História Sasuke, meu amigo inesquecível - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Amizade, Naruto, Romance, Sasunaru
Visualizações 241
Palavras 2.536
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Lemon, Orange, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Sasuke


Fanfic / Fanfiction Sasuke, meu amigo inesquecível - Capítulo 1 - Sasuke

Quando completei 18 anos, ganhei o maior presente que um jovem nesta faixa etária poderia desejar. Eu morava com meus pais em Mie, e sempre fui muito solitário, tendo dificuldades enormes para me relacionar com as pessoas a minha volta. Durante a festa do meu aniversário, numa Quinta feira, no exato momento em que eu cortava o bolo para distribuir aos convidados, ouvimos sons estranhos. Todos foram para fora e percebemos o motivo de todo aquele barulho. A casa que ficava do lado direito da minha e que esteve vazia durante 3 anos por problemas de inventário após a morte do antigo dono, finalmente teria um novo morador. Um grupo de três homens e uma mulher estava dentro da casa fazendo a limpeza e preparando para a mudança. Meu pai foi até lá e como bom vizinho, ofereceu ajuda caso eles precisassem. Quando ele retornou, nos contou que eles eram os irmãos do novo morador que se chamava Gustavo. A mudança ocorreria no Sábado. Ficamos curiosos e ao mesmo tempo preocupados a respeito do caráter do novo proprietário. Nosso bairro sempre foi tranqüilo e a vizinhança bem selecionada, nunca nos causou problemas e nem nós a eles. Finalmente chegou o dia da mudança e eu estava chegando da faculdade quando o caminhão parou na porta e 3 homens começaram a carregar os objetos para dentro. Eu fui tomar banho e almoçar. Meia hora depois, fui até a janela ver o que acontecia e finalmente vi o novo vizinho. Ele era branco, bem alto ( aparentava ter 1,80 cm ), corpo não musculoso, porém, bem modelado. Dava para ver pelos braços, pernas e pelas laterais da camiseta os pêlos longos e abundantes. Olhos escuros, assim como também seus cabelos. Lembrava de um modelo. Estava descalço e usava um short negro com 2 listras brancas nas laterais e sua camiseta vermelha sem mangas e bem cavada. Ao ver me na janela deu um sorriso muito simpático e cumprimentou-me, ao que respondi com um aceno. A noite chegou e eu não conseguia dormir. Sempre fui muito curioso quanto ao fato de ver outras pessoas sem roupa, pois tive uma educação religiosa rígida, que só serviu para me aguçar ainda mais a curiosidade em assuntos de sexualidade. Várias vezes escondido no escuro, através de minha janela eu já havia observado vários vizinhos e vizinhas nus, trocando de roupa, tomando banho e até mesmo fazendo sexo, sem ser notado. O muro que separava todas as casas era baixo, pois nunca tivemos assaltos ou problemas parecidos. Aproveitei a oportunidade para ver melhor o novo vizinho. Ele não estava no quarto dele que ficava em frente ao meu e imaginei que estivesse na sala vendo televisão. Na verdade estava tomando banho e quando eu menos esperava, apareceu completamente nu em frente à janela aberta. Tomei um susto tão grande que quase caí da cadeira onde eu estava trepado observando, pois tive medo que ele me visse. Fiquei muito impressionado com ele. Era muito mais bonito do que parecia. Eu nunca tive relações com ninguém, porém, gostava de fantasiar que estava possuindo sexualmente as pessoas que eu observava. Também adorava ver fotos e filmes de sexo, fossem eles de heterossexual, de bissexual ou de gay. Até aquele dia eu nunca havia sentido atração verdadeira por alguém. Eu simplesmente me masturbava imaginando fazer sexo com alguém e depois esquecia tudo. Desta vez foi diferente. Quanto mais eu imaginava penetrar nele ou ser chupado por