História Sankaku Kankei (Triângulo do amor) - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Apenas ignorem essa nota...

Capítulo 1 - Lágrimas do céu


Fanfic / Fanfiction Sankaku Kankei (Triângulo do amor) - Capítulo 1 - Lágrimas do céu

 Meu nome é Park Kyu Wook, eu nasci e vivi em Busan na Coréia do sul, sou um garoto que ainda sonha em um dia ser reconhecido pela minha dança, eu treino vários estilos musicais desde meus 14 anos mas não consegui encontrar nenhum lugar onde esteja fazendo audições para montar um grupo ou um solo, já tentei fazer vídeos caseiros mas ninguém quer vê-los, parece que tenho o dom de afastar as pessoas, até na internet elas me evitam, tirando esse fato triste, eu estou no último bimestre do ensino médio, mais exatamente na penúltima semana de aula, minha mãe está me implicando para eu procurar uma faculdade mas falo que quero ser dançario e ela não aceita isso, mas o que posso falar de mim agora?… bem, além da dança gosto de criar combinações de roupas, looks mais especificamente falando, não sei fazer muitas coidas, sou considerado pelas pessoas como um homossexual por estar namorando um garoto desde o primeiro ano do ensino médio, bem isso não tem como negar, mas não me sinto como gay direito, ainda sinto atração por garotas, seria eu bissexual? Ou apenas um cara indeciso que precisa mais é de uns tapas na cara? Vamos parar de apresentações e começar a minha história? Ótimo!


            17/11/2020

 Acordei era seis horas da manhã em ponto, faço minha higiene pessoal e vou tomar café da manhã sozinho, meu pai já é falecido e minha mãe está doente e voltou ontem do hospital, não está podendo se mexer direito, vou para o banheiro é tomo um breve banho, sigo para meu quarto após o banho, me arrumo colocando um jeans escuro rasgados, uma camisa branca com a gola larga mostrando meu ombro e com rasgos na barriga e com uma regata preta por baixo, coloco meu tênis preto e meu anel preto, prendo uma "coleira" com espinhos punk em meu pescoço, arrumo meu cabelo de forma desleixada e coloco meu óculos negro de grau, sim tenho que usar, tenho astigmatismo e uma possível cegueira no olho esquerdo, minha vida é meio bosta… pego minha mochila e saiu de casa indo em direção à escola. Depois de uma caminhada chego na mesma e subo para minha sala onde encontro meus únicos dois amigos; Jack Soo Min e Yuri Haruki.

Jack:— Hey Kyu! — me aproximo do maior que me chama. — pensei que você não viria mais, falta só duas semanas de aula e ontem que você faltou os professores só falaram quem iria ficar devendo ponto para eles…

Kyu:— Eai? Estou devendo algo? — perguntei meio assustado com a notícia, não quero dever nada, é muito chato ficar depois do horário aqui!!!

Yuri:— Não! Mas, sua nota em física, química e educação física estão abaixo de sete, não é tão ruim, mas irá ficar em seu histórico…

Kyu:— Mas eu já falei para eles que não consigo compreender as coisas que eles falam para mim, são muito complexas e eu sou muito burro… — falei choramingando enquanto batia os pés de raiva, logo sinto uma mão em meu ombro e me viro assustado para o homem atrás de mim.

???:— Já falei que eu posso te dar aulas particulares! — era apenas o professor de física; Martín… — agora, que tal vocês se sentarem, preciso iniciar a aula não é mesmo garotos? — me sento atrás do Yuri e do Jack tentando prestar atenção no professor.

