História Sand Man - Same heart - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Tags Nct, Taesung, Yaoi
Visualizações 22
Palavras 2.797
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLO MEUS BABYS, olha quem tá de volta~~ lembra uma dos meus projetos com um tema pesado que eu comentei nas notas da minha drouble? Pois é, uma está aqui.

Cara, eu demorei muito para tomar coragem de terminar esse plot. Durante o desenvolvimento eu via os problemas que minhas amigas que escreviam lemon com os dramies do NCT tinham e eu ficava meio nhee pra terminar e postar logo.
Estou aqui porque a louca da Ally já tava quase tendo um infarto pra que eu postasse logo e a Nana é minha friend dos shipp né, então nem preciso dizer que é pra ela também <3

Antes de ler o capítulo, queria explicar uma coisa: sobre a sexualização que vai ocorrer, eu quero deixar claro que eu não sou a favor desse tipo de ato, entendido? Eu só escrevi como uma forma de entretenimento e não estou aqui para ofender ninguém ou sujar a imagem do artista. Sei que mesmo com essa explicação vai ter hate nesse meu trabalho porque infelizmente não é todo mundo que aceita. Só peço para pegarem leve nos xingamentos, belê? dlkamsdkl

BEIJOS DE ALGODÃO DOCE e boa leitura, amorecos~~

Capítulo 1 - I


Meio dia era o que o relógio marcava, mas o céu aparentava estar no horário melancólico das seis da manhã, quando o primogênito de um casal separado de extrema ocupação, se distanciava do conforto de casa em busca de conhecimento.

Infelizmente – ou não –, suas aulas serviam mais como um pretexto para todo um desenrolar. Lee Taeyong não era o que chamamos de um bom professor e tão pouco alguém por quem deveríamos nos espelhar; suas emoções eram raramente guardadas para si e seus desejos também, o que ocasionou em toda uma grande bomba relógio que estava esperando apenas um descuido para explodir.

Esse descuido parecia estar se aproximando depois de bons encontros entre Jisung e o rapaz, afinal ninguém mandaria uma mensagem simples e direta daquelas se não sentisse uma premonição.

 

Ninguém seria capaz de ferí-lo, certo?

 

Longas semanas se passaram desde que eles se viram pela última vez. Park começara a sentir falta do moreno no instante em que bloqueou o celular novamente após ler aquela bendita notificação, então é difícil medir em palavras o quanto seu coração estava comprimido e sua mente confusa.

Sentir todo aquele peso em seu peito era horrível e por segundos, se imaginou tolo naquela noite – quando finalmente se sentiu seguro o suficiente para deixar com que Lee fosse em frente com seus pecaminosos desejos – onde passou por momentos dolorosos e que mesmo de depois ter se transformado em puro prazer insaciável e êxtase, o fazia pensar, naquele instante, que era a pior dor que alguém poderia sentir.

Agora, chegava a cobrir o rosto com suas mãos sentindo-se envergonhado. Ele sabia que era errado, não era inocente, mas pensar assim claramente não mudava os fatos. Ambos se amavam e diferente do que parecia nos primeiros dias com todo aquele fervor pelo novo, era mais do que apenas algo carnal.

 

Eles se amavam de alma e coração.

 

–Filho?

Ao separar suas palmas quentes de seu rosto vermelho, pôde entrar na visão de Jisung, sua mãe, que esboçava um sorriso sem dó de suas bochechas.

 

–Desculpe. – murmurou com um sorriso sem graça.

Óbvio que aquelas expressões de alegria e satisfação tinham um porquê. E dessa vez, como sempre fazia todas as noites frias que estava em casa, foi lembrando das palavras doces que recebia de seu professor no final de todos os encontros, que seus dentes apareceram novamente em tempos.

A mulher ao seu lado riu apesar de parecer se focar total e exclusivamente no trânsito.

 

–Seja qual for o motivo desse sorriso de agora, espero que continue. – brincou, ousando tirar uma das mãos do volante e pousá-la no braço de seu filho.

 

–Eu espero que não… – retrucou por fim, voltando a seu semblante intacto, sem alguma expressão.

Ele queria poder lidar com tudo isso, mas quanto mais tentava, mais deixava claro que era um esforço inútil. Pensava que talvez Taeyong estivesse bem já que aquela mensagem passava um ar de definitividade.

De qualquer forma, não importa quantas vezes Jisung lesse e relesse as palavras logo ali na sua frente, na tela do celular. Não entrava em sua cabeça que os mesmos dedos que apertavam sua bochecha dias atrás, também escrevera palavras tão pouco carinhosas.

 

“Não venha mais aqui.” era o que a mensagem dizia.

