História Save A Young Soul - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Hunhan, Kaisoo, Pov, Problemas Sociais
Exibições 132
Palavras 2.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, como vão? Bem? Eu espero que sim!
Como foi votado, as postagens acontecerão agora todas as quartas e domingos. O motivo é eu já ter finalizado de escrever essa fanfic, então não terei preocupação com prazos. (Vou até salvar td no drive, de medo de perder depois disso.)
Esse capítulo é provavelmente o maior da fanfic, com mais de duas mil palavras. Yep, eu abri minha boca mesmo. Há muito sobre o mundo dos gordinhos e das pessoas com baixa autoestima que as fanfics não exploram bem, às vezes nem citam. Bem, paciência! É um assunto delicado e eu entendo muito bem que as pessoas prefiram transformar as histórias em fantasias onde todos se aceitam bem. Este é o lado feio da história.
Sem mais delongas, espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 5 - Esses reflexos que cortam cada rosto em dois


Fanfic / Fanfiction Save A Young Soul - Capítulo 5 - Esses reflexos que cortam cada rosto em dois

Xiumin

 

Eu estou com medo do que as pessoas revelaram nesta sala. Parece que todos contaram relatos sobre como foi esquartejar uma pessoa ou quebrar o coração de garotinhas. Eu não conheço nenhum dos que passaram aqui antes, apesar de Jongdae sorrir pequeno para mim quando me viu no corredor. Nós esbarramos na hora de entrar, porque decidimos ir ao mesmo tempo, e no fim ele me deu passagem.

 Eu não o conheço também, quero deixar claro. Mas costumam dizer que gordinhos tem um bom senso de humor, então ele provavelmente riu comigo alguma vez e deve ter me reconhecido.

 Eu realmente estou tremendo. Essa sala escura e estranha não ajuda muito, sabe? Eu tenho um pouco de medo de ficar no escuro, e só enxergar a luz da câmera me faz sentir como se várias coisas estivessem me olhando. A qualquer hora pode surgir uma mão e puxar meu pé de cima desse banquinho. Ele é muito desconfortável, aliás. Minhas costas estão doendo.

 Bem, acho que já é hora de eu falar o que vim parar falar, não é mesmo? Há outras pessoas querendo usar essa sala e tirar do peito tudo o que vem acontecendo em suas vidas. Eu espero sair tão mal daqui quanto os outros, se isso significar que eu disse tudo o que está me incomodando e que tirei esse peso da minha vida.

 Peso, pessoas me olhando... É estranho eu dizer que pensei em mim mesmo só de citar essas palavras? Eu sempre acabo ligando uma coisa na outra, e essa outra em outra e sobra para mim uma culpa estranha por ser gordo.

 Essa escola é uma das melhores da cidade. Sempre ouço falar dela na televisão, várias pessoas saíram daqui vitoriosas e estão fazendo dinheiro por aí. Dizem que um dos membros do Super Junior estudou aqui quando não era famoso ainda, apesar de não ter sido por tanto tempo. Enfim, as pessoas entram aqui com esperança de se tornarem idols ou pessoas importantes, então elas se esforçam para ter a aparência perfeita. Aquele que sai desse padrão, o que não cabe na forma, sobra e se destaca como a pessoa que ninguém quer ser.

 Eu sou essa pessoa, na maioria das vezes.

 Eu ando pelos corredores e procuro outros Xiumins por aí. Procuro caras gordinhos e não tão bonitos, como eu sou. Não há ninguém do meu tamanho aqui. Também não há ninguém para me entender. Assim como Nana, porque ela também era incompreendida, e ficou muito bem falada depois de morta. Eu sou o cara que todo mundo conhece por causa de sua aparência, mas ninguém conhece o que é por dentro porque isso talvez não importe de verdade.

Você está bem se aparenta estar bem.

Nana aparentava estar super bem e agora está morta. Acho que está na hora de mudar o conceito.