 Depois de uma hora de PURA CHATICE! O professor arruma suas coisas e vai para outra sala dar aula e os alunos da minha (sala) começam a conversar e andar para todos os lados, dou uma breve olhada pela janela vendo o portão principal esperando ver Young Hae, meu namorado, ele falou que viria qualquer hora, não sei porquê se a escola não vai abrir para ele. Após uns minutos o professor de Educação física entra em sala, parece que hoje não é meu dia… depois de nos arrumarmos fomos para a quadra de basquete, é um esporte que eu aprecio mas não consigo praticar, mas do nada o professor decide que ru terei que jogar esse jogo… pensa em um cara filho de uma profissional do sexo! Vou ao vestiário masculino e coloco o uniforme de esporte rapidamente, ao chegar na quadra sou colocado instantaneamente no time de Jack e Yuri e outros dois garotos da sala. Quando o jogo começou a bola veio em minha direção, a peguei e tentei correr com ela para longe do outro time mas sou jogador no chão com um jogo de corpo de um PUTA ARMÁRIO que estava jogando contra, na queda bati meu cotovelo no chão com força fazendo-o latejar, volto a jogar com um pouco mais de determinação enquanto as garotas da sala riam de mim na arquibancada, quando recebi a bola e tentei jogar a mesma na cesta outro brutamontes surgiu me derrubando no chão de propósito me fazendo bater as costas no chão, eu estava cansado de tanto correr e aquela queda foi um ultimato pra mim, comecei a, literalmente, chorar de dor até que o professor, aquele SADOMASOQUISTA DO INFERNO, mandou eu levantar e cobrar a falta, sequei as lágrimas mr posicionando, cobrei a falta normalmente errando todas, quando cinco minutos depois estava no limite do que eu aguentava, recebo a bola e sou derrubado por aquele armário de antes, mas dessa vez não pude chorar, cai e bati a cabeça o que me fez desmaiar ali mesmo no chão da quadra.


 Estava voltando para a terra quando abri meus olhos novamente, estava com Jack, Yuri e Young Hae me encarando deitado em uma maca, estava totalmente confuso com tudo aquilo, tentei levantar meu braço mas estava cheio de furos de seringas de soro.

Kyu:— onde estou? O que houve comigo? Me ajudem!

Hae:— ei, naose assuste, estava chegando na escola quando vi uma ambulância te levando para o hospital, fiquei extremamente preocupado quando vi você com o nariz sangrando e com os olhos fechados, pensei que houvesse sofrido um acidente gravíssimo…

Yuri:— ele estava jogando basquete e acabou ficando exausto.

Jack:— e um garoto o derrubou no chão com força, o fazendo desmaiar.

Hae:— mas nos dois já não viemos aqui para ver como estava sua saúde e o médico não disse para não praticar muito esporte que cause sua exaustão? Esqueceu que você não pode nem correr direito? 

Kyu:— mas eu não queria fazer, o professor que me obrigou! Eu não tenho culpa se ele é do mal!

Hae:— era só se negar! Você não que não pode é mesmo assim ignorou, não são ordens minhas, são de um médico!

Kyu:— ……………………

Yuri:— ……………………ele……

Jack:— ……………………tem……

Jack&Yuri:— …………….toda razão Kyu….. — coloco a almofada em meu rosto e dou um.breve berro na mesma ainda a pressionando contra meu rosto — bem, vamos indo, melhoras Kyu… até depois… — os dois saem da sala me deixando à sós com Young Hae.

Hae:— pode tirar a almofada do rosto pequeno… — ele fala de forma tranquila tirando a mesma dr meu rosto. — não queria falar que você tem toda a culpa… sei como se sente…

Kyu:— NÃO, NÃO SABE NÃO!!! vou ter que chegar em casa e avisar minha mãe, que já está quase morrendo, que EU quase morri por uma besteira! Você não sabe como é passar fome para poder pagar o hospital da sua mãe! Não sabe como é difícil viver sem um pai do seu lado, ou sem alguém para te dar o prazer acolhedor de a família! Você nunca saberá como é se sentir como eu! Você não tem que fingir estar feliz para seus amigos não ficarem preocupados com você... — estava falado em alto tom enquanto chorava olhando para o maior que se levanta e sai da sala batendo a porta com força cheio de raiva, não sabia o tamanho do erro que havia falado, ele perdeu os pais com 14 anos, e teve que viver sozinho aos 16 sem nenhuma família, eu sou um idiota, babaca… Me levanto da maca tirando as seringas de eu braço com força, pego minhas roupas e as visto logo saindo do quarto correndo para as escadas procurando pelo mais velho, vou para fora do hospital procurando por ele, depois de rodar todos os 12 quarterões da proximidade desisto e me sento em um banco, choro abraçando minhas pernas com força batendo minha cabeça no joelho.

