História Sândalo... - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias 2NE1, The GazettE
Personagens Aoi, Cl, Ruki
Tags 2ne1, Aoi, Lee Chaerin(cl), Ruki, The Gazette
Exibições 13
Palavras 2.586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura 👻

Capítulo 5 - Sonho lúcido


Fanfic / Fanfiction Sândalo... - Capítulo 5 - Sonho lúcido

(...)

Haru-ya... - Ela me chamou manhosamente pelo meu apelido.

Hm? - A respondi erguendo o queixo.

Você não vai dormir? Teve pesadelo outra vez? - CL se levanta sonolenta vindo em minha direção e me abraçando por tráz.

Hm... - Apenas assinto com a cabeça, sem parar de olhar a chuva que caia sobre a janela de meu quarto.

Você tem tomado os seus remédios? - Chaerin procura meu olhar preocupada.

Sim. - Sorrio - Não precisa se preocupar... Eu estou bem. - Me viro de frente pra ela dando um meigo beijo em sua testa. - Vamos dormir? - Falo carinhosamente.

Humum... - A mais velha faz manha. - Ver você assim só de calcinha e camiseta de mangá comprida, com essa chuva... - Ela faz uma pausa e morde os lábios - Isso me dá pensamentos impuros, para minha mente inocente. 

... - A encaro erguendo uma sombrancelha. - Manhosa? Inocente? Cê tá bem fia? - Viro seu rosto de um lado para o outro como se estivesse a examinando.

Aish... sua palmito ambulânte. - CL dá alguns pulinhos para alcançar a minha cabeça, colocando-a de baixo do braço.

Ou, ou, ou... isso machuca. - Aquilo machucava, mas eu não para de rir.

Aah... - Exasperada ela me solta - Você ficou insuportável. - Reclama - Tsc! Eu não posso ser fofa, manhosa e carinhosa as vezes? - Chaerin faz um grande bico enquanto entra de baixo do edredom se acomodando na cama.

Uhum... Você pode ser o que quiser. Só estou acostumada a sempre  levar patada, esporro, ver o seu lado agressivo, sexy, swagger, rapper baddest female... - Faço uma pequena pausa - E ver você fazendo isso as vezes é um pouco estranho. Ainda mais quando você dá esses ataques. - Me ajeito na cama e quando puxo o edredom recebo uma travesseirada na fuça.

Bem feito. Agora estamos quites. - A mais velha resmunga, se virando, me dando uma bundada que quase me joga pra fora da cama.

Mianhae... - A abraço apertado e dormimos de conchinha.

*Sonhos On*

"hm? Mas o que... é isso?" Estou novamente naquele mesmo quarto, que agora parece completamente vazio. Só havia eu, os movéis, a lua e o silêncio completo. Minha roupa era a mesma da garotinha do sonho anterior. Eu me sentia livre e no controle do sonho, decidi então caminhar para tentar conhecer a casa. Logo que saio do quarto me deparo com um longo corredor atrás de mim, uma grande escada a minha frente, do meu lado esquerdo tinha um grande corrimão amadeirado todo descascado e velho. Desci vagarosamente e com cuidado a grande escada, olhava para todos os lados, estava um pouco escuro já que só a lua que iluminava o local, estava frio, e pelas janelas da grande sala dava para ver a névoa que cercava a casa. Na sala tinha um lindo sofá cor de vinho com varios detalhes, e um lindo piano de cauda preto e empoeirado, em um canto da sala tinha um belo tapete persa sem muitos detalhes. Depois da sala passei pela cozinha e mais 2 quartos, agora só faltava a biblioteca que tinha a porta entre aberta.

