História Sangue lupino - Capítulo 2


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Categorias Assassin's Creed
Personagens Altair Ibn-La'Ahad, Claudia Auditore da Firenze, Ezio Auditore da Firenze, Haytham Kenway, Kadar Al-Sayf, Leonardo da Vinci, Malik Al-Sayf, Personagens Originais, Ratonhnhaké:ton "Connor"
Tags Altmal, Assassin's Creed, Lobos
Exibições 9
Palavras 3.125
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 1: segunda-feira de azar.


O barulho do trovão o fez acordar em um salto. Tentava recuperar o fôlego com sua respiração pesada enquanto o coração praticamente saltava para fora do peito, batendo de uma forma rápida e levemente dolorosa. De sua testa pequenas gotas de suor escoriam, amenizando o calor causado pelo susto de mais uma das trapaças que o seu cérebro criava enquanto dormia. Demorou alguns segundos para se tocar de onde realmente estava e do que acabou de acontecer, caindo à ficha de que tudo que viu não passava de um sonho.

A última lembrança que tinha daquele sonho, ou melhor, pesadelo, era de ter visto alguém sendo morto com a garganta dilacerada. O pior era que ele estava na visão da “coisa” que dilacerou a garganta desse alguém, sentindo até mesmo um certo enjoou por se lembrar com clareza dos detalhes da carne sendo rasgada por dentes afiados enquanto o sangue escorria e ouvia os ossos se quebrarem com a pressão da mordida.

 Tentava se lembrar de mais detalhes em seu sonho sem serem os que estavam relacionados ao assassinato brutal, como o rosto da pessoa ou até mesmo do lugar onde estava, mas isso só o fazia sentir uma forte dor de cabeça, como se já não bastasse o pequeno enjoou causado pela lembrança horrenda.

Já era a décima quinta vez naquele mês. Altair se lembrava de ter esse tipo de pesadelo desde que era uma criança, porém eles nunca aconteciam com tanta frequência assim. Às vezes variavam entre alguém matando, sendo assassinado, ou então fugindo de alguma coisa ou alguém. No entanto sempre ocorriam em primeira pessoa, como se estivesse preso no corpo de outro que não fosse ele próprio. Mesmo assim nunca conseguia se lembrar da maioria das coisas que aconteciam, chegando a ser frustrante, e sempre que se lembrava era algo relacionado à morte, assassinato e sangue.

Depois de se acalmar Altair deitou na cama, se revirando e conferindo as horas no relógio digital em cima da cômoda, eram três e meia da manhã. Como era detestável quando acordava no meio da noite faltando apenas algumas horas para o seu alarme tocar, pois, mesmo que voltasse a dormir agora, iria acabar acordando cansado de qualquer forma.

E ter esses pesadelos pelo menos uma vez na semana não ajudava em nada.

Decidiu apenas voltar a dormir. Precisava estar descansado se quisesse se preparar para o treino de lacrosse amanhã, por ordens do pai que insistia para que fizesse “um esporte de homem” e conseguisse trazer algum orgulho para a família.

Como se já não bastasse ainda tinha que jogar ao lado do irmão mais velho, a pessoa mais irritante e teimosa que já conheceu e infelizmente é obrigado a aturar desde que se lembra por gente. Se tinham algo em comum? Apenas o laço de sangue, tirando isso Altair podia dizer que ele e Hadad eram completos opostos tanto em comportamento como em aparência.

Apesar de que ele tinha quase certeza de que a rivalidade que possuíam um do outro não poderia ser considerada “normal” e muito menos saudável para o convívio familiar.

Não foi exagero dizer que se passou apenas um segundo quando pegou no sono e acordou assustado novamente, só que com a pequena diferença de que o despertador foi a causa do susto e não um de seus pesadelos. Tratou de desligá-lo de uma vez enquanto se preparava psicologicamente para levantar e encarar o primeiro dia da semana, começando por ir no banheiro e tomar uma ducha de água quente.

Não demorou mais do que uma hora para sair do banheiro, trocar de roupa, tomar um café-da-manhã rápido e então finalmente sair de casa para ir ao colégio, de preferência com o seu amigo Ezio dando uma carona já que detestava caminhar de manhã ou ter que tirar a sua moto da garagem.

Pegou a sua copia da chave de casa e então saiu, se deparando com o carro de Ezio estacionado em frente a sua casa. O dono claramente impaciente enquanto batia com os dedos inquietos no volante do carro.

Mio Dio! Será que dá pra demorar mais um pouco? — Reclamou irritado e impaciente Ezio assim que viu Altair sentar no banco da frente.

— Já que pede com tanto carinho eu posso entrar em casa e encher mais um pouco a tigela da minha gata. — Retrucou irônico, recebendo um tapa na cabeça pelo italiano. — Hey, calma! É só brincadeira. Ártemis já tem comida suficiente na tigela até eu voltar.

