta observando, ele tirou os sapatos, a camisa e pegou algo no armário. Ali na minha frente mesmo tirou sua calça e vestiu uma bermuda. Eu desviei o olhar. Me entregou uma camisa em seguida, fui até o banheiro me trocar, não dizíamos nada.

Voltei e ele já estava na cama. Me deitei ao seu lado, encolhida para não ocupar todo o espaço, encarava seu peito malhado coberto pela metade por um fino lençol,  se mexia devagar conforme ele respirava.

- O que achou desse tempo aqui? - perguntou sussurrando.

- Eu adorei, tudo perfeito. Seus amigos são muito legais e me trataram bem, a comida estava maravilhosa, boa parte eu que fiz mas ainda assim, e o lugar também é perfeito - respondi. Falava baixo, ele sorriu e fez uma careta.

- Não vai falar nada de mim? - perguntou indignado e eu ri pelo nariz.

- Nem sei o que dizer de você. Sempre perfeito, se eu começar a falar não vou parar nunca - ele sorriu.

- Só um pouquinho então - pediu e assenti.

- Ok. Você foi doce, prestativo, um idiota por não me contar da sua ex - fiz uma pausa e ele riu - dançou demais na festa de hoje, está de parabéns por não ter bebido até passar mal e eu vou a agradecer aos céus todos os dias por ter te conhecido - concluí. Disse tudo isso olhando nos olhos dele, por ser a mais pura verdade. Ele sorriu.

- Eu farei a mesma coisa. O que sinto por você nunca senti por ninguém. Em pouco tempo você ganhou todo meu coração e agora me tens nas mãos, já sou seu, mesmo que você não seja minha - disse, levou uma das mãos até meu rosto, acariciando minha bochecha com o polegar.
  Minha respiração pesou, o coração parou. Era assim sempre que ele me olhava dessa forma. Hipnotiza e me faz refém das emoções e sensações.

- Por que resiste tanto? Se você disser as palavras certas, não tem pessoa, furacões, tempestades ou deuses capazes de nos separar - sussurrou. Fechei meus olhos e imaginei por instantes como seria, nada entre nós, poder me entregar totalmente. Um sonho...

Sem que eu quisesse uma lágrima me escapou. É sempre mais complicado e doloroso na realidade. Paulo secou a maldita lágrima e eu abri os olhos.

- Diga, meu amor - pediu, com sua típica doçura na voz.

Não existe pessoa melhor e mais incrível do que ele, eu o quero tanto. Venho guardando o meu primeiro beijo, algo importante para mim por motivos que talvez só eu entenda, para alguém especial, o cara certo. Não existe pessoa mais certa do que ele. Mas agora, eu sou a errada para ele.

Não conseguia olhar em seus olhos, uma estranha confusão me dominou, precisava de ar, me levantei e corri até sua varanda. Ele veio atrás, pouco depois. Eu respirava devagar encostada contra o vidro da varanda. Sempre faço bagunça, confusão, sempre. Essa minha bipolaridade, nunca saber o que fazer quando o assunto é Paulo Dybala vai me matar.

Hoje de manhã estava determinada a lutar por nós, agora morro de medo do que pode acontecer se eu insistir nisso? A cabeça dizia para eu me afastar para ele não se machucar, meu coração, como sempre, o queria mais do que tudo, apesar do medo. Não. Não queria mais viver com medo, mas ele era maior que eu.

Ele tocou meu ombro e sutilmente me virou para ele. A brisa leve do mar batia contra nós dois.

- Eu sempre gostei da verdade que você passa, me diz o que acontece por favor - pediu. Suplicava com o olhar.

- Eu não tenho dúvidas da boa pessoa que é, de como é incrível. Nunca beijei ninguém, é estranho mas guardava isso para alguém especial, tenho certeza de que é o cara certo para mim - sorri, logo senti o gosto salgado de outra lágrima, suspirei e lutei para manter meus olhos nos dele, era difícil - mas eu não sou a pessoa certa para  você - confessei num sussurro. Ele negou freneticamente.

- Eu amo você como jamais amei e jamais irei amar ninguém - sussurrou, sorria e parecia tão calmo, sereno.