Aquela casa era realmente a mesma pela qual entrei naquele dia depois da sessão de fotos, o quarto pelo qual eu aparecerá era o mesmo do sonho, e isso me fazia sentir tão nostálgica. Adentrei de vagar a biblioteca empurrando a grande porta de madeira, no chão haviam vários livros velhos e desgastados, uma mesa de escritório muito bem conservada, em cima dela tinham alguns papeis manchados, um tipo de diário com capa de couro marrom desbotado, um velho abajur preto, um porta canetas/lápis jogado sobre a mesma, um tinteiro caído que manchava algumas daquelas folhas, e no chão ao lado da mesa a caneta que pertencia ao tinteiro. Na minha direita um pouco afastado da mesa havia uma alta e larga estante embutida na parede, onde na mesma ficavam os livros, logo mais a frente tinham duas grandes janelas pela qual o luar entrava deixando aquela sala bem clara, na minha esquerda bem no meio da biblioteca tinha um sofá verde em forma de L, em frente desse sofá tinha uma poltrona de couro preto, a mesma parecia bem limpa, como se fosse sempre usada. Era estranho todo aquele lugar, algumas partes tão sujas e empoeiradas, e outras pareciam minuciosamente limpas, era como se fossem usadas frequentemente. Caminhei até essa mesa, passando as pontas dos dedos em sua borda, então me sentei naquela cadeira com estofados vermelhos, curiosa e com cuidado peguei algumas daquelas folhas que ali estavam espalhadas. "Mas o que é isso?" Inclinei a cabeça para o lado. "Que língua é essa?" Apróximei mais em meus olhos a pequena folha , e me virando para a luz da lua assim enxergando melhor o que estava escrito. "Wow! Isso é... latim?". Estava muito surpresa, á um bom tempo eu não via aquele tipo de escrita tão bonita, perfeita, com letras bem sincronizadas e redondinhas, então tentei ler algumas palavras praticamente as soletrando. "San-sanguinem, angelus, vitae, ceci-cecidit, anima... Aish! Eu deveria ter prestado atenção quando meu avô tentou me ensinar latim. Ok. San-gui-nem é sangue, angelus é anjo, vitae é... oh, sim, vitae é vida, e ce-ci-dit é... ah, cecidit é caído, e anima é alma. Certo, certo, agora, o que isso significa?". Cocei a cabeça tendando entender tudo o que queria dizer isso, mas desisti rápido, só estava ali para explorar um pouco. Até agora estava tudo calmo nesse sonho, me levantei desistindo de ver aqueles papeis, e me agachei para olhar os livros jogados ao chão, tinha livros de todos os jeito como: medicinais, sobre ervas e para o que serviam, livros infantis com contos de fadas, de terror, livros para adultos, e até um sobre coisas sobrenaturais, bruxas, lobisomens, vampiros e todos esses seres. Um livro em comum me chamou a atenção, um com capa de couro, em sua frente tinha o símbolo de um pentagrama ao contrário, com um círculo em volta escrito algumas coisas. 

Aquele livro parecia estar me chamando então, estiquei lentamente meus braços, e com um pouco de receio estava apróximando minhas mãos daquele livro, mas um barulho alto lá fora me tirou a concentração. Levantei assustada, e me apróximei da janela para olhar lá fora, mas claro como eu imaginei, não tinha ninguém lá, coloquei a mão sobre o peito um pouco aliviada. "Puta que me pariu de bicicletinha... quase morro do coração com esse bendito barulho. Preciso acordar logo." De repente uma sensação de medo e desespero toma conta de mim, e minha vontade de acordar e sair dali só aumenta, ouço o assovio do vento batendo na janela, seguido por um ranger de porta, meu corpo todo se petrifica super tenso, ouço barulho de passos no assoalho amadeirado, e vinham diretamente para onde eu estava, as mesmas sensações do sonho anterior tomam conta do meu ser. Automáticamente corro para de baixo daquele mesa, puxo a cadeira para de baixo da mesma, numa tentativa desesperada em tentar me esconder, me enconlho toda quando ouço os passos adentrarem a sala, instintivamente levo a mão na boca com medo que a pessoa me ouvisse. Vejo apenas sua sombra passando perto da mesa, e algo forte bate em cima da mesma, assim me fazendo dar um pequeno pulo pelo susto, e em seguida ouço sua risada baixa, sarcástica e satisfeita. Sinto um pequeno suor escorrer em meu pescoço até meu peito, vejo seus pés por de baixo da mesa, e torço para que ele não puxe a droga daquela cadeira, mas porque raios eu fui pensar isso, senti como se ele pudesse ler meus pensamento, vi sua mão pousar sobre o encosto da mesma, e lentamente ela era puxada para tráz me deixando á mostra.

