História Sanguinary Time (Aiko) - Capítulo 9


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Categorias Date a Live, Doctor Who, Fairy Tail, Grand Chase, Harry Potter, Hunter x Hunter, Kotoura-san, Os Imortais, Yandere Simulator
Personagens Hisoka, Mirajane Strauss, Personagens Originais, Uno, Veigas Terr, Zero Zephyrum
Tags Assassinos, Crossover, Hisoka, Morte, Romance, Universo Alternativo, Uno, Veigas, Yandere, Zero
Visualizações 7
Palavras 2.148
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Corujas >.< Espero que gostem :D

Capítulo 9 - Capítulo 9


Aiko on

 

         Assim que acordei, percebi que não estava no meu quarto na guilda, e também não estava no trem, o          que no caso, só me restou uma alternativa... Casa do Kaze... Aff... Bem que ele podia ter pelo menos me acordado para eu ir para a MINHA casa.

         Abri os olhos, e vi o mesmo ainda dormindo do meu lado, e fiquei o olhando até ele acordar, o que demorou muito tempo... O quanto ele pode ser preguiçoso?!

Kaze: Bom dia.

Eu: Preguiçoso.

Kaze: Como assim?

Eu: Já estou acordada a horas.

Kaze: Desculpa ae.

Eu: Quero ir na guilda.

Kaze: Quero ficar aqui dormindo, vá sozinha... Eu duvido que o Stigma concorde com isso.

Eu: Mas ele concordou – Huehuehuehue.

Kaze: Sério? – Ele me olhou desconfiado.

Eu: Sim – Lancei o meu sorriso mais sincero, o que pareceu o convencer.

Kaze: Por que eu sinto que não devia confiar em você?

Eu: Confie se quiser, o importante é que ele deixou.

Kaze: Eu vou com você então... Mas... Se o Stigma ficar falando merda depois, você vai se ferrar comigo e com ele.

Eu: O Stigma vai estar na guilda por acaso?

Kaze: Ele falou que vai passar lá de vez em quando.

Eu: Ata.

Kaze: Vamos logo então.

         Eu saí do quarto quase correndo, e fiquei esperando o Kaze aparecer para irmos, e agora que eu parei para pensar, ele é muito enrolado... Demorou pelo menos uns 10 minutos para ele descer, então nós fomos para a guilda, a Nirvana ainda não havia chegado... Mas pelo menos como sempre, a Mira já estava de pé.

Eu: Mira, preciso usar a última porta.

Mirajane: A última vez que você fez isso deu merda.

Eu: Mira! Eu preciso das coisas que estão lá dentro.

Kaze: O que tem lá dentro?

Eu: Tenho que fazer experiências com o que nós conseguimos.

         Ele pareceu entender que eu não irei dizer a ninguém sobre o sangue que pegamos, então decidiu ficar de boca calada, enquanto eu tentava convencer a Mira a me deixar a usar a maldita sala, a Nirvana acabou chegando e me ajudou a convencer a Mira, então ela nos entregou a chave, e descemos as escadas, parando na última porta... Faz tanto tempo que eu não venho aqui... Mas parece estar tudo bem limpinho...

Nirvana: O que nós iremos fazer aqui?

Eu: Iremos testar uma coisa.

Nirvana: Que coisa?

Eu: Se der certo eu falo.

Nirvana: Como assim?

Eu: Posso pegar uma amostra do seu sangue?

Nirvana: Pode...

Eu: É mais fácil você cortar alguma parte do seu corpo do que eu acertar a veia com a agulha, então você já sabe o que fazer – Falei entregando uma faca para ela.

Nirvana: Da onde você tirou isso?

Eu: Esse lugar está cheio delas.

Nirvana: Por quê?

Eu: Aconteceram muitas coisas aqui... Não irei entrar em detalhes, mas... Colocaram essas facas aqui, para a autodefesa das pessoas.

Nirvana: Ata, e estamos usando isso para fazermos coisas nada a ver com autodefesa.

Eu: Ninguém mais usa essa sala, então não tem alguém para usar as facas também, resumindo, irei usá-las do jeito que eu quiser.

Nirvana: Você é estranha...

Eu: Você acha que eu não sei?

         Nirvana cortou a palma da própria mão, e eu peguei o máximo de sangue que eu pude, até ela acabar se curando...

Nirvana: Parece que voltou ao normal...

Eu: Sua regeneração?

Nirvana: Sim...

Eu: Eu não entendo muito  disso... Acho melhor eu ir fazer o meu trabalho por aqui logo.

Nirvana: O que exatamente você vai fazer?

Eu: Pretendo não dar falsas esperanças Nir, então se der certo, eu te aviso.

Nirvana: Ta bom...

         Ela saiu da sala, e eu comecei a fazer meu serviço, peguei um pouco do sangue da Nir e o observei no microscópio, tentando decorar cada detalhe do sangue dela antes da mistura, então eu misturei com o sangue que eu havia pego, e coloquei em meu microscópio, e vi o sangue dela mudando... Parece que da certo se o sangue simplesmente for de um imortal...