 

Assim que suas mãos se enfiaram em seus bolsos do casaco a procura de um lugar aquecido, pôde sentir um plástico rígido lhe causar um arranhão pela rapidez que se chocou com a pele frágil. Ardia, mas não ligou, querendo mesmo ver o que dividia seu já pequeno espaço. Ao puxar o objeto para fora, seu coração se apertou mais ainda até que tirasse seu fôlego. Ainda estava com o cartão de acesso do apartamento de Lee.

Na verdade, tinha consciência que continuava ali, afinal era seu melhor casaco e sabia que sempre usaria para sair e às vezes, se possível, fazer uma surpresa ao mais velho.
Apesar de tentar se segurar, não conseguia esconder seu sorriso. Ao lembrar daquele rosto repleto de alegria quando chegava em casa e era abordado com um abraço forte do menor, parecia ser um crime não sorrir.

 

–Você vem se sentindo melhor? – sua mãe lhe dirigiu outra pergunta.

O loiro não gostava da forma como ela estava o tratando. Não que ele não gostasse de atenção e carinho, mas depois de tudo que passou, tinha sérias dúvidas se ainda precisava ser mimado como uma criança. Era perigoso Park pensar que gostava de ser tratado da forma como Taeyong fazia, principalmente o fato dele esquecer sua idade e as devidas consequências.
Conversaram sobre isso apenas uma vez e foi o suficiente para deixar o moreno hesitante por uma semana. Sendo franco consigo mesmo, o menor não achou divertido experimentar o gosto de que nada havia entre eles.

Sem respostas, a jovem cedeu, deixando com que o caminho do estacionamento para a mesa se tornasse algo de completo silêncio entre os dois. Já, quando se sentaram, novamente a tal fez questão de tirar palavras do garoto à sua frente.

 

–Espero que você goste dele. – começou sugestiva, ainda não tirando o seu sorriso do rosto.

 

–A quanto tempo vocês se conhecem? – indagou.

Sua mãe demorou para responder. Não porque não saberia que palavras usar, mas sim por medo de parecer tola e desesperada nos ouvidos do loiro.
 

–Jisung…

 

–A quanto tempo, mãe? – apesar de sua voz não ter soado mais áspera, suas sobrancelhas se arquearam.

O filho único da família não se importaria se já não tivesse visto a mãe sofrer por demais em más mãos. Muitos namoros, todos de um curto espaço de tempo e geralmente começavam bons – quando Jisung até mesmo recebia presentes – e terminavam simplesmente com uma mensagem.

Estava realmente farto de ver sua mãe ruim, todavia estava mais farto ainda de ter de participar daquilo. Tudo bem, sua mãe se preocupava com sua devida opinião sobre o rapaz que conhecera, mas isso se tornava duvidoso por nunca ter levado seus “nãos” à tona.

 

–Algumas semanas, talvez um mês. – disse enfim, causando uma falsa surpresa nos olhos de Park. –Mas desta vez eu sinto um bom pressentimento.

O menor precisava se segurar para não rir ao ouvir pela quinta vez essa frase em menos de três meses. Mesmo que por dentro também estivesse se matando aos poucos por conviver 24 horas nos sete dias da semana aquela mesma cena que se repetia como um disco riscado, precisava sorrir e fingir que tudo estava bem, afinal sua mãe era a pessoa que mais o disse para pensar positivo e atrair coisas boas – aliás ela tinha quase um fanatismo por essa frase apesar de nunca ter conseguido mostrar que estava certa.

Ela sabia, esse pensamento devia ter se tornado algo ridículo aos seus ouvidos, mas se não fosse acreditar nisso, no que acreditaria? Era seu pilar de sustentação.

 

–Espero que você esteja certa. – conseguiu dizer num tom claro por mais que isso doesse logo após.

Seus olhos desviaram dos brilhantes da mãe e assim pararam nos grandes vidros da entrada, que iam do chão ao teto e exibiam com graciosidade todo o exterior da avenida. Era uma rua pouco movimentada mesmo falando do centro de Seul, então o barulho dali era estranhamente quase inexistentes se não fosse pelo tilintar dos talheres que se riscavam um nos outros e os copos que se chocavam agressivamente com as superfícies da madeira polida, trazendo consigo conversas desagradáveis e conflitos de interesses.

 

Seria esse o caso da mesa dos dois se a jovem mãe não soubesse a tempos o que se passava na cabeça avoada de seu filho.

 

–E como você anda na escola? – puxou novamente assunto, parecendo realmente se sentir desconfortável com o jeito mudo de Jisung agir perante aquela situação. Isso só a deixava pior em pensar que talvez o rapaz não aparecesse como outros já tiveram a cara de pau de dá-la um bolo.

 

–Bem! – alto e claro a respondeu, suspirando baixinho e se ajeitando na cadeira.

