História Sândalo... - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias 2NE1, The GazettE
Personagens Aoi, Cl, Ruki
Tags 2ne1, Aoi, Jrock, Kpop, Lee Chaerin(cl), Ruki, The Gazette
Exibições 22
Palavras 2.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura aboures 😗

Capítulo 8 - Memórias


Fanfic / Fanfiction Sândalo... - Capítulo 8 - Memórias

*Flashback on*

Vovó já chegamos?

Calma minha querida, calma.

Mas vó? - A pequena faz birra.

Estamos quase lá, quase lá. - Ela responde calmamente.

Vovó? Porquê estamos nos mudando pra cá? - A jovem a fita curiosa.

Bem, a sua mãe conseguiu um novo trabalho e você precisa vir pra cá. Não gosta de morar com seus avós?

Hum... - A jovem coloca o indicador na bochecha fazendo uma cara pensativa. - Sim. Mas, aqui? Aqui só tem matos, montanhas, bichos e nenhuma criança pra brincar... - Ela torce a boca.

HA HA HA... Você vai se acostumar minha pequena. E afinal, você adora os bichos não? - A senhora lhe dá um olhar rápido e volta a sua atenção a estrada.

A única coisa que vou me acostumar aqui é, não ter que ir a escola. - Rai ri de um jeito sapeco.

O que? Mais quem disse que você não vai a escola?

Como? Tem escola nesse fim de mundo? Sério mesmo? - Ela abaixa a cabeça se afundando no banco do carro.

Bem... na verdade não, mas você vai estudar em casa. - A grisalha dá um largo sorriso, estacionando o carro.

Agora chegamos? - A ruivinha dá um grande sorriso.

Sim pequenina, sim.

OBAA! - Ela corre em volta de sua avó.

Carro estacionado, as duas começam a tirar as malas do carro. Logo o avô da menina aparece na porta de entrada do chalé, dando um grande sorriso, e abrindo os braços, a garota logo entende o sinal e, corre para os braços do mesmo, assim pulando em seu colo lhe dando um grande abraço.

Hey, minha cabeça de fogo. - Ele ri contente - Já não está grandinha para colo? Eu já estou velho para pegar-la.

Heee! - Ela balança a cabeça negativamente - O Senhor ainda é um brotão. Ainda dá até ciúmes na vovó. -Rai diz sussurrando e rindo.

É verdade. Você está certa cabeça de fogo. - O senhor dá um sorriso cúmplice.

Yaa! Cabeça de fogo, hãm? - A ruivinha faz uma careta. - Aah. Eu ainda tenho 8 anos, e mesmo depois de velha, ainda continuarei pulando para os seus braços. - Ela enche seu querido avô de beijos, fazendo o mesmo rir.

Hey... Vão só ficar aí de papo? A velha aqui tem força, mas elas se esgotam. - A grisalha cruza os braços, patendo seu pé no chão repetitivamente.

Vamos ajudar a sua avó. Ela está enciúmada. - O grisalho coloca o indicador na frente dos lábios pedindo para que a jovem não diga nada.

Todos pegam as bagagens e levam para dentro, apresentam o a nova casa para a menina, e seu quarto. Algum tempo se passa, a pequena se acostuma com o novo lugar, faz amizade com vários animais, estuda em casa, e as vezes até vai á cidade com seus avós. Tudo estava indo bem, até que a pequena completou seus 11 anos. A vida da jovem começou a mudar, ela teve seus primeiros pesadelos horrivéis que nunca tiverá, suas primeiras marcas, sua primeira tortura e, a sua primeira visita.

Não, NÃO. Isso NÃO pode SER. -Freya grita. - Ela não veio pra cá, para acontecer isso. Vocês não a estão protegendo como se deve. - Ela passa a mão em seus cabelos ruivos.

Minha filha, não adianta gritar assim. Esse é o destino da garota. E ele pode se concretizar, querendo ou não. - Seu pai solta a respiração.

Destino pai? DESTINO? - Ela ri sarcásticamente - Isso não é destino, isso é o inferno.

Vamos dar o nosso melhor. Vou reforçar as proteções da casa e da Rai. -A grisalha diz tentando acalmar sua filha.

Me desculpem... - A ruiva suspira -Eu estou desesperada e preocupada. Obrigada por cuidarem dela.

Tudo vai dar certo, no final veremos os resultados. - Os dois dizem ao mesmo tempo, e com um grande sorriso.

Obrigada mãe, obrigado pai. Sei que é difícil cuidar daquela espuletinha. -A alta ri tristonha.

Enquanto eles conversavam preocupados, não perceberam que Rai os observava e ouvia tudo, mesmo sem entender a garota prestava muita atenção neles.

Mãe? Vó? Vô? Tudo bem? - A mais nova fica parada na porta da cozinha.