         Sai da sala, e fui procurando a Nir, fui no meu quarto, na biblioteca, depois eu perguntei para a Mira onde ela estava, e ela disse que a Nir havia saído para conhecer um pouco mais a cidade... Então eu simplesmente tive de ficar no maior tédio, até alguém aparecer... A última pessoa que eu notei que foi junto, foi o Kaze, a guilda estava tão silenciosa... Que saudades de quando era um alvoroço...

         Eu fiquei na biblioteca, lendo alguns mangás, mas não havia mais graça em lê-los, já que eu já tinha decorado todas as histórias, então o tédio foi maior, mas não tinha outros livros que podiam me interessar naquele lugar. Saí da biblioteca, e fui conversar com a Mira, já que essa era a melhor opção que eu tinha no momento.

Mirajane: Você vai acabar morrendo de tédio.

Eu: Imortais sempre morrem de tédio Mira.

Mirajane: Eu acho que imortais não deveriam serem chamados dessa maneira, porque ele vivem morrendo.

Eu: De fome, tédio... Não estou conseguindo pensar outra maneira.

         Começamos a rir, faz um tempo que eu e a Mira não paramos para conversar, então eu acho melhor aproveitar a conversar.

         Ficamos horas conversando, até eles chegarem na guilda, então eu falei para a Mira que ia falar com a Nir. Então eu peguei a Nir pelo braço e comecei a arrastar ela até a última porta.

Nirvana: Você ta bem?

Eu: To ótima.

Nirvana: Você parece feliz mais do que o normal...

Eu: Você disse que se pudesse você queria se tornar imortal né?

Nirvana: Sim... Se eu ficar aqui na guilda...

Eu: Eu descobri um jeito, e funciona.

Nirvana: Você vai... Me transformar em uma imortal?...

Eu: Sim! Se você ainda quiser.

Nirvana: Quero!

Eu: Bem... Você apenas tem que beber isso...

         Mostrei para ela o frasco com sangue, e ela pareceu recuar um pouco.

Nirvana: Isso é sangue?...

Eu: Sangue de imortal, se você não quiser, tudo bem... Eu só sei que essa maneira é o jeito mais fácil que se tem para virar imortal, e eu até achei fácil de mais.

Nirvana: Me da isso.

         Eu nem precisei entregar na mão dela, ela simplesmente pegou da minha mão e bebeu tudo... Acabei vendo ela desmaiar na minha frente, então eu a segurei... Eu não sei o que estava acontecendo lá em cima, só sei que os garotos vieram correndo até a última porta e viram aquela cena.

Kaze: O que aconteceu?

Eu: Eu acho que esse é um efeito que causa na transformação...

Veigas: Que transformação?

Kaze: Nirvana vai se tornar uma imortal também.

Veigas: Como assim?

Eu: Como assim o que cara? Ela vai virar imortal e nada de mais.

Uno: Onde conseguiram sangue de imortal?

Eu: No templo dos cavaleiros Highlanders.

Uno: Highlanders?! Esse é o lugar onde eu nasci!

Eu: Sério?

Kaze: Credo... A Nirvana bebeu do sangue que fez o Uno nascer.

         Kaze fez uma cara de nojo, e eu não consegui segurar o riso, o que acabou sendo um olhar do Uno em cima de mim, mas mesmo assim eu não consegui segurar o riso.

Uno: Duas crianças.

Eu: Cala a boca Uno.

Kaze: Dessa vez eu to com ela, cale a boca porque eu to com razão.

Eu: Vish!

         Kaze me olhou com um olhar tipo “Não põe lenha na fogueira”, até parece que não quer arranjar encrenca com o Uno.

Eu: Se fosse eu não deixava.

         Senti um olhar de ódio sobre mim, e vinha do Kaze, mas não durou muito tempo, já que ele e o Uno não se suportavam, só que eles saíram da sala e eu fiquei tipo “Como assim?”, olhei para o Veigas, já que o mesmo ainda estava aqui.

Eu: Você pode levar ela para casa?

Veigas: Posso... Mas não quero, se vire para levá-la.

Eu: Mais um idiota.

         Peguei a Nir no colo, sai do local e comecei a subir as escadas, eu a levei até o meu quarto de cima, porque eu não vou levá-la até a casa dela desse jeito, eu to morrendo de preguiça.

         Assim que a deixei no quarto, eu ouvi uma explosão, e fui correndo ver o que estava acontecendo, e me deparei com uma treta daquelas, Uno contra o Kaze, apesar de que eu tenho quase certeza de que o Kaze irá ganhar... O gramado de baixo estava pegando fogo em volta deles, provavelmente foi o Kaze que havia causado toda aquela barulheira... Só que o Uno já estava caído no chão... Ele realmente é fraco hein.