Park se encontrou igualmente desconfortável com o início de um assunto que para qualquer pessoa e inclusive para ele, devesse ser algo normal.

De qualquer forma, era óbvio que o afetava. Doía – e só ele sabe como – vê-lo todos os dias e diferente de como era antes, não poder contar com o mesmo caso algo esquentasse; não poder abraçá-lo em segredo ou até mesmo sentir fluir no ar o amor que ambos sentiam um pelo outro.

 

Mas o mais novo precisava respeitar sua maneira de lidar com os problemas.

 

Pensar que grande parte da culpa fosse sua, não ajudava nada até porque ele sabia que não era. Mesmo que Lee estivesse aparentemente fazendo de tudo para evitar que o nome de seu pequeno amado fosse sujo, ele sabia que dividiam a culpa assim como dividem sentimentos.

 

–Eu quero mudar de escola. – sua voz cortou os pensamentos de sua mãe assim como os seus próprios e também pareceu chocá-la por sentir tanta firmeza nessas palavras.

 

–M-mudar de escola? Jisung, o que está havendo?

O garoto quis se socar por ter aberto a boca e insistido naquele assunto. Seus lábios se remexiam mostrando que seus olhos seguravam fielmente uma cachoeira de lágrimas que não admitiria deixar com que caíssem. –Alguém está te incomodando?
“Não” era o que queria responder, mas se satisfez com o silêncio.

 

–Park Jisung, me responda. – disse firme enquanto alimentava seu novo tom ameaçador. Seus olhares finalmente se encontraram outra vez e pareciam travar uma batalha. A mulher notava que a tempos seu filho deixara suas qualidades carinhosas de lado e que se mostrou mais desobediente. Ela tentou o entender por semanas, mas tudo que recebia eram olhares vagos e palavras sem sentido.

Sentia em sua pele que ele escondia algo grande e que o fazia mal, mas não podia simplesmente deixá-lo sem comer ou prendê-lo no quarto até que a confessasse.

De qualquer forma deixar as rédeas frouxas também não estava dando bons resultados.

 

–Uns garotos ficam implicando comigo. – tentou puxar do fundo a melhor atuação que conseguia e jurou para si mesmo que seria mais cuidadoso. Se isso por acaso acabasse nos ouvidos alheios, não sabia o que seria de Taeyong já que poderia criar um problema catastrófico.

 

–Que tipo de implicação?

Agora se encontrava mais calma, não completamente satisfeita por saber décor que o loiro mentia descaradamente, mas estava no caminho e sabia disso mais do que seu próprio nome.

Jisung a enrolou novamente, desviando os olhares e voltando-os para a visão por trás das janelas de outrora.

Enquanto parecia se desligar de tudo em sua volta, notou a aproximação de um rapaz na porta do restaurante e se encontrou estranhamente incomodado. A silhueta que agora dava as costas, parara perto da entrada enquanto lia alguma coisa no celular. Apenas quando o homem se virara e pousara seus dedos finos na grande maçaneta pronto para abrir as duas portas de vidro foi quando Park o reconheceu.

 

Era ele.

 

Seu coração bateu uma única e quase última vez, mas tão forte que jurava que ia vomitar o café-da-manhã.

Taeyong paralisou assim como Jisung e nem um dos dois obteve reação tão cedo. Quando a mãe do menor ameaçou virar e ver o que tirava a atenção dele, Lee sumiu da vista.

Não seria estranho se o mais velho simplesmente seguisse seu caminho e continuasse o que estava fazendo, até porque já tiveram milhões de encontros desajeitados como esse e todos terminavam normais – pelo menos para aquele tempo que “resolveram” dar. Todavia dessa vez parecia que o nó que se formou na garganta de Park indicava que algo estava muito errado. Por que diabos Lee o evitaria?

Quis correr atrás, mas não podia. Suas pernas pareciam de papel e mesmo que estivesse disposto a se arrastar e seguí-lo, ainda tinha sua mãe como um problema; seu coração doía mais forte que todas as vezes dentre aquele período e sua cabeça estava um turbilhão de pensamentos, dentre os mais aceitáveis até os mais absurdos.

Não sabia mais no que acreditar e acima de tudo estava com medo de que o dia que ambos temiam – mesmo sem terem consciência – tivesse chego enfim.

 

–O que foi? – perguntou a mãe levemente com um tom preocupado em sua voz.

 

–Nada.
Dessa vez havia feito bem. Seu olhar se relaxou tão rapidamente que sentiu como se aquela cena não tivesse mais tanta importância quanto dias atrás teria.

 

Tinha medo de que perdesse toda aquela paixão.