Ah, claro, claro. Tudo bem minha querida. - A grisalha dá seu melhor sorriso.

Sim filhota, tudo bem. A mamãe veio te visitar e ficar alguns dias. - A ruiva também tenta seu melhor sorriso.

Freya ficou alguns dias na casa de seus pais, observou a pequetuxa e tudo mais. Um dia brincando, Rai achou uma biblioteca escondida na estufa de plantas de sua avó Cordélia. Ela curiosa foi averigar o que havia lá dentro, e encontrou uma bela sala cheias de livros, enfeites e tudo mais. Um livro  em questão chamou a sua atenção, um livro com capa de couro preta, com um pentagrama desenhado, com um círculo em volta do mesmo.

"Wow! É igual nos filmes de bruxa. Talvez minha avó seja uma."

Ela riu o abrindo na primeira página, então leu uma parte.

"Se você está lendo esse livro, significa que ouviu o chamado da Deusa e, agora você é uma bruxa. Renascerá para uma nova vida... e blá blá blá e mais blá..."

A jovem pulou aquela página tediante, foleando o livro até parar em uma que parecia interessante.

"Oh... eu sei o que é isso. Como se chaman mesmo? Ah, sim. Uma succubus e um incúbus. Acho que eu já os vi..."

A pequena mesmo sem saber direito o que era aquilo, já tinha os encontrados uma vez. Ela vivia se enfiando em meio aos matos perto de sua casa, e como uma descendente de bruxa, ela podia ver muitas coisas, tocar-las e até mesmo conversar. Quando a jovenzinha iria folear mais uma vez o livro, sua mãe aparece repentinamente na pequena sala, e brava arranca o livro de sua mão.

Rai Hawk. O que você faz aqui?

É... eu estava procurando a vovó e...

Saia daqui. - A mais velha diz séria e bufando.

Mas mãe, eu queria termin...

EU DISSE SAIA RAI HAWK!!! - A alta esbraveja assustando a criança.

M-mãe... - A ruivinha abaixa a cabeça.

Nunca mais entre aqui, e nem ouse tocar nesses livros. PRINCIPALMENTE esse, entendeu?

Porque está brava comigo? EU não fiz NADA de errado. - Ela diz dando alguns gritos.

Rai... - Freya a olha um pouco assustada e, um tanto surpresa pla reação da menor.

Por que mãe? POR QUE? Eu sou uma aberração? A senhora não me quer mais? Por isso me jogou para os meus avós? Eu sou ruim? - Ela ergue a cabeça, com lagrimas nos olhos, olha para sua mãe, e aperta forte e com raiva a sua roupa.

... - Freya a fita sem palavras.

Seria melhor se eu tivesse morrido... - Rai diz quase sem ar e sussurrando.

Inesperadamente Freya com suas mãos tremulas,  lhe dá um grande tapa em seu rosto, deixando a garota surpresa, de olhos arregalados e, com um grande vermelhão em sua bochecha. Afinal, era a primeira vez que Rai apanhava de sua mãe, ela sempre foi uma garota quieta, calma, comportada e tímida.

Mãe... - A garota diz, logo levando a mão em sua bochecha quente pelo tapa.

Nunca mais diga isso. - Sua voz é ríspeda e ela sai da pequena sala, deixando a garota sozinha.

Depois daquele dia, sua mãe foi embora outra vez, deixando a menina com seus avós. Um tempo se passou e as coisas se acalmaram, mas no dia em que ela completaria seus 13 anos, tudo mudou de um jeito traumático. Rai saiu, caminhou perto do lago, viu seus amigos encantados, e estava voltando pra casa toda feliz.

Vovó? Vovô? - A garota sai os procurando pela casa. - Ué, onde eles estão? Talvez preparam uma surpresa para meus 13 anos? - Ela esfrega a mão e ri.

Rai andou toda a casa, mas ainda faltava o seu quarto.

"Que tipo de surpresa é essa? Será que planejaram algo no meu quarto?"

A ruiva abre de vagar a porta de seu quarto, e sente a mesma bater em algo, e emperrar, ela faz uma força e consegue abrir-la e entrar.

"Vó, vô... - Seu corpo paralisa com a cena que vê."

Seus avós estãos jogados no chão de seu quarto, em meio a uma poça de sangue que envolvia seus corpos. Rai cai de joelhos, chocata, com a mão na boca.

"Vó... Vô... por... por que? Antes que ela percebesse, seu rosto já estava encharcado de lágrimas."

A garota se apróxima dos dois, se sujando em seus sangues, chorando em cima de seus corpos. Eles tinham um corte profundo em seus pescosços, e algumas marcas de mordidas pelo corpo.

Me desculpem... Me desculpe... ME DESCULPEM... - Ela grita em meio ao choro, enquanto apoia a cabeças dos dois em sua perna, e afaga seus cabelos.

