História Salvation or Perdition? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jimin, Rosé
Tags Bangtan Boys, Black Pink, Irmãos, Jimin, Jiminnie, Rose, Roseanne Park
Exibições 19
Palavras 1.489
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A Naomy com outra fanfic???
Yeah bitches, estou aqui novamente
Agora trago minha nova e já amada fanfic com minhas paixões, coreias da minha vida
Boa leitura szsz

P.S: Apreciem a beleza dessa ruiva maravilhosa, amém Roseanne Park.

Capítulo 1 - Uma irmã?


Fanfic / Fanfiction Salvation or Perdition? - Capítulo 1 - Uma irmã?

“Jamais deixe de acreditar em algo, porque pode ser tanto verdade quanto imaginamos.”

Seul, Coreia do Sul.

Roseanne Park

A primavera é a minha estação favorita do ano, gosto das cores e do clima, realmente algo muito gostoso. Quando era criança, adorava ficar embaixo de uma árvore com meu pai observando as folhas caírem, minha coisa preferida no fim de tarde, isso era ótimo, até que cresci e, agora estou numa casa para pessoas com problemas mentais.

Isto mesmo, estou presa nesse maldito inferno, junto com gente pior do que eu.

Meu pai me colocou aqui porque não estava gostando de me ver sofrer com uma doença extremamente horrível, a depressão. Entrei nela quando descobri que sou adotada e meus verdadeiros pais estão mortos. Receber essa notícia foi como levar uma facada no coração.

Logo que as mudanças vieram à tona, ele nem pensou em me perguntar se eu queria aquilo, ou, gostaria de alguém que me ajudasse a resolver. Levou-me a força e esqueceu completamente da minha pessoa.

Foi naquele momento que eu soube que todos os “eu te amo” foram em vão, da boca pra fora.

Desde o dia em que cheguei neste lugar, minha vida se tornou uma completa desgraça, algo sem sentido para continuar, já tentei cometer suicídios milhões e milhões de vezes, só que sempre fui interrompida por alguém da casa, ou algum louco que via eu fazer o ato. Para que pelo menos não pensasse em decidir isso novamente ou ter ideias do tipo, me deram remédios que são basicamente calmantes, que mais parece anestesia. Eles me relaxam e fazem minha mente ficar totalmente sem noção, até começo a ter alucinações, como ver um anjo vindo me buscar, alguém me tirando da cada, coisas assim. Mas claro, depois que o efeito do medicamento passa, percebo que tudo fora apenas ilusão, e que estou vivendo a realidade.

Desisti de continuar com isso e vivo normalmente, fazendo o que normalmente faço. Durmo, como, fico sem fazer nada.

Hoje é mais um dia super normal da minha entediante vida, onde estou no meu quarto olhando para as paredes, esperando que um dos guardas idiotas venha me chamar para tomar café.

— Oh, ruivinha! Tá na hora. — falando no demônio.

Não respondo, apenas levanto da cama respirando fundo e indo até a porta, que o mesmo rapidamente abriu. Lerda como sempre, saio do meu quarto em passos lentos a caminho do refeitório. Na porta do corredor, Carter deu um leve tapa em minha bunda, virei meu rosto o encarando, já que não posso fazer nada, só reviro meus olhos e continuo minha caminhada.

Chegando no local avisto os outros habitantes da casa tomando seus cafés, me coloco na fila à espera por poder escolher o que quero comer. Após ter escolhido, pego a bandeja indo até minha mesa de sempre, a que fica no fundo e é isolada de todos.

Normalmente, me sento sozinha, mas por algum motivo no qual não fazia ideia, Samantha, minha amiga na casa resolveu sentar comigo hoje.

— E aí, ruivona. — a loira me cumprimenta.

— Ué, lembrou de mim agora? — perguntei. — E seus amigos?

— Sempre me lembro de ti, tola. Mas hoje quis sentar contigo, só isso. — explicou me. — Amigos? Eles — ela apontou para a mesa onde ficava o grupo de garotos. — não meus amigos, apenas conhecidos.

— Hum. E eu acredito. — digo irônica provocando-a.

— Para, sua boba! — Samantha ri e me dá um soco no braço. Aquilo dói e massageio onde está doendo, fazendo a expressão de dor. — Mudando de assunto, você ouviu falar que hoje vai rolar uma briga?

— O que? Briga? — ela balançou a cabeça positivamente. — Sabe quem vai brigar?

— Não, só estão falando que vai ter a briga, sem mais nenhuma informação.

— Ah, claramente, deve ser a Kim se invocando com qualquer pessoa. Sabemos muito bem o jeito que ela é, nem me preocupo com isso.

— Teremos que esperar pra ver. — a loira brinca e solta uma risada baixa.

Enquanto estamos comendo nossos lanches e falando da vida dos outros como de costume, nem notamos quando vejo Kim Shin se aproximar de nossa mesa.

Continuo comendo como se nada fosse comigo, até que ela me interrompe.

— Algum problema? — pergunto para a ruiva a minha frente.