Se quiserem, mudem isso comigo. Eu aparento não estar muito bem de corpo, talvez meio doente, e estou doente, mas não quero realmente morrer, então façam alguma coisa e pelo menos me deixem ficar bem por dentro. Eu não estou bem nem normal, nem do avesso.

 Eu iria me comparar a Nana. Ela: Bem por fora, ruim por dentro. Mas eu estou ruim por dentro e por fora, apesar de ter algum senso de humor para mostrar e maquiar essa vontade de ser algo mais que uma sombra. Porque, você sabe, algumas pessoas não são nem ao menos notadas. Algumas passam realmente despercebidas e essas pessoas as vezes preferem ser invisíveis. Mas a verdade é que ninguém gosta de nunca estar no campo de visão de alguém. Ninguém quer morrer sozinho. Eu não quero o mundo inteiro com os olhos em mim, mas, sabe, as vezes faz falta ter uma só pessoa me vendo como eu realmente sou por baixo dessa carcaça estranha.

 É engraçado, porque eu sou imenso, então as pessoas sempre me olham. Mas não quer dizer que esse olhar é bom. Ele é ruim. Eu queria que me olhassem de forma boa, algum dia. Eu quero saber qual é a sensação.

Acho que eu quero aprofundar nisso. Eu penso muito. É uma surpresa para você? Gordinhos também pensam! A coisa é que eu paro e penso: Você tem dezoito anos, é um cara, as pessoas dizem que você tem um rosto bonito. Essa coisa de dizer que eu tenho um rosto bonito me mata, porque eu sinto como se meu corpo fosse um balão bem triste e inchado que tende sempre a se querer deitar no chão. Qual é, eu pareço um velho. Dezoito anos e gorduras, dobras e estrias para todo lado. Sim, homens tem algumas estrias. E olha que eu nem fiquei grávido ainda, para estar acabado. E flácido. E flácido, ainda. O contrário do bonito e do perfeito, e o contrário do que eu quero ser.

 As pessoas dizem que seu corpo é um templo, eu considero o meu nada além de uma carcaça. E sinto muito, mas ela me incomoda muito mais do que me encanta.

 Não dá para negar que eu sou um influenciado da massa. Qual é, você também é assim! Todo mundo é. Para bem ou para mal. Você pode ser um bom influenciado, se estiver apoiando causas liberais e inclusivas, ou se está sendo influenciado a coisas boas, sejam elas quais for. Ou você pode ser o tipo fraco de influenciado que vota em políticos babacas e torce para times grandes só por serem mais famosos.

Eu sou do tipo fraco de influenciado. O que não consegue ser influenciado pelas boas energias que dizem que eu devo me amar como eu sou. Sou o tipo de influenciado que vê homens sarados nas propagandas de academias e que quer ser tão bonitão quanto. Eu quero caber na forma. Quero ser aquele tipo perfeito, o tipo Deus Grego. Isso devia ser saudável, não é?

 Não é. Não é saudável. As pessoas dizem que uma academia e vergonha na cara resolve meu problema de ser gordo. Mas não resolve. Eu sinto como se ser gordo fosse um tipo de maldição. As pessoas nunca vão me querer por ser assim, e mesmo outras pessoas gordinhas são muito mais bonitas que eu. Essa massa maldita de gordura atrapalha a beleza do meu rosto, me faz parecer um barril, me faz ter braços em formatos de enormes presuntos e pernas que espalham sempre que eu sento... As pessoas dizem que é excesso de gostosura e eu concordo, porque excesso nunca é bom e a gostosura que eu deveria ter foi totalmente excluída pela palavra excesso. Eu sou só mais um excesso.

As pessoas dizem que não é saudável ser gordo e que não devemos encorajar as pessoas gordas a se aceitarem. Só é um pouco estranho que, nessa vontade louca de ser o cara saudável, fitness, perfeitão, eu tenha me enfiado num mar sem fim de possíveis doenças. Quer começar com qual? Bulimia? Ou anemia?

