História Same Mistake - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Álvaro Morata, Cristiano Ronaldo, James Rodríguez, Karim Benzema, Luka Modric, Marcelo Vieira, Sergio Ramos
Personagens Cristiano Ronaldo
Visualizações 409
Palavras 1.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa Leitura!

Capítulo 24 - Capítulo 24


Fanfic / Fanfiction Same Mistake - Capítulo 24 - Capítulo 24

Mais de um mês depois:

21 de dezembro de 2016:

Pov. Cristiano Ronaldo:

Joana conferia os documentos na bolsa pela milésima vez desde que chegamos ao aeroporto, ela parecia ansiosa por essa viagem.

-Desse jeito você vai deixar cair algum documento. - falo e deixo um leve tapinha na perna dela.

Ela ri fraco.

-Não já está no horário? - ela pergunta.

-Eles estão verificando se está tudo certo com o avião, mas estão dentro do horário. - falo e mostro as horas no meu relógio.

Ela solta o ar pela boca.

-Calma, em algumas horas você estará com eles.

Durante essa ultima semana, ela tem ficado muito agitada. Ela estava ansiosa para ver os pais.

-É que já faz muito tempo que eu não os vejo. A ultima vez foi nas minhas férias do ano passado... em julho. - ela fala.

Eu já passei por isso, no início da minha carreira, sei como é difícil ficar longe da família.

-Se irá te deixar um pouco melhor, você irá poder visita-los quando quiser... meu avião estará a sua disposição.

Ela sorri e pousa a mão sobre a minha.

-Obrigada.

Desde nossa conversa sobre sermos sinceros, nossa relação melhorou bastante. Não que fosse ruim a nossa convivência antes, mas agora não ficávamos "pisando em brasa" um com o outro, tudo era dito na lata.

-Não há de que. Somos um time e para tudo dar certo, todos precisam estar bem em todos os quesitos. - falo e pisco para ela.

Essa viagem dela veio a calhar, ainda mais pela ação que estaria ligada a ela. Joana arrecadou durante todo o mês doações de várias partes do mundo para enviar para diversas partes da África e isso refletiu bem em mim.

-É, somos um time. - ela concorda.

-Volta antes do dia trinta e um, certo? - questiono.

-Volto até o dia vinte oito.

-Vamos passar o ano novo na Madeira. - falo.

Ela revira os olhos.

Ela e minha família não estavam se dando bem, e quando eu digo família me refiro a Elma, Kátia e minha mãe. As três estavam implicando com Joana, dizendo que ela queria me mudar, que era uma versão piorada da Irina e entre tantas outras coisas.

-Ficaremos no meu hotel. Não se preocupe com elas, cão que ladra não morde. - falo.

Ela ri.

-O problema é que elas se aquietaram... tenho medo do bote.

Agora é a minha vez de ri.

-Você sabe que elas estão com medo de que você se case comigo, não sabe? - ela me questiona.

Disso eu sei bem.

-Ignore elas... - tento minimizar.

-Senhor Ronaldo, o avião já está pronto. - a piloto vem me avisar.

Eu já voava com Alejandra a algum tempo. Ela era uma ótima piloto e eu confiava muito no seu trabalho.

-Hora de ir, minha querida. - falo com Joana.

Nos levantamos e nos despedimos.

-Boa viagem e me mande uma mensagem quando chegar. - falo.

-Pode deixar.

Optei por deixar um beijo em sua testa. Eu sentia seu desconforto a cada vez que nos beijávamos.

Ela pegou sua bagagem de mão e seguiu com Alejandra, enquanto eu segui para a outra porta e fui para a garagem do aeroporto.

Segui para Salamanca, mais precisamente para a casa de Jorge. Ele disse que tinha algo importante para discutirmos.

-Já entrei no condomínio. - mando um áudio para Jorge.

Quando cheguei a porta da casa dele, ele já estava me esperando. Ele abriu o portão e eu entrei com meu carro.

-Qual a bomba da vez? - pergunto ao saltar do carro.

-Não tem bomba dessa vez. Tenho uma sugestão, uma ideia, uma salvação. - ele fala.

Aperto a mão dele.

-Uma de cada? - pergunto rindo.

-Na verdade uma única coisa traz tudo isso. - ele fala.

Entramos na casa dele e fomos direto para o escritório, onde Ricardo já se encontrava sentado no sofá.

-Devo sentir medo? Da ultima vez que vocês se reuniram para sugerir algo, eu encontrei uma namorada. - falo descontraído.

-Que te salvou de muita coisa. - Ricardo fala.

Me sento já a espera de ouvir algum plano absurdo.

-Bom, vamos ao que interessa. - Jorge fala e também se senta.

Ele e Ricardo estavam lado a lado, o que me comprovava que a ideia ainda não apresentada já era algo discutindo entre eles.

-Nós estamos te deixando ciente de tudo o que vem acontecendo com a sua imagem, o quanto ela melhorou, do quanto você passou a lucrar... - Jorge começa.