 

{...}

 

O resto do dia passou mais calmo que o normal. Pelo menos por fora o pequeno parecia bem consigo, mas só ele e a entidade maior sabiam realmente como se sentia.

Seus pensamentos giravam em torno do seu professor, isso era óbvio, mas nem mesmo Jisung sabia direito sobre o que tanto pensava. Estava preocupado e fora tão atingido com o estranho episódio que esqueceu como se raciocina. Seus dedos pararam várias vezes ao dia em cima da tela do celular, exatamente onde carinhosamente a alguns meses atrás, anotara o telefone de Lee para que pudessem manter contato. De certa forma, nunca usaram o celular para se comunicarem. O acaso era lindo naquela época: quer onde Jisung estava, Taeyong estava também.

Tentou lembrar como tudo aquilo havia começado e tentou entender também o porquê de ter tomado proporções gigantes em tão pouco tempo. Era cientificamente possível um casal como esse se apaixonar tão rápido?

 

Chegou à lenta conclusão de que os sentimentos eram guardados a tempo.

 

Como conseguia ser tão tolo? Devia ter percebido, tudo estava debaixo do seu nariz. Mas se imaginar que foi esse o motivo de Taeyong ter se apaixonado, – sua inocência – sorriu, pensando que talvez não quisesse mais voltar no tempo.

 

Estava frio onde se encontrava. Havia sumido da vista da mulher e tinha poucas horas de liberdade. Suas mentiras sobre visitar um velho amigo se tornaram cada vez mais frequentes e mesmo que no fundo tivesse medo do que isso tornaria a relação entre ele e sua mãe, eram mentiras que qualquer um consideraria necessárias.

Seus braços adornavam com força seu próprio corpo na tentativa de se aquecer. Seu primeiro plano em meio aquela estação chuvosa era pegar um ônibus e não ter o esforço de andar por ai e acabar se perdendo, apesar de que cada segundo que se passava ali sentado no banco congelado, mais parecesse horas.

 

Seu coração batia acelerado e acompanhava o batuque de seus dedos acima da grossa jaqueta – aquela que guardava o cartão de entrada – afinal estava desrespeitando uma lista nada pequena de regras e sentia-se culpado, porém não o suficiente para fazê-lo desistir daquela visita.

Lee não respondia suas mensagens, mas as visualizava e isso indicava de que estava em casa. Geralmente isso acontecia quando estava ocupado com montes de provas e trabalhos para corrigir já que apesar de tudo, não poderia deixar com que Jisung sugasse todo o seu tempo. Ainda era um adulto e ainda precisava preservar o resto de responsabilidade que ele parecia ter.

 

Park não aguentava, precisava levantar daquele banco e ir a pé. Ele não esperaria mais, não adiaria mais aquele assunto. Não ter respostas o machucava, estava atrapalhando-o e interferindo em todo seu amor por Taeyong. Dessa vez receberia palavras concretas, motivos. Lee seria forçado a pôr sentido em todo o seu pensamento nem que isso acabasse com a última faísca de fervor que um tinha pelo outro.

Jisung estava em um turbilhão de sentimentos e um deles era o medo de que sua curiosidade novamente estragasse o que mais julgava necessário para viver. Não queria que um dedo seu no meio de um assunto delicado acabasse com mais um coração partido como fez com seus pais. Não se permitiria isso jamais. Não de novo.

 

Depois de muito andar debaixo de uma garoa fina, estava encharcado e tremia como uma vara-verde. Suas jaquetas não o aqueciam mais já que estavam ensopadas, porém apesar de tudo, a única coisa para o qual ligava era se conseguiria passar pela rígida porta de entrada, a qual se encontrava trancada e estranhos o porteiro não deixaria passar. Não podia simplesmente dizer que visitaria um amigo, já que sabia que Lee seria frio o suficiente para negar sua subida.

Olhou para os lados com os dentes batendo uns nos outros procurando algo que pudesse fazê-lo finalmente entrar. Seu olhar semicerrado parou em cima de uma bicicleta de entrega a uns dez metros dali e logo uma ideia pareceu florescer em sua pequena cabeça confusa.

Seus pés o levaram até a parte traseira do transporte e suas mãos agarraram uma das caixas de doces, assim seu corpo se virou e se arrastou de volta para a comprida porta esbelta.

Tentava não pensar que estava roubando os doces de alguém, que deixaria esse tal nervoso, o entregador não receberia gorjetas e o dono da loja não teria lucro.

 

Acreditava ser para um bem maior.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado e assim que eu terminar o segundo cap eu venho aqui postar pra vocês <3
O único motivo de eu ter dividido em dois era porque ela já acumulou 5.150 palavras e ninguém iria ter paciência para ler tudo.

Até a próxima, meus anjinhos, bom final de sábado para vocês ;D


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