Seus joelhos se fléxionam para se agachar, enquanto ele apoia seus cotovelos em sua coxa. Apreensiva viro meu rosto, implorando em pensamento para que conseguisse acordar, o que claramente não teve muito efeito, assim ouço sua voz interromper meus devaneios. "Parece que temos um filhote perdido aqui. Estava com medo que eu a encontrasse?" Sua voz era linda porém muito diábolica. Vejo aquela cadeira sendo jogada lonfe, sinto ele pegar com força o meu braço e aperta-lo, aquele ser com brutalidade me arrasta, assim me tirando de baixo da mesa, e não posso deixar de escapar um gemido de dor e uma careta, ele ri sem fazer som, para ele parecia ser divertido.

Sabe, Não teve graça. - Ele diz em um tom seco e irritado - Achei que você fosse melhor em brincar de se esconder. - Agora sua voz é em um tom divertido.

O que? - Digo confusa e minha voz sai fraca. Eu tenho receio de olha-lo cara a cara.

Aquele homem me puxa pelos braços me apertando, estamos bem perto que posso sentir sua respiração em meu pescoço, sinto todo meu corpo extremecer e se arrepiar.

Está com medo, pequena? - Sua voz grave irrompem meus ouvidos.

O que você acha? - Tento ser firme em minha resposta - Você também não estaria? Se estivesse em meu lugar. - Ele não me respondeu, apenas riu.

Pequena filhote? - Sua voz é divertida - OLHE pra mim. - Mas ele a muda sendo agressivo.

Meu corpo está em choque, não consigo virar e ver o seu rosto por mais que eu queira. Meus braços começam a doer, sinto algo quente deslizar sobre a minha pele, era meu sangue, ele parecia muito furioso, por isso cravou suas unhas em meu braço, aquele homem sentia prazer em mer ver sofrer e sentir dor.

Tento escapar de suas garrafas, me debato um pouco, e o empurro, ando pra tráz me afastando dele. O mesmo vira seu rosto com o cabelo o escondendo. Justo agora que tomei coragem de olhar a sua face ele a esconde, o vejo fechando as mãos bem apertado, fazendo suas próprias unhas a perfurarem, o sangue escorre por elas, ele dá uma risada alta enclinando a cabeça pra tráz, me fazendo dar um salto. Eu estava tentando me encaminhar até a porta, mas quando ele riu, fiquei paralisada perto daquele maldito sofá verde. Em passos calmos, com a cabeça baixa, ele veio em minha direção com um largo sorriso psicótico no rosto, seus olhos pareciam brilhar num tom carmesim, sua boca mexia e ele resmungava algo baixinho, comecei a retroceder andando de costas, mas acabei tropeçando no sofá e caindo no mesmo, fechei meus olhos com força, senti o estofado do sofá se abaixar, sua roupa encostou em minha pele, assim ele estava por cima de mim. 

Podia sentir seus olhos me encararem, ele tira do meu rosto uma mexa de cabelo que cobria o mesmo, sinto sua mão gelada passar sobre a minha bochecha, seguida de uma leve ardência, sinto sua língua quente passando em minha pele, ouço seu riso rouco, tomo coragem e abro os olhos lentamente, viro minha cabeça de vagar para enfim encara-lo, e ele sorri contente. Eu me senti perdida nos carmesim de seus olhos, seu rosto tão jovem e pálido, lábios vermelhos e bem delineados, seus cabelos sobrecaiam em seu rosto, em seu pescoço ele tinha umas marcas pretas de grossas listas.

Quem é... você? - Pergunto meio anestesiada pelo homem que via em minha frente.

... - Só recebi o seu sorriso como resposta, enquanto ele me encarava com um olhar luxurioso.

No meu autômatico ergui meu braço, e levei minha mão até o seu rosto o tocando delicadamente, o ser arregala os olhos surpreso, seu sorriso se desfaz no mesmo momento, e por um breve momento, até mesmo desvia o seu olhar do meu, tendo agora em sua face uma expressão um pouco triste, parecia estar recordando alguma coisa. Ele coloca sua mão sobre a minha, e sem que eu esperasse o castanho abocanha meu pulso, eu tento mover o meu braço, mas só sinto suas presas cravarem, e se afundarem mais em minha carne.