 Eu estou meio suado. Minhas mãos estão escorregadias e eu realmente estou tremendo muito. Mas olhar para os meus dedos não me apetece então eu vou fingir que não estou nervoso, como estava fazendo até agora. No passado, um ou dois anos atrás, eu costumava ser bem saudável. Minha avó dizia que eu comia bem e que era grande, não gordo. Eu era larguinho, só isso. Fofinho.

 Eu comia bastante, sempre comi. Nem recusava doces, apesar de comer coisas saudáveis também. Eu comia de tudo, simplesmente, e sempre tinha bons resultados quando me consultava. Nada de problemas cardíacos, nada entupindo minhas veias, não desmaiaria de tanto açúcar. Sem problemas com colesterol e meu peso não estava esmagando minhas juntas, como meu pai rudemente me dizia, para me “incentivar”. Estava tudo O.K. Uns números tinham que melhorar um pouquinho, outros tinham que ser vigiados, mas meus exames de rotina sempre deram esse resultado satisfatório. Meu peso nunca indicou uma doença. Eu era completamente saudável, nem resfriado me abalava.

 Isso permaneceu assim por um tempo. Se não me engano, até meus quinze anos. Meu pai e minha avó começaram a me preocupar sobre meu peso. Eles diziam que eu não estava satisfeito porque nenhuma garota iria me querer e eu poderia morrer por estar gordo e toda aquela história malcriada para me fazer emagrecer. Minha família era toda magricela, sabe? Mesmo minha mãe fora magrinha, quando viva. Mas eu, o gordinho, estava saindo do padrão e as pessoas tinham medo que eu fosse uma falha da humanidade.

O que meu pai e minha madrasta diriam se eu tivesse meus 38 anos e ainda não estivesse casado por ser um gigante nem um pouco atrativo? As pessoas sempre teriam nojo de mim ou algo assim? Eu nunca arranjaria uma namorada? Era isso? Esse era o meu problema?

 Era, era meu problema. Eu percebi que é bem chato quando ninguém te leva a sério por causa da sua aparência. Quer dizer, acho que pessoas bonitas passam por isso também. Elas pensam que você é bonitinho, então não necessariamente é inteligente ou algo assim. Com os gordinhos é quase a mesma coisa. Se você é gordo, provavelmente vai morrer virgem e é um geek esquisito com desejos sexuais estranhos.

Depois de ver isso, e de sentir na pele como era chato gostar de alguém e nunca ter essa pessoa olhando para você como um ser humano namorável, e como era chato não ter suas frustrações levadas a sério, e como era chato ter as pessoas te olhando na educação física como se você fosse desmaiar a qualquer momento, e como era extremamente chato ver as pessoas olhando para você como se esperassem o momento em que você fosse emagrecer e virar gente de uma vez por todas... Eu decidi que não queria mais essa coisa de ser gordinho.

 Não que odiasse por odiar. Não odiava por perder rápido o fôlego ou por ter as bochechas fofas. Também não odiava porque sentia nojo do meu corpo. Eu odiava porque todo mundo me odiava. Como eu podia gostar de uma coisa que ninguém mais gostava?