         Depois vi o Kaze subindo as escadas para a guilda, e veio diretamente até mim.

Kaze: Você me fez gastar tempo.

Eu: Não fiz não, eu apenas coloquei lenha na fogueira, não falei pra vocês lutarem.

Kaze: Aham sei.

Eu: Não tenho culpa se você entendeu errado.

         Ele me lançou um sorriso demoníaco, e eu saí correndo dele, mas não adiantou nada... Como sempre...

         Kaze me levou no colo até em casa, eu sinto que já sei o que me espera...

Eu: Por que será que eu sei o que você quer fazer?

Kaze: Por que você é inteligente? – Falou, dando um sorriso malicioso.

Eu: Por que eu?...

Kaze: Ainda pergunta?

         Fiquei completamente vermelha depois dessa conversa, e isso não passou despercebido por ele, pois o mesmo soltou uma risada.

         Ele me levou até o quarto, e me colocou na cama, logo de deitando por cima de mim, e eu pude sentir que ele estava mais quente do que o normal... Ele está bem?...

Eu: Kaze...

Kaze: Hum?...

         Coloquei a mão sobre a testa dele, e parecia que ia me queimar.

Kaze: Não se preocupe com isso, vai passar logo.

Eu: Não sabia que dragões também ficam doentes.

Kaze: Todo mundo fica, menos os imortais, eles só sentem dor.

Eu: Acho melhor você descansar.

Kaze: Não, eu to bem.

Eu: Bem?! Você ta quase me queimando!

Kaze: Quase não é queimar.

         Acho que ele não percebeu que a temperatura dele está apenas aumentando...

         Ele me beijou, um beijo calmo, e pude perceber que ele estava sentindo dor, apenas porque ele estava deixando transparecer. Então eu separei o beijo, e ele ficou me olhando, querendo alguma explicação.

Eu: Você está muito mau.

Kaze: Já disse que estou bem, pare de ser teimosa.

Eu: Eu vi, você está com dor.

Kaze: Pare de teimar.

Eu: Kaze, comece a cuidar melhor de você mesmo, e depois fala que eu sou irresponsável.

Kaze: Porque você realmente é.

Eu: Você também.

         Ele soltou um suspiro, e saiu do quarto, parece que ele ficou irritado... Não tenho culpa se ele ta doente e faz uma dessas.

         Eu me deitei na cama, e fiquei encarando a escuridão do quarto, mas logo ouvi a porta sendo aberta, e o Kaze entrar no quarto novamente.

Kaze: Toma.

         Me virei para ele, e o mesmo estava me oferecendo um cookie. Obviamente, eu peguei sem exitar, gente, é cookie, quem diz não ao cookie?

         Comi em silêncio, quando estava terminando de comer, senti o Kaze me abraçar, parece que ele tomou banho... O estranho é que dessa vez ele não demorou...

Kaze: Você é cega né?

Eu: Depende.

Kaze: Eu tenho quase certeza de que é.

         Eu pelo menos notei, a voz dele estava diferente também... O que está acontecendo?... Terminei de comer, e ele me jogou na cama.

Eu: Kaze!

         Ele ta fingindo que ta doido?... Ou realmente ta doidinho?... Agora que eu percebi que ele ta sem roupa...

Eu: Não pense nisso.

Kaze: Por que não?

         Ele ta parecendo um maníaco...

         Logo senti ele passando as mãos por debaixo da minha camiseta, eu tentei afastá-lo, mas ele pegou meus pulsos, e os prendeu acima da minha cabeça.

Kaze: Não me atrapalhe.

Eu: Não te atrapalhar?! Você ta doente e ta agindo feito um bêbado!

         Depois que falei isso, eu recebi um tapa na cara... Aquele não era o Kaze que eu conheço...

Kaze: Cala a sua boca!

         Eu comecei a chorar, apenas pude sentir minhas lágrimas caindo, eu nem sei mais o que fazer, eu sei que não irei conseguir fugir...

         Ele começou a apalpar os meus seios, e depois rasgou a minha camiseta. Apertou um dos meus seios com força, e então começou a morder e chupar um, mas aquilo não estava nada igual com o que ele havia feito comigo da última vez... Estava completamente insano... Depois de basicamente ter me deixado com dores por todo o meu corpo, principalmente depois de parecer que ia arrancar um pedaço do meu pescoço, ele rasgou o restante das minhas roupas, e simplesmente foi direto me penetrando com força. Eu nem sou virgem, mas estou sentindo algo escorrer entre as minhas pernas, algo quente, e com um cheiro ferroso... Ele não parava por um minuto, apenas estava perdendo cada vez mais sangue...

         Por conta da perda de sangue, eu acabei desmaiando...


Notas Finais


Espero que tenham gostado :D No próximo cap (que talvez saia amanhã) eu explico o que aconteceu no final desse ok? >.<


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