ele, mais excitado eu ficava. Cheguei a sentir vertigens ao imaginar meu pênis entrando naquele macho gostosão e meu esperma escorrendo em sua boca. Passei a noite acordado, confuso com o novo sentimento que descobri dentro de mim. Nunca me imaginei transando de verdade com ninguém, muito menos com outro homem. Tudo não passava de fantasia na minha cabeça, até aquele momento. Acabara de descobrir o que é realmente sentir atração por alguém. O pior de tudo é que várias vezes eu o vi levar mulheres para casa e numa das vezes, até o vi fazendo sexo com ela. Isso me deixava muito frustrado, pois sabendo que ele era heterossexual, não haveria nunca possibilidade de realizar minhas fantasias. Um mês se passou e ele, que estava de férias, voltou a trabalhar. Na verdade, trabalhava como engenheiro numa empresa bem perto da faculdade onde eu estudava. Ao descobrir isso, ele gentilmente ofereceu-me carona para ir e voltar todos os dias. Meu pai concordou e assim, todos os dias viajávamos juntos. Conversávamos bastante e descobri que tínhamos muita coisa em comum. Apesar da diferença de idade ( ele com 25 anoa e eu 18 ), ficamos muito amigos e íntimos. Gostávamos das mesmas coisas : videogames, jardinagem, ficção científica etc. Começamos a sair juntos como amigos, indo ao cinema de vez em quando. Ele não tinha muito tempo disponível, pois trabalhava muito e chegava tarde. Um ano se passou e eu fui me apegando cada vez mais a ele. Era um sentimento confuso, mistura de atração sexual, admiração e amizade. Nunca tive oportunidade de demonstrar ou falar do que sentia por ele. Eu tinha enorme pavor de imaginar que ele ficaria furioso comigo e eu perderia para sempre sua amizade. Para alguém que nunca teve nenhum amigo verdadeiro, isso seria uma tragédia. Era realmente uma pessoa maravilhosa e não digo isso porque me apeguei a ele. Digo apenas o que observei durante o tempo em que estivemos juntos. Ele era capaz de fazer qualquer sacrifício para ajudar alguém em dificuldades. Tinha o coração mais puro que eu já vi. Um dia, aconteceu uma coisa muito estranha. Após tomar banho e sentar na varanda de minha casa a noite para olhar as estrelas, ouvi ruídos e vi duas sombras se movendo pelo quintal do Sasuke. Fiquei curioso e logo imaginei que ele mais uma vez estivesse levando alguma garota para cama. A excitação foi demais e resolvi me aventurar mais do que de costume. Pulei o muro que separa nossas casas e fui observar através das frestas da janela do quarto dele, que desta vez estava fechada. Ao olhar pela fresta, tive uma surpresa que quase me fez desmaiar. Não havia nenhuma garota no quarto com ele e sim o Gaara, vizinho que mora na rua por trás da minha. Os dois estavam abraçados e trocando carícias deliciosas, à medida que tiravam suavemente a roupa um do outro O Édson é ruivo, alto magro e tinha fama de ser um garanhão, pois, devorava todas as garotas virgens da vizinhança. Achei que o Sasuke iria possuir ele e continuei observando excitadíssimo, louco para ver o garanhão levar vara no traseiro. A coisa continuava esquentando cada vez mais. Agora completamente nus, deitaram na cama e o Édson chupava o pênis do Sasuke com tanto desejo que meu sangue começou a ferver. Eu estava quase gozando na cueca quando aconteceu o inesperado. Sasuke chupou o pênis do Édson enquanto este enfiava dois dedos no ânus dele. Não podia ser verdade o que eu acabava de ver ! Aquele macho lindo e peludo estava ficando cada vez mais submisso ao negão. Quando vi o Gaara pegar o lubrificante, cobrir com ele o próprio pênis e depois esfregar um pouco no ânus do Gustavo, não consegui mais agüentar. Ficou claro naquele instante que o ruivo cacetudo iria ter tudo que eu sempre desejei e