História Sarah! - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Personagens Originais, Scott McCall, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Exibições 13
Palavras 1.476
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem qualquer erro ortográfico, Boa leitura..

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Sarah! - Capítulo 3 - Capítulo 2


Estava escuro e frio naquele lugar, Scott conseguia escutar uma gota pingando em uma poça segundo à segundo. Ele não conseguia identificar o que estava pingando.

Sentiu uma forte for nos olhos quando tentou fixá-los em algum lugar, a dor de cabeça acabou piorando a tudo o que ele ouviu foram passos se aproximando. Logo apagou.



                        Sarah



Stiles não parava de andar de um lado para o outro, as vezes anotava algumas coisas em seus papeis e retomava o andar. Lydia e Malia estavam pesquisando em um notebook enquanto Liam e Hayden procuravam coisas em alguns livros. Eu e meu pai estávamos tentando rastrear o número que ligou para mim e Stiles pelas torres da cidade quando a campainha tocou, já havia perdido as contas de quanta vezes ela havia sido usada no dia.

- Eu vou. - falei e levantei da cadeira.

- Estamos esperando alguém? – Stiles perguntou.

- Estamos.

- Chamou ele mesmo, filha? – Ralf me olhou.

- Chamei, meu irmão foi raptado por um louco. Toda ajuda é bem-vinda.

- Ele quem? – Malia perguntou.

Deixei para que meu pai respondesse, sai da cozinha e fui para o hall do apartamento, abri a porta e dei de cara com um Spencer com cara de sono tomando café.

- Boa madrugada. – disse ele.

- Boa noite, ainda bem dormi. Entra. – dei espaço para ele passar – Estão todos na cozinha.

Ele assentiu e se dirigiu até lá, fechei a porta e virei de costas para mesma. Quando comecei a andar a campainha tocou novamente.

Já se passavam das 4 da manhã, quem poderia ser a esta hora?

Abri a porta e não havia ninguém la. Olhei para os lados, para os elevadores e não tinha sinal algum. Olhei para o chão, havia um envelope com folha amarelada e nele tinha meu nome e de Stiles escrito. Peguei o envelope e entrei para dentro de casa, tranquei a porta.

Cheguei na cozinha e estavam quase todos na mesma posição de antes, exceto pelo Stiles que estava sentado ao lado de Spencer enquanto meu amigo analisava tudo o que já tínhamos.

Spencer já sabe desse mundo? Sim.

Ficou sabendo logo que papai assumiu a equipe de NW e ele se tornou meu melhor amigo. Mas a noite específica foi quando eles estavam investigando um caso que havia os levado até uma casa abandonada no meio de uma mata. Havia mais espíritos do que pessoas lá para serem salvos.

- O que é isso? – Ralf perguntou.

- Ainda não abri.

Stiles pegou o envelope e o abriu, meu o que estava escrito e me olhou.

- Fede a sangue. – disse Liam.

- É porque foi escrito com sangue. – Lydia falou.

- O que está escrito? – Malia perguntou.

- Tem apenas um endereço.

Discutimos teorias, estudamos algumas histórias que envolviam as coisas que nos foram pedidas enquanto tentávamos entender no que Scott poderia ser útil para o feitiço, ritual. O que fosse.

Depois das 6:40 decidimos descansar um pouco, já estávamos trocando as palavras e sem conseguir nos concentrar em alguma coisa. Daquela maneira não iríamos conseguir resolver nada.

Acordei com meu despertador gritando no criado mudo, dei um tapa nele para si parasse e despertar. Levantei da minha cama e fui cambaleando um pouco até chegar no banheiro, tomei um banho frio e demorado para acordar.

Sai do banho, me vesti e saquei meu cabelo já que nunca tive a opção de deixá-lo sexta naturalmente. A menos aí o quisesse feito uma juba de leão.

No caminha para cozinha percebi que todos naquela casa ainda dormiam, cheguei lá e coloquei um café para passar na cafeteira. Olhei para o balcão e ainda estava tomado de papéis e livros misturados com notebooks. Organizei um pouco a papel a por temas e os livros também, facilitaria na hora de ler novamente.

Após servir o café em uma xícara me sentei num banco perto do balcão, peguei a pilha sobre as Almas puras. Várias lendas, superstições mas nada concreto. Eu já tinha escutado falar sobre aquilo, eu sabia e nada do que estava ali fazia sentido. Não era nada daquilo ali.

Foi então, como um estalo no cérebro, que eu lembrei: o museu.

Peguei minha agenda e caneta e sai da cozinha, peguei minha bolsa no hall e vesti minha jaqueta. Sai do apartamento.