Ainda bravo Ezio o fuzilou com o olhar até o carro ligar completamente e terminar falando um “tanto faz” virando o seu rosto para frente e encarando a estrada com bastante atenção por conta da camada fina de névoa que era comum naquela época do ano, diferente de Altair que se concentrava em olhar para o lado de fora da janela e prestar atenção nos poucos detalhes que se podia ver com o tempo daquele jeito.

Os vários papeis espalhados com fotos de desconhecidos, números de telefone e aviso de “desaparecido” ao mesmo tempo em que o preocupavam também o deixavam com um enorme aperto no coração. Para uma cidade considerada pequena não deveria ter tantos desaparecidos assim de uma hora para a outra. Era tão triste quanto assustador ao mesmo tempo.

Em questão de minutos eles chegaram ao colégio. Ezio estacionou o carro no estacionamento da escola e depois ambos entraram no prédio, apesar de ser muito cedo até mesmo para entrarem no colégio nenhum dos dois parecia interessado em ficar morrendo de frio no lado de fora, e esperar nos corredores não era algo tão ruim assim. No entanto já era possível ver um certo movimento dentro da escola, mesmo que pouco, de algumas pessoas que estavam, ou sentadas pelos cantos conversando, ou andando de um lado para o outro entrando e saindo das salas.

Era estranho como aquele lugar não parecia mudar nunca: os mesmos armários, os mesmos nerds, os mesmos babacas que acabavam manchando a imagem das pessoas que jogavam no time de lacrosse da escola e por isso todos os jogadores eram associados a valentões briguentos sem cérebro, até a pintura das paredes era igual desde que entrou naquela escola. O típico lugar onde dificilmente algo de interessante poderia acontecer.

E, falando em falta de mudança, a maioria das pessoas crescia, evoluía e mudava a sua forma de agir e pensar conforme o tempo passava e adquiriam experiências boas e más como era para acontecer a partir do momento em que nasciam. Abbas não era uma dessas pessoas.

— Eu já disse para me devolver! Estou falando sério! — Implorou um aluno que ficava na ponta dos pés para tentar pegar o celular, sendo inútil já que ele era visivelmente mais baixo que o rapaz na sua frente.

— Se não o quê? Vai chorar para a mamãe vir aqui pegar para você? — Zombou Abbas, balançando o celular por cima da cabeça do garoto.

“Logo em uma segunda-feira esse brutamontes resolve arrumar confusão” Pensou Altair, se preparando psicologicamente para o que poderia fazer para Abbas deixar aquele garoto em paz e já pensando em uma rota de fuga caso acontecesse uma perseguição.

— Eu não quero ter que brigar com você, então me dá o meu celular. — Pediu mais uma vez o garoto, sua paciência sumindo aos poucos enquanto os olhos azuis cristalinos transbordavam uma seriedade madura demais para a sua idade. — Por favor.

— E você acha que uma coisinha pequenininha como você vai conseguir me intimidar? Que gracinha, talvez se implorar mais um pouco eu pense em te devolver esse tijolo da idade da pedra que você chama de celular.

— Já chega de brincadeira, Abbas. — Interferiu Altair, se aproximando dos dois. — Dá o celular para o garoto.

— Vai cuidar da sua vida, Ahad! Seu vira-lata intrometido! — Xingou Abbas, mostrando pouco se importar com a aproximação ou com o pedido de Altair, o que o deixou claramente irritado, ainda mais por ele ter envolvido o seu tome e aquela ofensa na mesma frase

Antes que Abbas pudesse se virar para continuar a caçoar do garoto ele acabou sendo surpreendido com um chute nas costas, deixando uma marca de tênis no meio do casaco e em cima do símbolo do time da escola.

Aquilo (além de machucar, claro) não teve outra intenção se não de irritar o capitão do time, o que, agradecendo os anos de pratica na vida de Altair, deu certo. Um sorriso zombeteiro brotou em seu rosto e continuou até quando Abbas o encarou com um olhar assassino, funcionando como uma segunda provocação indireta.

— Você ‘tá querendo morrer?! — Berrou, e, como uma resposta irônica a sua ameaça de homicídio, Altair deu de ombros sem se importar, coisa que deixou Abbas mais furioso ainda.

Prezando por sua vida, Altair correu pelos corredores antes que Abbas pudesse botar as mãos em si para estrangulá-lo, coisa que provavelmente iria desejar até chegar o final da semana. Mas isso acabava sendo mais engraçado do que assustador. Alguém brutamontes como ele nunca iria conseguir pegá-lo, tanto por ser alguém com um físico grande e lento como por Altair ser rápido e um pouco menor que si.