Mas que barulho é esse? Por que a Rai está gritando em plenos pulmões. - Freya sobe as escadas. A mesma vinha para o aniversário da filha. - Rai... - Ela para na porta do quarto, completamente chocada.

Mãe... - A menina diz baixo e soluçando.

Pai? Mãe? - Lágrimas já percorrem o seu rosto.

Mãe... Me perdoa? Eu fui a culpada. Eu só trago azar desde que nasci. Eu sou uma besta, uma aberração. - A garota diz entre os soluços e lágrimas.

Não querida... - Freya limpa as lágrimas de Rai - Você é um anjo. Não tem culpa. - A ruiva cai no choro junto da filha.

As duas se juntam, se recompõem, e chamam a polícia. Logo eles chegam, junto dos médicos légista, fazem a sua investigação sem sucesso, interrogam as duas, e antes de ir dão o resultado que elas já imaginavam. Dizem a elas que, eles tiveram o sangue todo drenado, não passavam de meras cascas vazias. As duas estavam bem abatidas, cabisbaixas, Rai era fria e de cara fechada. 

Logo todos vão embora, deixando mãe e filha. Rai volta até seu quarto para pegar algumas coisas, e percebe algo em sua parede. Ela vê escrito com sangue na parede azul de seu quarto.

"Feliz aniversário querida. Esse é meu presente para você. :)"

Filho da puta! - Ela diz rindo de raiva, cerrando seu punho.

Honey, vam... Meu Deus! O que é isso? - Freya fica boquiaberta.

Vamos mãe. - Rai se vira falando com uma voz fria.

Freya fita suas costas, enquanto ela sai e desce as escadas. Agora elas terão uma vida completamente nova.

*Flashback off*

Rai? Rai? Acorda, Rai. - O moreno a sacode.

Em? O que? - Acordei assustada, suada e ofegante.

Você tava gritando, xingando e chorando. - Ele coça os olhos demonstrando ainda estar com sono.

Sério? Me desculpa... é... - Ele a interrompe.

É, isso também. Você parecia estar se desculpando muito, e dizendo que era a sua culpa. - O mais velho me encara com cara de bunda.

É...? - Suspiro - Eu tive um pesadelo. Belo cavaleiro negro você é. - Me viro e deito puxando a coberta.

Yaaa, está frio. BRUU! - Ele se apróxima e me abraça. Sinto seu calor aconchegante.

Ah... seu celular estava tocando.

Hmm? Tocando? Quem estava ligando?

Em? Bem? - Ele morde os lábios.

Aoi? - O fito séria.

Sim? - Ele ri nervoso.

Que horas são? - Tento falar calma e sorrindo.

Oh... Dez para... ás dez?

Ah... Dez para... O QUE? - Me levanto correndo. - YAAAA! POR QUE VOCÊ NÃO ME ACORDOU? - Esfrego a cabeça.

Você parecia uma anjinha dormindo então, pensei que não fosse nada de mais e...

E mais nada Yuu Shiroyama, mais nada. - Digo brava pegando minhas roupas.

Ha ha ha... Até parecemos casados. - O moreno fala feliz. - Podemos banhar juntos. - Se levanta com um grande sorriso.

Se fossemos casados, eu já tinha te esquartejado, e alimentado os urubus aqui de perto. TSC! - Taco o travesseiro na cara dele, o derrubando de volta na cama.

Wow! Assim eu me apaixono. - Aoi pisca os olhos repetidas vezes.

Cala boca, seu tarado masoquista. - Falo enquanto entro no banheiro.

O sujo falando do mal lavado. - Aoi diz baixinho, e mostrando a língua.

Velho pervertido. - Falo baixo e rindo, pego um chinelo e jogo nele.

Hey, essa passou perto. - O moreno faz um beiçinho.

Aoi se levantou, lavou seu rosto e foi para a cozinha, preparou um delicioso café da manhã. Tomei um banho corrido, comi o café da manhã que ele fez e sai corrida.

Preciso ir. Bye - O puxo e beijo sua testa - Ah, seu café tava maravilhoso.

Obrigado. - O moreno diz fazendo beicinho.

Tchau! - Aceno com a mão, indo em direção a porta.

Anjinha! - Yuu me puxa selando nossos lábios. - Aii! Sua canibal.

É a punução que você merece. - Sorrio maliciosa - Ah, nunca mais me chame de anja ou anjinha.

Saio correndo para pegar o elevador, e deixo Aoi falando sozinho.

"Ah, o dia hoje será um daqueles."


Notas Finais


Taí, cap 8 😃
Tipo, slá o que dizer... 😑
Acho que tô me empolgando de mais kkk Vou me embolar toda nessa estória 😧 É oq tem pra hoje. Vlw aboures 😙


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