História Sangue Sujo - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Mpreg, Romance, Vampiro
Visualizações 56
Palavras 798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Meus queridos, depois de literalmente anos sem postar nada eu estou de volta!!!
Eu li minhas fics antigas e eu realmente escrevia muito mal, mas espero ter melhorado kkk
Essa fic tem coisas que eu inventei e coisas que existem realmente, por exemplo, a cidade de Dellago não existe, mas eu fiz como sendo uma cidade no Paraná. O mesmo para os personagens, já que eu me inspirei nos nomes de pessoas ao meu redor e até mesmo o meu próprio sobrenome.
ESSA FANFIC CONTÉM MPREG! CASO VC NÃO GOSTE APENAS NÃO LEIA, JÁ QUE TEM GENTE QUE GOSTA!!
Esse capítulo é mais curto por ser apenas um prólogo, mas os capítulos seguintes serão maiores!!
Aproveite, bjs

Capítulo 1 - Prólogo



                      Eu poderia começar com uma história triste de como minha vida se encontra no mais insuportável caos, já que me encontro deitado no chão sujo, apenas vestindo uma calça preta qualquer e com o vento gelado da madrugada cobrindo minha pele pálida, que no momento está pintada de vermelho. Acredito ser sangue, mas seria esse sangue meu? Eu não sei como vim parar aqui ou como vou pra casa. Se Deus me permitir viver para poder ir para casa. Aonde eu moro? Minha cabeça lateja a cada tentativa de ter alguma lembrança recuperada. Como eu disse, não começarei com uma história triste, mas sim com o meu lado humano vivo.


                                                                                        DELLAGO, BRASIL - 1814
                      Em uma pequena cidade ao norte do estado do Paraná, no dia 28 de maio de 1814, foi quando tudo começou. Eu não me recordo de detalhes, afinal eu havia acabado de nascer. Essa parte da história em que eu lhe narro meu caro leitor, ela é escrita à partir de memorias que me foram ditas a tempos, se são mentira eu jamais saberei, pois as pessoas que me contaram tais fatos à muitos já não se encontram entre nós.
                      Era uma típica manhã  fria de outono, mas a casa estava quente demais. A fornalha que aquecia o casarão no inverno estava ligada ao máximo. Os criados corriam para todos os lados como baratas tontas, pegando água, toalhas, tirando lençoes manchados de sangue vivo. Eu nasci em uma família muito rica, já que a família de meu pai era da nobreza e veio de Portugal com D. João. Meu pai era comerciante de escravos, ganhava muito bem com a venda de negros para as famílias ricas por todo o Brasil. Minha mãe era a filha de um militar da Coroa Real, minha avó me contava que o Rei e meu avô eram amigos intimos, jogavam sinuca quase todos os dias. Em um desses encontros meu pai foi convidado pela corte para um baile no palácio e foi lá que ele conheceu minha mãe. Ele me disse que nunca havia visto tamanha beleza e delicadeza em uma dama. Passaram a noite dançando e depois de algumas semanas o casamento estava arrumado.
                       Eu nasci muito pequeno, muito branco e com muito cabelo. Minha avó me achava lindo, me chamava de anjo e naquela época eu era um. Cresci cercado de amor, mimos e tudo o que uma criança precisa. Aulas de etiqueta, piano, inglês, francês, literatura e artes faziam parte do meu cotidiano. Deus foi bom em levar minha avó antes de ela ver o que me tornei. Com 18 anos eu comecei a me esquecer do que era ser um anjo, eu era o jovem mais cobiçado pelas damas e pelos cavalheiros. Eu era baixo, com os cabelos castanhos e cacheados até as costas, eu tinha curvas e as coxas grossas,mas não me parecia com uma mulher, meu rosto era de um homem a maior parte do tempo sério, meus olhos eram castanhos e maliciosos , minha boca e bochecas rosadas. Dizem as más linguas que minha cara de santo era por ser um demônio na cama. Elas estavam certas. Lembro-me de um episódio em que minha mãe me pegou cavalgando em um escravo que acabara de chegar na fazenda. Eu o seduzi para a área onde ficavam os cavalos de meu pai. Ele era forte, alto e muito bonito, seria vendido para uma viúva. Eu imagino para que ela usaria aquele pedaço de mal caminho, então resolvi provar antes. Eu vi minha mãe parada no batente da porta, seu rosto estava em choque. Naquele exato momento eu parei de gemer e comecei a gritar implorando para que ele parasse, me arranhei, chorei, bati nele e quando ele me soltou eu corri para minha mãe me cobrindo em vão com as mãos, mesmo não me importando de fato com a nudes, dizendo:
                         - Mamãe por favor me ajude! Estou gritando a tanto tempo que estava quase desistindo de minha vontade de lutar! Ele me pegou a força e me forçou a fazer coisas horrendas mamãe! Eu me sinto sujo!! Deus não vai me perdoar, eu vou para o inferno por ter me deitado mesmo sem o meu consentimento antes do matrimônio! - Eu dizia cada palavra chorando e soluçando. Eu era um ótimo ator. Minha mãe acreditou em cada palavra, me cobriu com seu xale e me abraçou chorando e dizendo que não era minha culpa. O escravo foi executado no dia seguinte. Não foi dito o motivo, já que era a honra da família Maldonado em jogo. 
                          Como você pode ver meu leitor, eu não era o anjo que minha avó falava. E isso vira fato na noite do baile de máscaras em que o Diabo pessoalmente veio me visitar em forma de homem.
                         
 


Notas Finais


Deixe suas críticas e elogios nos comentários por favor, isso vai me ajudar a melhorar a escrita para vocês!!
bjão


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