Eu me odeio. Eu olho no espelho e esqueço o que é ser forte. Eu não quero ser forte. Eu quero chorar com o que vejo até que isso melhore. Eu odeio ver quem eu sou no espelho, eu tenho vontade de esquecer minha imagem, porque é assustador. É assustador ser tão gordinho e tão feioso. É assustador saber que ninguém no mundo vai te olhar e se sentir apaixonado, atraído ou no mínimo dizer que é bonito. Vão estar sendo simpáticos, se desprenderem um elogio. É assustador ver todas as pessoas em casais e você, com mais de sete bilhões de pessoas no mundo, sozinho. É assustador ter medo de morrer por não saber se vai conhecer alguém do outro lado, porque ninguém te leva a sério. Ninguém acha que você é um humano também. As pessoas te veem como se seus sentimentos e seus pensamentos estivessem também obstruídos, esmagados debaixo da gordura. Te veem como um sem-vergonha que não liga para a saúde. E depois de ser visto por tanta gente desse jeito, minha cabeça virou uma preocupação eterna com meu peso. Eu sou uma balança ambulante, pensando em quantos quilos eu estou engordando por refeição. Por comer. Por simplesmente pensar em comer. Eu acho que, talvez, seja melhor não comer e esperar que o meu corpo seque. Eu volto a comer quando estiver à beira da morte, não se preocupe. Vai ficar tudo bem.

 Sinceramente, eu queria poder ter continuado gostando de mim como antes gostava. Eu queria poder ter rido mais das minhas próprias gordurinhas e achar meu umbigo engraçado. Eu costumava não ter nada contra mim e isso era ótimo. Bastou que eu visse que todo mundo tinha essa coisa contra mim para que todo o amor próprio que eu reunia se tornasse em ódio próprio. Nunca mais consegui me olhar no espelho e me sentir bonito. Meu desagrado com meu corpo foi a pior doença que já contraí na vida.

 Eu devia fazer uma lista de sintomas? Certo. Primeiro você se sente incomodado quando para em frente a um espelho, e seus olhos enchem de água por você não ser o que mostram nas revistas, nem o que mostram nas plus-size e nem o que a maioria das pessoas bonitas é. Depois você passa a notar em todas as pessoas que te olham e sentem que elas estão te julgando e isso é realmente desconfortável. Ainda depois, você começa a sentir que tudo o que coloca na boca vai acrescentar dez quilos a mais, e a culpa por isso te tira a noite de sono, a vontade de comer e o apetite, e você não quer comer mais nada, porque sabe que está errado. Por fim, quando você vê, está enfiando os dedos na boca e torcendo para que toda a gordura do seu corpo saia junto com o jantar, ou então simplesmente pula uma, duas ou três refeições e substitui por algo mais saudável. Água, talvez? Não tem carboidratos. Quanto mais rápido aquilo for embora, mais rápido você para com aquilo e volta a ser feliz. Você vai ser feliz quando tiver com 45 quilos e cheio de amigos.

 Ninguém cogita realmente que não vai chegar a 45 quilos antes de morrer por alguma doença no estômago. Eu procuro não pensar.

 Meus pais notaram. Minha avó notou. Meus professores notaram. Meus colegas notaram. Eu estava bem horrível. Dez quilos a menos, mas ainda não estava bonito. Tinha olheiras enormes e meus dentes estavam horríveis. Meus dedos também não estavam bonitos. Eu não aguentava comer uma maçã sem vomitar, apesar de querer parar com isso. Eu me lembro de comer dois pedaços de pizza normalmente e ainda pegar as sobras que alguém deixou no prato. E um copo de refrigerante, dois se terminasse antes da pizza. Hoje eu olho para a pizza e não tenho nem ao menos ânimo para pegar um prato. Eu só quero que a tortura que é comer acabe o mais rápido possível.

 Eu já não consigo mais me controlar. Qualquer coisa é um erro, sabe? Eu não quero ser o gordinho, mas emagrecer está me matando. Eu queria ficar de bem comigo mesmo, com meu peso. Mas como eu conseguia, antigamente, olhar para aquelas bochechas enormes e me sentir bem? Como diabos eu conseguia fechar os braços sem sentir que estava tomando a forma de um barril? Eu nunca olhara antes para aquele acumulo estranho de carne no meu pescoço? Nas minhas cochas? Em cima da cueca? Marcando todas as roupas, pulando para fora delas, acumulando e espalhando e sendo enormemente espaçoso. Eu não caibo no mundo.