-E do quanto Joana tem dedo nisso. - Ricardo completa.

-Não precisa fazer rodeios, pode falar.

Eu estava louco para ir para casa e ficar algum tempo sem fazer nada.

-Estudamos muito, pesamos os pros e os contra e... - Ricardo fala.

-Você e Joana, como casal, tem uma imagem forte, uma imagem altamente rentável, só um detalhe impede de vocês se tornarem os donos de tudo. - Jorge continua.

-Que seria? - questiono.

-Casamento. - Ricardo e Jorge falam ao mesmo tempo.

Fico encarando eles por alguns segundos e logo depois solto uma gargalhada.

-Tá, agora pode falar o que nos impede de nos transformar donos de tudo. - peço.

-Não é uma brincadeira, Ronaldo. Nós estamos falando sério. - Jorge fala.

-Não é possível que vocês estejam sugerindo isso. - falo ainda desacreditando.

-A gente não iria brincar com algo tão sério, Ronaldo. - Ricardo ratifica.

-Pelo amor de Deus... isso é... isso é louco. Como é que eu posso me casar com ela? Qual o problema de vocês? - pergunto um tanto desorientado.

-Apenas escute a proposta. - Ricardo fala.

-Olha, tudo irá funcionar do mesmo jeito que agora. Será um acordo. - Jorge começa a tentar me convencer.

Balanço a cabeça negativamente.

-É um casamento, Jorge, não é tão simples. - falo.

-Você estará protegido num bem desenhado pré-nupcial, não tem como dar errado. - Jorge fala.

-É um casamento, Jorge. CASAMENTO. Coisa que acontece quando a gente ama alguém. - sou mais enfático.

Ele revira os olhos.

-Quem você ama, está grávida e noiva de outro. - Ricardo rebate.

Não havia o que dizer, essa era a verdade, eu amava aquela indomável e elegante russa.

-Percebemos, ao início do seu namoro, que a imagem do Cristiano Ronaldo pegador, festeiro, não está vendendo mais. Agora a moda é homem de família. - Jorge fala.

Ricardo conseguiu me derrubar com poucas palavras.

-E isso iria durar por quanto tempo? Terá um tempo pré estabelecido, não é? - pergunto.

-Entre um ano e meio e dois anos. - ele responde.

-Isso tudo? - questiono.

-É o tempo de você decidir se vai para os EUA ou fica em Madri.

Solto o ar pela boca.

Jorge e Ricardo falam sem parar. Garantem total segurança no contrato pré-nupcial, garantem um retorno financeiro enorme, garantem que Joana não irá conseguir recusar essa proposta.

-Preciso pensar. - é o que eu consigo dizer depois de ouvir tanta coisa.

Eu já estava tonto de tanto ouvir coisas e falarem sobre números.

-Tudo bem, tudo bem... essa resposta não precisa ser dada agora. Temos alguns meses para decidir. - Jorge fala.

-Ok... já vou indo. - falo e me levanto.

-Mais já? - Ricardo pergunta.

Depois do bombardeio de notícias, propostas e números, eu já não me sentia a vontade para ficar.

-Vou aproveitar que a casa estará vazia para ficar em completa paz. -não era uma mentira, mas não era uma completa verdade.

-Mulher em casa sempre nos enlouquecem, sei como é. - Jorge fala.

Forço um riso.

-É... - confirmo mesmo sendo mentira.

Joana respeitava meu espaço, não ficava no meu pé, não forçava conversa e começava a ensinar a Júnior para ele ser assim.

Me despedi deles e segui para casa.

Já no meu ambiente, no lugar onde eu podia ser eu mesmo, eu me joguei no sofá e me permiti disfrutar do silencio.

Era engraçado olhar em volta e ver coisas relativamente simples. Minha casa tinha sido decorada pelas minhas irmãs, junto com minha mãe e eu conseguia encontrar cada pedaço delas aqui, antes das mudanças. Tinha estátuas, tapetes, cores, tudo confuso. E agora não, tudo havia sido retirado e substituído por poucas novas peças.

Joana disse que a decoração que ela fez era baseado em uma tela em branco, o que justifica poucas cores nas paredes da casa, era para eu ir "pintando" ou no caso, adicionando o que era do meu agrado e da minha forma.

Meu celular vibra e eu vou ver o que é. era uma notificação do Instagram. Elma havia postado algo.

-Preciso desativar isso, Elma e a dor de corno dela não estão me ajudando em nada. - digo, mas acabo me deixando levar pela curiosidade.

"Decisão tem consequências, indecisões mais ainda."

Uma foto postada pela minha irmã trazia esses dizeres.

-Eu sei o que devo fazer, o que escolher, mas não depende só de mim.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Eitaaaa..olha o que o Jorge e o Ricardo estão sugerindo.
O Cr7 ficou balançado sim ou claro? Ricardo mexeu na ferida do gajo.
Sobre a Elma é verdade..se quiserem olhem o perfil dela e vejam quantas frases de indireta ela tá postando 😂😂😂😂
Bjss


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