As ruas estavam barulhentas, me deixando com dores e cabeça. O cheiro das comidas se misturavam fazendo um aroma delicioso no ar, um bebê chorava e algumas pessoas riam e outras brigavam. Não quis prestar atenção em nada daquilo hoje, só queria chegar no Museu o mais rápido que conseguisse.

Subi a escadaria do Museu rapidamente e quase caí algumas vezes. Do lado e dentro era frio, me arrependi de ter colocado um vestido e não uma calça. Precisava ir na sessão marinha, onde estavam restos e navegações e o que haviam encontrado nela. Estava la, eu sabia que estava.

Ao chegar na sessão logo avistei o barco naufragado recém resgatado. Ele tinha chegado ao Museu fazia menos de um mês. Junto dele alguns documentos tinham sido salvos e lá estava ele.

O que tanto procuramos na madrugada estava bem debaixo dos nossos narizes.

Tirei fotos do documento e do que cercava o navio, alguma coisa a mais poderia ser útil.

No caminha para casa encontrei uma e minhas colegas de turma, ela estava terminando de comprar acessórios para o seu look das festa de formatura. Tinha me esquecido completamente disso. Não tinha nem comprado o vestido da colação ainda, quem dirá o da festa.

De qualquer forma eu não conseguiria ir na formatura.

Cheguei em casa e escutei vozes vindo da cozinha, deixei minha jaqueta e minha bolsa no hall. Fui pra cozinha.

- Onde você estava? – Ralf perguntou, eu nem tinha passado pela porta ainda.

- No Museu. Spencer, lembra quando fomos ver as novas aquisições do Museu?

- Lembro. Achamos curioso um pergaminho... – ele parou de falar e me olhou.

Eu assenti.

- Preciso de um notebook. – pedi e Lydia me cedeu o dela, passei as fotos para o computador e virei para eles – A lenda das 12 Almas puras. Estávamos procurando no lugar errado.

- O que diz na lenda? - A ruiva perguntou.

- Elas vieram para colocar o equilíbrio no mundo, cada uma governada um mês. Tinham sete servos para auxiliarem nos dias da semana. Eu não sei porque demorei pra saber onde tinha visto isso.

- E o que mais sabemos sobre elas? – Ralf perguntou.

- Estão todas mortas já, isso foi a muito tempo.

- É SÓ o que temos? – Liam perguntou. De todos só os dois, meu pai e Read estavam acordados.

- Na verdade não. Alguém pode me acompanhar até a biblioteca pública?

- Liam vai – respondi – Lydia, pode vir comigo em um lugar?

Ela assentiu.

- E nós? - Ralf perguntou.

- Vão dar um jeito e descobrir como entramos na fortaleza do Norte e pegamos o coração de uma delas. Alguma coisa me diz que não somos os únicos em busca disso.

Enquanto Lydia foi a arrumar fui até o meu quarto e substituí meu vestido por uma blusa e calça jeans. Coloquei meus tênis, fui até o meu guarda roupas e abri minha caixinha onde ficava meu grimório e alguns pertences que eu havia conseguido salvar no incêndio.

Peguei duas pedras da luz enfeitiçada e a chave feita de ônix preta, ametista, quartzo verde e prata. Elas haviam me dado para que eu usasse sempre que precisasse.

Voltei para a sala e Lydia já me esperava.

- Onde vamos? – ela perguntou.

- Falar com as Bruxas do Sul. Elas devem saber algum coisa que nos ajude a pegar as lágrimas das sereias.

- É sabemos como entrar lá? Ou elas não tem uma fortaleza como as do Norte.

Peguei minhas coisas no hall e as chaves do carro, saímos do apartamento.

- Elas têm, mas já estive lá. Sei como entrar e tenho permissão pra isso.

Fomos até o estacionamento do prédio, entramos no meu Volvo Prata e logo saímos do prédio.

- Sabe o que eu sou, não sabe? – ela perguntou.

- Banshee. – respondi e liguei o rádio.

- Por que eu sinto como se você já não estivesse mais aqui?

- Porque eu já estive do outro lado. – suspirei, não era uma história que eu gostasse de lembrar – Já morri, se é isso aí estava querendo dizer. Mas voltei, por alguma razão as Bruxas do Sul ajudaram nisso. Só não me contaram o porquê.

- Foram ela quem trouxeram você de volta?

Neguei com a cabeça.

- Não sei quem foi, ela sabem. Sabem mas não me contam.

- Isso não atrapalhou você de alguma forma? Não indeferiu em nada?

- Em muitas coisas, por isso passei um tempo com elas. Muita coisa mudou depois disso.

- É muito longe?

       - Um pouquinho.



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