nunca consegui. Eu o vi ajoelhar montado sobre as nádegas do Sasuke e abri-las com as mãos, alisando e penetrando o ânus com os dedos. Fiquei totalmente louco e corri em direção à porta da frente. Chegando lá comecei a esmurrar a porta desesperadamente, ao mesmo tempo em que chorava e soluçava. Em menos de um minuto, o Gustavo pareceu com cara de assustado e veio me atender. Logo que abriu a porta, antes que tivesse tempo de perguntar alguma coisa, corri e o abracei, chorando ainda mais do que antes. Ele me abraçou carinhosamente, como sempre fazia e me colocou sentado na beirada da cama dele. Eu ainda podia sentir o cheiro de excitação que eles deixaram no ar. Só meia hora depois, consegui me acalmar e falar com ele. Não sei o que aconteceu com o Gaara, porém, imagino que saiu pela porta dos fundos antes que eu o visse. Chegou a hora de abrir meu coração para ele, apesar de ter poucas esperanças de vencer esta batalha. Eu imaginava que ele e o ruivo já estavam íntimos e provavelmente se relacionavam há muito tempo, sem que eu soubesse. Contei tudo que aconteceu desde que o vi pela primeira vez até aquele momento em que o vi na cama com o Gaara. Falei dos meus sentimentos e de minha atração por ele. Do meu sonho de ter ele só para mim. Depois disso, pedi que me perdoasse por invadir a casa dele daquele jeito e por atrapalhar o encontro deles. Sasuke permaneceu calmo, porém, ficou calado uns quinze minutos olhando fixo para mim. Eu já me preparava para ser expulso da casa dele e para perder o único amigo que tive durante a vida. Como ele não respondia, não suportando mais a espera, eu me levantei e disse que compreenderia se ele nunca mais quisesse me ver depois do que eu disse e fiz. Fui saindo triste e envergonhado quando ele me puxou pelo braço e abraçou-me bem apertado. Senti alguma coisa pingar em meus ombros e vi que ele estava chorando. Então o abracei bem forte e disse o quanto ele era importante para mim e que eu morreria se ele deixasse de ser meu amigo. Ele me olhou bem dentro dos olhos e agradeceu. Fiquei sem entender e perguntei por que me agradecia. Sasuke deu o sorriso mais lindo que já vi e respondeu que nunca ninguém demonstrou tanto carinho por ele quanto eu. Que na verdade estava acostumado a se relacionar com mulheres e o encontro com o Gaara seria a primeira experiência gay de sua vida, que, porém, estava muito contente por eu ter salvado ele desta situação. Ele estava consciente de que Gaara era um garanhão e que apenas queria usar o corpo dele, gozar e partir, como se faz com uma puta qualquer. Que jamais seria capaz de dar amor ou demonstrar qualquer afeto por ele. Disse que agora sim ele havia encontrado o homem certo para este primeiro encontro. Ao dizer isso me beijou, penetrando sua língua grossa em minha boca. Fiquei de pênis duro na mesma hora e correspondi ao beijo, me entregando ao prazer tanto desejado. Eram 20:00 horas de Sábado e não teríamos compromisso no dia seguinte. Agora podíamos nos entregar ao prazer e matar nosso desejo tanto tempo reprimido. Agarrei seu corpo com força e o empurrei, fazendo-o cair deitado na cama. Deitei-me por cima dele e fui alisando e beijando cada centímetro daquele gigante peludo. Arranquei sua camiseta e chupei seus mamilos grandes e rígidos devido a excitação. Enquanto isso ele também retirava minha roupa e logo retribuiu, chupando meus mamilos. Deitamos lado a lado e retiramos nossos shorts e cuecas, ficando totalmente nus. Deitei meu corpo sobre o dele e fiquei me esfregando naquele macho peludo e gostoso. Ele me puxou para cima, me fazendo montar no peito dele e nesta posição, agarrou o meu pênis e colocou na boca. Chupava com força, parecendo querer arrancar de tanto chupar, mais