Foi realmente fácil fazer Abbas perde-lo de vista. Assim que ele conseguiu sumir na curva de um corredor fechado ainda teve o sinal para tocar no exato momento de aperto, entrando em uma multidão de alunos que iam em direção aos armários, as salas e em qualquer outro lugar da escola. Algo muito útil para Altair, pois conseguia se misturar rápido e andar normalmente no meio da multidão.

Resumindo: de vinte fugas nesses dois meses Altair continua com um recorde de vinte vitorias consecutivas enquanto Abbas continua com zero.

Ir até o seu armário para pegar as suas coisas rapidamente e então ir para a sala sem se deparar com o brutamontes foi moleza, tanto que foi até engraçado se deparar com a cara do Ezio de preocupado e surpreso por ainda vê-lo vivo e inteiro. Dizer que ele levantou da cadeira e correu para os seus braços como um ator de um filme dramático não é nada mais do que dizer a verdade.

— Graças a deus você ainda ‘tá vivo! Eu pensei que ele iria acabar tirando o seu coro no tapa. — Assim como Altair teve uma atitude imprevisível de um segundo para o outro Ezio também mudou de um segundo para o outro, começando por um soco no ombro de Altair. — O que diabos você estava pensando quando fez aquilo?! Quer morrer cedo e de forma dolorosa, é isso?!

— Hey, calma. Não é como se aquele golira em forma de estudante fosse conseguir me pegar de qualquer forma. — Disse em tom de zombaria, deixando claro que levava a conversa na brincadeira, isso até ver o mesmo garoto de antes a alguns passos atrás de Ezio.

Ignorando as broncas do amigo ele foi até o garoto, deixando o italiano falando sozinho. Assim que se aproximou viu que o mesmo foi esperto em pegar o celular ignorado momentaneamente por Abbas. O capitão do time de lacrosse podia ser tudo, mas inteligente não era uma de suas qualidades, e Altair ainda se perguntava como ele conseguiu ser nomeado capitão.

— Olha só, pelo visto conseguiu recuperar o seu celular. Aliás, não me lembro de ter te visto antes aqui na escola, por acaso é um aluno novo? — Perguntou Altair, olhando nos olhos azuis do garoto.

— Na verdade sim. Me mudei com o meu irmão faz algumas semanas. — Respondeu. — A propósito, me chamo Kadar, e obrigado por me ajudar a recuperar o meu celular, apesar daquilo que você fez ter sido uma péssima escolha de distração. Aquele cara deve estar querendo arrancar o seu couro agora mesmo.

— O Abbas? Não se preocupe com ele, é apenas um babaca influenciável. — Deu de ombros, vendo a expressão de desacreditado do outro. — É sério, apenas saiba provocá-lo para tirar vantagem de alguma situação e depois correr para longe. Acredite, sempre funciona comigo.

— Talvez por que você tenha bastante sorte, senhor corredor dos corredores. — Brincou, continuando a puxar conversa até mesmo quando o italiano entrou no meio para tirar satisfação com Altair, mas deixando as broncas de lado e logo voltando a uma conversa casual.

Enquanto o professor não entrava na sala de aula, Altair acabou puxando Kadar e Ezio para um canto, cada um se ajeitando em uma carteira diferente. A conversa continuou por um bom tempo, pode-se dizer que não demorou muito para eles pegarem uma certa amizade com o aluno novo. Até mesmo quando o professor entrou na sala as brincadeiras não acabaram completamente, Altair sempre fazia alguma gracinha quando o professor dava as costas e dois segundos depois tinha um italiano tentando chamar sua atenção, mesmo ameaçando sair uma risada ou outra por conta disso.

O difícil mesmo foi para eles fugirem do Abbas no intervalo, vendo que Ezio era o mais desengonçado entre os três. Até mesmo o pequeno Kadar conseguia ter um bom senso para se camuflar no meio da multidão e ele não.

Por fim acharam um espaço só para eles embaixo das escadas que davam para o segundo e terceiro andar do prédio. Quase ninguém iria para lá nos intervalos e dificilmente algum funcionário iria expulsa-los dali, então poderiam ficar tranquilos até o sinal tocar novamente.

Foram minutos de conversa aleatória embaixo da escada, e o bom era que Kadar não era tímido na hora de dialogar. Contou sobre o seu irmão mais velho, Malik o nome, e de que eles haviam acabado de se mudar para a cidade por questões financeiras. Ezio também foi outro que não conseguiu ficar quieto, falando sobre a sua família e os seus negócios, e por pouco não deixando escapar a paixão secreta que sentia por um dos professores.

