História Sanguinary Time (Aiko) - Capítulo 8


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Categorias Date a Live, Doctor Who, Fairy Tail, Grand Chase, Harry Potter, Hunter x Hunter, Kotoura-san, Os Imortais, Yandere Simulator
Personagens Hisoka, Mirajane Strauss, Personagens Originais, Uno, Veigas Terr, Zero Zephyrum
Tags Assassinos, Crossover, Hisoka, Morte, Romance, Universo Alternativo, Uno, Veigas, Yandere, Zero
Visualizações 10
Palavras 1.755
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Corujas >.< Espero que gostem desse cap :D Estou quase chegando na parte que eu tanto esperava da fanfic >.<

Capítulo 8 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction Sanguinary Time (Aiko) - Capítulo 8 - Capítulo 8

Aiko on

 

         Acordei e estava sentindo uma dor no meu pescoço, e me lembrei do que ocorreu... Como que eu ainda estou viva?...

         Olhei em volta, e estava em algum quarto desconhecido por mim... Eu escutei a porta se abrindo, então me virei para ela, e vi o Kaze, com uma cara de preocupação.

Kaze: Por que você pegou uma missão seguindo sua intuição?

Eu: Isso não lhe diz respeito.

Kaze: Diz sim, eu sou quase que responsável por você, da próxima vez, me avise.

Eu: Nem sonhando.

Kaze: Veigas conseguiu destruir todos os demônios dessa vez, ele mesmo disse que haviam muitos.

Eu: Então foi o Veigas...

Kaze: Eu tinha vindo junto com ele, mas fiquei para procurar vocês pela cidade.

Eu: Cadê a Nir?

Kaze: Em casa.

Eu: Eu estou na sua casa?

Kaze: Óbvio, onde mais você poderia estar?

Eu: Na guilda?

Kaze: Por que mesmo você mora lá?

Eu: Não te contei que sou órfã?

Kaze: Agora eu não sei.

Eu: Bem se eu não contei, agora você sabe.

Kaze: Ok né...

Eu: Kaze... Você poderia chamar o Stigma?

Kaze: Por quê?

Eu: A Nirvana disse uma coisa, que me intrigou bastante...

Kaze: Tudo bem... Você quer tirar uma dúvida?

Eu: Sim.

Kaze: Vou deixar vocês conversando sozinhos então, quando terminarem em volto.

         Kaze saiu do quarto, não demorou muito para o Stigma surgir do nada dentro do quarto.

Eu: Oi!

Stigma: Oi, qual é a dúvida?

Eu: Alguém que não nasceu imortal, pode se tornar um?

Stigma: De acordo com certos registros... Sim, mas eles teriam de morrer e voltar a vida, e os únicos que conseguiram tal coisa, foram os cavaleiros Highlanders.

Eu: Tem outra forma? Eu não acho que seja fácil de vê-los andando por ai.

Stigma: A outra requer que você tome sangue de um semi-deus, ou de algum descendente de um.

Eu: Vish... Nenhuma delas é fácil...

Stigma: Bem, tem um templo abandonado deles em Calnat, eu só percebi o templo lá, porque eu fui várias vezes até o mesmo local para perceber alguma coisa.

Eu: Como é que você não o percebeu de primeira?

Stigma: Eu só o percebi quando olhei de canto de olho.

Eu: Como assim? – Fiquei mó confusa agora...

Stigma: Era como se algo não me deixasse enxergar aquilo.

Eu: Agora eu quero ir lá... Será que o Kaze vai me deixar?

Stigma: Se ele deixar, provavelmente ele irá junto.

Eu: Verdade... Bem... Não custa tentar...

Stigma: Bem, eu estou indo embora.

Eu: Espera!

Stigma: Tem mas alguma coisa?

Eu: E se alguém quisesse se tornar imortal realmente? Você seria contra isso?

Stigma: Nem pense em fazer alguém se tornar imortal! Estou saindo.

Eu: Tchau... – Ele realmente é assustador de vez em quando...

Stigma: Ah é... Comece a ser mais responsável, ele ficou desse jeito desde quando você se suicidou.

Eu: Hein?...

         Ele desapareceu, e eu fiquei pensando um pouco nisso, até o Kaze entrar no quarto.

Kaze: Tirou sua dúvida?

Eu: Sim... Agora fiquei curiosa sobre outra coisa...