— Sim. — me responde seca. — Nem vou perguntar se você sabe disso, porque sei muito bem que foi tu. — disse apontando para mim. — Posso pelo menos saber por que diabos está falando de mim?

— Como é que é? — pergunto incrédula. Não estava entendo nada do que a mesma falava. — Não estou falando porra nenhuma de você. Na verdade, por que perderia meu tempo falando de alguém como você?

— Sei lá, acho que é porque tem inveja de mim. — diz rindo.

— Me poupe, ter inveja de você? — apontei para ela. — Vish, prefiro ser atropelada por um ônibus.

— Acredito que seja isso que deveria ter acontecido com você no dia em que seu papai falso te largou aqui.

Ouvir aquilo, com certeza, fez uma raiva incompreensível dentro de mim. Abaixei a cabeça para não demonstrar as lágrimas que estavam caindo, pelas lembranças que vinham. Eu só queria pular em cima dela naquele momento, e foi o que fiz.

Levantei da cadeira com um pulo, parti em direção a ela, a joguei com toda minha força no chão e fiquei por cima. Distribuindo socos em seu rosto, despejando toda raiva e tristeza que eu estava sentindo.

Quando percebi, notei que seu rosto estava ficando roxo e já saía sangue pelo nariz e boca. Aos poucos comecei a desacelerar os socos até que parei completamente. Saí de cima da garota e fiquei parada observando a fechar os olhos calmamente, olhei para minhas mãos sangrentas, mais lágrimas apareceram.

Carter correu rapidamente até onde estávamos e viu toda aquela cena com os olhos arregalados, apavorante.

— Rosé! — gritou chamando minha atenção. — Levante agora mesmo e venha comigo.

Me pegou pelos braços para me levantar. Todos ficaram me observando, vendo aquela cena terrível, de uma garota que ficou irada e outra deitada toda machucada no chão. Samantha me encarou desapontada e quase chorando.

Com isso, o homem me leva até o banheiro, dizendo que meu castigo é tomar uma ducha de água. Entro totalmente nua e ligo o chuveiro, sentindo a água gelada cair sobre meus pés.

Park Jimin

Sobre estar descansando depois de um ótimo show; melhor coisa da vida.

Estávamos eu e Hoseok atirados no sofá do nosso camarim enquanto os meninos faziam outras coisas, conversando sobre assuntos aleatórios, tomando um delicioso champanhe. Mexia também em meu celular respondendo algumas Armys no Twitter, até que sou chamado por Jisun, um dos homens da produção.

— Algum problema? — pergunto deixando o celular de lado.

— Mais ou menos. O Sr. Hee quer conversar contigo. Quando você falar com ele, dirá se é ou não. — diz rindo.

Mexo os ombros com a expressão de tanto faz e vou até ele, junto onde o Sr. Hee estava me esperando para a conversa. Adentro sua sala e o vejo escorado na mesa fumando um cigarro.

— Sr. Hee, me chamou? — bato na porta de leve para chamar sua atenção.

Ele na hora se engasgou com a fumaça, jogou o objeto no lixo e tentou disfarçar ao máximo, mas já era tarde demais, comecei a rir da situação, sem ao menos se importar.

— Ah, Jimin, não comente com ninguém sobre isso. — fala rindo também, acaba tossindo depois. — E sim, lhe chamei.

— Para o que?

— Preciso conversar com você sobre algo sério, extremamente, sério. — me encara sério. — Olha, é um assunto delicado.

— Não enrole, sabe que odeio isso, seja direto.

— Está bem, é o seguinte...até agora sabíamos que você é filho único, certo? — concordo com o mais velho. — Bem, era o que sabíamos.

— Como assim? — fico sem entender.

— Descobrimos que você tem uma irmã. — fala seco e ríspido.

— Que? Espera...mas co...O QUE? — digo com a maior expressão de surpresa. — Uma irmã?

— Isso mesmo, uma irmã. Sua irmã.

— Espera aí, o que? Jimin tem uma irmã??? — Hoseok diz aparecendo na sala com a maior felicidade por saber da notícia.

— É o que você ouviu Hope, eu tenho uma irmã. — agora fico realmente sem reação.

— Mas por que não está feliz com isso? — o moreno me pergunta.

— Gostaria de estar, mas...só queria entender porque meus pais nunca me contaram sobre. Só queria entender.

— Talvez tenha algum motivo, Jimin. — Sr. Hee se pronuncia de novo.

— Pode até ser, mas irei conversar com eles sobre isso.

— Ótimo, faço isso. Mas agora temos que nos concentrar em ir buscá-la. — Sr. Hee diz com os braços cruzados.

— Buscá-la? — questionei curioso.

— Sim, na casa Cliffside.

Por que ela estaria naquela horrenda casa?

Tinha algum problema mental, ou, era doente em sentidos psicológicos?

Essas e outras milhares de dúvidas encheram minha cabeça quando ouvi ele dizer aquilo. Mas nem pensei em perguntar nada, apenas concordei e farei que iria exatamente até lá junto com o mais velho.

Queria logo conhecer essa garota.

Saber logo quem diz ser minha irmã.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, porque agora só VEM!


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