O tempo passou bem rápido depois disso, mesmo com as aulas chatas que ocorreram logo em seguida. Logo depois Kadar acabou conhecendo um Auditore que não parava de babar no professor de filosofia enquanto esse fala, o que foi engraçado, ainda mais quando o professor pediu um trabalho em dupla, mas acabou abrindo uma exceção para o italiano, deixando que ele e Altair adicionassem Kadar ao grupo. Coisa que foi de grande ajuda já que o garoto era novo e já tinha pegado amizade com os dois.

Aquela segunda-feira estava sendo bem agradável até Altair se lembrar que iria treinar com o próprio demônio uma aula antes de irem embora, e, francamente, encarar o olhar de assassino de Abbas antes do treino foi uma forma muito encorajadora de começar a jogar, ironicamente falando, é claro.

— Muito bem, seus Cupcakes, quero ver vocês pegarem pesado no treino hoje! — Avisou treinador Charles, andando de um lado para o outro no meio das duas fileiras de jogadores. — Não quero molengas hoje e nem quando vocês forem competir contra os nossos rivais no campeonato daqui a algumas semanas, caso contrario, serei obrigado a castigar vocês com exercícios pesados e uma bela de uma pancada na cabeça. — Ameaçou, balançando o bastão em suas mãos de forma a intimidar seus alunos. — Agora, vão! Antes que eu forme um galo na cabeça de vocês agora mesmo!

Com isso os alunos fizeram um “Sim, senhor” em coro e começaram a andar em direção ao gramado. Mas, antes de Altair andar em direção ao gol, sentiu uma mão tocar em seu ombro, já fechando os olhos e pedindo paciência a qualquer divindade existente para que pudesse ter alguma forma de sair vivo depois que o treino acabasse e, se possível, chegar em casa inteiro.

Se virou e viu Abbas com um sorriso demoníaco. Não precisou pensar muito para saber a forma como ele iria acabar castigando Altair no meio do treino sem levantar suspeitas e nem levar uma bronca muito grande do treinador.

— Acho melhor que você tenha reflexos rápidos dessa vez, Ahad, pois eu não vou perdoa-lo só por ser o nosso melhor goleiro. — Sussurrou com o rosto próximo ao de Altair com nada mais do que alguns centímetros, coisa que o deixou bem desconfortável e até mesmo um pouco intimidado, não que ele fosse admitir isso algum dia de qualquer forma.

 — E acho melhor você não ser o babaca de sempre querendo dar uma de “herói” no meio do campo. — Rebateu, se amaldiçoando por não conseguir controlar a própria língua, porém continuando com as provocações mesmo assim. — Isso é um trabalho em equipe e não uma fanfic onde você conta a historia da sua vida no colégio e de como se dá bem no lacrosse, mesmo sendo um péssimo capitão.

As palavras de Altair foram o suficiente para mudar a expressão de zombaria para novamente raivoso em apenas um segundo, fazendo-o serrar os punhos e, assim que Altair deu as costas, não pode resistir em dar um sorriso vitorioso. A sua morte iria valer apena apenas por aquela resposta que deu e que deixou Abbas em silêncio e com o olhar de ódio.

Ah, ele iria se foder quando o treino acabasse, disso Altair tinha certeza.

E então ficou em posição. Com o taco em mãos, punhos segurando firme e olhos preparados para captarem qualquer movimento o jogo começou. No mesmo instante que o apito de Charles tocou a bola foi jogada para cima, foi pega com a rede de algum dos jogadores e então começou a circular pelo campo.

Seu corpo estava quente e com a adrenalina correndo em suas veias, seus olhos captavam com atenção cada movimento da bola e dos jogadores, ficando preparado para impedir a bola de entrar no gol a qualquer momento. Se sentindo vivo com a toda a tensão e selvageria presente no jogo.

No entanto, seu coração parou, não apenas ele como o seu corpo inteiro pareceu ter congelado de uma hora para outra. Altair não se via mais no campo, não se via mais jogando lacrosse, não via mais nada do lugar onde deveria estar.

Ele apenas se via cercado por alguns homens enquanto uma adaga de prata era cravada em seu estômago, o forçava a ficar preso contra uma rocha. Sangue saindo de sua boca enquanto sentia uma ardência inexplicável no lugar onde a lamina estava, igual a metal aquecido a sabe-se lá quantos graus.

Tentou gritar, porém o som que saia de sua garganta não era um grito e sim um ganido alto e horrendo, não parecia vir de nenhum animal que se lembrava, mas definitivamente não era humano. Ele se sentia assustado, confuso, com raiva e temeroso com o que poderia acontecer agora. Não sabia dizer como havia chegado ali, não sabia o que eles iriam fazer consigo, ele nem sabia o que tinha feito para estar aquela situação desumana.

Em sua mente ele apenas conseguia pensar em uma frase: “você nunca mais verá a luz do dia novamente.”

— Finalmente conseguimos te pegar, seu vira-lata imundo...



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