Kaze: O que?

Eu: Quero ir para Calnat, conferir uma coisa.

Kaze: Não.

Eu: Por favor! – Falei suplicando.

         Ele ficou me olhando com um olhar assustador, e eu comecei a fingir um choro, que pareceu o convencer.

Kaze: Ta bom... Mas eu vou junto.

Eu: Uhul!!!

         Comecei a pular de alegria, mas ele me segurou.

Eu: O que foi?

Kaze: Nem pense em aprontar entendeu?

Eu: Relaxa, agora eu tenho que fazer uma pergunta para a Nir...

         Ele pareceu não gostar muito do que eu falei... Acho eu ele ainda está bravo por conta de eu ter congelado a escada...

Kaze: Tudo bem...

Eu: Ah! E ninguém pode ouvir o que eu irei perguntar para ela, eu prefiro manter em segredo por enquanto.

Kaze: Tudo bem...

Eu: Não me parece que está tudo bem...

Kaze: Eu estou falando sério.

         Ele sorriu para mim, o que fez meu coração pular...

Eu: Posso ir agora?

Kaze: Vamos logo.

         Epa! Parece que eu vou conhecer a casa da Nir!

         Saímos de casa, e fomos até um lugar da cidade que pelo visto, eu nunca andei antes... Chegamos em uma casa, e o Kaze foi simplesmente entrando, vi o Veigas ali... Junto do Uno... Então fui andando pela casa, e entrei em uma porta, de onde o cheiro da Nir estava vindo, e já vi que a mesma estava acordada, sentada na cama e olhando para a janela fechada.

Eu: Oi Nir!

Nirvana: Aiko?!

         Entrei fechando a porta, e fui até ela, sentando do seu lado.

Nirvana: O que você está fazendo aqui?

Eu: Queria te perguntar uma coisa, e o Kaze permitiu, então eu to aqui.

Nirvana: Pergunte logo.

Eu: Se um dia você pudesse se tornar imortal, você iria querer?

Nirvana: Claro! Por que essa pergunta?

Eu: Bem... O Stigma me falou como... E me deu uma dica por onde começar a procurar.

Nirvana: Você vai fazer isso por mim?...

Eu: Claro! Podemos nos conhecer a pouco tempo, mas... Nós somos melhores amigas!

Nirvana: Obrigada...

Eu: De nada, agora eu tenho que ir, estou indo para Calnat.

Nirvana: Tchau, espero te ver novamente logo.

Eu: Eu também espero, quando eu voltar, vamos fofocar algumas coisas.

Nirvana: Né?

         Rimos juntas feitas retardadas, só que os garotos entraram no quarto, acabando com a nossa felicidade.

Kaze: Estão rindo feito hienas.

Eu: Que, que tem? Deixa agente ser feliz ué.

Veigas: Sinceramente... Por que você deixou ela vir aqui?... Ela podia ter matado a Nirvana da última vez.

Kaze: Eu não consegui dizer não.

Eu: Ele não consegue dizer não para mim.

Veigas: Nem mesmo isso cara...

Kaze: Hehehe...

Nirvana: Tchau Aiko.

Eu: Tchau Nir!

Kaze: Tchau pra vocês.

         Saímos da casa dela, e ele me levou até um campo aberto, ele vai voar de novo... Queria poder ir de trem dessa vez...

Kaze: O que você está olhando?

Eu: Quero ir de trem...

Kaze: Voando é mais rápido.

Eu: Eu sei... Mas é que... Quero ir de trem...

Kaze: Ta bom...

         Fomos até a estação, e ele parecia desconfortável com isso...

Eu: Você está bem?

Kaze: Sim...

Eu: Não parece...

Kaze: Vamos logo.

         Assim que o trem chegou, ele entrou correndo, indo para um canto isolado do trem... Como se quisesse terminar isso logo... Cheguei na cabine na qual ele havia entrado, e vi ele quase vomitando, sem nem mesmo o trem estar em movimento.

Eu: Enjoo?... Isso é sério? Por isso que prefere ir voando?

Kaze: Isso é normal para nós dragões.

Eu: Eu não sinto...

Kaze: Como você consegue...

Eu: Hehehehe, você parece fraco nesse estado – Comecei a rir, o que pareceu irritá-lo.

Kaze: Você vai se ferrar assim que chegarmos.

