História Sanatas Drol Hight School - Capítulo 16


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Categorias Originais
Tags Horror, Sanatas, Sata, Satanas, Terror
Exibições 3
Palavras 889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem

Capítulo 16 - Boas Vindas aos Gêmeos - 2d3


 Sinto Gustavo gozar na minha boca.

Por um milésimo de segundo, fico sem saber o que fazer... Não estou acostumada com essa situação.

A Srta. Drol, está parada, atrás de Maysa.

Sua mão acaricia a bunda dela devagar, enquanto Kathleen e Amanda chupam os seios dela.

Não tenho alternativa, senão, engolir, e, assim o faço.

Respiro fundo e olho mais uma vez para Srta. Drol, que se aproxima, sorrindo.

O sorriso dela é provocativo e sádico. E, isso, me excita.

— Muito bem, Samantha... Ele gozou?

Concordo com a cabeça.

— Bom. Fique de pé.

Me ponho de pé.

Minha respiração, ainda, ofegante.

Sinto o toque da Srta. Drol no meu rosto.

Sua mão é fria e macia.

— Não se preocupe, minha querida.

Está se saindo muito bem.

Não sei o motivo, mas, essas palavras me confortam.

— Me dá um minuto?

Concordo com a cabeça novamente.

A Srta. Drol pega uma cadeira e a coloca atrás de Gustavo.

Ela solta os pulsos dele, que cai, sentado.

Os braços são colocados para trás e presos novamente, assim como os tornozelos.

— Perfeito.

Ela pega na minha mão e me leva até Maysa.

A garota está claramente excitada.

— Por favor, Samantha, quero que a masturbe.

Amanda e Kathleen continuam chupando os seios dela.

Toco a vagina dela de leve, e meus dedos, logo, ficam molhados.

Começo a fazer movimentos circulares no clitóris da garota, que começa a respirar ofegante e fecha os olhos.

Aquilo deve estar sendo um alívio, já que está muito excitada.

Percebo que a Srta. Drol vai até o armário e volta, trazendo duas cordas.

Ela passa as cordas ao redor dos joelhos de Maysa e da um nó muito bom.

Ela joga as cordas por cima de uma barra, onde os pulsos da garota estão presos e, logo, puxa, fazendo-a abrir as pernas.

Eu continuo masturbando Maysa, que, agora, parece que irá gozar.

A Srta. Drol faz a mesma coisa com a outra perna, deixando a garota totalmente vulnerável.

— Agora, Samantha, chupe-a.

Kathleen, Amanda... Quero que venham comigo.

Me acomodo em uma posição confortável e começo a passar a língua no clitóris dela, que está extremamente molhado.

Estou sem condições de descrever o nível de excitação que estou sentindo, mas estou quase surtando.

Enquanto chupo Maysa, acaricio sua bunda com ambas as mãos, e ela se mostra cada vez mais excitada.

Ela solta abafados gemidos, mesclados com sua respiração pesada.

A Srta. Drol volta para meu lado e passa a mão pelo meu cabelo.

— Muito bem, Samantha.

Ela se abaixa, ficando na altura do meu ouvido.

— Quero que coloque, devagar, dois dedos dentro de Maysa.

A boca quente dela toca minha orelha, e me arrepia.

Assim o faço, sentindo que Maysa está gostando muito.

— Quero ver você fazê-la gozar.

A Srta. Drol pára atrás de mim, tocando, de leve, em minha cintura e passando a mão devagar pelas minhas coxas, terminando por apertar minha bunda e voltar a subir, parando em meus seios.

— Mais rápido.

Assim o faço.

Maysa geme alto e se contrai o máximo que consegue, demonstrando ter gozado.

— Bom.

Ponha-se de pé.

Obedeço.

A Srta. Drol se mantém atrás de mim.

Ela encaixa seu quadril no meu. Suas mãos percorrem, novamente, meu corpo.

— Quero que fique só de calcinha, Samantha.

Respiro fundo e obedeço, também, tirando a roupa devagar, a pedido da Srta. Drol.

Ela encaixa seu quadril novamente no meu, e segura firme em meus seios.

— Eu gosto tanto do seu corpo, Samantha.

Você é um dos meus brinquedinhos favoritos.

A mão direita dela desce, entrando em minha calcinha.

Os dedos dela envolvem meu clitóris e ela começa a me masturbar.

A boca dela... Ela morde minha orelha e a mão esquerda começa a brincar com o biquinho do meu seio.

— Vou fazer você gozar, Samantha.

Não consigo me conter.

Passo minhas mãos para a nuca dela, entregando meu corpo àquela mulher.

Levo meu olhar à Kathleen e Amanda.

Kathleen está curvada para frente, nua, chupando Gustavo, enquanto Amanda a chupa.

Isso me excita mais.

Não consigo me conter e me vejo em êxtase tamanho, que gozo.

Dou um sorrio... É um sonho, parcialmente, realizado.

A Srta. Drol morde minha orelha mais uma vez e sussurra para que eu tire a calcinha.

Faço.

— Agora, venha comigo.

Sigo ela até Kathleen, Amanda e Gustavo.

Kathleen encara a Srta. Drol e limpa o canto da boca, deixando claro que ele gozou.

— Samantha, está na hora de ter seu presente.

Ela me encara.

— Quero que você sente no colo dele, de frente para ele e comece a rebolar.

Fico travada.

Abro a boca pensando no que eu podia falar, mas não sai nenhum som.

— Tudo bem, Samantha, confie em mim, você vai adorar, e, ele, também. -Ela sorri.

Respiro fundo.

Me aproximo dele, que me encara.

Fico acima dele e sento devagar.

Sinto o pênis dele. Estou tão excitada, que, sem dificuldade alguma, ele entra.

Solto um leve gemido.

Começo a mover o quadril, e sinto o toque da Srta. Drol novamente.

— Quero que deixe esses seios perfeitos no rosto dele.

Ela me empurra de leve para frente e, em seguida, da-me um tapa forte na bunda.

— Agora, faça como quiser.

A virgindade dele é sua.

Sinto o pênis dele pulsando dentro de mim.

Minha respiração se mescla com gemidos baixos e estou cada vez mais excitada.

Sinto meus seios passarem no rosto dele, cada vez que subo e desço.

"Abraço" ele, deixando meus braços envoltos em seu pescoço, para aproximar mais os seios dele.

— I-isso é... Bom!

Estou "fora de mim".

Transar com esse garoto amarrado, e totalmente a minha mercê, está me deixando louca.



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