 Depois de alguns minutos sinto alguém se aproximar de mim ficando em minha frente, ele estava mr olhando sério com os braços cruzados, corro para sua direção para um abraço mas sou empurrado para o chão pelo garoto.

Hae:— depois de três anos juntos, você vem falar algo desse tipo e querer um abraço meu? Você nunca, nunca! Falou algo do tipo para mim, por que justo hoje, que recebi a notícia que minha avó morreu? 

Kyu:— e,e,eu não sabia… di,disso… me desculpe Hae! 

Hae:— porquê agora vai se desculpar? Pensei que você tivesse morrido, fiquei realmente preocupado com você, mas, agora percebi que você realmente deveria estar morto! — após essas palavras frias e duras, caiu em lágrimas jogado no chão enquanto ele se afastava de mim, não consigo acreditar que fui tão babaca assim…

Kyu:— isso foi um término?… porque eu sou assim!? — vejo que ele deixou uma foto no chão antes de sair, era nossa primeira foto junto, numa daquelas câmeras instantâneas pequenas e atrás estava escrito " Você é como um café ou um cigarro forte, que eu fiquei viciado, mesmo sem saber que era como um veneno - Cigarette ~ Topp Dogg", a música que estávamos ouvindo quando saímos do táxi para o parque, estava caído no chão chorando, minhas lágrimas caiam na nossa foto enquanto isso o céu é fechado por nuvens escuras que logo se desmancham começando uma forte chuva, me sento de pernas cruzadas ainda no chão segurando com firmeza a foto em minhas mãos, as pessoas passavam por mim me encarando como se eu fosse um assassino ou um criminoso super perigoso, após alguns minutos a chuva se intensifica e granizos começam a cair com força no chão e em mim, me levanto correndo para um ponto de ônibus próximo de onde estava, me sento no banco com a cabeça baixa ainda triste.


 Depois de algumas longas horas a chuva para deixando grande parte dos bairros sem luz e já estava anoitecendo, estava morrendo de fome e com muito frio, começo a andar em direção à minha casa antes que escureça por completo, não sei quando a energia irá voltar… Já estava bem próximo a minha casa quando escureceu, estava um breu na rua inteira, peguei meu celular e liguei a lanterna para que eu possa me encontrar, quando liguei vi um rosto em minha frente que me fez ficar muito assustado, deixo meu celular cair no chão o fazendo desligar, vejo três luzes fortes vindas de lanternas diferentes ao meu redor, começo a ficar mais desesperado com o que estava acontecendo até que, o cara que estava em minha frente me levanta e começa a mexer em meus bolsos procurando por algo eu acho, quando ele não encontra nada, até porque eu só tinha a foto no bolso de trás e o celular, ele me joga no chão mr dando um breve chute na barriga, rolei para o lado com as mãos no estômago ficando de costas para o maior, que percebe a foto em meu bolso e logo a retirá de lá.

???:— hmm parece que temos um gay aqui, não é mesmo?! — os caras das lanternas começam a rir de mim, escondo meu rosto em uma posição fetal, o cara que me derrubou me vira e rasga minha camisa me segurando pelo pescoço, o que ele iria fazer comigo eu não sei, mas sei que não é algo muito agradável já que ele estava me olhando de forma maliciosa enquanto mordia seu lábio inferior. — você tem traços bem femininos para um homem, acho que dará uma ótima mulher para nós todos!! Hahahaha!!…

???:— Pare com isso!!!


    Continua…



Notas Finais


Tá escrito "continua" então, continua né?


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