 Meu coração parou por instantes, estava presa em seu olhar, meu pânico tinha desaparecido, só aquele momento importava, apenas nós dois existíamos no mundo,

  - Isso parece certo para mim, e se não for, eu nunca gostei tanto do errado - tinha uma escola de samba dentro do meu peito, ele passou os braços pela minha cintura e me puxou para mais perto meu rosto estava a centímetros do dele - estamos exatamente onde deveríamos estar, com quem deveríamos estar. Isso. É. Certo - disse pausadamente.

Eu não quis mais me controlar, passei minhas mãos atrás de seu pescoço e o puxei para mim, finalmente cedendo a vontade do meu coração.

 Nossos lábios se tocaram levemente, ele puxou meu rosto para mais perto ainda, logo sua língua pedia passagem e eu dei. Não sabia o que fazer, mas não surtei, deixei que ele guiasse. Nossas línguas exploravam o novo espaço num ritmo lento e gostoso, era muito bom. O ar faltou e ele separou o beijo com um lento selinho.

Nossas testas estavam coladas, eu não queria abrir os olhos. Ainda me sentia nas nuvens, ele segurava meu rosto sutilmente entre as mãos, coloquei as minha sobre as dele e sorri.

- Obrigada por existir - ele disse, ri pelo nariz.

- Obrigada por me amar - retruquei num sussurro.  Meu coração estava leve, Paulo me amava, eu não duvidava disso, não porque ele disse me amar, mas por demonstrar. 

- Vamos dormir? Dia longo amanhã - assenti, mesmo contrariada, não ligava de passar a eternidade dessa forma.

Abri os olhos e me afastei um pouco, caminhei até o quarto. Digo, tentei, antes eu esqueci que tinha um pequeno degrau na varanda e cai de joelhos e mãos no chão.

- Mel! - ele se assustou, comecei a rir. Eu não ter caído nesse tempo aqui era a a surpresa. Estava demorando.

- Está tudo bem - tranquilizei e me levantei, passei as mãos nos joelhos, levemente ralados e doloridos, nada fora do normal.

- Está bem mesmo? - assenti, eu cair é a coisa mais normal do mundo, é como o ciclo da vida.  Voltei para a cama e ele riu um pouco, mas fez o mesmo.

- Boa noite - sussurrei já de olhos fechados. Estava cansada.

- Boa noite, meu amor - sussurrou de volta. É algo bom de se ouvir, sorri.

Me virei para o outro lado para tentar dormir, sentia um calor gostoso vindo do lado dele e queria me aproximar mais, porém tinha receio. Não conseguia dormir, tinha algo entalado na garganta e eu precisava dizer, voltei a me virar para ele.

- Paulo - chamei num sussurro.

- Sim - respondeu ainda mais baixo.

- Me abraça? - perguntei, ele prontamente passou um dos braços sobre minha cintura e me puxou para mais perto.

Seu corpo estava quentinho, me aconcheguei mais, minha cabeça estava contra seu peito que se movia lentamente, de acordo com sua respiração tranquila.

- Eu te amo - sussurrei, ele me apertou aos contra ele e sua respiração ficou momentaneamente acelerada.

Por detalhes assim, eu sei, o que aconteceu entre nós foi rápido, mas muito verdadeiro e real. Tempo não importava, Paolo não importava, nada além de nós dois importava naquele momento.

Eu o amava e ele me amava.

Simples assim.

 


Notas Finais


EU TO GRITANDO E NÃO É POUCO! A muuuuuito tempo queria compartilhar esse momento com vocês <3 FINALMENTE UM FINAL TRANQUILO... (o que se eu estivesse no lugar de vocês acharia ainda mais preocupante....) Espero que tenham gostado, pro favor comentem o que acharam, tô curiosa...
Outro dia (um mês atrás mais ou menos) Soltei uma playlist na time line, não lembro se já coloquei aqui, se já sorry pelo esquecimento, se não, aqui está a playlist de Salvation -> https://open.spotify.com/user/sunshinedohazz/playlist/3OdXdDSI6cE0GxL07VhmkE

Beijinhos, amo vocês, até o próximo amores!!


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