         Depois desse comentário, fiquei com medo dele, e acabei sentando o mais longe o possível dele, eu só sei que acabei dormindo durante a viagem, e acordei com ele me cutucando, e eu estava com a cabeça em seu ombro...

Kaze: Acordou dorminhoca?

Eu: Sim...

         Levantei quase caindo, quando to com sono meu equilíbrio é uma bosta. Saímos do trem, e o Kaze pareceu mais aliviado, então ele me levou até a minha antiga casa...

Kaze: Eles não moram mais aqui, só que não quiseram vender a casa...

Eu: Saudades desse lugar... Eu nunca pensei em vir visitar...

Kaze: Devia ter vindo.

Eu: Eu estava com medo de ver eles, ainda mais com essa aparência, eu não mudei em nada em questão de aparência.

Kaze: Mas a personalidade, mudou completamente.

Eu: Bem... O jeito que eu fui criada aqui que me fez ser assim, eu não mantinha contato com muita gente.

Kaze: Verdade.

Eu: Eu mantinha bastante contato com você, só que era apenas com você mesmo.

Kaze: Vamos parar de lembrar disso, onde você quer ir mesmo?

Eu: Esqueci de perguntar exatamente a localização para o Stigma... Eu sou uma idiota... Mas provavelmente deve ser fora da cidade, aos arredores.

Kaze: É algum lugar abandonado?

Eu: Sim, por isso que estou suspeitando que seja aos arredores.

Kaze: Então vamos lá.

         Saímos da cidade, logo, logo irá escurecer, quero ver esse local antes de escurecer, chegando a um campo, que parecia não ter nada, comecei a ver tudo pelo canto do olho, e consegui ver uma construção azul um pouco mas naquela direção, então guiei o Kaze até lá, já que ele não está conseguindo enxergar a construção.

         Chegando lá, ele levou um susto, do tipo “Como não enxerguei essa coisa antes?!”, eu apenas ri da sua expressão, então entramos lá, e eu comecei a procurar algumas coisas, e vi uma poça de sangue enorme no centro da construção...

Kaze: Aqui deve ter sido um local onde nasceu um sanguinário...

Eu: Tipo o Uno?

Kaze: Sim...

Eu: Será que os outros seriam iguais ao Uno?...

Kaze: Por que a pergunta?

Eu: Sei lá.

Kaze: Vamos logo ver isso aqui.

         Andamos por todo o local, e não encontramos muitas coisas, além de livros destruídos e aquela poça de sangue... Isso realmente é uma pena... Se pudéssemos entender pelo menos o que está escrito nesses livros... Teríamos alguma dica por onde começar a procurar.

Kaze: Parece que não temos muito o que procurar por aqui...

Eu: Aquele sangue ali... – Apontei para a poça – Será que é de algum imortal?

Kaze: Provavelmente.

         E se bebesse sangue de imortal? Será que daria certo?... Bem... Não custa tentar né?

         Peguei um frasquinho que estava por ali, e peguei um pouco do sangue que havia ali, vamos arriscar.

Kaze: O que você está fazendo?

Eu: Coletando sangue.

Kaze: Sinceramente... Para que isso?

Eu: Quero fazer um teste.

Kaze: Você só vai precisar disso?

Eu: Não encontrei nada por aqui, então... Terei de me contentar com isso.

         Kaze estendeu a mão, e eu entreguei o frasco para ele, o mesmo guardou no bolso de dentro da blusa, saímos de lá e voltamos para a estação, o Kaze já estava melhor com a ideia de andar de trem, e eu estava morta de sono.

         Nós entramos no trem para voltar à Xênia, pegamos uma cabine vazia, e nós nos sentamos, ele ainda estava passando mal estando ali, pelo menos estava melhor do que da última vez.

Kaze: Acho que deve ser questão de me acostumar, eu nunca gostei de andar em transportes.

Eu: Zillyana anda normalmente.

Kaze: Ela precisa ser internada.

Eu: Por quê?

Kaze: Ela não pode dirigir, ela vai muito rápido.

Eu: Acho que você pegou trauma de transportes por causa dela.

Kaze: Bem provável.

         Encostei minha cabeça na janela, e fiquei vendo a paisagem daquele lugar, até acabar dormindo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, agora só semana que vem que sai cap dessa fic >.<


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