 Eu acho que as pessoas estão tentando me ajudar, agora. Minha avó disse que eu não estou normal e que vai me levar a um médico. Mas o que é normal? O que eles querem? Eu não consigo parar de comer se estiver nervoso. Se eu como, eu fico nervoso. Se eu não como, eu fico nervoso. Se eu não como e não ganho resultado, eu fico nervoso. Se eu como normalmente e as pessoas me olham como se eu ainda estivesse horrível, eu fico nervoso. Por isso eu como o tempo inteiro e vomito o tempo inteiro. Isso está começando a trazer uns sintomas estranhos, isso é normal?

 Acho que as pessoas querem eu deixe meu nervosismo para lá, fique tranquilo, coma coisas sem carboidratos e sem açúcar, faça alguns exercícios, coma nas horas certas e faça academia... É tão fácil! Porque diabos eu nunca fiz isso? É a solução para todos os meus problemas, é só tomar vergonha na cara!

 Como se eu já não tivesse vergonha o suficiente de tudo o que eu sou. Sinto muito, eu sou além de gordo, ansioso e tenho uma autoestima de merda. Não quero pensar em namorar alguém, porque eu sei que vou cair como um idiota na cama do primeiro que disser que me ama. Não quero nem pensar em ver todas aquelas pessoas magras da academia me olharem torto por eu ser imenso, apesar de as pessoas dizerem que elas não vão. Também não quero visitar um nutricionista e chorar metade da água do meu corpo tentando explicar que eu não consigo comer normalmente se estiver ansioso. E também não quero encher o saco de um psicólogo com meus problemas, porque eu não tenho problemas de verdade, eu devia ser uma pessoa feliz. Está entendo que para isso dar certo eu ia ter que passar por um médico, um psicólogo, um nutricionista, talvez um psiquiatra e então uma academia? Para perder peso? Eu prefiro o Ana e Mia. Ninguém precisa saber que eu sou tão problemático. Nem que eu não me suporto.

 Desculpe. Sinceramente, desculpe. Eu queria poder fazer mais que isso.


Notas Finais


Eu quero pedir, por favor, que pensem no que esses relatos dizem com empatia. Não é para concordar, é para se colocar na visão do outro. Eu tenho um medo terrível que achem que o que eles estão dizendo é uma verdade e que devem segui-los. O suicídio da Nana não foi uma saída, a vontade de morrer do Kyungsoo não é normal, o Jongin aceitar sua vida do jeito que é também não é o certo. Essa fanfic termina com uma mesma frase o tempo todo propositalmente: Eu queria poder fazer alguma coisa.
Eles não podem, mas você talvez possa.
Eu quero cuidar de vocês, como meus leitores, então, por mais que eu saiba o quão difícil é falar sobre algumas coisas, saibam que eu estarei aqui caso precisem. Não precisa ser comentário, podem mandar MP se se sentem mal com algo, se querem alguém para desabafar. É claro, os comentários são uma área sua, para que possam me dizer tudo o que sentiram sobre a fanfic e suas opiniões, e até comentar suas vidas se quiserem, eu aceitarei cada palavra, seja um encorajamento, uma crítica, um relato, uma opinião... Se for um simples "Estou aqui", eu também ficarei feliz e aceitarei de braços abertos, guardo no coração tudo o que vocês dizem. Quero que saibam que eu ouço o que falam, vocês não são ignorados ou simplesmente lidos. Eu absorvo o que dizem, então ninguém aqui passa despercebido.
Eu quis dizer isso porque uma leitora foi muito importante para mim hoje. Ela me deu apoio quando eu me sentia muito sozinha, então eu quero que vocês tenham esse apoio também.
Obrigada mesmo a quem vem lendo até aqui e àqueles que pretendem ler os próximos também e ir até o final. Obrigada pelos quase 60 favoritos e por todas as palavras de apoio! Essa fanfic é muito importante para mim e, pouco a pouco, vocês se tornam também.
Até uma próxima!


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