Iss... isso machuca. - Tento empurrá-lo.

Xiiii! - O mais velho coloca o indicado na frente dos lábios -:Se você se comportar, não irá doer.

O que? - Atordoada.

CALE A BOCA! -Ele grita me assustando - Comida não fala. - O castanho diz suave e sorrindo.

Você é SÓ um maluco, bipolar, filho da puta. - Ele me dá um tapa no rosto, tirando sangue de minha boca.

Eu disse, pra você calar a boca, sua vádiazinha.

O cara segura minhas mãos para baixo, tentando fazer com que eu não me mexa muito, em seguida sinto que seus dentes cravam ferosmente o meu pescoço, sinti seus caninos perfurarem minha pele de uma só vez. Agora sinto seus caninos lentamente perfurarem o meu ombro, rompendo cada camada de minha pele, adentrando em minha carne, e o sangue quente escorrendo.

Você está gostando? Espero que aprecie, enquanto esse sonho lúcido durar. - Ainda tem a cara de pau de rir amavélmente. Alguém me dá óleo de peroba? Por favor!

O tal vampiro em um pequeno descuido solta umas de minhas mãos, aproveito para empurrá-lo com toda força, o derrubo sentado na poltrona, me levanto rápido pronta pra correr, mas ele segura meu pé me fazendo cair, segura firme em meus tornozelos e me puxa pra perto dele. 

O sangue suga afasta um pouco minhas pernas, engatinhando ele fica no meio delas, me debato com medo do que ele possa fazer, o castanho ergue minha perna esquerda, a apoiando em seu ombro, e sem deixar de me olhar nos olhos, o branquelo passa sua língua em minha coxa, seguida de uma mordida rápida, sinto sua boca sugar minha pele, e puxar o máximo de sangue que pode, que até mesmo transborda por entre os cantos de seus lábios.

Gyah... - Solto um gemido de dor inclinando a cabeça pra tráz.

Todos precisam ver que você me pertence.

O castanho solta minha perna, sobe e rasga meu vestido, mordendo o colum de meu seio, agarro seu braço o apertando, enquanto ele vai mais fundo com suas presas, o aperto forte, e algumas de minhas unhas perfuram seu braço. Agora ele desce, passando sua unha pontuda sobre o meu peito, minhas costelas, até chegar na barriga, me deixando com alguns arranhões, e desferindo pequenos cortes sobre minha pele clara. Eu já estava ficando fraca, como aquele homem pequeno podia conseguir consumir tanto sangue assim. Ele parou e ficou apenas me admirando enquanto enfraquecia, meu batimento cardiáco estava fraco, meus olhos embaçados por algumas lágrimas, meu corpo pesava e parecia se fundir com o chão, sentia o suor fria escorrer por entre minha testa, minha respiração estava ficando dificultosa.

Meu corpo foi levando do chão, e posto sentando naquela poltrona de couro preto, eu estava completamente largada, e toda suja de sangue.

Hora de acordar, doçura. - Ouço sua voz atrás de mim.

Suas presas se cravam novamente em meu pescoço, já não sinto mais dor, meus olhos se fecham lentamente, e com as últimas forças que me restam, levo minha mão mais uma até o seu belo rosto.

*Sonho Off*

Acordei super assustada, suada, com a respiração pesada e dificultosa, olhei para o meu lado na cama, mas CL já tinha ido embora, olhei o relógio que marcava exatamente meio dia, passei a mão sobre os meus cabelos os jogando pra tráz, me levantei e fui tomar um banho. Tirando a roupa, eu nem mesmo quis me olhar no espelho, estava com medo de ver que tudo aquilo foi real, afinal, não era a minha primeira vez tendo um sonho assim. O último sonho assim, acordei toda machucada, arranhada, roxa e cheia de marcas de mordidas. E o que veio depois? A notícia de que meus avós estavam mortos, e seus corpos? Apenas cascas vazias.


Notas Finais


Cap meio 💩, mas é oq tem pra hoje rs Sei que ninguém tá acompanhando, mas mesmo assim, peço desculpas pela demora 😶👉👈 Detalhes sobre o apartamento de Rai 😉
Banheiro: http://weheartit.com/entry/266279866
Quarto: http://weheartit.com/entry/10935028


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