ao mesmo tempo, sem machucar. Eu já não estava agüentando mais e ele deitou de bruços. Puxou o vidro de lubrificante que estava em baixo do travesseiro e me entregou. Não perdi tempo. Coloquei sobre o meu pênis e depois, usando os dedos, coloquei bastante no ânus dele. Deitei por cima e coloquei o pênis no meio das nádegas peludas dele. Comecei a forçar a entrada e ele gemendo e reclamando de dor. Pediu para eu ir devagar, pois nunca havia sido penetrado antes. Ele era virgem ! Que maravilha ! Não poderia ser melhor. Um homem lindo, gostoso, bom amigo e virgem ! Eu nem acreditava no que estava acontecendo. Penetrei-o com vontade, e me movimentava para frente e para trás, entrando cada vez mais fundo e dizendo coisas obscenas aos ouvidos dele. Gozei em poucos minutos, enchendo o reto dele com meu esperma quente. Fiquei um pouco decepcionado por gozar tão rápido, mais ele me disse para não me preocupar com isso, pois era normal para alguém sem experiência como eu. Descansamos meia hora e logo recomeçamos. Desta vez ele sentou no meu colo e inclinou o corpo para trás. A penetração nesta posição é mais profunda, fazendo o meu gatão se contorcer de prazer. Ao mesmo tempo em que o penetrava, eu segurei seu enorme pênis com uma das mãos enquanto com a outra eu massageava seu umbigo. Ele foi ficando cada vez mais excitado e eu senti as pulsações do pênis dele em minha mão aumentarem, até que ele não agüentou mais e gozou, lançando jatos e jatos sucessivos de esperma. O dia estava clareando quando eu saí da casa do Sasuke, exausto e muito feliz. Fui dormir após passar a noite inteira montando naquele deus grego em todas as posições possíveis de se fazer. Deste dia em diante, viramos amantes e todas as noites nos encontrávamos para aproveitar a companhia um do outro. Como era gostoso agarrar e apertar seu corpo forte, sentir o seu cheiro de macho, alisar seus longos pelos enquanto o penetrava. Nossa amizade ficou ainda mais forte, e passamos a sair juntos para acampar, excursões etc. Meus pais começaram a ficar desconfiados desta ligação tão forte. Passamos cinco anos nos encontrando e fazendo sexo até a exaustão. Eu aprendi todos os segredos do sexo com ele. Era um ótimo professor. Quando eu terminei a faculdade de Agronomia ele me deu um relógio de presente e logo a seguir viajou para o Brasil a trabalho. Fui até o aeroporto me despedir dele e senti uma sensação horrível. Não conseguia suportar a sensação de nunca mais ver o melhor amigo ( e amante ) que encontrei durante a vida. Abraçamos-nos e choramos muito até que ele entrou no avião e desapareceu no meio das nuvens. Voltei para casa me sentindo a pior pessoa do mundo, com um vazio enorme no coração. Após um mês de viagem eu aguardava ansioso a volta dele, porém, o retorno não aconteceu na data prevista. Os dias passavam e nada. Nenhuma notícia dele. Até que um dia acordei com meus pais sentados na beira de minha cama me olhando de um modo estranho. Perguntei o que aconteceu e eles nada responderam. Minha mãe abaixou a cabeça e meu pai segurou minha mão com força. Senti meu coração gelar. Sabia que alguma coisa ruim havia acontecido. Comecei a chorar antes mesmo de saber a notícia. Ele nunca mais voltaria para mim. O avião em que voltava foi atingido por um raio, explodiu e caiu no mar. Eu não suportei a notícia. Fiquei muito doente com depressão e precisei ser internado para tratamento durante seis meses. Até hoje ainda sinto uma dor imensa quando me lembro dele e as lágrimas brotam dos olhos sem querer. A falta que ele me faz é grande demais. Jamais alguém será capaz de preencher o vazio que ele deixou. Adeus, Sasuke meu amigo inesquecível.



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