História Sasuke Uchiha Must Die - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Sasuke Uchiha
Tags Hinasasu, Hinata Hyuuga, Sasuhina, Sasuke Uchiha
Visualizações 145
Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sei que até agora a fanfic teve alguns capítulos bem "arrastados" então, preparem-se que a partir do próximo a Hinata já vai colocar suas garrinhas de fora. Espero que gostem.

Capítulo 7 - O Plano de Sasuke


Ao contrário dos seus colegas, a Hyuuga não tinha muitos motivos para comemorar aquela intervenção do seu chefe. Porque, ao contrário deles, ela não tinha muita coisa de interessante para fazer durante seu tempo livre. Então optou em acompanhar as primeiras reformas do Uchiha’s Gourmet bem de perto, para a felicidade ou não do seu chefe de frios olhos ônix. A verdade é que ela odiava ficar parada, trabalhava desde os seus trágicos treze anos para ajudar nas despesas de casa e de lá para cá sua determinação fora reforçada pelo tempo e pelas circunstâncias da vida. Notou uma surpresa indisfarçável no semblante do CEO do restaurante, ao vê-la ali e sequer tinha dado sete horas da manhã ainda. Com o cenho franzido, Sasuke aproximou-se.

—Senhorita Hyuuga, o que você está fazendo aqui e ainda por cima tão cedo?

Hinata hesitou antes de responder aquela pergunta. Como explicar que ela não tinha um circulo de amigos tão grande ao ponto de ter outra pessoa, além da Temari para explorar aquela cidade?

—Eu vim ajudá-lo com as reformas. — disse com firmeza. O moreno arqueou a sobrancelha, com os olhos arregalados. Aquela morena só podia ser doente mental, ponderou Sasuke, dando espaço para que ela adentrasse ao estabelecimento. —É que... — ela balançou a cabeça, parecendo constrangida. — O senhor não conhece bem as deficiências do lugar e, que pessoa mais indicada para ajudá-lo do que eu? Trabalho aqui desde a sua inauguração. — argumentou.

—Eu pensei ter sido claro quanto aos trinta dias de descanso. — rebateu ele, cruzando os braços acima do peito. — A não ser, é claro, que isso faça parte de uma conspiração sua para tramar pelas minhas costas e me processar ao ministério do trabalho? — indagou com rispidez. — Porque se esse for o caso, senhorita Hinata, serei obrigado a tomar medidas drásticas e a interná-la em um sanatório.

—Não! — respondeu depressa, fazendo uma careta diante do tom acusatório do homem. — É claro que não, Sasuke-sama, nunca iria prejudicá-lo dessa maneira. — e após pensar melhor, acrescentou. — A menos, é claro, que o senhor me dê motivos para fazê-lo.

Surpreso com o tom de voz firme da mulher o moreno crispou os lábios. Ela era muito bom em fazê-lo calar a boca. Mas, obviamente, não diria isso a ela.

—Certo. — ele a avaliou criticamente, e então a Hyuuga notou que ele tinha uma prancheta e uma caneta em mãos.  As portas do estabelecimento estavam semi-abertas e, o interior do Uchiha’s Gourmet parecia ter sofrido uma tentativa de assalto, de tão bagunçado.  Ele estava levando a sério toda aquela história de transformá-lo em um restaurante cinco estrelas. — Como exatamente pretende me ajudar? — perguntou interessado.

—O que o senhor tem em mente? — respondeu com outra pergunta, vendo-o puxar uma cadeira. Ela imitou seu gesto despreocupadamente, a fazendo subir ainda mais no conceito do Uchiha, admirado pela sua atitude. Hinata sabia se impor de maneira fascinante.

—Planejo modernizar a decoração, mas sem despi-lo de sua tradição. — ele tamborilou os dedos em cima da mesa. —Algo entre tecnológico e rústico, o que você acha?

—Péssima idéia. — não arrependeu-se pela resposta rápida, ao invés disso, aproveitou a deixa para acrescentar em tom conciso. — Quero dizer, os clientes que costumam freqüentar aqui escolheram o Uchihas justamente pela aparência conservadora. Um toque moderno causara estranhamento e desconforto nos clientes mais antigos daqui. — seu tom de voz era calmo e confiante.

Sasuke fitou-a por alguns segundos, vendo seus lábios abrirem e fecharem-se algumas vezes, mas não conseguiu prestar atenção no que ela dizia, pensando no quanto os olhos perolados brilhavam quando tinha alguma idéia mirabolante ou quando começava uma explicação. Esboçou um sorriso tranqüilo, ela era boa naquilo.

—Falando assim — ele tornou a dizer abruptamente, tirando-a de suas conjecturas.  Os dois estavam tão próximos um do outro, que ele podia sentir o hálito doce da morena bater contra sua face. E naquele momento ele percebeu que a morena cheirava a canela, inspirou fundo tentando se concentrar. O que estava dizendo mesmo? — Acho que você é quem deveria administrar o restaurante. — e sorriu ao vê-la corar.

—Não seja tolo. — disse simplesmente, dando de ombros, ainda constrangida pelo elogio inesperado. Ele tinha esse poder; de conseguir algum rubor de sua face sem que ela percebesse. — Já lhe disse que não tenho a instrução adequada.

Continuaram discutindo a respeito da nova decoração do lugar, quando Sasuke a informara de que traria um designer profissional para auxiliá-los e que a ajuda dela seria mais do que bem-vinda.  Um tanto quanto incrédula, ela ficou bastante feliz com o pedido do moreno.  Finalmente havia arranjado um chefe que valorizasse seus árduos esforços! O faria perceber que aquele lugar valia mais do que alguns milhões de dólares, e que poderia se destacar em meio à grande variedade gastronômica do Japão. Porque ela tinha uma coisa que não se acharia em outros estabelecimentos de prestígio da cidade: medo de ser deportada de volta ao seu país natal.

—Hyuuga, você está afim de ganhar um dinheiro extra? — a pergunta repentina fez com que a morena quase caísse da cadeira.

—O que? — perguntou confusa. Ele por acaso não estava tentando chamá-la para fazer um programa, estava?

—Não me olhe com essa cara, não sou nenhum aliciador. — revirou os olhos revoltado. — O que eu tenho para te propor pode beneficiar a nós dois, e de sobra, ainda te coloco para substituir aquela esquisita de cabelos azuis.

A menção a Konan e a forma com que ele dissera todas aquelas coisas, pareceu ligeiramente tentador aos olhos da morena de orbes perolados. Ela arqueou a sobrancelha desconfiada.

—Não vou ter que matar ninguém, vou?

—Ainda não. — retrucou ele, fazendo-a escancarar a boca. Riu da expressão dela e estapeou de leve a palma da mão dela. — Francamente o que diabos você pensa que eu sou? Porra! Não sou nenhum James Bond não!  — ela encolheu-se na cadeira, sorrindo sem graça e então ele tratou de explicar rapidamente o seu plano, que, acidentalmente, abriria brechas para os dela também. — Semana que vem terei um jantar de negócios e gostaria que você fosse minha acompanhante, tem um empresário que parece estar interessado em comprar o Uchiha’s Gourmet. Em palavras mais curtas, vou precisar que você seduza o desgraçado e o convença a comprar esse lugar.

Ela piscou os olhos e se beliscou várias vezes. Mas, ao que parecia, ela não estava sonhando coisíssima nenhuma.



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